PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    outubro 2012
    D S T Q Q S S
    « set   nov »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031  

Archive for 16 de outubro de 2012

Hábitos: uma bênção ou uma maldição?

Posted by HWBlog em 16/10/2012

Hábitos: uma bênção ou uma maldição?

O mundo está cheio de pessoas que choram, reclamam e deixam para amanhã o que deve ser feito hoje, o hábito dessas pessoas frente à vida e ao trabalho determina a maior parte do seu sucesso ou fracasso.

Hábitos são padrões de comportamentos que se tornam automáticos depois de um certo período de tempo em função de uma constante frequência e repetição.

Todos nós temos padrões e hábitos comportamentais que nos dominam e nos fazem sofrer a vários níveis: fisicamente, mentalmente, emocionalmente. Muitos de nós sente-se bloqueado e mesmo infelizes, mas continuamos a repetir os mesmos comportamentos e a viver as mesmas situações que nos fazem sofrer.

Um hábito é como uma corda. Todos os dias juntamos mais um fio, até que se torna extremamente difícil quebrá-lo.

Um olhar interior com uma atitude honesta de auto-avaliação é o primeiro passo para mudança. Se porventura você não está feliz com a direção da sua vida, existem chances muito fortes de que alguns hábitos precisam ser anulados ou radicalmente substituídos. Lembre-se que nós fazemos os nossos hábitos, mas depois de um certo período são os hábitos que nos fazem.

Cada mudança de hábito é um caminho cheio de obstáculos. Infelizmente, quando atingimos algum obstáculo, normalmente desistimos, ou voltamos a tentar, mas atingimos os mesmos obstáculos uma e outra vez, com os mesmos resultados. Em vez disso, pense no percurso e tente antecipar os obstáculos.

Se já falhou antes, pense no obstáculo que o impediu de suceder. Se nunca tentou mudar esse hábito, faça uma pesquisa e leia o que outras pessoas que já tiveram sucesso ou fracassaram têm a dizer, e descubra quais podem ser os obstáculos que o esperam. Depois elabore um plano com os detalhes do que fará quando se deparar perante esses mesmos obstáculos. Por exemplo, se você têm algumas dificuldades em controlar o seu apetite quando vai comer fora, deve desenvolver uma estratégia para não comer demais.

O que é que fará quando for comer fora? Quais são as suas estratégias? Você tem de pensar nelas antes de ir, porque quando o momento chega e não temos um plano, então já é tarde demais.

“Apesar das minhas melhores intenções, existem dias em que as coisas dão errado ou que eu caio nas mãos de velhos hábitos. Quando as coisas não vão bem, quando estou irritado ou nervoso, eu percebo que não tenho prestado atenção à minha alma e não tenho seguido meus melhores costumes.” Diz Robert Fulghum é filósofo, teólogo e autor do livro “Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim de Infância”.

Na realidade, a maior parte dos hábitos é boa. Ajuda a nos vestir de manhã, amarrar os sapatos, escrever os nossos nomes, dentre outras tarefas rotineiras que não exigem nossa atenção exclusiva. Contudo, alguns hábitos são aborrecidos e indesejáveis, até mesmo autodestrutivos, e vão desde maneirismos nervosos e certas aberrações de linguagem, até fumar e comer em demasia.

Para a grande maioria das pessoas, pequenos ajustes no estilo de vida operam verdadeiros milagres quando o assunto é hábitos.

O segredo é mudar um hábito de cada vez, como ilustra esta pequena historia zen onde um grande samurai foi questionado como, em uma lendária batalha, ele havia derrotado 17 guerreiros. A resposta foi simples: um depois do outro.

Geralmente queremos mudar todos os nossas hábitos de uma vez, como nas promessas de final de ano que sempre fazemos, e no final de um mês, nos encontramos estafados e frustrados, pois nada mudou.

Escolha um único habito, aquele que mais lhe incomoda ou atrapalha seu desenvolvimento e se concentre apenas nele. Desenvolva uma estratégia de reversão deste habito. Por exemplo, você não tem o habito de ler e isso está dificultando o seu desenvolvimento.

