PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Resiliência: a competência da vez

Posted by HWBlog em 31/10/2012

Resiliência: a competência da vez

Ainda que cada vez mais integrada ao nosso vocabulário, a resiliência é um conceito relativamente novo nas Ciências Humanas, que vem sendo amplamente estudado por especialistas de vários campos, sobretudo na psicologia.

Vista num passado recente como uma qualidade nata dos indivíduos, e analisada principalmente em crianças, a resiliência saiu da academia e entrou com louvor para o mundo organizacional quando foi identificada como uma competência: ou seja, era passível de ser desenvolvida em pessoas.

Misto de resistência, flexibilidade e capacidade de recuperação, e ainda um pouco mais, a depender dos ingredientes que a descrevem em suas diferentes composições, o termo busca explicar a capacidade de superação presente em indivíduos, grupos e organizações.

Os estudiosos dizem que se trata de um fenômeno inerente ao desenvolvimento humano. Mas o fato é que, num mundo em que as adversidades vêm sendo banalizadas, ser resiliente tornou-se quase que uma necessidade, não havendo outra escolha.

Apesar disso, ainda são poucos os dicionários que associam resiliência às características humanas; quando o fazem tendem a colocá-la em sentido figurado, como resistência ao choque. Em geral, restringem-se a reproduzir sua definição original que vêm da física, da capacidade que certos materiais têm de voltar ao seu estado normal depois de serem deformados.

No ambiente corporativo, ela surgiu envolta em ares de invencibilidade e rapidamente tornou-se primordial e desejada; cobriu todas as nuances necessárias ao profissional do momento, principalmente se levarmos em conta as crescentes pressões exercidas pelos mercados abertos que sofrem todo tipo de intempéries em cenários cada vez mais competitivos.

Alguns críticos indicam que a nova competência pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que, às vezes, é usada como pretexto para demandar mais do que as pessoas podem entregar com consequências penosas para a saúde física e mental. É inevitável observar: assim como materiais distintos apresentam graus diferenciados de elasticidade, os profissionais precisam avaliar seus limites ao stress ou a ambientes hostis, procurando encontrar o ponto interno de equilíbrio, que é quase como impressão digital, cada um tem a sua.

Qualquer comportamento em exagero pode ser nocivo como qualquer atitude levada ao extremo.

É natural, entretanto, que tenha mais chance de sobreviver aquele que é capaz de enfrentar dificuldades de toda sorte e ainda continuar firme no propósito de levar à frente suas metas de crescimento, demonstrando otimismo e auto controle. Mas é preciso olhar com cautela para os limites individuais: nem todos desempenham com a mesma desenvoltura a habilidade ou devem fazer esforços desmedidos para desenvolvê-la.

Nesse sentido, é importante considerar as suas próprias características, valores, experiência acumulada, tolerância à frustração. Sem dúvida, uma boa investigação da sua performance profissional irá colaborar para aumentar o seu grau de conhecimento e permitir que você passe a se testar com consciência. Resistir ao seu superior, que insiste em dizer que você não é bom chefe porque ouve seus subordinados, pode ser de extrema importância, se você julgar que para atingir os excelentes resultados que vêm obtendo precisa se relacionar bem com a sua equipe.

No entanto, cuidado com os clichês do tipo, tem sucesso quem deixa de lado as emoções ou coisas do gênero. Não existem fórmulas para aprender a lidar com a pressão ou aumentar a resistência, apenas processos que auxiliam a reflexão como o coaching.

Explorar a resiliência a seu favor, é estar sempre atento às situações que precisam ser enfrentadas, considerando-se dentro do contexto, ponderando, por exemplo, se os sacrifícios vão compensar em nome de benefícios que possam ser colhidos no futuro.

Essas oportunidades, inclusive, podem valer “ouro” em termos de crescimento pessoal e profissional.

Resiliência não é deixar de ter emoção, mas estar envolvido a ponto de poder avaliar com tranquilidade todas as circunstâncias e tomar as decisões certas sem sofrimento; na maioria dos casos, a competência é aperfeiçoada ao longo da vida, naturalmente, durante o processo de amadurecimento; é aquela que irá conferir um toque de leveza às nossas atitudes.

Maria Lucia Pettinelli, diretora Choice Consulting

Resilience: the competence of the time

Although increasingly integrated into our vocabulary, resilience is a relatively new concept in the Humanities, which has been widely studied by experts from various fields, particularly in psychology.

Seen in the recent past as a quality cream of individuals, and analyzed especially in children, resilience left the gym and went with praise for the organizational world when it was identified as a competence: ie, was able to be developed in people.

Joint strength, flexibility and resilience, and even a little more, depending on the ingredients that describe in their different compositions, the term seeks to explain the ability to overcome present in individuals, groups and organizations.

Scholars say it is a phenomenon inherent to human development. But the fact is that, in a world where the odds have been trivialized, be resilient became almost a necessity, there is no other choice.

Nevertheless, there are few dictionaries that associate resilience to human characteristics, when they do tend to put it figuratively, as crashworthiness. In general, restricted to playing their original definition that come from physical capacity that certain materials have to return to its normal state after being deformed.

In the corporate environment, it came wrapped in an air of invincibility and quickly became paramount and desired; covered all the nuances necessary for professional time, especially if we take into account the increasing pressure from open markets suffering all kinds of weather scenarios increasingly competitive.

Some critics suggest that the new competence can be a double-edged sword, as it sometimes is used as an excuse to demand more than people can deliver with harmful consequences for physical and mental health. It is inevitable to note: as different materials have different degrees of elasticity, practitioners need to assess their limits to stress or hostile environments, seeking to find the internal point of equilibrium, which is almost as fingerprint, each has his.

Any exaggeration in behavior can be harmful as any action taken to extremes.

It is natural, however, that has more chance of surviving one that is able to face all sorts of difficulties and still remain firm in order to carry forward its growth targets, demonstrating optimism and self control. But you have to look carefully to the individual limits: not all play at the same skill or resourcefulness should make efforts disproportionate to develop it.

Therefore, it is important to consider its own characteristics, values, experience, frustration tolerance. Undoubtedly, a good professional performance of its investigation will collaborate to increase their level of knowledge and allow you to pass the test with consciousness. Resisting his superior, who insists that you no good boss listens because his subordinates, can be extremely important, if you believe that to achieve the excellent results that have been obtained to relate well with your team.

However, beware of clichés like, who has successfully put aside the emotions or the like. There are no formulas to learn to deal with pressure or increase endurance, only processes that assist reflection as coaching.

Exploring resilience in their favor, is to always be aware of situations that need to be addressed, considering in context by considering, for example, will make the sacrifices in the name of benefits that can be reaped in the future.

These opportunities, inclusive, may be worth “gold” in terms of personal and professional growth.

Resilience is not fail to have emotion, but being involved enough to be able to evaluate all the circunstances calmly and make the right decisions without suffering, in most cases, competence is enhanced throughout life, naturally, during the ripening process , is one that will give a touch of lightness to our attitudes.

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