PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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6 dicas para influenciar pessoas

Posted by HWBlog em 21/09/2012

6 dicas para influenciar pessoas

Richard Templar aponta ideias sobre como influenciar pessoas sem manipulá-las

Independente do setor ou da função, a rotina de todo profissional é permeada por relacionamentos e negociações. Nestes momentos, é essencial saber comunicar bem o que você quer e, principalmente, ter argumentos claros para vender seu ponto de vista.

E no dia a dia, quais as dicas para transmitir a ideia de que vale a pena topar suas ideias ou confiar nas suas percepções. No livro “As 100 melhores ideias para ter o que se quer sem pedir”, o autor americano Richard Templar lista algumas ideias básicas sobre como influenciar pessoas sem manipulá-las:

Defina seus objetivos com precisão

As pessoas só seguem quem tem certeza do caminho e, principalmente, do lugar onde fica a linha da chegada. Quem negocia algo hoje e muda de opinião na manhã seguinte perde a credibilidade e a confiança aos olhos dos outros.

Invista em equilíbrio emocional

Agora, não basta ser firme em suas opiniões e deixar no banco de reservas o equilíbrio emocional. Segundo o especialista, autocontrole deve ser a regra nas negociações formais e informais. “O que atrapalha a objetividade de todas as interações é a emoção. A emoção negativa para ser mais específico”, diz. Jogar indiretas, fazer chantagem emocional e outros sinais de falta de noção de relacionamentos também devem ser limados da sua conduta.

Não puxe saco. Não seja indiferente

A maneira como você se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor pode ser decisiva para como elas irão reagir às suas ideias. Por isso (e não só por isso, claro), é essencial se importar, de verdade, com elas. A medida é clara: importe-se com as pessoas (de verdade), agradeça quando for merecido, elogie sempre que necessário, seja leal e nunca (nunca mesmo) fale mal pelas costas.

A sua ideia não é a única verdade possível

É essencial ter em mente que, por mais apaixonante que ela seja, a sua visão sobre o mundo não é uma verdade absoluta. Por isso, esteja aberto para ouvir outros pontos de vista. E aceitá-los.

Lance hipóteses

Nesta toada, uma dica para não parecer agressivo na sua abordagem e sinalizar seus interesses é lançar hipóteses, segundo o autor. Exemplos: “Se no futuro você precisar de mais um membro da diretoria, seria um prazer me envolver mais” ou “Se a Marina for transferida para o escritório de outra cidade, posso me candidatar à vaga dela?”.

Planeje-se

Na hora de mostrar suas ideias ou fazer um pedido, o planejamento deve ser uma palavra de ordem. Segundo o autor, o pedido deve ser feito do jeito certo e na hora certa. E isso demanda tempo e preparo. Se alguma coisa sair do script, pense a respeito. Mas, principalmente, não entregue os pontos apenas para evitar conflitos.

Richard Templar, escritor

6 tips to influence people

Richard Templar points ideas on how to influence people without manipulating them

Regardless of industry or function, the routine is permeated by all professional relationships and negotiations. In these moments, it is essential to communicate well what you want and especially to have clear arguments to sell their point of view.

And day by day, which tips to convey the idea that it’s worth bump your ideas or rely on their perceptions. In the book “The 100 best ideas to get what you want without asking,” the American author Richard Templar lists some basic ideas on how to influence people without handling them:

Set your goals with precision

People who follow only sure way, and especially the place where the line of arrival. Who negotiates something today and changes his mind the next morning loses credibility and trust in the eyes of others.

Invest in emotional balance

Now, do not just be firm in their opinions and leave on the bench emotional balance. According to the expert, self-control should be the rule in the formal and informal negotiations. “What hinders objectivity of all interactions is emotion. A negative emotion to be more specific,” he says. Play indirect, emotional blackmail and other signs of lack of notion of relationships must also be filed in his conduct.

Do not pull the bag. Do not be indifferent

The way you relate to people who are around you may be decisive for how they will react to your ideas. Therefore (and not only that, of course), it is essential to care, really, with them. As is clear: import up with people (really), when deserved thank, praise where necessary, be loyal and never (never the same) speak ill behind his back.

His idea is not the only possible truth

It is essential to bear in mind that however exciting it may be, his vision of the world is not an absolute truth. So be open to hearing other points of view. And accept them.

Lance hypotheses

On this tune, a hint not to appear aggressive in their approach and signal their interests is launching hypotheses, according to the author. Examples: “If in the future you need another board member, would be happy to get more involved” or “If the Marina office is transferred to another city, can I apply for the vacancy of her?”.

Plan is

When showing your ideas or to place an order, planning should be a watchword. According to the author, the application must be done the right way and at the right time. And that takes time and preparation. If anything out of the script, think about it. But mostly undelivered points just to avoid conflict.

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Poder

Posted by HWBlog em 21/09/2012

Poder

“A força tudo conquista, mas suas vitórias são efêmeras… Praticamente todos os homens são capazes de sobreviver à adversidade, mas, se você quiser pôr o caráter de um homem à prova, dê-lhe poder.”

