PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Será que você é um workaholic?

Posted by HWBlog em 13/03/2013

workaholic 02Entenda quando a dedicação se torna excesso e você passa a ser um escravo do trabalho

Você já assistiu ao filme Clube da Luta (Fight Club, 1999)? Se a resposta for afirmativa, então você conheceu um caso clássico de um workaholic: Tyler Durden é um funcionário de uma empresa de seguros, sem família, namorada ou vida social, que passa a maior parte do tempo em aviões, não dorme e procura preencher a falta de significado da vida com objetos de decoração. Uma bomba que, a certa altura, explode da pior maneira e de modo que cause os maiores estragos possíveis.

Apesar de ser um personagem de ficção, Tyler simboliza uma manifestação indesejada, um apêndice, um efeito colateral do estilo de vida capitalista. Essa manifestação corresponde aos viciados em trabalho, pessoas que procuram no emprego o que não encontram no campo afetivo, espiritual e social.

Workaholic

O termo foi citado pela primeira vez no começo da década de 70, pelo psicólogo americano Wayne Oates, no livro “Confessions of a Workaholic”. A palavra é derivativa da junção work (trabalho) + alcoholic (alcoólatra). Segundo o professor e coordenador do Laboratório de Pesquisa do Trabalho da UNB, Wanderley Codo, foi a partir da vivência clínica de pessoas com características e sintomas semelhantes a viciados que foi elaborado o conceito.

Sintomas e diagnóstico

Não é difícil identificar um workaholic, mas apenas o fato de passar muitas horas além do necessário trabalhando, bem como nos fins de semana, não representa, por si só, um diagnóstico do vício. No entanto quando essas horas a mais são, na verdade, uma maneira de fugir da vida social, dos conflitos familiares, conjugais ou de outros aspectos cotidianos, é bom ficar alerta: você pode ter problemas maiores do que aparenta e, acredite, não vai querer conviver com eles.

Os sintomas físicos costumam ser bem semelhantes ao de Tyler. “Eu ficava extremamente cansado, só pensava em trabalhar, tinha dificuldades para dormir. Ficava doente constantemente, comecei a ter uma gastrite, que evoluiu para úlcera e depois um pequeno tumor no tubo digestivo”, lembra Christian Barbosa, CEO da consultoria Triad e ex-workaholic.

Embora o mais indicado para a maioria dos viciados em trabalho seja uma ajuda médica, alguns profissionais conseguem encontrar a resposta quando reconhecem o próprio problema. No caso de Christian Barbosa, a melhor forma de lidar com o vício foi aprender a gerir o próprio tempo. Se deu certo? O fato de ele ter se tornado um dos maiores especialistas em gestão do tempo do Brasil dá por si só a resposta.

“Eu fui um workaholic dos piores tipos dos 16 aos 20 anos de idade. Procurei ajuda na gestão de tempo; comecei a me organizar melhor, priorizar outras coisas, adicionar tempo para mim mesmo na agenda. Foi um processo que demorou 4 meses para conseguir parar de trabalhar aos domingos e um total de 10 meses para ter mais vida”, reconhece Christian.

Entretanto, Wanderley Codo garante que um auxílio especializado é essencial tanto para diagnosticar o vício quanto para tratá-lo. “Para detectar o vício é necessário um diagnóstico simples que deve ser feito por um profissional especializado, porque o que vai se estudar é o grau e tipo de relação que ele tem com o trabalho e com a vida. O paciente pode perfeitamente trabalhar muitas horas e ter uma relação perfeita com o trabalho e com os demais aspectos da vida”, explica.

Worklovers

Se você gosta e já está acostumado a trabalhar 12 horas por dia, e até alguns fins de semana, não precisa ficar alarmado: você não é, necessariamente, um workaholic. As pesquisas coordenadas pelo professor Wanderley Codo identificaram outro tipo de profissional que, embora tenham essa característica de um viciado, não permitem que isso interfira nos demais aspectos da vida nem se utilizam do trabalho como um meio para figir dos problemas. Tais profissionais foram denominados worklovers, pessoas que amam o próprio trabalho e desenvolvem uma relação perfeitamente salutar com ele.

Carol Azevedo, diretora de Criação da agência de publicidade Bloom, acredita que seu perfil se encaixa nessa categoria. Apesar de trabalhar, em média, 10 horas por dia entre dois escritórios da agência, ela afirma que é apaixonada pelo que faz e que isso é feito de forma equilibrada e sem pesar na sua vida social, pessoal e afetiva. “Eu me considero uma worklover de carteirinha! Sou apaixonada pelo que faço e procuro profissionais com a mesma característica para a minha equipe. É essa paixão que traz qualidade e a constante busca pelo aprimoramento. Gosto de criar, de estar envolvida com as pessoas, à frente de desafios e projetos”, afirma a diretora.

Vício ou status?

