PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Os riscos de viver na fachada

Posted by HWBlog em 03/01/2013

Consultor explica a importância de o profissional se autoconhecer para explorar seus verdadeiros talentos e melhorar seu marketing pessoal

Você se conhece realmente? É uma pessoa dinâmica ou alguém impulsivo? Já se perguntou como as pessoas a sua volta o veem, de verdade? É muito comum distorcermos nossas percepções para sentirmo-nos mais competentes do que na verdade somos.

A maioria das pessoas tende a exagerar suas habilidades e minimizar suas falhas. Isso leva o indivíduo a ver o mundo não como ele é, mas como gostaria que fosse, causando distorções que no futuro normalmente causarão frustração e tristeza. Uma boa maneira de diminuir essas distorções é usar a Janela de Johari. Trata-se de uma ferramenta criada por dois psicólogos americanos e que ajuda a conceituar o processo de percepção de um indivíduo em relação a si mesmo e aos outros.

A janela da fachada representa as áreas da personalidade que o indivíduo conhece sobre si próprio, mas que não são conhecidas pelas pessoas com as quais convive. É na fachada que se encontram comportamentos que, pelos mais diversos motivos, a pessoa não quer que os outros conheçam.

Essa atitude de esconder opiniões e pensamentos pode ter relação com o medo de que, se o grupo conhecer esse conteúdo, poderá rejeitá-la ou atacá-la de alguma forma. É na fachada que está a intenção de controlar ou manipular os outros. Por exemplo: a pessoa se mostra compreensiva e calorosa com o objetivo de conquistar a confiança de alguém e depois usar essas informações para ameaçá-la. Entretanto, nem sempre a fachada é negativa. Pessoas muito introvertidas costumam ter uma fachada bastante grande, não porque tenham má intenção, mas porque têm medo de serem mal interpretadas.

Em certa ocasião, acompanhei um processo de seleção para o cargo de gerência administrativa em uma determinada companhia. Surgiu uma candidata com ótimo currículo, referências excelentes e dez anos de experiência na área em questão. Foi admitida, mas três meses após sua contratação estava a ponto de ser dispensada já que não opinava, não participava de forma ativa nas reuniões e evitava tomar decisões. Tivemos uma conversa franca em que expus o problema e perguntei o que estava acontecendo. Ela me disse que estava tentando ser discreta nos primeiros meses para evitar conflitos, pois achava que teria anos para mostrar seu real estilo. Ledo engano: jogar muito tempo na fachada é um péssimo negócio. Ela se arrependeu muito por “esconder o jogo” quando já era tarde demais.

As outras três janelas são: a arena, onde se encontram os comportamentos conhecidos pela própria pessoa e por aqueles com quem ela convive; a mancha cega, onde estão as informações ignoradas pela própria pessoa, mas conhecidas por quem com ela convive; e o desconhecido, onde estão os fatores da personalidade desconhecidos pela pessoa e pelos outros a seu redor.

O grande objetivo de usar a Janela de Johari é reforçar seu autoconhecimento para saber quais são os seus verdadeiros talentos e usá-los a seu favor. Portanto, aumente a sua arena, posicione-se de uma maneira mais transparente e saiba interpretar, de maneira construtiva, a opinião dos outros ao seu respeito. Só assim você saberá analisar se a empresa em que você trabalha ou gostaria de trabalhar é adequada para você, e se você é o profissional certo para ela.

Eduardo Ferraz, consultor

The risks of living on the facade

Consultant explains the importance of the professional know themselves to explore their true talents and improve their marketing staff

Do you really know? It’s a dynamic person or someone impulsive? Ever wondered how people around you see it, really? It is very common for our perceptions distorcermos to feel more competent than they actually are.

Most people tend to exaggerate their abilities and minimize your flaws. This leads one to see the world not as it is, but how would you like it to be, causing distortions in the future usually cause frustration and sadness. A good way to reduce these distortions is to use the Johari Window. It is a tool created by two American psychologists and helps conceptualize the process of perception of an individual in relation to himself and to others.

The window of the facade represents the areas of personality that the individual knows about himself, but which are not known by the people with whom we live. It is the facade which are behaviors that, for several reasons, one does not want others to know.

This attitude of hiding opinions and thoughts may be related to the fear that, if the group know that content, you can reject it or attack it somehow. It is the facade that is intended to control or manipulate others. For example: a person appears sympathetic and warm in order to gain the confidence of someone and then use this information to threaten her. However, the façade is not always negative. People usually have a very introverted facade rather large, not because they have evil intent, but because they are afraid of being misunderstood.

On one occasion, I accompanied a selection process for the administrative management position in a particular company. Emerged a candidate with great resume, great references and ten years experience in the relevant area. She was admitted, but three months after his hiring was about to be dismissed since no opined, did not participate actively in meetings and avoided making decisions. We had a frank conversation in which I explained the problem and asked what was happening. She told me she was trying to be discreet in early to avoid conflicts, because I thought that would have years to show his real style. Ledo deception: play a long time in the facade is a terrible deal. She regretted much for “hide the game” when it was too late.

The other three windows are: the arena, where the known behaviors by the individual and by those with whom she lives, the blind spot, where the information is ignored by the person himself, but known by whom she lives with, and the unknown, where are the unknown factors of the personality of the person and others around her.

The ultimate goal of using the Johari Window is to strengthen your self to know what their true talents and use them to your advantage. So increase your arena, position yourself in a more transparent and learn to interpret, in a constructive way, to the opinion of others about him. Just so you know analyze if the company you work or want to work is right for you, and if you are the right professional for her.

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