PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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(In)Felicidade no trabalho: a crença do “ser feliz”.

Posted by HWBlog em 31/01/2013

Equilibrio emocionalQuando questionado sobre o que uma pessoa normal deveria ser capaz de fazer bem, Freud teria dito: “Lieben und arbeiten” – “amar e trabalhar”. Na sua crença, a conjunção trabalho e família é o que permite um funcionamento psicológico sadio, desempenhando um papel de fundamental importância no senso de identidade e autoestima, capaz de vincular o indivíduo ao sentimento de felicidade.

Por configurar para muitos a sobrevivência, o trabalho torna-se a base de definição da vida pela representação da missão de cada um. Nesses novos tempos a condição profissional oferece a possibilidade de transformar sentimentos em realidade e integrar pessoas com objetivos convergentes e crenças concretas para visualizar no trabalho não só um meio de vida, mas também um novo sentido de existência.

Mas, por que os profissionais estão cada vez menos motivados com o trabalho que executam?

Uma pesquisa da consultoria multinacional de recursos humanos Right Management aponta que 48% dos brasileiros estão insatisfeitos com o trabalho. Como conseguir identificar um sentido que torne satisfatória as rotinas de trabalho e faça valer à pena os esforços envidados na construção da trajetória profissional?

Ansiedade, intolerância, nervosismo constante e angústia levam muitos profissionais à infelicidade crônica responsável pelo afastamento e até mesmo desligamento do trabalho em decorrência de quadros depressivos. Alguns fatores surgem como causadores desse estado: salários não condizentes com o volume de trabalho, pressão constante, pouco desafio e falta de mentoria estão entre as queixas mais frequentes.

Partindo da premissa de que a felicidade é relativa à percepção de cada um do que lhe cabe como medida, as pessoas precisam, prioritariamente, saber quem são para descobrirem o que, de fato, querem e fazer a relação custo-benefício que as aproxime das suas próprias decisões. A clássica equação do “quem eu sou” e “o que quero realizar”, para então chegar à definição do “o que me motiva” e seguir na direção do que faz feliz.

Nos processos de coaching percebe-se nitidamente um movimento de terceirização do problema. Uma vez que o profissional, sob os efeitos colaterais da infelicidade crônica, não se sente preparado para fazer escolhas que o leve a novas direções, alguém terá de assumir o papel de algoz, justificando sua posição de refém.

E não acreditando-se responsável isenta-se do compromisso de buscar por si a solução do problema e cega-se frente a novas perspectivas.  Já não pode dizer-se dono de si, pois não sustenta nas mãos as rédeas do próprio destino.

Por julgar oportuna a reflexão à luz da sabedoria de Goethe: “Antes do compromisso, há hesitação e oportunidade de recuar, uma ineficácia permanente.  Em todo ato de iniciativa há uma verdade elementar cujo desconhecimento destrói muitas ideias e planos esplêndidos.  No momento em que nos comprometemos de fato, a providência também age.  Ocorre toda espécie de coisas para nos ajudar, coisas que de outro modo nunca ocorreriam.  Toda uma cadeia de eventos emana da decisão, fazendo vir em nosso favor todo tipo de encontros, de incidentes e de apoio material imprevistos, que ninguém poderia sonhar que surgiriam em seu caminho.  Começa tudo o que possas fazer, ou que sonhas fazer.  A ousadia traz em si o gênio, o poder e a magia.”

– Waleska Farias

(In)Happiness at work: the belief of “being happy”.
When asked about what a normal person should be able to do well, Freud would have said: “Lieben und arbeiten”-“love and work.” In his belief, the conjunct work and family is what allows a healthy psychological functioning, playing a role of fundamental importance in the sense of identity and self-esteem, to link the individual the feeling of happiness.
To configure for many survival, the work becomes the basis of definition of life by the representation of the mission. In these new times provided professional offers the possibility to transform feelings into reality and integrate people with convergent goals and concrete beliefs to show at work not only a means of life, but also a new sense of existence.
But, why the pros are becoming less motivated with the work they perform?
A survey of multinational human resources consultant Right Management shows that 48% of Brazilians are dissatisfied with the work. How to identify a sense that makes satisfactory work routines and to vindicate the efforts in building career?
Anxiety, intolerance, nervousness and anxiety take many professionals to the chronic unhappiness responsible removal and even labor shutdown due to depressive frames. Some factors appear to cause that State: wages are not consistent with the volume of work, constant pressure, little challenge and lack of mentoring are among the most frequent complaints.
Starting from the premise that happiness is relative to each other’s perception of it as a measure, people need, first and foremost, know who they are to discover what, in fact, want and do the cost-benefit ratio that the approaches of their own decisions. The classical equation of “who I am” and “what I do”, to then reach the definition of “what motivates me” and follow in the direction of what makes you happy.
Coaching processes is clearly a movement of outsourcing problem. Once the professional under the side effects of chronic unhappiness do not feel prepared to make choices that will lead to new directions, someone will have to take on the role of executioner, justifying its position as hostage.
And not believing themselves responsible disclaims a commitment to seek a solution to the problem itself and blind themselves to new perspectives. I can’t tell if the owner themselves, because it does not hold in their hands the reins of their own destiny.
By judge timely reflection in the light of the wisdom of Goethe:
“Before the appointment, there is hesitation and opportunity to retreat, a permanent failure.
In every act of initiative, there is an elementary truth that ignorance destroys many ideas and splendid plans.
At the moment we are committed as a matter of fact, Providence also acts.
Occurs all manner of things to help us, things that otherwise never would occur.
A whole chain of events emanates from the decision making come in our favor all sorts of encounters, incidents and unforeseen material support, that no one could dream that would arise on its path.
Get all that you can do, or that dreams do.
The daring brings itself the genius, power and magic in it. “
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