Segundo uma pesquisa 90% das pessoas que leem menos do que deveriam alegam falta de tempo. Tente ler trinta minutos por dia, se você for lento conseguirá ler aproximadamente quinze paginas, se levarmos em conta um ano comercial, isto é, sem feriados, finais de semana, ferias etc teríamos duzentos dias úteis, multiplicados pelas suas quinze paginas, alcançaríamos o volume de três mil paginas lidas anualmente, ou seja, dez livros de trezentas paginas. Já é um bom começo para alguém mal lia uma revista inteira.

Tudo está ligado ao seu comprometimento pessoal. Eu quero, eu faço.

Segundo Samuel Beckett dramaturgo, escritor irlandês e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1969, “Respirar é um hábito. A vida é um hábito. Ou melhor, a vida é uma sucessão de hábitos, porque o indivíduo é uma sucessão de indivíduos”.

Existe uma história budista sobre um homem e um cavalo. O cavalo está galopando rapidamente, e parece que o homem que cavalga se dirige a algum lugar importante. Um outro homem, em pé ao lado da estrada, grita: “Para onde você está indo?” E o homem a cavalo responde: “Não sei. Pergunte ao cavalo!”

Esta é a nossa história. Estamos todos sobre um cavalo, não sabemos aonde vamos e não conseguimos parar. O cavalo é à força de nossos hábitos que nos puxa, e somos impotentes diante dela. Estamos sempre correndo, e isso já se tornou um hábito. Estamos acostumados a lutar o tempo todo, até mesmo durante o sono. Estamos em guerra com nós mesmos, e é fácil declarar guerra aos outros também.

A força do hábito costuma ser mais forte do que nossa vontade. Dizemos e fazemos coisas que não queremos e depois nos arrependemos.

Alguns comportamentos podem causar sérios prejuízos tanto dentro de uma empresa como em sua vida pessoal. A ansiedade, por exemplo, gera instabilidade e confusão no ambiente, tornando as pessoas nervosas. Além de outros comportamentos deletérios como o crítico, o depressivo, o mal humorado, o arrogante, egoísmo, autoritarismo dentre vários outros.

Estes são alguns dos hábitos inadequados que fazem com que essas pessoas se sintam cada vez mais sozinhas e isoladas, sem entender o motivo de tal isolamento. Para mudar um hábito, comece a observar-se. Perceba qual é a reação que o seu comportamento causa nas pessoas ao seu redor. Você pode estar se afastando de pessoas queridas por falta de observação. Sentir-se o dono da verdade pode torná-lo arrogante. Jamais se esqueça que você só tem o direito de olhar uma pessoa de cima se for para ajudá-la a levantar-se.

Uma auto-analise do seu próprio comportamento lhe dará subsídios para montar uma estratégia de mudança de hábitos. Faça uma lista em ordem de importância com os seus hábitos deletérios de um lado e os saudáveis do outro. Depois descreva um breve plano de ação de como modificar cada um dos seus hábitos dielétricos seguidos de prazos.E mãos á obra.

Eu fiz parecer simples, mas não significa que seja fácil. Isto não acontecerá automaticamente, somente por que você está lendo este livro ou por ter belos pensamentos. Não existe mágica. Você tem que entrar em ação.

Cuidado com a síndrome da segunda feira. Quantas vezes você já prometeu para você mesmo começar alguma mudança na segunda feira e ela nunca começou. Se prometer comece agora, neste instante, não crie mais outro habito, o de mentir pra você mesmo.

É vital que as nossas crenças, os nossos hábitos e a nossa história de vida estejam também em sintonia. Tudo isso está no lado do cérebro inconsciente.

Fazendo uma comparação bem simples, o que acontece é mais o menos o seguinte: o lado consciente escolhe mudar, mas esquece de contar a novidade para o lado inconsciente. Como o inconsciente é muito maior e influencia todos os nossos hábitos, sem saber da mudança, ele continua com o comportamento velho alem de sabotar todas as suas tentativas de mudança.

