PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O clube do bilhão das startups está maior

Posted by HWBlog em 28/02/2013

startupNos Estados Unidos, o número de startups que valem mais de 1 bilhão de dólares cresceu repentinamente nos últimos dois anos. Será o sinal de uma nova bolha?

O americano Joe Lonsdale está na lista de empreendedores do Vale do Silício que podem sair na rua sem ser reconhecidos, diferentemente de estrelas como Mark Zuckerberg, criador do Facebook. A Palantir Technologies, empresa fundada por Lonsdale em 2004, também não aparece com frequência em sites e blogs de tecnologia.

Mesmo sem chamar a atenção do grande público, a Palantir é considerada hoje um dos negócios mais promissores do mercado de TI nos Estados Unidos. A empresa tornou-se referência em tecnologias de big data, como são chamados os sistemas dedicados ao tratamento de um grande volume de informações. Seu sistema já foi usado para encontrar os suspeitos do assassinato de um agente de imigração e até para desmembrar redes terroristas na Síria.

Em certa medida, o anonimato da Palantir revela um novo fenômeno no setor de startups americanas: o crescimento do número de membros do chamado “clube do bilhão”. Até pouco tempo, uma empresa de tecnologia que conseguia ultrapassar a marca de 1 bilhão de dólares em valor de mercado dificilmente passava despercebida.

Hoje, a Palantir tem valor de mercado estimado em 8 bilhões de dólares. Mesmo serviços considerados mais populares, como o Dropbox, software para armazenar arquivos online, e o Square, sistema de pagamento móvel, não causam a sensação que o Google provocou há 15 anos, quando era uma startup.

Até 2011, não mais que 30 empresas iniciantes valiam 1 bilhão de dólares ou mais. Hoje, estima-se que sejam mais de 40, e, segundo Jim Goetz, sócio do fundo americano de capital de risco Sequoia, um dos maiores no Vale do Silício, devem chegar a 100 até o final do ano. A euforia em torno do atual crescimento das empresas bilionárias leva a uma inevitável comparação com o período que antecedeu o estouro da bolha da internet, há cerca de 13 anos. Estaríamos num novo período de exuberância irracional?

Mudança

Uma análise mais detalhada mostra que os tempos atuais são outros. Segundo um estudo da consultoria inglesa PwC, em 2000, os fundos de capital de risco colocaram mais de 105 bilhões de dólares em cerca de 8 000 empresas de tecnologia. Com os preços dos papéis de companhias de tecnologia totalmente distorcidos, a bolsa de valores veio abaixo. Entre 2000 e 2003, a perda de valor de empresas listadas na Nasdaq, bolsa para o setor de tecnologia, foi de cerca de 7 trilhões de dólares.

Após o desastre, claro, os investimentos caíram. Chegaram a 19 bilhões de dólares em 2003. Recentemente, houve uma melhora, mas para patamares bem mais modestos do que os registrados no período pré-bolha. Em 2012, os fundos investiram 27 bilhões de dólares em cerca de 3 700 empresas

Outro parâmetro usado para afastar a hipótese de bolha é analisar a relação entre o valor de mercado e o lucro das empresas de tecnologia de capital aberto. Em março de 2000, a Cisco valia 109 vezes seu lucro anual. Hoje vale 12 vezes. O valor da Microsoft, a maior empresa de tecnologia da época, era 75 vezes seu lucro. Hoje, o posto é ocupado pela Apple, que mantém a relação do preço da ação e do lucro na casa de dez a 15 vezes.

O trauma causado pelo estouro da bolha fez com que os investidores adotassem um perfil mais cauteloso e exigente nos últimos anos. Em vez de sair atirando para todos os lados, os fundos de capital de risco passaram a focar seus investimentos em alguns poucos e bons — empresas que parecem estar bem posicionadas para explorar a recente explosão no número de consumidores de tecnologia. Hoje são 2,5 bilhões de usuários de internet no mundo, 560% mais do que uma década atrás.

Os mercados de smartphones e tablets, que no início dos anos 2000 não existiam, abriram novas possibilidades para startups voltadas para o mundo dos aplicativos. O mesmo vale para a computação em nuvem, softwares e serviços oferecidos pela internet. “As últimas inovações criaram um ecossistema mais rico para quem quer em­preen­der”, afirma Brian Feinstein, sócio do fundo de capital de risco Bessemer Venture Partners, com sede na Califórnia. “São mercados que têm espaço para crescer, o que indica que, no longo prazo, teremos mais empresas avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares.”

