PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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8 lições que os empreendedores não aprendem na escola

Posted by HWBlog em 20/09/2012

8 lições que os empreendedores não aprendem na escola

Oito empreendedores contam o que tiveram que aprender na prática e que cursos e MBAs não ensinam sobre a gestão de uma empresa

Sim, todo empreendedor deve se capacitar. Já está mais do que comprovado que gestores que buscam conhecimento, seja com uma graduação ou um MBA, têm mais chances de sucesso em uma pequena empresa. Mas há coisas que só o dia a dia do negócio é capaz de ensinar.

Para falar sobre o que os empreendedores não aprendem na escola, foram ouvidos oito empresários de vários segmentos e com empresas em diferentes níveis de maturidade para falar sobre as lições que eles tiram do cotidiano como empreendedores e gestores.

Ser um líder melhor todo dia

No ano passado, a rede Blue Tree Hotels registrou faturamento de 255,5 milhões de reais. À frente do negócio está a fundadora e presidente Chieko Aoki. Ela é formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), fez cursos em administração na Universidade de Sophia, no Japão, e cursos de administração hoteleira na Cornell University, nos Estados Unidos. Mesmo com este currículo, ela acredita que nada substitui a vivência na prática e o aprendizado no contato direto com os clientes. “Dificuldades, obstáculos e resistências ajudam no desenvolvimento profissional e a sermos mais fortes. Por exemplo, liderar é uma arte em relacionamento e noto como algumas boas práticas de alguns anos atrás não são mais efetivas hoje”, conta Chieko.

Arriscar-se

A rede de fast food saudável Seletti foi criada em 2007, por Luis Felipe Campos. Com faturamento na casa dos 30 milhões de reais, a empresa foi, para Campos, a maior escola. Depois de passar por cursos que vão de neurolinguística a hotelaria na Suíça, ele diz que muitas coisas só se aprendem no dia a dia da empresa. “É na empresa que você aprende a fazer as pessoas comprarem um sonho que é inicialmente do empreendedor, e a tomar decisões sem ter todas as informações ou capital em mãos, o que para muitos seria loucura”, afirma Campos.

Cultivar bons relacionamentos

Vinicius Roveda estudou gestão empresarial e ciências da computação antes de virar empreendedor. “Eu já tinha planos de abrir minha própria empresa”, conta o CEO da ContaAzul, uma plataforma de gestão on-line para micro e pequenas empresas. Segundo ele, as aulas o ajudaram a ter acesso a ferramentas de administração e a aumentar o conhecimento sobre negócios. Durante o trabalho, no entanto, ele aprendeu a importância do autoconhecimento e da empatia. “Eles não estão presentes em cursos de MBA, mas são pontos que venho buscando evoluir desde que fundei minha empresa, pois são fatores emocionais. Uma corporação nada mais é do que uma relação entre pessoas e os seres humanos agem na maior parte do tempo baseados no instinto”, explica Roveda.

Sorte também é um elemento importante

Matias Recchia, CEO da produtora de jogos sociais Vostu, criou o negócio em 2007. Recchia estudou administração e fez cursos na London School of Economics e na Universidade de Harvard. Para ele, há duas lições essenciais aprendidas na prática. A primeira é que a sua ideia inicial pode não ser aquilo que seu negócio vai se tornar. “Levamos dois anos para descobrir qual seria o modelo ideal de negócio”, diz. Além disso, a sorte é um elemento importante para uma empresa. “A sorte desempenha um papel. Não se coloque em uma posição elevada quando as coisas estão indo pela direção certa e não seja tão duro com você mesmo quando as coisas parecem não estar se movendo”, sugere Recchia.

Estar preparado para mudar de rumo

Victor Noda, sócio-fundador da Mobly, loja virtual de móveis, acredita que MBAs e cursos ensinam ferramentas e técnicas extremamente importantes para o cotidiano, como plano de negócios e estratégias de segmentação de clientes. No entanto, como empreendedor, ele aprendeu outras coisas que não estão no currículo dos cursos. “Uma coisa que aprendi e usamos em tudo na Mobly é a cultura de realizar testes rápidos. É importantíssimo estar preparado para mudar o rumo da empresa assim que identificado um problema. Se a estratégia, modelo de negócio ou execução não estiverem de acordo, não tenha medo em alterar completamente a cara da empresa”, sugere Noda.

Inspirar sua equipe

Com expectativa de faturar 6 milhões de reais neste ano, a agência de marketing digital underDOGS foi criada em março do ano passado. Tiago Luz, presidente da companhia, estudou administração na Saint Mary’s University, no Canadá, e fez pós-graduação em Inteligência Competitiva na PUC. Para ele, a escola ensina processos e fórmulas para calcular e manter a rentabilidade do negócio, mas não ensina a ter paixão. “Não ensina que o sucesso é o resultado da disseminação dessa paixão na sua equipe. O que aprendi no mundo dos negócios e a escola não me ensinou foi, sem dúvida nenhuma, inspirar a equipe a ter excelência, orgulho e paixão pelo que faz”, diz Luz.

Interligar áreas

Clederson Cabral criou a rede especializada em milkshakes e sorvetes Mr. Mix em 2006. No ano passado, a rede faturou 10 milhões de reais e projeta um faturamento de 27 milhões de reais para este ano. Para aprimorar o negócio, Cabral, que é formado em administração, fez MBA em franquias e até cursos sobre sorvetes. “Quando você vai para a sala de aula, você aprende um processo ou área individualmente, como marketing, finanças e contabilidade. Na prática, além do empreendedor precisar saber sobre cada um desses ‘quadrados’, ele precisa criar sinergia entre as áreas para que a empresa tenha um só norte”, diz Cabral.