O nosso inconsciente resiste às mudanças de hábitos, justamente porque é feito para economizar esforços. Aquilo que fazemos rotineiramente torna-se fácil e progressivamente compulsório e a força do hábito torna-se quase invencível! Isto, por incrível que pareça, é um prático recurso para facilitar o nosso dia-a-dia. Imagine se você tivesse que tornar consciente o ato de andar, comer, dirigir etc.

O problema ocorre quando alguns de seus padrões de hábito inconscientes não funcionam mais tão bem para você. Eles podem automaticamente te impedir de obter o que você quer. Eles provavelmente estão operando até mesmo agora, impedindo você atinja os seus objetivos.

Por exemplo, uma criança recém-nascida aprende a chorar quando está com fome ou com a fralda suja. Chorar é muito eficaz para ela. Ela chora, e alguém rapidamente vem ver o que ele precisa. Mas esta resposta automática perde sua eficácia quando nos tornamos adultos.

Agora imagine alguém, pode ser do trabalho ou da família, gesticulando muito, aumentando o tom de voz, o rosto ficando vermelho e talvez até agitando os braços ou batendo os punhos em numa mesa somente porque está frustrado e não consegue o que querem. Não lembra a reação de um bebê chamando a atenção para as suas necessidades básicas?

Este gatilho é chamado de sequestro de amídala e desenterra um padrão de hábito inconsciente que foi eficaz quando criança, mas agora sob pressão, ele vem á tona sabotando o seu próprio comportamento.

Velhos hábitos impedem novos sucessos. Pense nisso!

Roberto Recinella, consultor PHD Desenvolvimento Humano

Habits: a blessing or a curse?

The world is full of people who cry and moan and leave for tomorrow what should be done today, the habit of these people towards life and work determines most of your success or failure.

Habits are patterns of behavior which become automatic after a certain period of time according to a constant frequency and repetition.

We all have habits and behavioral patterns that dominate us and make us suffer on many levels: physically, mentally, emotionally. Many of us feel unhappy and even locked, but we continue to repeat the same behavior and the same life situations that make us suffer.

A habit is like a rope. Every day join another wire, until it becomes extremely difficult to break it.

A look inside with an honest attitude of self-assessment is the first step to change. If perhaps you are not happy with the direction of your life, chances are very strong that some habits need to be canceled or radically replaced. Remember that we make our habits, but after a certain period are the habits that make us.

Each change of habit is a path full of obstacles. Unfortunately, when we hit an obstacle, usually give up, or trying to turn, but reached the same obstacles again and again, with the same results. Instead, think about the route and try to anticipate the obstacles.

If you have failed before, think of the obstacle which prevented him from succeeding. If you have never tried to change this habit, do a search and read what other people who have already succeeded or failed have to say, and find out what may be the obstacles that await. Then make a plan with the details of what will you do when you encounter these same obstacles before. For example, if you have some difficulties in controlling your appetite when eating out vai, should develop a strategy to not overeat.

What will you do when you eat out? What are your strategies? You have to think about them before you go, because when the time comes and we do not have a plan, then it is too late.

“Despite my best intentions, there are days when things go wrong or I fall into the hands of old habits. When things are not going well, when I’m angry or nervous, I realize that I have not paid attention to my soul and not I followed my best manners. ” Says Robert Fulghum is a philosopher, theologian and author of “Everything I Know I should have learned in kindergarten.”

In fact, most habits is good. Help us to wear in the morning, tie shoes, write our names, among other routine tasks that do not require our undivided attention. However, some habits are boring and undesirable, even self-destructive, and go from nervous mannerisms and language of certain aberrations, even smoking and overeating.

For the vast majority of people, small adjustments in lifestyle operate miracles when it comes to habits.

The secret is to change one habit at a time, as this little story illustrates zen where a large samurai was asked how, in a legendary battle, he had defeated 17 warriors. The answer was simple: one after the other.