Junto a esse ecossistema mais rico, o que ajuda a ampliação do clube das bilionárias é a mudança no perfil dos empreendedores, que hoje estão mais maduros em relação à geração anterior e passam mais segurança a potenciais investidores. Muitos estão na faixa de 30 a 40 anos, têm passagens por grandes empresas de tecnologia ou já estão na segunda ou na terceira startup.

O americano Jack Dorsey, de 36 anos, tem no currículo a criação de duas empresas que ultrapassaram o valor de 1 bilhão de dólares: o Twitter, de 2006, e o Square, de 2009, um sistema de pagamentos para celular avaliado em 3,2 bilhões de dólares. Ben Silbermann, de 30 anos, tinha 26 quando fundou a rede social Pinterest, em 2009, avaliada hoje em 2,5 bilhões de dólares. Antes de abrir seu negócio, foi funcionário do Google.

Com o perfil mais maduro dos empreendedores, é natural que essas empresas tenham uma postura de negócios menos imediatista, como era comum acontecer nos tempos pré-bolha da internet. A regra era ter uma ideia, escrever um plano de negócios e tentar vendê-lo o mais rápido possível. Em 2000, as empresas que chegaram a 1 bilhão de dólares de valor de mercado levavam, em média, dois anos para atingir a marca.

Hoje, quase nenhuma das empresas do grupo tem menos de quatro anos de vida. Há até casos extremos de negócios que levaram mais de dez anos para se tornar bilionários. A SurveyMonkey, serviço que permite fazer pesquisas online, foi fundada pelo americano Ryan Finley em 1999.

Foi só em dezembro do ano passado, quando recebeu 444 milhões de dólares em uma rodada de investimentos, que a empresa chegou ao valor de mercado de 1,3 bilhão de dólares. “Sobrevivemos por vários anos com poucos aportes”, afirma Dave Goldberg, atual presidente da empresa. “De certo modo, isso foi bom. Quanto mais sócios, mais pressão o empreendedor sofre, o que pode ser ruim quando se está começando.”

Foi para evitar essa pressão que o americano Drew Houston, criador do Dropbox, preferiu esperar. Sua empresa levou sete anos para se tornar bilionária. Só em 2011 uma rodada de investimentos de dez fundos de capital de risco a fez atingir um valor de mercado de 4 bilhões de dólares. Em 2009, Houston teve propostas para vender seu negócio até do fundador da Apple, Steve Jobs, mas recusou. “Tínhamos planos de longo prazo que envolviam atender usuários de todos os sistemas e não queríamos nos prender aos da Apple”, diz.

Quem analisa o mercado de tecnologia nos Estados Unidos diz que o aumento no número de empresas bilionárias está apenas no começo. Até onde a vista alcança não faltarão investidores dispostos a colocar dinheiro no Vale do Silício e consumidores de tecnologia em abundância por todos os cantos do mundo. Se continuar assim, não vai demorar muito para nascer o clube dos 10 bilhões.

– Luiza Damalzo

The club of billion of startups is greater

In the United States, the number of startups that are worth more than $ 1 billion grew suddenly in the last two years. It will be the sign of a new bubble?

The American Joe Lonsdale is on the list of entrepreneurs from Silicon Valley that can go out on the street without being recognized, unlike stars as Mark Zuckerberg, creator of Facebook. The Palantir Technologies, a company founded by Lonsdale in 2004, also does not appear frequently on sites and tech blogs.

Even without calling the attention of the general public, Palantir is considered today one of the most promising business IT market in the United States. The company became a benchmark in big data technologies, as they are called systems dedicated to the treatment of a large volume of information. Your system has been used to find suspects in the murder of an immigration officer and even to dismember terrorist networks in Syria.

To some extent, the anonymity of the Palantir reveals a new phenomenon in American industry startups: the growing number of members of the “Club billion.” Until recently, a technology company that could surpass the milestone of 1 billion dollars in market value hardly went unnoticed.

Today, Palantir has a market value estimated at $ 8 billion. Even considered the most popular services, like Dropbox, software to store files online, and Square mobile payment system, do not cause the feeling that Google sparked 15 years ago when it was a startup.