Sobreviver aos movimentos da economia

Walmir Scaravelli, sócio-fundador e diretor comercial da Mega Sistemas Corporativos, estudava matemática na Unicamp quando decidiu virar empreendedor. Largou o curso e só quinze anos depois retomou os estudos, para fazer um MBA. Depois de um curso no exterior, Scaravelli viu a empresa faturar 50 milhões de reais no ano passado. Para ele, lidar com o cenário macroeconômico foi a principal lição que aprendeu no dia a dia. “A empresa foi a maior escola, em especial na sua primeira década, momento de alta inflação no país, sucessivos pacotes econômicos, confisco nas contas bancárias e inexistência de financiamentos. Isso trouxe uma maturidade empresarial que seria impossível ser aprendida na vida acadêmica”, opina Scaravelli.

Priscila Zuini

8 lessons that entrepreneurs do not learn in school

Eight entrepreneurs have had to learn what in practice and what courses and MBAs do not teach about running a business

Yes, every entrepreneur should be trained. Already more than proven that managers who seek knowledge, either with a degree or an MBA, have more chances of success in a small business. But there are things that only the day to day business is able to teach.

To talk about what entrepreneurs do not learn in school, eight businessmen were heard from various segments and companies at different levels of maturity to talk about the lessons they take everyday as entrepreneurs and managers.

Being a better leader every day

Last year, the Blue Tree Hotels net revenues of 255.5 million reais. Ahead of business is the founder and president Chieko Aoki. She graduated in Law from the University of São Paulo (USP), took courses in management at Sophia University in Japan, and courses in hotel management at Cornell University, USA. Even with this curriculum, she believes that nothing replaces the experience in practice and learning in direct contact with customers. “Difficulties, obstacles and resistances help in professional development and be stronger. For example, lead is an art in relationship and notice how some practices a few years ago are no longer effective today, “says Chieko.

Risk

A network of fast food healthy Seletti was created in 2007 by Luis Felipe Campos. With annual turnover of 30 million reais, the company was, for Fields, the largest school. After going through courses ranging from hospitality to neurolinguistics in Switzerland, he says many things are learned only in day to day business. “It’s the company that you learn to make people buy a dream that is initially entrepreneur, and make decisions without having all the information at hand or capital, which for many would be madness,” says Campos.

Cultivate good relationships

Vinicius Roveda studied business management and computer science before turning entrepreneur. “I already had plans to open my own company,” says CEO ContaAzul, a management platform for online micro and small enterprises. He said the classes helped him gain access to administration tools and increase knowledge about business. During the work, however, he learned the importance of self-knowledge and empathy. “They are not present in MBA courses, but they are points I’ve been trying to evolve since I founded my company, because they are emotional factors. A corporation is nothing more than a relationship between people and human beings act most of the time based on instinct, “said Roveda.

Luck is also an important element

Matias Recchia, CEO of Vostu social games producer, created the business in 2007. Recchia studied business and took courses at the London School of Economics and at Harvard University. For him, there are two essential lessons learned in practice. The first is that your initial idea may not be what your business will become. “It took us two years to figure out what would be the ideal business model,” he says. Moreover, luck is an important factor for a company. “Luck plays a role. Do not put yourself in a position high when things are going the right direction and not be so hard on yourself when things do not seem to be moving, “suggests Recchia.

Be prepared to change course

Victor Noda, founding partner of Mobly, shop furniture, and believes that MBAs courses teach tools and techniques extremely important for everyday life, such as business plan and strategies of customer segmentation. However, as an entrepreneur, he learned other things that are not in the curriculum of the courses. “One thing I learned and use everything in Mobly is the culture of performing rapid tests. It is important to be prepared to change the direction of the company so identified an issue. If the strategy, business model and execution do not agree, do not be afraid to completely change the face of the company, “suggests Noda.

Inspire your team

Expected to earn 6 million reais this year, the digital marketing agency underdogs was established in March last year. James Light, president of the company, studied business at Saint Mary’s University in Canada, and did graduate work in Competitive Intelligence at PUC. For him, the school teaches processes and formulas to calculate and maintain the profitability of the business, but have not teach passion. “It teaches that success is the result of the spread of this passion in your staff. What I learned in the business world and the school did not teach me was, no doubt, inspire the team to have excellence, pride and passion for what he does, “says Light

Connecting areas

Clederson Cabral created a network specializing in ice cream and milkshakes Mr. Mix in 2006. Last year, the network earned 10 million actual and projected sales of 27 million reais this year. To improve business, Cabral, who has a degree in management, an MBA in courses on franchises and even ice cream. “When you go into the classroom, you learn a process individually or area, such as marketing, finance and accounting. In practice, besides the entrepreneur need to know about each ‘square’, it needs to create synergy between the areas for which the company has one north, “says Cabral.

Surviving the movements of the economy

Walmir Scaravelli, co-founder and commercial director of Mega Corporate Systems, studied mathematics at Unicamp when he decided to turn entrepreneur. He dropped the course and only fifteen years later resumed his studies for an MBA. After a course abroad, Scaravelli saw the company earn 50 million dollars last year. For him, dealing with the macroeconomic scenario was the main lesson learned from day to day. “The company was the largest school, especially in its first decade, when high inflation in the country, successive economic packages, confiscating bank accounts and lack of funding. That brought a mature business that would be impossible to be learned in academic life, “opines Scaravelli.

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