PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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As lições que a Apple nos ensina

Posted by HWBlog em 26/09/2012

As lições que a Apple nos ensina

O foco da empresa criada por Steve Jobs é o que a distingue das demais

Parece que estamos confundindo marcas de companhias e marcas de produtos. Óbvio que a Procter & Gamble é a marca de uma companhia, mas o que é a Apple?

Como a P&G, a Apple é a marca de uma companhia. Mas, diferentemente da P&G, a marca da Apple é uma força motivadora poderosa para o consumo de seus produtos, como o iPod, o iPhone e o iPad.

Quantos consumidores desviam do seu caminho para comprar produtos da Procter & Gamble? Ou da Unilever? Ou PepsiCo? Ou General Motors?

Não muitos.

A marca da companhia como vantagem competitiva

Pegue o exemplo da Apple e da Disney. As marcas institucionais dessas duas empresas são fortes pela mesma razão. (1) Elas têm foco. (2) Foram pioneiras.

Produtos high-tech são o foco da Apple. E a marca foi a primeira a produzir aparelhos de MP3 de alta capacidade (e consumer friendly), assim como smartphones touchscreen e tablets.

A Disney está focada em diversão e fantasia. E foi a pioneira em filmes de animação e parques temáticos. (E arrisco acrescentar que foi a pioneira na mente dos consumidores, não necessariamente no mercado como um todo).

Quem é do ramo do marketing sabe a importância de ser o primeiro. No entanto, uma menor importância é dada ao conceito de ter foco.

Olhe para a Procter & Gamble. Poucas empresas lançaram produtos que foram os primeiros em sua categoria tanto quanto a P&G. Ainda assim, a marca não tem o mesmo cachê com os consumidores como a Apple ou a Disney. Porque a empresa não é focada. Comercializa cosméticos que vão desde lâminas high-tech a sabonetes low-tech, entre outros vários produtos.

E, caso não tenha notado, a P&G está recebendo muitas críticas da mídia americana ultimamente. Manchete no Wall Street Journal: “Analistas furiosos ‘detonam’ CEO da P&G.”

O que é Yahoo?

Seria o Yahoo a marca de um produto ou de uma companhia? Como General Electric, Coca-Cola, Toyota e muitos outros nomes famosos, o Yahoo é tanto a marca de um produto quanto de uma empresa. E isso pode causar confusão.

Muita confusão. O Yahoo teve seis chefes executivos em cinco anos, incluindo Marissa Mayer, a última CEO da empresa.

O Yahoo tem um problema. A sua fatia de publicidade online caiu de 18.4% em 2008 para 9.1% neste ano. “O Yahoo, embora ainda não esteja morrendo,” segundo o New York Times, “tem lutado para continuar relevante depois de ter perdido duas grandes tendências da Internet: redes sociais e dispositivos móveis.”

Espere um pouco. O Yahoo acompanhou, sim, muitas tendências da internet. Mas eles o fizeram expandindo sua marca de produto.

Agora considere o poder de manter uma marca de produto focada em uma ideia simples em vez de expandi-la a fim de capturar o último desenvolvimento da Internet.

– Você acessa a Amazon para comprar alguma coisa.

– Você vai ao Google para procurar algo.

– Você acessa o Facebook para conectar-se com os amigos.

– Você acessa o Groupon para questões diárias.

– Você vai ao Twitter para mandar e receber tweets.

Mas por que você deve acessar o Yahoo?

Marissa Mayer explicou seu plano no New York Times: “O mais importante é dar aos usuários algo de valor, inspirador e agradável, que os faça querer vir ao Yahoo todo dia.” Em outras palavras, você acessa o Yahoo para algo “valioso, inspirador e agradável.” A preferência por atributos leves como “valioso, inspirador e agradável” ao invés de adjetivos fortes como “busca” prevalecem na comunidade empresarial.

Sucesso de curto e longo-prazo

O Yahoo teve sucesso de curto-prazo porque construiu uma marca sobre um atributo forte, a busca. Mas está falhando no longo-termo porque fracassou ao diferenciar o papel da marca de um produto versus a marca de uma empresa.

Como empresa, o Yahoo deveria ter se jogado em cada nova tendência na Internet com uma nova estratégia, uma nova marca e um novo website. Não deveria ter expandindo a marca de produtos Yahoo, mas, sim, a marca da companhia Yahoo, com produtos adicionais e foco específico.

O futuro pertence a companhias que controlam diversas marcas, mas com um alerta. Uma companhia multiple-brand ainda precisa de foco. Compare a Apple com outras empresas high-tech.

Microsoft é uma empresa de software que buscou alternativas por anos. Chegou até o hardware (com o Zune, Xbox, Surface), vendas de publicidade (aQuantive), empreendimentos de redes sociais (Yammer). Em certo ponto, até tentou comprar o Yahoo.