By 2011, no more than 30 startups worth $ 1 billion or more. Today, it is estimated to be over 40, and, according to Jim Goetz, a partner of the U.S. fund venture capital Sequoia, one of the largest in Silicon Valley, are expected to reach 100 by the end of the year. The euphoria surrounding the current business growth billionaire leads to an inevitable comparison with the period before the burst of the Internet bubble, for about 13 years. We would be a new period of irrational exuberance?

Change

A more detailed analysis shows that the current times are different. According to a study by British consultancy PwC in 2000, the venture capital funds have posted more than 105 billion dollars in 8000 about technology companies. With the prices of securities of technology companies totally distorted, the stock market fell. Between 2000 and 2003, the loss in value of companies listed on the Nasdaq stock exchange for the technology sector, was about $ 7 trillion.

After the disaster, of course, investments fell. Reached $ 19 billion in 2003. Recently, there was an improvement, but for more modest levels than those recorded in the pre-bubble. In 2012, funds invested $ 27 billion in approximately 3,700 companies

Another parameter used to rule out bubble is to analyze the relationship between the market value and profitability of technology companies traded. In March 2000, Cisco was worth 109 times its annual profit. Today valley 12 times. The value of Microsoft’s largest technology at the time, was 75 times its earnings. Today, the post is occupied by Apple, which keeps the ratio of share price and profit at home from ten to 15 times.

The trauma caused by the bursting of the bubble made investors adopt a profile more cautious and demanding in recent years. Instead of shooting out in all directions, the venture capital funds started to focus its investments on a few and good – companies that seem well positioned to explore the recent explosion in the number of consumers of technology. Today there are 2.5 billion Internet users worldwide, 560% more than a decade ago.

The markets for smartphones and tablets, which in the early 2000s did not exist, have opened new possibilities for startups focused on the world of apps. The same goes for cloud computing, software and services offered by the internet. “The latest innovations have created a richer ecosystem for those who want to undertake,” said Brian Feinstein, a partner at venture capital fund Bessemer Venture Partners, based in California. “These are markets that have room to grow, indicating that, in the long run, we’ll have more companies valued at more than $ 1 billion.”

Along with this richest ecosystem, helping to expand the club of billionaires is the change in the profile of entrepreneurs, who are now more mature compared to the previous generation and spend more security to potential investors. Many are in the range of 30 to 40 years, have tickets for major technology companies are either already in the second or third startup.

The American Jack Dorsey, 36, has in the curriculum creation of two companies that exceeded the value of $ 1 billion: Twitter, 2006, and Square, 2009, a mobile payment system rated at 3.2 billions of dollars. Ben Silbermann, 30, was 26 when he founded the social network Pinterest, in 2009, estimated today at $ 2.5 billion. Before opening his business, was Google employee.

With more mature profile of entrepreneurs, it is natural that they have an attitude of business less immediate, as was often the case in pre-Internet bubble. The rule was to have an idea, write a business plan and try to sell it ASAP. In 2000, the companies reached $ 1 billion in market value took on average two years to reach the mark.

Today, almost all companies in the group has less than four years. There are even extreme cases of businesses that took over ten years to become billionaires. SurveyMonkey, a service that allows you to search online, was founded by American Ryan Finley in 1999.

It was only in December last year, when he received 444 million dollars in an investment round, the company reached a market value of $ 1.3 billion. “We survived for several years with few inputs,” says Dave Goldberg, current president of the company. “In a way, it was good. The more members, the more pressure the entrepreneur suffers, which can be bad when you’re getting. ”

It was to avoid this pressure that the American Drew Houston, founder of Dropbox, preferred to wait. His company took seven years to become a billionaire. Only in 2011 a round of ten investment funds venture capital did reach a market value of $ 4 billion. In 2009, Houston had proposed to sell your business to the founder of Apple, Steve Jobs, but he refused. “We had long-term plans involving suit users of all systems and did not want us to hold Apple,” he says.

Who analyzes the technology market in the United States says that the increase in the number of billionaires companies is just beginning. As far as the eye can see there are plenty of investors willing to put money in Silicon Valley and technology consumers in abundance all over the world. If this keeps up, it will not be long before the birth of Club 10 billion.

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