PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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A difícil lista de tarefas da Casa Branca

Posted by HWBlog em 08/11/2012

A difícil lista de tarefas da Casa Branca

Os itens marcados como “urgentes” na lista de tarefas econômicas do presidente são esmagadores: evitar o abismo fiscal, preencher os cargos pendentes no gabinete, estabelecer relação com os novos líderes da China, convencer a Europa a evitar o suicídio econômico.

Mas, depois de saborear sua reeleição, seria prudente que o presidente Barack Obama considerasse alguns fatores que serão importantes para a prosperidade americana nos próximos dez anos. Em 2009, com o sistema financeiro global se desmantelando, ele não teve esse luxo no início do seu primeiro mandato. Agora ele tem. Eis aqui quatro itens na lista de tarefas de longo prazo de Obama:

O verdadeiro problema fiscal

Evitar o abismo fiscal é importante. Os cortes generalizados nos gastos federais e aumentos de impostos compulsórios — ou seja, o abismo fiscal — iriam empurrar uma economia já fraca para a recessão; e não só isso: cair no abismo convenceria o público e os mercados financeiros de que o governo federal realmente é ineficiente.

O déficit orçamentário, apesar da gritaria, não é o problema econômico de hoje. O governo americano está tomando emprestado mais de US$ 3 bilhões a cada dia útil, e pagando os juros mais baixos da história. O grande problema de hoje é o desemprego.

O déficit será o problema de amanhã: os gastos com os benefícios prometidos serão muito superiores à receita fiscal esperada, mesmo depois que a economia se recuperar. E isso — aqui, democratas e republicanos concordam — é insustentável. Fazer algo agora que reduza o déficit de 2016 é mais importante do que reduzir o déficit de 2013.

A maneira como o déficit será reduzido também é importante. Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, o banco central americano, tem aconselhado evitar muita austeridade muito depressa, julgando melhor sustentar a frágil recuperação e decretar leis que reduzam os empréstimos.

Outra coisa: nem todos os gastos do governo são iguais. Os democratas às vezes falam como se todos os gastos não militares fossem bons, e os republicanos como se todos fossem maus. Nenhum dos dois lados tem razão, é claro. Os gastos do governo deveriam focar-se em investimentos em capital humano e físico que darão frutos no futuro — o que significa gastar menos que o planejado nos benefícios de aposentadoria e saúde.

Empregos e salários

Os Estados Unidos têm um grave problema de emprego. Cerca de 3,6 milhões de americanos estão sem trabalho há um ano ou mais e continuam procurando. Quase um em cada cinco homens entre 25 e 54 anos não tem emprego. A política monetária e fiscal deve ser calibrada para fazer com que mais pessoas nessa faixa consigam trabalho, antes que se tornem desempregados permanentemente.

Mas o país já tinha um problema salarial, mesmo antes da recessão de 2007-2009. O típico homem empregado entre 25 e 65 anos — aquele na linha mediana das estatísticas — ganhou US$ 40.080 em 2011, cerca de 16% menos que em 1999, ajustado pela inflação. As mulheres se saíram melhor: a trabalhadora na mediana das estatísticas ganhou US$ 30.060, um aumento de 4% ante 1999.

Um rápido crescimento econômico é uma condição necessária, mas provavelmente não suficiente para que os salários voltem a subir. Como já documentaram David Autor e Frank Levy, economistas do MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, os empregos na faixa salarial média que podem ser facilmente automatizados ou terceirizados para outros países estão desaparecendo — e com eles os salários da classe média.

Mobilidade

Os próximos quatro anos seriam mais produtivos se começassem com um reconhecimento de que a diferença entre vencedores e perdedores na economia americana vem se ampliando. Por trás dessa mudança, há razões que incluem as forças de mercado, o avanço da tecnologia, a globalização e as mudanças nos costumes sociais. A distância entre a cobertura e o andar térreo está aumentando, mas as escadas rolantes de mobilidade, tais como a educação, não melhoraram proporcionalmente.

Mudança climática

Nem Mitt Romney nem Obama falaram sobre a mudança climática durante a campanha. Os moderadores dos debates presidenciais também não levantaram o assunto.

Mas isso não significa que ele possa ser ignorado por mais quatro anos. “Nosso clima está mudando”, escreveu o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, em seu apoio um tanto relutante a Obama, poucos dias depois que uma supertempestade fustigou a costa do Atlântico. “E apesar de que o aumento no clima extremo que estamos experimentando em Nova York e no mundo todo pode, ou não, ser resultado da mudança climática, só o risco de que possa ser — em vista da devastação desta semana — deve obrigar todos os líderes eleitos a tomar medidas imediatas.”

