PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O senhor produtividade

Posted by HWBlog em 25/09/2012

O senhor produtividade

O indiano Anand Sharma ensina como obter o melhor rendimento da equipe sem estresse

Conhecido como o guru da produtividade, o indiano Anand Sharma rodou o mundo prestando consultoria a grandes multinacionais, como Black & Decker, Johnson & Johnson e Mercedes-Benz, mas não gostou muito do que viu. Para ele, os líderes ainda têm uma visão muito restrita dos processos da empresa e da gestão de pessoas. Por causa disso, não conseguem aproveitar o potencial de sua equipe e motivá-la para obter o melhor resultado.

Autor de dois livros e criador do conceito LeanSigma – que combina o modelo de qualidade total da Motorola com a produção enxuta da Toyota -, o consultor diz: “As pessoas que dão um passo à frente e assumem riscos precisam sentir que esse é o comportamento desejado”. Veja a entrevista abaixo:

? O senhor diz que o maior desafio dos gerentes hoje é romper com a tradição e promover a mudança. Por que isso é tão importante?

! Estamos numa era em que tudo muda rapidamente ao nosso redor, em termos políticos, econômicos e sociais. E o gosto do consumidor também se transforma. A era da internet trouxe esse sentido de urgência pela inovação. Nesse ambiente, nenhuma organização ou gestor pode dizer que encontrou a fórmula ideal para um produto, uma estrutura de gestão ou um modelo de negócios. Quem faz isso se torna obsoleto. Mudar tornou-se uma norma para a sobrevivência.

? A maior autonomia dada à média gerência é um reflexo disso?

! A autonomia está aumentando, mas apenas de forma departamentalizada. Ou seja, há um gerente- geral e, abaixo dele, uma série de departamentos estanques: engenharia, manufatura, vendas. Nesse ambiente, dar autonomia pode ser até contraproducente, pois aumenta o risco de uma determinada área fazer tudo do seu jeito, sem consultar ou considerar o impacto de suas ações no restante da empresa.

? Os gestores estão preparados para assumir esse papel?

! Em geral, não. Eles ainda têm uma visão muito focada em sua área. Na base da empresa, então, o problema é ainda maior. O supervisor, muitas vezes, é promovido sem treinamento e não consegue fazer muito mais do que orientar seus funcionários a repetir o trabalho que ele fazia. Outros apenas despejam ordens. O gestor precisa olhar o negócio de uma perspectiva global. Para isso, ele tem de buscar experiências em diferentes funções e estimular o mesmo na equipe, por meio de treinamentos transversais, para que as pessoas conheçam todo o negócio.

? O senhor diz que apenas 15% do potencial criativo é aproveitado nas empresas. Como é possível desenterrar esse tesouro?

! Eu sugiro aos gestores que formem times multifuncionais para discutir os problemas da empresa, de preferência com gente de níveis diferentes. E, durante a reunião, que cada um deixe de fora da sala o seu título, seja de diretor, seja de operário. Nesse ambiente, algumas das melhores ideias vêm de quem menos se espera.

? Numa época em que mudar é a regra, o que fazer para acelerar as transformações?

! Para começar, a mudança tem de ser recompensada. As pessoas que dão um passo à frente e assumem riscos precisam sentir que esse é o comportamento desejado. Para isso, elas precisam de um líder flexível, que reconheça e se sinta confortável com a novidade que vem de baixo. O papel do gestor é garantir que essas iniciativas estejam alinhadas aos objetivos da empresa.

? O senhor concorda que os profissionais brasileiros são flexíveis e se adaptam facilmente a mudanças?

!Os brasileiros são de fato muito criativos e abertos a mudanças. Mas, por outro lado, eu vejo que no Brasil os executivos do alto escalão das empresas relutam em descer ao chão de fábrica, se envolver mais com a produção e sujar as mãos de graxa.

É como se houvesse uma aura em torno do cargo que precisa ser preservada. Isso acontece também em outras economias emergentes, como Índia, China e México, pois é um reflexo da desigualdade social e da grande distância entre ricos e pobres. Os gestores têm de deixar de lado o discurso e aprender a liderar pelo exemplo. Só assim vão conseguir envolver e motivar as pessoas, para que as mudanças aconteçam na velocidade que o mercado exige.

? Por que os executivos devem ouvir o pessoal do chão de fábrica?

