PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Está buscando emprego? Porte-se bem on-line

Posted by HWBlog em 28/01/2013

Está buscando emprego? Porte-se bem on-line

Fotos de bebedeiras em festas. Piadas grosseiras. Linguagem chula. Qualquer empregador que utilize as redes sociais para pesquisar candidatos a um cargo já deve estar acostumado a dar de cara com indiscrições desse tipo.

A internet oferece às empresas uma mina de ouro de informações sobre possíveis contratados — e muitas delas não contribuem para uma boa primeira impressão. Mas como as redes sociais são cada vez mais populares, o desafio para o empregador é decidir quais gafes são aceitáveis e quais são decisivas para riscar um candidato da lista.

Embora as empresas tenham mostrado cautela ao recorrer à internet como ferramenta de pesquisa, um estudo recente da CareerBuilder concluiu que duas em cada cinco empresas já usam sites de redes sociais como LinkedIn, Facebook, MySpace e Twitter para selecionar candidatos. A maioria procura ver se o candidato parece profissional e se vai se adaptar bem à cultura da empresa, segundo a pesquisa, que entrevistou 2.000 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos.

O hábito de verificar os antecedentes do candidato nas redes sociais já gerou toda uma série de novos impedimentos às contratações, segundo especialistas em carreira. Antigamente, os erros de ortografia e gramática no currículo podiam excluir o candidato; agora os recrutadores podem perdoar um erro de digitação muito mais facilmente do que, digamos, falar mal de um empregador no Facebook, diz Donna Weiss, diretora administrativa da Corporate Executive Board, firma de pesquisas e consultoria.

De fato, 44% dos recrutadores disseram que falar mal de um empregador em uma rede social já basta para botar o currículo do candidato na lata do lixo, segundo um estudo da Corporate Executive Board feito com 215 recrutadores no início do ano. Apenas 26% disseram que sentem a mesma rejeição quanto a um erro de digitação no currículo. A linguagem inadequada foi considerada imperdoável por 30% dos entrevistados; 17% julgavam indesculpável o excesso de informações pessoais.

As empresas também estão usando as redes sociais para perceber pistas mais sutis sobre o estilo de trabalho dos candidatos e usando essas informações para definir se um candidato vai se encaixar bem na empresa. Pete Maulik, diretor de estratégia na Fahrenheit 212, consultoria nova-iorquina de inovação, diz que no ano passado estava perto de contratar um candidato “excelente”, quando decidiu verificar o perfil dele no LinkedIn como precaução final. Foi quando percebeu que o candidato provavelmente não trabalhava bem em equipe, diz ele.

“Ele se atribuía o crédito por tudo no mundo, excetuando a cisão do átomo”, diz Maulik. “Tudo no currículo era na base do ‘Eu fiz isso’. Parecia um tipo de lobo solitário. Fazia tudo sozinho.”

Outro candidato promissor usou sua conta no Twitter para depreciar todas as inovações no mercado, recorda ele. “Uma tendência preocupante foi aparecendo”, diz ele. “Ficou claro que ele se sentia muito mais à vontade criticando do que colaborando de forma criativa”, disse Maulik.

A empresa não contratou nenhum dos dois candidatos, diz ele.

Também a ProProfs, firma da Califórnia especializada em ferramentas on-line para testes, estava quase contratando um redator freelance quando uma pesquisa no LinkedIn mostrou que o candidato já fazia trabalhos freelance para outra empresa, diz o diretor-presidente Sameer Bhatia. Quando confrontado, o candidato confessou que havia omitido esse detalhe, dizendo que o empregador atual exigia exclusividade.

“Vimos isso como um sinal de desonestidade e falta de lealdade”, disse Bhatia, acrescentando que a empresa terminou não contratando o redator.

Se alguns empregadores podem estar dispostos a ignorar uma foto mostrando um momento de farra com amigos, ou um tweet com linguagem vulgar, é evidente que qualquer informação na rede vinculando o candidato a atividades ilícitas, como dirigir alcoolizado ou usar drogas ilegais, ou ainda ter um comportamento racista ou sexista, não vai cair nada bem.

Mas o surpreende é que alguns candidatos a emprego ainda não assimilaram essa mensagem, dizem os recrutadores.

Max Drucker, diretor-presidente da Social Intelligence Corp, firma que faz averiguações de candidatos para clientes corporativos, estima que de 5% a 10% das verificações na internet revelam sinais de perigo, embora cada candidato deva dar o seu consentimento antes que essa pesquisa seja feita. “Não dá para acreditar nas coisas que nós vemos”, diz ele. “É incrível a quantidade de pessoas que ainda mantêm seus perfis no Facebook visíveis para todo o público.”

Os jovens na faixa dos 20 e 30 anos, em particular, são vulneráveis a esses erros, porque têm uma presença maior nas redes sociais e cresceram compartilhando seus pensamentos e sentimentos on-line.

Muitos podem estar dispostos a adicionar seus superiores e colegas como amigos no Facebook, mas não têm experiência de trabalho suficiente para compreender que certos comportamentos são inadequados para o público profissional, diz Brendan Wallace, diretor-presidente da Identified, site de relacionamento social para jovens trabalhadores.

“A identidade que eles elaboraram nas redes sociais nunca foi criada tendo em mente um emprego como objetivo final”, diz Wallace.

E algumas empresas relutam em fazer pesquisas nas redes sociais como parte do processo de contratação, acreditando que os aspectos negativos superam os positivos.