Isso vai ser difícil para um sistema político que tem dificuldade para enxergar além do curto prazo e da próxima eleição.

Essas quatro questões têm algo em comum. Mesmo após a eleição de terça-feira, não há consenso sobre a melhor forma de abordá-las — como reduzir o déficit sem estrangular a recuperação, como criar mais empregos de classe média e promover a mobilidade ascendente, e como reagir às mudanças climáticas.

Republicanos e democratas têm receitas diferentes, e a eleição não mudou isso. O que deixa apenas duas opções: concessões mútuas, ou impasse.

David Wessel, jornalista The Wall Street Journal

The difficult task list White House

Items marked as “urgent” in the list of the president’s economic tasks are overwhelming: avoid the tax gap, fill the positions outstanding at the office, establish relations with the new leaders of China to convince Europe to avoid economic suicide.

But after tasting his reelection, it would be prudent that President Barack Obama to consider some factors that are important to American prosperity in the next ten years. In 2009, with the global financial system falling apart, he has not had that luxury in the beginning of his first term. Now he has. Here are four items in the list of long-term tasks of Obama:

The real fiscal problem

Avoid the tax gap is important. The widespread cuts in federal spending and tax increases reserve requirements – ie the tax gap – would push an already weak economy into recession, and not only that fall into the abyss convince the public and the financial markets that the federal government really is inefficient.

The budget deficit, despite the clamor, is not the economic problem today. The U.S. government is borrowing more than $ 3 billion every business day, and paying lower interest rates in history. The big problem today is unemployment.

The deficit will be tomorrow’s problem: spending on the promised benefits will be much higher than expected tax revenues, even after the economy recovers. And that – here, Democrats and Republicans agree – is unsustainable. Do something now to reduce the deficit in 2016 is more important than reducing the deficit in 2013.

The way the deficit is reduced is also important. Ben Bernanke, chairman of the Federal Reserve, the U.S. central bank, has advised avoiding much austerity too quickly, thinking better sustain the fragile recovery and enact laws that reduce lending.

Another thing: not all government spending is equal. Democrats sometimes speak as if all non-military spending were good, and the Republicans as if they were all bad. Neither side is right, of course. Government spending should focus on investments in human and physical capital that will bear fruit in the future – which means spending less than planned in the health and retirement benefits.

Jobs and wages

The United States has a serious employment problem. Nearly 3.6 million Americans are out of work for a year or more and still looking. Almost one in five men between 25 and 54 years old has no job. The monetary and fiscal policy should be calibrated to make more people able to work in this age, before they become permanently unemployed.

But the country had a problem salary, even before the recession of 2007-2009. The typical man employed between 25 and 65 years – one in the midline of statistics – won U.S. $ 40,080 in 2011, about 16% less than in 1999, adjusted for inflation. Women fared better: the median worker in the statistics gained U.S. $ 30,060, an increase of 4% from 1999.

Rapid economic growth is a necessary, but probably not enough for wages to rise again. As already documented Author David and Frank Levy, economists from MIT, the Massachusetts Institute of Technology, jobs in the average salary range that can easily be automated or outsourced to other countries are disappearing – and with them the wages of the middle class.

Mobility

The next four years would be more productive if they started with a recognition that the difference between winners and losers in the U.S. economy has been expanding. Behind this change, there are reasons including market forces, the advancement of technology, globalization and changes in social mores. The distance between the roof and the ground floor is increasing, but the escalators of mobility, such as education, not improved proportionately.

Climate Change

Neither Mitt Romney nor Obama spoke about climate change during the campaign. The moderators of the presidential debates also did not raise the issue.

But that does not mean it can be ignored for another four years. “Our climate is changing,” wrote the New York mayor, Michael Bloomberg, in his somewhat reluctant to support Obama, just days after a superstorm whipped the Atlantic coast. “And despite the increase in extreme weather we are experiencing in New York and around the world may or may not be a result of climate change, the only risk that may be – in view of the devastation this week – should compel all elected leaders to take immediate action. ”

This will be difficult for a political system that has difficulty seeing beyond the short term and the next election.

These four issues have something in common. Even after Tuesday’s election, there is no consensus on how best to address them – how to reduce the deficit without strangling the recovery, how to create more middle class jobs and promote upward mobility, and how to respond to climate change.

Republicans and Democrats have different recipes, and the election has not changed that. That leaves only two options: mutual concessions, or stalemate

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