PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Não há startup de sucesso da noite para o dia, diz Bel Pesce

Posted by HWBlog em 04/12/2012

bel pesceNão há startup de sucesso da noite para o dia, diz Bel Pesce

A brasileira que empreende no Vale do Silício fala sobre o peso de errar e diz que não se considera bem sucedida ainda

Bel Pesce ficou conhecida por passar no processo seletivo do MIT, trabalhar no Google e virar empreendedora no Vale do Silício, na Califórnia. Tudo isso antes dos 25 anos. Hoje, Bel faz parte do time da startup Lemon, que quer ser uma réplica digital da carteira, e contou sua experiência no e-book gratuito “A Menina do Vale”. “A ideia é começar pouco a pouco a mostrar que há benefícios em tirar as coisas da carteira e colocar no telefone”, conta.

Com pouco mais de um ano, a empresa soma dois milhões de usuários. “É uma startup, então estamos todo dia morrendo para tentar crescer mais e ver o que a galera gosta. O app é gratuito, mas algumas funcionalidades são pagas”, diz.

Para muitos, ela é o exemplo de sucesso. A empreendedora nega o posto. “Nem acho que sou bem sucedida ainda, tem muita coisa a fazer”, diz. Em entrevista, a jovem fala sobre seu negócio, a importância e o peso de errar e quem são seus ídolos no empreendedorismo.

Pergunta: Você está nos Estados Unidos há mais de cinco anos. Qual foi a principal lição que tirou dos empreendedores daí?

Resposta: Como tem muito empreendedor aqui, o risco é visto de outra forma. O erro é mais aceitável. Se a pessoa tem seis empresas e todas deram errado, ele é um empreendedor experiente, e não um perdedor. O Vale já viu muitas empresas darem errada e entende o tamanho do risco que é empreender. Eu acho também que as pessoas crescem ouvindo histórias de empreendedores e o jovem cresce pensando em empreender como uma opção de carreira. Nunca aprendi empreendedorismo no Brasil. Aprendi física e química, mas não a empreender.

Pergunta: E quais são as coisas ruins?

Resposta: Têm duas coisas peculiares. Aqui é o lugar mais competitivo do mundo. É o mais difícil para ser bem sucedido. O talento aqui é absurdo e a competição também. Mas, se der certo no Vale, pode dar em qualquer lugar do mundo. Além disso, você está cercado de empreendedores. Os problemas que você escuta é de empreendedores, e não reais do mundo. Tem muitas empresas tentando resolver problemas inúteis para o resto do mundo. A maioria é problema só de empreendedores.

Pergunta: Qual a sua dica para quem também é jovem e quer empreender?

Resposta: A primeira é não desistir. Faz parte de empreender dar errado. De Bill Gates a Steve Jobs, todo mundo dá errado. Uma coisa interessante é não ter medo de pensar muito grande e de executar um pouquinho a cada dia. As histórias de sucesso da noite para o dia não são reais. Não é assim que funciona.

Pergunta: Mas muita gente vê a sua trajetória assim, como um sucesso repentino.

Resposta: Treze empresas que eu fiz que deram errado. A gente tende a ver os vencedores e a querer contar essas histórias. Nem acho que sou bem sucedida ainda. A Lemon ainda não deu certo. Quando você está começando alguma coisa não existe resposta. Ao invés de querer fazer acontecer rápido, não tem problema em aprender com os potenciais usuários. O que vale é a empolgação e fazer com propósito.

Pergunta: Quais são as dificuldades de ser brasileira nos Estados Unidos?

Resposta: Ser brasileira é muito bom. O Brasil é muito amado. É positivo falar que é brasileiro, todo mundo está interessado e assunto não falta. A maior dificuldade são as decisões de todo dia. É muito incerto. O maior erro da startup é criar algo que ninguém quer e o nosso grande desafio é pensar um produto que as pessoas queiram.

Pergunta: O que falta ao Brasil para parecer com o Vale do Silício, na sua opinião?

Resposta: Legislação é algo extremamente importante. As leis trabalhistas são antigas e não foram feitas para ajudar os empreendedores. Não é para prejudicar o funcionário, mas uma startup não sabe se vai existir no mês que vem. Faltam também leis que ajudem a abrir e fechar empresa rápido. Além disso, precisa de informação para ajudar o novo empreendedor. O empresário mais antigo tem que estar disponível para ser mentor dos novos empreendedores.