Generally we want to change our habits all at once, as the promises end of year we always do, and at the end of a month, we are overworked and frustrated because nothing has changed.

Choose one habit, one that most bothers you or hinder its development and focus only on him. Develop a strategy for reversing this habit. For example, you do not have the habit of reading and this is hampering their development.

According to a survey 90% of people who read less than they should claim lack of time. Try to read thirty minutes a day, if you are able to slow read about fifteen pages, if we consider a trading year, ie, no holidays, weekends, holidays etc would useful two hundred days, multiplied by its fifteen pages, would reach the volume three thousand pages read annually, or ten books of three hundred pages. Already a good start for someone barely read an entire magazine.

Everything is connected to your personal commitment. I want, I do.

According to playwright Samuel Beckett, Irish writer and winner of the Nobel Prize for Literature in 1969, “Breathing is a habit. Life is a habit. Rather, life is a succession of habits, because the individual is a succession of individuals.”

There is a Buddhist story about a man and a horse. The horse is galloping quickly, and it seems that the man who rides goes somewhere important. Another man, standing alongside the road, screaming: “Where are you going?” And the man the horse responds: “I do not know. Ask the horse!”

This is our story. We are all on a horse, do not know where we’re going and not stop. The horse is the force that pulls our habits, and we are powerless before her. We are always running, and this has become a habit. We used to fight all the time, even during sleep. We are at war with ourselves, and it is easy to wage war on others too.

The force of habit is often stronger than our will. Say and do things we do not want and then repent.

Some behaviors can cause serious harm both within a company and in your personal life. Anxiety, for example, generates instability and confusion in the environment, making people nervous. In addition to other harmful behaviors such as critical, the depressed, the grumpy, arrogant, selfish, authoritarianism among several others.

These are some of the poor habits that make these people feel increasingly lonely and isolated, without understanding the reason for this isolation. To change a habit, start to look up. Realize what is the reaction that their behavior has on people around you. You may be away from loved ones for lack of observation. Feeling the owner of the truth can make you arrogant. Never forget that you only have the right to look up a person if it is to help her get up.

A self-analysis of their own behavior will give subsidies to build a strategy for changing habits. Make a list in order of importance with their harmful habits on one side and the other healthy. After describing a brief action plan of how to modify each of their habits dielectrics followed prazos.E get to work.

I did seem simple, but does not make it easy. This will not happen automatically just because you’re reading this book or to have beautiful thoughts. There is no magic. You have to take action.

Beware syndrome Monday. How many times have you promised yourself to get some change on Monday and she never started. If promising start now, this instant, do not create yet another habit, to lie to yourself.

It is vital that our beliefs, our habits and our life history are also in tune. All this is on the side of the unconscious brain.

Making a comparison quite simple, what is more or less the following: the conscious side chooses change, but forgets to tell the news to the unconscious side. As the unconscious is much larger and influences all our habits, unaware of the change, he continues with the old behavior besides sabotage all your attempts at change.

Our unconscious resists change of habits, precisely because it is done to save efforts. What we do routinely becomes progressively easier and compulsory force of habit and becomes almost invincible! This, oddly enough, is a practical resource to facilitate our day-to-day. Imagine if you had to make the conscious act of walking, eating, driving etc..

The problem occurs when some of his unconscious habit patterns no longer work as well for you. They can automatically stop you from getting what you want. They probably are operating even now preventing you reach your goals.

For example, a newborn child learns to cry when hungry or with a dirty diaper. Cry is very effective for it. She cries, and someone comes quickly see what he needs. But this automatic response loses its effectiveness when we become adults.

Now imagine someone can be from work or family, much gesticulating, raising his voice, his face turning red and maybe even waving his arms and banging his fists on a table just because they are frustrated and can not get what they want. Do not remember the reaction of a baby calling attention to their basic needs?

This trigger is called sequestration amygdala and unearths a pattern of unconscious habit which was effective as a child, but now under pressure, he comes to the surface sabotaging their own behavior.

