PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O gesto de empreender

Posted by HWBlog em 01/10/2012

No contexto da globalização, é muito natural e até mesmo inevitável o ingresso crescente de capitais estrangeiros, num processo amplo, geral e irrestrito de fusões/aquisições de empresas nacionais.

Assiste-se a esse fenômeno, que muitos consideram negativo, em todos os setores de atividades. Antes de lamentar a transferência do controle de empresas brasileiras a grupos multinacionais, é necessário analisar a questão com mais cuidado, verificando também os aspectos positivos dessas transações.

O Brasil não é a única nação, incluindo-se os países ricos, cujas empresas são adquiridas por companhias de padrão e atuação mundiais.

A internacionalização das empresas e o caráter cosmopolita das corporações é uma das principais marcas da nova ordem econômica mundial. Além disso, o capital investido na compra de uma empresa não é especulativo, é produtivo, estando diretamente ligado à criação de empregos, desenvolvimento e aporte de tecnologia e abertura de mercados.

Assim, não há nada condenável na atitude de quem compra e de quem vende uma empresa. O que não se pode, como às vezes parece transparecer no inconsciente coletivo, é permitir que esse fenômeno da globalização massacre a auto-estima do brasileiro.

As empresas multinacionais nem sempre são mais eficientes do que as que adquirem e nem conhecem tanto o seu mercado.

Caso contrário, em vez de comprá-las, entrariam no País e se tornariam poderosos concorrentes. Quando adquirem uma empresa nacional, esses grandes grupos, na verdade, estão tornando expresso o seu imenso respeito à companhia.

Por outro lado, não se deve prejulgar, como ocorre invariavelmente, que os empresários que vendem o seu negócio almejem simplesmente uma apreciável fortuna em dólares, para se entregar a uma justa aposentadoria. Muitos — a despeito da absoluta lisura e ética da opção de se aposentar, vivendo do resultado da venda de uma empresa de sucesso, construída com seu talento e persistência — empreendem novamente, reinvestindo os recursos na abertura e desenvolvimento de um novo negócio.

O empresariado brasileiro deve valorizar e cultivar a auto-estima, lembrando que teve competência para atravessar, com sucesso, períodos muito adversos da história econômica recente. Isto equivale a entender com mais clareza e menos preconceito que o capital estrangeiro descobriu definitivamente o Brasil e estará, cada vez mais, procurando, aqui, oportunidades de negócios e investimentos.

Depois da China, somos o segundo país emergente que mais recebe capital produtivo internacional. Sucumbir a esse processo, jamais, pois o empresário nacional, com competência, criatividade e coragem, pode continuar empreendendo, mesmo após a venda de uma empresa.

O gesto de empreender é sempre muito positivo, pois o investimento produtivo cria empregos, aumenta a arrecadação de tributos, agrega valor à economia e estabelece novos conhecimentos e aporte de know how e tecnologia.

Tudo isso é potencializado quando o risco do investimento é menor. E é menor o risco de investimentos realizados a partir de recursos que ingressaram no País por meio da venda de uma empresa, pois isso não tem vínculo com dívidas externas em dólar.

Tampouco o novo empreendimento é financiado com todo o ônus dos créditos internos, que pagam os juros mais altos do mundo. Existem numerosos empresários que não veem a empresa somente como meio de satisfação de seus objetivos materiais, mas também como instrumento de realização pessoal e humana. A esse tipo de pessoa não interessa market share, destruição dos concorrentes e espoliação pelo lucro.

Trata-se de gente que, por valores pessoais, conceitos éticos e visão humanística, quer ver o seu mercado mais forte, o consumidor atendido e os brasileiros que ainda subsistem abaixo da linha da miséria incluídos nos benefícios da economia.

Por isso, está sempre disposta ao gesto de empreender, independentemente de, um dia, ter vendido uma empresa construída com muito trabalho.

Milton Mira Assumpção Filho

The gesture of undertaking

In the context of globalization, it is very natural and even inevitable growing inflow of foreign capital, a process broad, general and unrestricted mergers / acquisitions of domestic companies.

We are witnessing this phenomenon, which many consider negative in all sectors of activity. Before lamenting the transfer of control of Brazilian companies to multinational groups, it is necessary to consider the issue more carefully, checking also the positive aspects of these transactions.

Brazil is not the only nation, including rich countries, whose companies are acquired by companies worldwide standard and performance.

The internationalization of companies and corporations cosmopolitan character is one of the hallmarks of the new world economic order. In addition, the capital invested in the purchase of a business is not speculative, it is productive, being directly linked to the creation of jobs, development and supply of technology and open markets.

Thus, there is nothing objectionable in the attitude of one who buys and who sells a business. What we can not, as sometimes seems transpire in the collective unconscious, is to allow this phenomenon of globalization massacre self-esteem of the Brazilian.

Multinational companies are not always more efficient than acquiring nor know their market well.

Otherwise, instead of buying them, would enter the country and become powerful competitors. When you acquire a domestic company, these large groups actually are making expressed his immense respect for the company.

On the other hand, should not be prejudged, as invariably happens, that entrepreneurs selling your business simply crave a considerable fortune in dollars, to deliver a fair retirement. Many – despite the absolute honesty and ethics of the option to retire, living off the proceeds from the sale of a successful company, built with his talent and persistence – undertake again, reinvesting resources in the development and opening of a new business.

The Brazilian business must value and cultivate self-esteem, noting that had the power to cross successfully periods of very adverse recent economic history. This equates to more clearly understand and less prejudice discovered that foreign capital will definitely Brazil and, increasingly, looking here, business opportunities and investments.

After China, we are the second emerging country that receives the most productive capital internationally. Succumbing to this process, ever since the domestic entrepreneur with expertise, creativity and courage, you can still waging, even after the sale of a business.

The gesture undertake is always very positive, because productive investment creates jobs, increases tax collection, adds value to the economy and provides new knowledge and input of expertise and technology.

All this is compounded when the investment risk is lower. It is lower risk investments from funds that entered the country through the sale of a company because it has no link with external debts in dollars.

Neither the new venture is funded with the entire burden of domestic claims, which pay the highest interest rates in the world. There are many entrepreneurs who not only sees the company as a means of satisfying their material goals, but also as an instrument of personal and human. The type of person that no matter market share, competitors destruction and plunder for profit.

These are people who, by personal values, ethical concepts and humanistic vision, want to see your strongest market, consumers served and the Brazilians who still subsist below the poverty line included in the benefits of the economy.

Therefore, the gesture is always willing to undertake, regardless of one day having sold a company built with hard work

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