Pergunta: Quem são seus ídolos no empreendedorismo?

Resposta: Um grande exemplo é o Richard Branson, da Virgin. Eu acho que ele é genial. O cara é doido, visionário e está se divertindo com o que faz. Admiro muito o Silvio Santos. Acho uma história legal e admirável. Mas o Brasil precisa de mais histórias de cases digitais.

Pergunta: Você planeja voltar ao Brasil?

Resposta: Eu quero muito voltar, com sugestões que podem melhorar. Não quero voltar reclamando, mas voltar com melhorias. Estou aprendendo aqui para voltar com ideias melhores.

– Priscila Zuini

There isn´t startup success overnight, Bel says Pesce

The Brazilian who undertakes in Silicon Valley talks about the weight of error and says it is not considered successful yet

Bel Pesce was known to pass the selection process at MIT, working at Google and turn entrepreneur in Silicon Valley, California. All this before the age of 25. Today, Bel is part of the startup team Lemon, who wants to be a digital replica of the wallet, and told his experience in the free e-book “The Valley Girl.” “The idea is to start little by little to show that there are benefits in taking the wallet and put things on the phone,” he says.

With little more than a year, the company has two million users. “It’s a startup, so we are dying every day to try to grow more and see what the crowd likes. The app is free, but some features are paid,” he says.

For many, it is an example of success. The entrepreneurial denies the post. “I guess I’m not successful yet, have much to do,” he says. In an interview, the girl talks about your business, the importance and the weight of failure and who are your idols in entrepreneurship.

Question: You are in the United States for more than five years. What was the main lesson I took thence the entrepreneurs?

Answer: How much has entrepreneur here, the risk is seen otherwise. The error is more acceptable. If the person has six companies and all went wrong, he is an experienced entrepreneur, not a loser. The Valley has seen many companies giving wrong and understands the size of the risk that is taken. I also think that people grow up hearing stories of young entrepreneurs and grows considering undertaking as a career option. Never learned entrepreneurship in Brazil. I learned physics and chemistry, but not to undertake.

Question: And what are the bad things?

Answer: They have two peculiar things. Here is the most competitive in the world. It’s harder to be successful. The talent here is absurd and competition too. But, if it works in the Valley, you can take anywhere in the world. Furthermore, you are surrounded by entrepreneurs. The problems you are listening to entrepreneurs, and not real world. There are many companies trying to solve problems useless for the rest of the world. The problem is most entrepreneurs only.

Question: What is your tip for those who are young and also want to undertake?

Answer: The first is to not give up. It is part of undertaking wrong. Bill Gates to Steve Jobs, everybody goes wrong. One interesting thing is not being afraid to think big and execute a little each day. The success stories of overnight are not real. That’s not how it works.

Question: But many people view your career as well as an overnight success.

Answer: Thirteen companies I did that went wrong. People tend to see the winners and want to tell these stories. I guess I’m not successful yet. The Lemon has not worked. When you are starting something no answer. Instead of wanting to make it happen fast, no problem in learning with potential users. What matters is the excitement and make purposeful.

Question: What are the difficulties of being Brazilian in the United States?

Answer: Being Brazilian is very good. Brazil is much loved. It is good to mention that Brazil is, everyone is interested and does not lack subject. The most difficult are the decisions every day. It is very uncertain. The biggest mistake of startup is to create something that nobody wants and our challenge is to think of a product that people want.

Question: What is missing to Brazil to look like Silicon Valley, in your opinion?

Answer: Legislation is extremely important. Labor laws are old and were not made to help entrepreneurs. Not to harm the employee, but does not know whether a startup will be next month. There is also lack laws that help open and close business faster. Furthermore, accurate information to help the new entrepreneur. The entrepreneur older must be available to mentor new entrepreneurs.

Question: Who are your idols in entrepreneurship?

Answer: A great example is the Richard Branson of Virgin. I think he is brilliant. The guy is crazy, visionary and is having fun with what you do. I admire the Silvio Santos. I think a cool story and admirable. But Brazil needs more stories of digital cases.

Question: Do you plan to return to Brazil?

Answer: I really want to come back with suggestions that can improve. Do not want to go back complaining, but come back with improvements. I’m learning here to go back with better ideas.

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