Old habits prevent new successes. Think about it!

O mundo está cheio de pessoas que choram, reclamam e deixam para amanhã o que deve ser feito hoje, o hábito dessas pessoas frente à vida e ao trabalho determina a maior parte do seu sucesso ou fracasso.

Hábitos são padrões de comportamentos que se tornam automáticos depois de um certo período de tempo em função de uma constante frequência e repetição.

Todos nós temos padrões e hábitos comportamentais que nos dominam e nos fazem sofrer a vários níveis: fisicamente, mentalmente, emocionalmente. Muitos de nós sente-se bloqueado e mesmo infelizes, mas continuamos a repetir os mesmos comportamentos e a viver as mesmas situações que nos fazem sofrer.

Um hábito é como uma corda. Todos os dias juntamos mais um fio, até que se torna extremamente difícil quebrá-lo.

Um olhar interior com uma atitude honesta de auto-avaliação é o primeiro passo para mudança. Se porventura você não está feliz com a direção da sua vida, existem chances muito fortes de que alguns hábitos precisam ser anulados ou radicalmente substituídos. Lembre-se que nós fazemos os nossos hábitos, mas depois de um certo período são os hábitos que nos fazem.

Cada mudança de hábito é um caminho cheio de obstáculos. Infelizmente, quando atingimos algum obstáculo, normalmente desistimos, ou voltamos a tentar, mas atingimos os mesmos obstáculos uma e outra vez, com os mesmos resultados. Em vez disso, pense no percurso e tente antecipar os obstáculos.

Se já falhou antes, pense no obstáculo que o impediu de suceder. Se nunca tentou mudar esse hábito, faça uma pesquisa e leia o que outras pessoas que já tiveram sucesso ou fracassaram têm a dizer, e descubra quais podem ser os obstáculos que o esperam. Depois elabore um plano com os detalhes do que fará quando se deparar perante esses mesmos obstáculos. Por exemplo, se você têm algumas dificuldades em controlar o seu apetite quando vai comer fora, deve desenvolver uma estratégia para não comer demais.

O que é que fará quando for comer fora? Quais são as suas estratégias? Você tem de pensar nelas antes de ir, porque quando o momento chega e não temos um plano, então já é tarde demais.

“Apesar das minhas melhores intenções, existem dias em que as coisas dão errado ou que eu caio nas mãos de velhos hábitos. Quando as coisas não vão bem, quando estou irritado ou nervoso, eu percebo que não tenho prestado atenção à minha alma e não tenho seguido meus melhores costumes.” Diz Robert Fulghum é filósofo, teólogo e autor do livro “Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim de Infância”.

Na realidade, a maior parte dos hábitos é boa. Ajuda a nos vestir de manhã, amarrar os sapatos, escrever os nossos nomes, dentre outras tarefas rotineiras que não exigem nossa atenção exclusiva. Contudo, alguns hábitos são aborrecidos e indesejáveis, até mesmo autodestrutivos, e vão desde maneirismos nervosos e certas aberrações de linguagem, até fumar e comer em demasia.

Para a grande maioria das pessoas, pequenos ajustes no estilo de vida operam verdadeiros milagres quando o assunto é hábitos.

O segredo é mudar um hábito de cada vez, como ilustra esta pequena historia zen onde um grande samurai foi questionado como, em uma lendária batalha, ele havia derrotado 17 guerreiros. A resposta foi simples: um depois do outro.

Geralmente queremos mudar todos os nossas hábitos de uma vez, como nas promessas de final de ano que sempre fazemos, e no final de um mês, nos encontramos estafados e frustrados, pois nada mudou.

Escolha um único habito, aquele que mais lhe incomoda ou atrapalha seu desenvolvimento e se concentre apenas nele. Desenvolva uma estratégia de reversão deste habito. Por exemplo, você não tem o habito de ler e isso está dificultando o seu desenvolvimento.