Muita gente gosta do trabalho, sente prazer no que faz e passa algumas horinhas a mais no escritório, abrindo mão de fazer coisas mais interessantes, como sair com o parceiro, assistir um filme ou ler um livro, por exemplo. No entanto, criou-se uma balbúrdia, a partir dos anos 90, de que gostar de trabalhar seria um sintoma de vício, já que para muita gente trabalhar é um esforço necessário apenas para ganhar dinheiro, e não uma fonte de deleite.

Incorporando essa cultura, jovens profissionais se intitulam workaholics como uma forma de manter uma fama entre os colegas de um trabalhador esforçado, que abre mão de tudo para conseguir os resultados necessários. Porém há uma diferença abissal entre gostar de trabalhar e ser um viciado em trabalho, o que abrange sintomas físicos e psicossociais graves. Um workaholic busca, através do trabalho, criar um ‘mundo particular’ para escapar dos problemas reais, não um status quo.

Are you a workaholic?

Understand when dedication becomes excess and you become a slave labor

Have you ever watched the movie Fight Club (Fight Club, 1999)? If the answer is yes, then you experienced a classic case of a workaholic: Tyler Durden is an employee of an insurance company, without family or social life girlfriend, who spends most of time on airplanes, not sleeping and tries to fill the meaninglessness of life with decorative objects. A pump that at some point, explodes in the worst way and so cause the most damage possible.

Though a fictional character, Tyler symbolizes a manifestation unwanted, an appendage, a side effect of the capitalist lifestyle. This event corresponds to workaholics, people seeking employment in the field that are not emotional, spiritual and social.

Workaholic

The term was first cited in the early 70’s, the American psychologist Wayne Oates, in the book “Confessions of a Workaholic.” The word is derivative of the joint work (work) + alcoholic (alcoholic). According to the professor and coordinator of the Research Laboratory of Labour UNB, Wanderley Codo was from the experience of people with clinical characteristics and symptoms similar to addicts that the concept was developed.

Symptoms and Diagnosis

It is not difficult to identify a workaholic, but just the fact spend many hours working than necessary, as well as on weekends does not, by itself, a diagnosis of addiction. However when these extra hours are actually a way to escape the social life, family conflicts, marital or other aspects of daily life, it is good to be warned: you may have bigger problems than meets the eye, and believe me, it will not want to live with them.

Physical symptoms are often very similar to the Tyler. “I was extremely tired, thought only of work, had trouble sleeping. Was sick constantly, I started having gastritis, ulcer and that evolved into after a small tumor in the gut, “says Christian Barbosa, CEO of Triad Consulting and former workaholic.

Although the most suitable for most workaholics is a medical help, some professionals can find the answer when they recognize the problem itself. In the case of Christian Barbosa, the best way to deal with addiction is learning to manage your own time. If it worked? The fact that he has become a leading expert in time management in Brazil alone gives the answer.

“I was a workaholic of the worst types from 16 to 20 years of age. Sought help in time management, I began to better organize, prioritize other things, add time to myself on the agenda. It was a process that took 4 months to stop working on Sundays and a total of 10 months to have more life, “admits Christian.

However, Wanderley Codo ensures that aid specialist is essential for diagnosing the addiction and to treat it. “To detect addiction requires a simple diagnosis that should be done by a specialist, because that will be studied is the degree and type of relationship he has with work and with life. The patient can perfectly work long hours and have a perfect relationship with work and other aspects of life, “he explains.

Worklovers

If you already like and are accustomed to working 12 hours a day, and even some weekends, do not be alarmed: you is not necessarily a workaholic. The research coordinated by Professor Wanderley Codo identified another type of professional that although this characteristic of an addict, do not allow that to interfere in other aspects of life nor use the work as a means to figir problems. These professionals were named worklovers, people who love their work and develop a perfectly healthy relationship with him.

Carol Azevedo, creative director of advertising agency Bloom believes his profile fits that category. Despite working on average 10 hours per day between two offices of the agency, she said that is passionate about what you do and this is done in a balanced way and without regret in their social, personal and emotional. “I consider myself a card-carrying worklover! I am passionate about what I do and seek professionals with the same feature for my team. It is this passion that brings quality and constant search for improvement. I love to create, to be involved with people, ahead of challenges and projects, “says the director.

Addiction or status?

Many people like the work, takes pleasure in making and passing some more horinhas the office, forgoing do more interesting things, like going out with your partner, watch a movie or read a book, for example. However, it created a shambles, from the 90s, that would be like working a symptom of addiction, since for many people work is an effort just to make money, not a source of delight.

Incorporating this culture, young professionals call themselves workaholics as a way to maintain a reputation among colleagues a hard worker who gives up everything to achieve the necessary results. But there is a vast difference between enjoying working and being a workaholic, which covers physical symptoms and psychosocial serious. A workaholic search through work, create a ‘private world’ to escape from the real problems, not a status quo.

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