! Diversas mudanças que têm impacto positivo sobre a produtividade começam pela fábrica. Isso porque a produção concentra boa parte dos recursos: pessoas, matéria-prima, equipamentos e instalações. Se isso for bem gerido, é possível economizar dinheiro e esforço e direcioná-los para outras áreas do negócio.

Além disso, as mudanças na fábrica criam um senso de urgência em outros departamentos. Se você leva, por exemplo, 30 dias para montar um produto, poderá aceitar respostas lentas da engenharia e do setor de compras. Mas, se aprender a fazer isso em 15 minutos, automaticamente vai querer mais agilidade dos fornecedores e eles terão de entrar no mesmo ritmo. A fábrica, por isso, é um ótimo laboratório para treinar pessoas, até mesmo de outras áreas, pois os resultados são visíveis e ajudam a fixar conceitos.

Gabriel Pena, Jornalista

The Mr Productivity

The Indian Anand Sharma teaches how to get the best performance from the team without stress

Known as the guru of productivity, the Indian Anand Sharma traveled around the world advising large multinationals such as Black & Decker, Johnson & Johnson and Mercedes-Benz, but did not like what he saw. For him, the leaders still have a very narrow vision of business processes and people management. Because of this, they can not exploit the potential of your team and motivate them to achieve the best result.

Author of two books and creator of the concept LeanSigma – which combines total quality model from Motorola with Toyota’s lean production – the consultant says: “People who step forward and take risks need to feel that this is the behavior desired. ” Watch the interview below:

? You say that the biggest challenge for managers today is to break with tradition and promote change. Why is this so important?

! We are in an era where everything changes rapidly around us in political, economic and social. And the taste of the consumer also changes. The Internet era has brought that sense of urgency for innovation. In this environment, no organization or manager can say he found the ideal formula for a product, a management structure or business model. Who does that becomes obsolete. Change has become a norm for survival.

? The increased autonomy given to middle management is a reflection of that?

! Autonomy is increasing, but only so departmentalized. That is, there is a general manager and, below it, a series of watertight departments: engineering, manufacturing, sales. In this environment, empower may even be counterproductive as it increases the risk of a particular area to do everything on your own, without consulting or considering the impact of their actions on the rest of the company.

? Managers are prepared to take on this role?

! In general, no. They still have a very focused in your area. At the base of the company, then the problem is even greater. The supervisor is often promoted without training and can`t do much more than guide their staff to repeat the work he did. Others just dump orders. The manager needs to look at the business from a global perspective. For this, he has to get experience in different functions and stimulate even the staff through cross training, so that people know the whole deal.

? You say that only 15% of creative potential is harnessed in businesses. How can unearth this treasure?

! I suggest to managers that form cross-functional teams to discuss the company’s problems, preferably with people of different levels. And during the meeting, each of the room let out his title is director, is a laborer. In this environment, some of the best ideas come from those you least expect.

? At a time when change is the norm, what to do to speed up changes?

! To begin with, the change has to be rewarded. People who step forward and take risks need to feel that this is the desired behavior. For this, they need a flexible leader who recognizes and feel comfortable with the novelty that comes from below. The manager’s role is to ensure that these initiatives are aligned with company goals.

? You agree that Brazilian professionals are flexible and easily adapt to changes?

! Brazilians are indeed very creative and open to change. But on the other hand, I see that in Brazil the top executives of companies are reluctant to go down to the factory floor, get more involved with the production and get their hands dirty with grease.

It is as if there is an aura around the office that needs to be preserved. This happens also in other emerging economies such as India, China and Mexico, as it is a reflection of social inequality and the huge gap between rich and poor. The managers have to put aside the speech and learn to lead by example. Only then will get involve and motivate people to make the changes happen at the speed the market demands.

? Why executives should listen to the people on the factory floor?

! Several changes that have positive impact on productivity begin by the factory. That’s because much of the production is concentrated resources: people, raw material, equipment and facilities. If it is well managed, it is possible to save money and effort and direct them to other areas of the business.

Moreover, changes in the factory create a sense of urgency in other departments. If you take, for example, 30 days to assemble a product, may accept slow responses of engineering and procurement division. But if you learn to do this in 15 minutes, automatically will want more agility suppliers and they will have to enter the same rate. The factory, so it is a great lab to train people, even from other areas, because the results are visible and help to fix concepts.

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