Segundo uma pesquisa 90% das pessoas que leem menos do que deveriam alegam falta de tempo. Tente ler trinta minutos por dia, se você for lento conseguirá ler aproximadamente quinze paginas, se levarmos em conta um ano comercial, isto é, sem feriados, finais de semana, ferias etc teríamos duzentos dias úteis, multiplicados pelas suas quinze paginas, alcançaríamos o volume de três mil paginas lidas anualmente, ou seja, dez livros de trezentas paginas. Já é um bom começo para alguém mal lia uma revista inteira.

Tudo está ligado ao seu comprometimento pessoal. Eu quero, eu faço.

Segundo Samuel Beckett dramaturgo, escritor irlandês e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1969, “Respirar é um hábito. A vida é um hábito. Ou melhor, a vida é uma sucessão de hábitos, porque o indivíduo é uma sucessão de indivíduos”.

Existe uma história budista sobre um homem e um cavalo. O cavalo está galopando rapidamente, e parece que o homem que cavalga se dirige a algum lugar importante. Um outro homem, em pé ao lado da estrada, grita: “Para onde você está indo?” E o homem a cavalo responde: “Não sei. Pergunte ao cavalo!”

Esta é a nossa história. Estamos todos sobre um cavalo, não sabemos aonde vamos e não conseguimos parar. O cavalo é à força de nossos hábitos que nos puxa, e somos impotentes diante dela. Estamos sempre correndo, e isso já se tornou um hábito. Estamos acostumados a lutar o tempo todo, até mesmo durante o sono. Estamos em guerra com nós mesmos, e é fácil declarar guerra aos outros também.

A força do hábito costuma ser mais forte do que nossa vontade. Dizemos e fazemos coisas que não queremos e depois nos arrependemos.

Alguns comportamentos podem causar sérios prejuízos tanto dentro de uma empresa como em sua vida pessoal. A ansiedade, por exemplo, gera instabilidade e confusão no ambiente, tornando as pessoas nervosas. Além de outros comportamentos deletérios como o crítico, o depressivo, o mal humorado, o arrogante, egoísmo, autoritarismo dentre vários outros.

Estes são alguns dos hábitos inadequados que fazem com que essas pessoas se sintam cada vez mais sozinhas e isoladas, sem entender o motivo de tal isolamento. Para mudar um hábito, comece a observar-se. Perceba qual é a reação que o seu comportamento causa nas pessoas ao seu redor. Você pode estar se afastando de pessoas queridas por falta de observação. Sentir-se o dono da verdade pode torná-lo arrogante. Jamais se esqueça que você só tem o direito de olhar uma pessoa de cima se for para ajudá-la a levantar-se.

Uma auto-analise do seu próprio comportamento lhe dará subsídios para montar uma estratégia de mudança de hábitos. Faça uma lista em ordem de importância com os seus hábitos deletérios de um lado e os saudáveis do outro. Depois descreva um breve plano de ação de como modificar cada um dos seus hábitos dielétricos seguidos de prazos.E mãos á obra.

Eu fiz parecer simples, mas não significa que seja fácil. Isto não acontecerá automaticamente, somente por que você está lendo este livro ou por ter belos pensamentos. Não existe mágica. Você tem que entrar em ação.

Cuidado com a síndrome da segunda feira. Quantas vezes você já prometeu para você mesmo começar alguma mudança na segunda feira e ela nunca começou. Se prometer comece agora, neste instante, não crie mais outro habito, o de mentir pra você mesmo.

É vital que as nossas crenças, os nossos hábitos e a nossa história de vida estejam também em sintonia. Tudo isso está no lado do cérebro inconsciente.

Fazendo uma comparação bem simples, o que acontece é mais o menos o seguinte: o lado consciente escolhe mudar, mas esquece de contar a novidade para o lado inconsciente. Como o inconsciente é muito maior e influencia todos os nossos hábitos, sem saber da mudança, ele continua com o comportamento velho alem de sabotar todas as suas tentativas de mudança.