O Google está seguindo a mesma cartilha. Uma empresa de internet que está tentando construir marcas de hardware (tablets da Nexus, smartphones da Motorola).

Olhe para a Dell e a Hewlett-Packard. Duas empresas de hardware que estão tentando entrar no ramo de software. Por que será? Porque a gestão de ambas decidiu que não podem fazer dinheiro com hardware. Talvez tenham se esquecido que a Apple, antes de qualquer outra coisa, fabrica hardware.

Se quiser construir uma marca forte para sua companhia, o foco deve ser preciso. É o mesmo princípio que funciona para construir marcas de produto fortes.

Al Ries, para o Advertising Age. Al Ries é presidente da consultoria de estratégias em marketing Ries & Ries.

The lessons that Apple teaches us

The focus of the company founded by Steve Jobs is what distinguishes it from other

We seem confusing marks, company and product brands. Obvious that Procter & Gamble is the brand of a company, but what is Apple?

Like P & G, Apple is the brand of a company. But unlike P & G, the brand Apple is a powerful motivating force for the consumption of their products, like the iPod, iPhone and iPad.

How many consumers out of their way to buy products of Procter & Gamble? Or Unilever? Or PepsiCo? Or General Motors?

Not many.

The company’s brand as a competitive advantage

Take the example of Apple and Disney. Brands institutional strengths of these two companies are the same reason. (1) They have focus. (2) were pioneers.

High-tech products are the focus of Apple. And the brand was the first to produce MP3 players, high-capacity (and consumer friendly), as well as touchscreen smartphones and tablets.

Disney is focused on fun and fantasy. And pioneered animated films and theme parks. (And dare add that pioneered the minds of consumers, not necessarily in the market as a whole).

Who is the business of marketing knows the importance of being first. However, less importance is given to the concept of having focus.

Look for Procter & Gamble. Few companies have launched products that were the first in their category as well as P & G. Still, the brand does not have the same cachet with consumers as Apple or Disney. Because the company is not focused. Sells cosmetics ranging from blades to high-tech low-tech soap, among other various products.

And if you have not noticed, P & G is receiving much criticism of the American media lately. Headline in the Wall Street Journal: “Analysts furious ‘detonate’ CEO of P & G.”

What is Yahoo?

Yahoo would be the brand of a product or a company? How General Electric, Coca-Cola, Toyota and many other famous names, Yahoo is both a product and brand of a company. And this can cause confusion.

Much confusion. Yahoo had six chief executives in five years, including Marissa Mayer, the company’s CEO last.

Yahoo has a problem. Your slice of online advertising fell from 18.4% in 2008 to 9.1% this year. “Yahoo, although it is not dying,” according to the New York Times, “has struggled to stay relevant after losing two major Internet trends: social networks and mobile devices.”

Wait a minute. Yahoo followed, yes, many internet trends. But they did so by expanding its product brand.

Now consider the power of keeping a product brand focused on a simple idea rather than expand it to capture the ultimate development of the Internet.

– You access the Amazon to buy something.

– You go to Google to search for something.

– Do you access Facebook to connect with friends.

– You access to the Groupon daily issues.

– You go to Twitter to send and receive tweets.

But why should you access Yahoo?

Marissa Mayer explained his plan in The New York Times: “The most important thing is to give users something valuable, inspiring and enjoyable, that makes them want to come to Yahoo every day.” In other words, you access Yahoo for something “valuable inspiring and enjoyable. “Preference for light attributes such as” valuable, inspiring and enjoyable “instead of strong adjectives like” search “prevail in the business community.

Success of short-and long-term

Yahoo had short-term success as a brand built on a strong attribute to search. But it is failing in the long-term because they failed to differentiate the role of the brand of a product versus the mark of a company.

As a company, Yahoo should have played on every new trend on the Internet with a new strategy, a new brand and a new website. There should be expanding the brand of Yahoo, but rather the company’s brand Yahoo, with additional products and specific focus.

The future belongs to companies that control different brands, but with a warning. A multiple-brand company still needs focus. Apple Compare with other high-tech companies.

Microsoft is a software company that sought alternatives for years. Got to the hardware (with Zune, Xbox, Surface), advertising sales (aQuantive), enterprise social networks (Yammer). At one point, tried to buy Yahoo.

Google is following the same playbook. An internet company that is trying to build brands of hardware (Nexus of tablets, smartphones Motorolla).

Look for Dell and Hewlett-Packard. Two hardware companies that are trying to get into the business of software. Why is it? Because the management of both decided that they can not make money on hardware. Perhaps they have forgotten that Apple, before anything else, manufactures hardware.

If you want to build a strong brand for your company, your focus should be accurate. This is the same principle works to build strong product brands.

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