“É muito difícil nos defender quando rejeitamos um candidato”, diz Neil Sims, diretor-gerente da Boyden, firma de recrutamento de executivos.

Certamente, ao pesquisar na internet o empregador se expõe a todo tipo de informações que não podem ser levadas em conta, legalmente, no processo de contratação, tais como religião, raça, sexo e estado de saúde, diz Drucker, da Social Intelligence. Alguns fatores poderiam influenciar a decisão do empregador, mesmo que apenas inconscientemente. Pode ser difícil contratar uma mulher grávida, por exemplo, sabendo que ela, sem dúvida, vai pedir em breve uma licença maternidade, diz ele.

Mesmo assim, com tantas informações disponíveis on-line nos dias de hoje, quando se trata de pesquisar os candidatos nas redes sociais, não há muita saída. “Os empregadores acabam frustrados quer verifiquem, quer não”, diz Drucker.

Leslie Kwoh, jornalista The Wall Street Journal

Is seeking employment? Porte itself well online

Photos of drinking at parties. Crude jokes. Foul language. Any employer that uses social networks to find candidates for office should already be accustomed to bumping into such indiscretions.

The Internet offers businesses a goldmine of information about potential hires – and many of them do not contribute to a good first impression. But as social networks are increasingly popular, the challenge for employers is to decide what gaffes are acceptable and which are decisive for scratching a candidate list.

Although companies have shown caution in resorting to the internet as a research tool, a recent study by CareerBuilder found that two in five companies already use social networking sites like LinkedIn, Facebook, MySpace and Twitter to screen candidates. The majority looks to see if the candidate looks professional and will adapt well to the culture of the company, according to the survey, which polled 2,000 hiring managers and human resource professionals.

The habit of checking the antecedents of the candidate in social networks has generated a number of impediments to new hires, according to career experts. Previously, errors of spelling and grammar in the curriculum could exclude a candidate and now recruiters can forgive a typo much more easily than, say, speak ill of an employer on Facebook, says Donna Weiss, managing director of the Corporate Executive Board , research firm and consultancy.

In fact, 44% of recruiters said they speak ill of an employer on a social network is enough to put the applicant’s resume in the trash, according to a study by the Corporate Executive Board made with 215 recruiters earlier this year. Only 26% said they feel the same rejection as a typo in the curriculum. The bad language was considered unforgivable by 30% of respondents, 17% thought inexcusable excess personal information.

Companies are also using social networks to find more subtle clues about the working style of the candidates and using this information to determine whether a candidate will fit well in the company. Pete Maulik, director of strategy at Fahrenheit 212, New York-based consulting innovation, says that last year was close to hiring a candidate “excellent” when he decided to check his profile on LinkedIn as a final precaution. That’s when he realized that the candidate will probably not work well in a team, he says.

“He attributed the credit for anything in the world, except for the splitting of the atom,” says Maulik. “Everything in the curriculum was based on the ‘I did it’. Seemed a sort of lone wolf. Did everything alone.”

Another promising candidate used his Twitter account to belittle all the innovations in the market, he recalls. “A worrying trend was popping,” he says. “It was clear that he felt much more comfortable criticizing than collaborating creatively,” said Maulik.

The company did not hire any of the two candidates, he says.

ProProfs Also, the California firm specializing in online tools for testing, was nearly hiring a freelance copywriter when a search on LinkedIn showed that the candidate already did freelance work for another company, says CEO Sameer Bhatia. When confronted, the candidate confessed that he had omitted this detail, saying that the current employer demanded exclusivity.

“We saw this as a sign of dishonesty and lack of loyalty,” said Bhatia, adding that the company ended up not hiring the editor.

If some employers may be willing to overlook a photo showing a moment of partying with friends, or a tweet with vulgar language, it is clear that any information on the network linking the candidate to illicit activities, such as drunk driving or using illegal drugs, or even have racist or sexist behavior, will not go down at all well.

But what is surprising is that some job seekers have not assimilated this message, say recruiters.

Max Drucker, CEO of Social Intelligence Corp., a company that makes investigations of candidates for corporate clients, estimates that 5% to 10% of the checks on the internet show signs of distress, although each candidate must give their consent before this research is made. “You can not believe the things that we see,” he says. “It’s amazing how many people still keep their Facebook profiles visible to the entire audience.”

Young people in their 20s and 30s, in particular, are vulnerable to these errors, because they have a greater presence on social networks and increased sharing your thoughts and feelings online.

Many may be willing to add their superiors and colleagues as friends on Facebook, but do not have enough work experience to understand that certain behaviors are inappropriate for the professional public, says Brendan Wallace, chief executive of Identified, social networking site for young workers.

“The identity that they developed in social networks has never been created keeping in mind a job as an ultimate goal,” says Wallace.

And some companies are reluctant to do research on social networks as part of the hiring process, believing that the negatives outweigh the positives.

“It’s very difficult to defend ourselves when we reject a candidate,” said Neil Sims, a managing director at Boyden, an executive recruiting firm.

Certainly, when you search on the internet the employer is exposed to all sorts of information that can not be taken into account, legally, in the hiring process, such as religion, race, sex and state of health, says Drucker, the Social Intelligence. Some factors that could influence the decision of the employer, even if only unconsciously. It may be difficult to hire a pregnant woman, for example, knowing that she undoubtedly will ask for maternity leave soon, he says.

Still, with so much information available online these days, when it comes to researching candidates on social networks, there is not much output. “Employers want to check end up frustrated or not,” says Drucker

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