O nosso inconsciente resiste às mudanças de hábitos, justamente porque é feito para economizar esforços. Aquilo que fazemos rotineiramente torna-se fácil e progressivamente compulsório e a força do hábito torna-se quase invencível! Isto, por incrível que pareça, é um prático recurso para facilitar o nosso dia-a-dia. Imagine se você tivesse que tornar consciente o ato de andar, comer, dirigir etc.

O problema ocorre quando alguns de seus padrões de hábito inconscientes não funcionam mais tão bem para você. Eles podem automaticamente te impedir de obter o que você quer. Eles provavelmente estão operando até mesmo agora, impedindo você atinja os seus objetivos.

Por exemplo, uma criança recém-nascida aprende a chorar quando está com fome ou com a fralda suja. Chorar é muito eficaz para ela. Ela chora, e alguém rapidamente vem ver o que ele precisa. Mas esta resposta automática perde sua eficácia quando nos tornamos adultos.

Agora imagine alguém, pode ser do trabalho ou da família, gesticulando muito, aumentando o tom de voz, o rosto ficando vermelho e talvez até agitando os braços ou batendo os punhos em numa mesa somente porque está frustrado e não consegue o que querem. Não lembra a reação de um bebê chamando a atenção para as suas necessidades básicas?

Este gatilho é chamado de sequestro de amídala e desenterra um padrão de hábito inconsciente que foi eficaz quando criança, mas agora sob pressão, ele vem á tona sabotando o seu próprio comportamento.

Velhos hábitos impedem novos sucessos. Pense nisso!

Roberto Recinella, consultor PHD Desenvolvimento Humano

Habits: a blessing or a curse?

The world is full of people who cry and moan and leave for tomorrow what should be done today, the habit of these people towards life and work determines most of your success or failure.

Habits are patterns of behavior which become automatic after a certain period of time according to a constant frequency and repetition.

We all have habits and behavioral patterns that dominate us and make us suffer on many levels: physically, mentally, emotionally. Many of us feel unhappy and even locked, but we continue to repeat the same behavior and the same life situations that make us suffer.

A habit is like a rope. Every day join another wire, until it becomes extremely difficult to break it.

A look inside with an honest attitude of self-assessment is the first step to change. If perhaps you are not happy with the direction of your life, chances are very strong that some habits need to be canceled or radically replaced. Remember that we make our habits, but after a certain period are the habits that make us.

Each change of habit is a path full of obstacles. Unfortunately, when we hit an obstacle, usually give up, or trying to turn, but reached the same obstacles again and again, with the same results. Instead, think about the route and try to anticipate the obstacles.

If you have failed before, think of the obstacle which prevented him from succeeding. If you have never tried to change this habit, do a search and read what other people who have already succeeded or failed have to say, and find out what may be the obstacles that await. Then make a plan with the details of what will you do when you encounter these same obstacles before. For example, if you have some difficulties in controlling your appetite when eating out vai, should develop a strategy to not overeat.

What will you do when you eat out? What are your strategies? You have to think about them before you go, because when the time comes and we do not have a plan, then it is too late.

“Despite my best intentions, there are days when things go wrong or I fall into the hands of old habits. When things are not going well, when I’m angry or nervous, I realize that I have not paid attention to my soul and not I followed my best manners. ” Says Robert Fulghum is a philosopher, theologian and author of “Everything I Know I should have learned in kindergarten.”

In fact, most habits is good. Help us to wear in the morning, tie shoes, write our names, among other routine tasks that do not require our undivided attention. However, some habits are boring and undesirable, even self-destructive, and go from nervous mannerisms and language of certain aberrations, even smoking and overeating.

For the vast majority of people, small adjustments in lifestyle operate miracles when it comes to habits.

The secret is to change one habit at a time, as this little story illustrates zen where a large samurai was asked how, in a legendary battle, he had defeated 17 warriors. The answer was simple: one after the other.

Generally we want to change our habits all at once, as the promises end of year we always do, and at the end of a month, we are overworked and frustrated because nothing has changed.