Abraham Lincoln, décimo-sexto presidente dos Estados Unidos

Todos os relacionamentos humanos se baseiam no poder, a capacidade de influenciar as ações dos outros. Nunca poderemos controlar as pessoas, pois não temos acesso direto aos processos internos que levam as pessoas a fazerem as coisas que fazem. Tudo o que realmente podemos fazer é agir de maneira que encorajem as pessoas a seguir nossas sugestões.

O uso do poder normalmente assume duas formas fundamentais: influência ou compulsão. A influência é a capacidade de encorajar alguém a fazer o que você sugerir. A compulsão é capacidade de forçar alguém a fazer o que você mandar.

Encorajar um empregado a se empenhar um pouco mais com base em um sentimento de fidelidade ou realização é uma influência. Forçar o empregado a trabalhar no fim de semana ameaçando demiti-lo se ele se recusar é compulsão. As ações dos empregados podem ser exatamente as mesmas, mas o modo como eles se sentem em relação a essas ações será bastante diferente.

De um modo geral, a influência é muito mais eficaz do que a compulsão. A grande maioria das pessoas naturalmente resiste a serem forçadas a fazer algo contra a sua vontade ou decisão, de forma que não é uma estratégia recorrer constantemente à compulsão. Intimidar e oprimir as pessoas só faz com que elas antipatizem com você e elas encontrarão maneiras de se vingar ou deixarão de trabalhar para você assim que tiverem a chance. A influência, porém, é sustentável, ou seja, encorajar as pessoas a querer o que você quer lhe proporciona os resultados desejados sem provocar má vontade desnecessária.

Goste ou não, todo mundo recorre ao poder para atingir seus objetivos. Em “As 48 Leis do Poder” de Robert Greene se argumenta que ninguém está completamente isento de lidar com os outros, o que inevitavelmente envolve poder.

O poder é uma ferramenta neutra, o que pode ser utilizada para o bem ou para o mal. O poder representa a sua capacidade de atingir seus objetivos por meio de outras pessoas, quanto mais poder tiver, mais você poderá realizar. Dessa forma, não há nada de moralmente errado em buscar conscientemente aumentar o seu poder, desde que você respeite os direitos dos outros. Quanto mais poder tiver, mais poderá realizar, mas grande poder vem acompanhado de grande responsabilidade.

A razão pela qual as interações entre grupos de pessoas inevitavelmente se tornam politizadas é a própria natureza do poder. Se você não tiver um plano, as suas ações serão decididas por outra pessoa. Quando se recusa a se empenhar para avançar na direção que considera melhor, você está concedendo o seu poder a pessoas que de fato têm planos. Recuse-se a aceitar a importância do poder e você provavelmente descobrirá que qualquer influência que tiver desaparece rapidamente. A única maneira de vence é decidir jogar.

A melhor maneira de aumentar o seu poder é fazer coisas que reforcem a sua influência e reputação. Quanto mais pessoas conhecerem as suas aptidões e respeitarem a sua reputação, mais poder você terá.

Haroldo Wittitz, economista

Power

“The strength all-conquering, but its victories are ephemeral … Virtually all men are capable of surviving adversity, but if you want to put the character of a man proof, give him power. ”

Abraham Lincoln, tenth-sixth president of the United States

All human relationships are based on power, the ability to influence the actions of others. We can never control people because we do not have direct access to the internal processes that lead people to do things they do. All we really can do is act in ways that encourage people to follow our suggestions.

The use of power usually takes two basic forms: influence or compulsion. Influence is the ability to encourage someone to do what you suggest. The compulsion is the ability to force someone to do what you say.

Encourage an employee to engage a bit more based on a sense of loyalty or performance is an influence. Forcing the employee to work at the weekend threatened to fire him if he refuses is compulsion. The actions of employees can be exactly the same, but how they feel in relation to those shares will be quite different.

Generally speaking, the influence is much more effective than compulsion. The vast majority of people naturally resist being forced to do something against their will or decision, so that is not a strategy constantly resorting to compulsion. Intimidate and oppress people only makes them antipatizem with you and they will find ways to succeed or fail to work for you so you have a chance. The influence, however, is sustainable, ie encourage people to want what you want gives you the desired results without causing unnecessary ill will.

Like it or not, everyone uses the power to achieve their goals. In “The 48 Laws of Power” by Robert Greene argued that no one is completely free from dealing with others, which inevitably involves power.

Power is a neutral tool, which can be used for good or for evil. The power is their ability to achieve their goals through other people, the more power you have, the more you can accomplish. Thus, there is nothing morally wrong with seeking consciously increase your power as long as you respect the rights of others. The more power you have, the more you can accomplish, but great power comes great responsibility.

The reason why the interactions between groups of people inevitably become politicized is the very nature of power. If you do not have a plan, your actions will be decided by someone else. When you refuse to strive to advance in the direction that feels best, you are giving your power to people who do have plans. Refuse to accept the importance of power and you will probably find that you have no influence disappears quickly. The only way to win is deciding play.

The best way to increase your power to do things to enhance their reputation and influence. The more people know their skills and respect their reputation, the more power you will have.

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