PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Vantagem Comparativa

Posted by HWBlog em 11/10/2012

Vantagem Comparativa

“Seja uma versão excelente de si mesmo, não uma versão medíocre de outra pessoa”

Judy Garland, atriz e cantora

Um elemento essencial da ideia de trabalhar com outras pessoas é a questão: para início de conversa, para quê trabalhar com outras pessoas? Se não é possível controlá-las e convencê-las a fazer exatamente o que você quer o tempo todo, por que se dar ao trabalho?

A resposta é a vantagem comparativa, um conceito originário da “sombria ciência” da economia. Atribuído ao texto de 1817 de David Ricardo “Princípios de economia política e tributação”, a “Lei da Vantagem Comparativa de Ricardo” proporcionava uma resposta para a questão da política internacional: É melhor para a economia dos países que eles sejam autossuficientes e produzam tudo por conta própria ou que se especializem na produção de alguns bens e comercializem uns com os outros?

Utilizando Portugal e a Inglaterra como exemplos, Ricardo calculou que, mesmo se os dois países fossem capazes de produzir tecido e vinho, a Inglaterra poderia produzir tecido com muito menos esforço e Portugal era muito melhor na produção de vinho. Em consequência, em vez de desperdiçar tempo e dinheiro lutando para fazer algo que não faziam bem, Portugal e Inglaterra se beneficiariam mais se especializando e comercializando um com o outro.

A Vantagem Comparativa significa que é melhor capitalizar seus pontos fortes do que sustentar seus pontos fracos. Em “Primeiro quebre todas as regras”, de Marcus Buckingham e Curt Coffman, e “Strenghts Finder 2.0”, de Tom Rath, os autores apresentam os resultados da abrangente pesquisa conduzida pela Gallup Organization sobre a produtividade humana.

A constatação é que a Vantagem Comparativa se aplica tanto a indivíduos quanto a países: as empresas funcionam melhor se as pessoas que as operam se concentrarem no que fazem melhor, trabalhando com outros especialistas para realizar o restante. A “Gestão Baseada em Pontos Fortes” é simplesmente outro termo para Vantagem Comparativa.

A Vantagem Comparativa explica por que muitas vezes faz sentido trabalhar com fornecedores ou terceiros em vez de tentar fazer tudo por conta própria. Se você construir uma casa, é provavelmente mais eficiente contratar uma empreiteira e especialistas para executarem o tipo de trabalho que o projeto requer. Você certamente poderia tentar realizar o trabalho sozinho, mas, a menos que saiba o que está fazendo, provavelmente levará mais tempo e os resultados não serão tão bons.

A Vantagem Comparativa também explica por que equipe diversificadas em geral apresentam um desempenho superior a equipes homogêneas. É muito útil ter na equipe uma ampla variedade de membros com diferente habilidades e formações: isso aumenta as chances de um dos colegas de equipe saber o que fazer em qualquer determinada circunstância. Se todos os membros da equipe tiverem as mesmas habilidades e a mesma história, é muito provável que a equipe ficará sem saber o que fazer ou cometerá um erro que poderia ser prevenido.

A autoconfiança naturalmente melhora a sua flexibilidade e conhecimento com o tempo, mas é um erro confiar demais em si mesmo. Sou um grande defensor do autodidatismo e de aprender a fazer as coisas você mesmo, mas levar a abordagem do “faça você mesmo” ao extremo pode fazer mais mal do que bem.

Trabalhar com os outros pode ajuda-lo a realizar mais, mais rapidamente e melhorar a qualidade do resultado final. O maior benefício do autodidatismo ao trabalhar com os outros é ter pelo menos uma ideia geral das habilidades envolvidas. Você pode ser capaz de contratar um programador do outro lado do mundo por meio de sites como o Elance.com ou oDesk.com, mas, se nunca fez nenhuma programação, terá dificuldade de decidir se o trabalho da pessoa de fato é bom. Aprenda um pouco de programação, contudo, e a sua capacidade de identificar bons programadores melhorará, aumentando as suas chances de identificar colegas e parceiros habilidosos.

Nas palavras imortais de John Donne: “Nenhum homem é uma ilha”.

Concentre-se no que você faz bem e trabalhe com outros para fazer o resto.

Haroldo Wittitz, consultor

Comparative Advantage

“Be a great version of yourself, not a mediocre version of someone else”

Judy Garland, actress and singer

An essential element of the idea of ​​working with other people is the question to begin with, why work with others? If you can not control them and convince themto do exactly what you want all the time, why bother?

The answer is a comparative advantage, a concept originating in “dark science” of economics. Assigned to the text of 1817 of David Ricardo, “Principles of Political Economy and Taxation”, the “Law of Comparative Advantage Ricardo” provided an answer to the question of international politics: It’s better for the economy of the countries that they are self-sufficient and produce all on their own or who specialize in the production of some goods and market with each other?

Using examples such as England and Portugal, Ricardo has calculated that even if the two countries were able to produce wine and cloth, England could produce tissue with much less effort and Portugal was much better in wine production. Therefore, instead of wasting time and money struggling to do something that did not quite, Portugal and England would benefit most specializing and trading with one another.

The Comparative Advantage means that it is better to capitalize on your strengths than your weaknesses sustain. In “First Break All the Rules” by Marcus Buckingham and Curt Coffman, and “Strengths Finder 2.0” by Tom Rath, the authors present the results of comprehensive research conducted by the Gallup Organization on human productivity.

The fact is that the Comparative Advantage applies both to individuals and the countries: companies work best if people who operate them focus on what they do best, working with other specialists to perform the rest. The “Strengths Based Management” is simply another term for Comparative Advantage.

The Comparative Advantage explains why it often makes sense to work with suppliers or third parties rather than trying to do everything on their own. If you build a house, it’s probably more efficient to hire a contractor and specialists to perform the type of work the project requires. You could certainly try to do the work yourself, but unless you know what you’re doing, it will probably take longer and the results are not so good.

The Comparative Advantage also explains why diverse team generally outperform the homogeneous teams. It is very useful to have on staff a wide variety of members with different skills and backgrounds: it increases the chances of one of the teammates know what to do in any given circumstance. If all team members have the same skills and the same story, it is very likely that the team will not know what to do or make a mistake that could be prevented.

The confidence naturally improves your flexibility and understanding over time, but it is a mistake to rely too much on himself. I’m a big advocate of self-education and learn to do things yourself, but take the approach of “do it yourself” to the extreme can do more harm than good.

Working with others can help you accomplish more, faster and improve the quality of the final result. The greatest benefit of self-education while working with others is to have at least a general idea of ​​the skills involved. You may be able to hire a programmer on the other side of the world via sites like Elance.com or oDesk.com, but if you’ve never done any programming, will have difficulty deciding whether the job the person is actually good. Learn a bit of programming, however, and their ability to identify good programmers improve, increasing your chances of identifying skilled colleagues and partners.

In the immortal words of John Donne: “No man is an island.”

Focus on what you do well and work with others to do the rest.

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