Choose one habit, one that most bothers you or hinder its development and focus only on him. Develop a strategy for reversing this habit. For example, you do not have the habit of reading and this is hampering their development.

According to a survey 90% of people who read less than they should claim lack of time. Try to read thirty minutes a day, if you are able to slow read about fifteen pages, if we consider a trading year, ie, no holidays, weekends, holidays etc would useful two hundred days, multiplied by its fifteen pages, would reach the volume three thousand pages read annually, or ten books of three hundred pages. Already a good start for someone barely read an entire magazine.

Everything is connected to your personal commitment. I want, I do.

According to playwright Samuel Beckett, Irish writer and winner of the Nobel Prize for Literature in 1969, “Breathing is a habit. Life is a habit. Rather, life is a succession of habits, because the individual is a succession of individuals.”

There is a Buddhist story about a man and a horse. The horse is galloping quickly, and it seems that the man who rides goes somewhere important. Another man, standing alongside the road, screaming: “Where are you going?” And the man the horse responds: “I do not know. Ask the horse!”

This is our story. We are all on a horse, do not know where we’re going and not stop. The horse is the force that pulls our habits, and we are powerless before her. We are always running, and this has become a habit. We used to fight all the time, even during sleep. We are at war with ourselves, and it is easy to wage war on others too.

The force of habit is often stronger than our will. Say and do things we do not want and then repent.

Some behaviors can cause serious harm both within a company and in your personal life. Anxiety, for example, generates instability and confusion in the environment, making people nervous. In addition to other harmful behaviors such as critical, the depressed, the grumpy, arrogant, selfish, authoritarianism among several others.

These are some of the poor habits that make these people feel increasingly lonely and isolated, without understanding the reason for this isolation. To change a habit, start to look up. Realize what is the reaction that their behavior has on people around you. You may be away from loved ones for lack of observation. Feeling the owner of the truth can make you arrogant. Never forget that you only have the right to look up a person if it is to help her get up.

A self-analysis of their own behavior will give subsidies to build a strategy for changing habits. Make a list in order of importance with their harmful habits on one side and the other healthy. After describing a brief action plan of how to modify each of their habits dielectrics followed prazos.E get to work.

I did seem simple, but does not make it easy. This will not happen automatically just because you’re reading this book or to have beautiful thoughts. There is no magic. You have to take action.

Beware syndrome Monday. How many times have you promised yourself to get some change on Monday and she never started. If promising start now, this instant, do not create yet another habit, to lie to yourself.

It is vital that our beliefs, our habits and our life history are also in tune. All this is on the side of the unconscious brain.

Making a comparison quite simple, what is more or less the following: the conscious side chooses change, but forgets to tell the news to the unconscious side. As the unconscious is much larger and influences all our habits, unaware of the change, he continues with the old behavior besides sabotage all your attempts at change.

Our unconscious resists change of habits, precisely because it is done to save efforts. What we do routinely becomes progressively easier and compulsory force of habit and becomes almost invincible! This, oddly enough, is a practical resource to facilitate our day-to-day. Imagine if you had to make the conscious act of walking, eating, driving etc..

The problem occurs when some of his unconscious habit patterns no longer work as well for you. They can automatically stop you from getting what you want. They probably are operating even now preventing you reach your goals.

For example, a newborn child learns to cry when hungry or with a dirty diaper. Cry is very effective for it. She cries, and someone comes quickly see what he needs. But this automatic response loses its effectiveness when we become adults.

Now imagine someone can be from work or family, much gesticulating, raising his voice, his face turning red and maybe even waving his arms and banging his fists on a table just because they are frustrated and can not get what they want. Do not remember the reaction of a baby calling attention to their basic needs?

This trigger is called sequestration amygdala and unearths a pattern of unconscious habit which was effective as a child, but now under pressure, he comes to the surface sabotaging their own behavior.

Old habits prevent new successes. Think about it!

Posted in Comportamento | Leave a Comment »