PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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4 lições que as grandes empresas precisam aprender com as feiras livres

Posted by HWBlog em 18/09/2012

4 lições que as grandes empresas precisam aprender com as feiras livres

Apesar de todas as tecnologias e métodos modernos que grandes companhias oferecem, os consumidores se sentem mais realizados nos tradicionais mercados. Entenda por quê.

Em meio à explosão do comércio online, aplicativos que comparam preços através de fotos, tecnologias de pagamento via celular, códigos QR e etiquetas de identificação via rádio frequência, surpreendem os resultados do estudo conduzido pela empresa de pesquisa SAX, a qual aponta as feiras livres como os locais que oferecem as experiências de consumo mais satisfatórias.

Segundo os entrevistados, as feiras apresentam atendimento personalizado, são democráticas, tolerantes e pouco burocráticas, além de não apresentarem problemas operacionais. Em épocas de call centers e 0800, os velhos bordões: o sistema caiu, está lento ou precisa ser reinicializado mais se parecem desculpas velhas e esfarrapadas. Como era de se esperar, bancos e empresas de telefonia tiveram os piores índices. Basta consultar os rankings dos procons ou sites de reclamações.

Como a grande maioria dos moradores das capitais, assumo que há tempos deixei de frequentá-las, trocando-as por sacolões ou supermercados. Para escrever este artigo, visitei uma feira que costumava ir com meu pai quando criança, o que fazia em troca de um grande pastel e um bom caldo de cana, ajudando-o a carregar as pesadas sacolas. Como já era de se esperar acabei indo sozinho, apesar dos insistentes convites a minha filha, cujo apetite não se comoveu com minha calórica oferta.

Comecei pelo mesmo caminho: barracas de roupas, consertos de panelas, salgadinhos e laticínios, verduras e legumes, tomates, frutas, cebolas, batatas, carnes, frangos, peixes e enfim as famigeradas bancas de pastel e caldo de cana, apinhadas às nove horas da manhã. A não ser algumas novidades, tais como produtos eletrônicos, CDs e DVDs piratas, quase tudo permanecia do mesmo jeito. Com uma lista na mão e muita disposição fui às compras.

Seguem as lições colhidas em campo, confirmadas pela pesquisa.

Atendimento personalizado

Apesar de não ser um cliente frequente, vulgo freguês, fui muito bem atendido em todas as bancas, em especial as de frutas, onde pude experimentar de jabuticabas às laranjas, passando por melões e abacaxis. Para um leigo como eu, poder levar para casa frutas doces e sem risco de estarem passadas ou muito verdes, foi uma grande conquista. Apesar do preço um pouco mais elevado, o aproveitamento, as degustações e o atendimento cortês valeram a pena.

Democráticas e tolerantes

Creio que Michael Porter não conhecia este espaço quando desenvolveu a teoria das estratégias genéricas, através da qual as empresas devem optar entre custo ou diferenciação. Na feira, estas estratégias migram conforme o horário. Senhoras distintas em carros importados e motoristas logo nas primeiras horas da manhã, e pessoas mais simples na hora da Xepa. Os mais antigos talvez se lembrem de Yara Cortes interpretando o papel de uma feirante em novela de Gilberto Braga no final dos anos setenta.

Pouco burocráticas

Não me faz falta o som característico da leitura dos códigos de barras, assim como as perguntas padrões: faltou algum produto? É com ou sem CPF? – repetidas durante todo o dia por funcionárias cuja identificação se dá apenas pelo nome do crachá. O fechamento da venda na feira é uma etapa a parte. Com a caneta que se acomoda na orelha e um pedaço de papel improvisado em uma prancheta, os valores são anotados e somados, sempre se arredondando em favor do consumidor, cuja sensação de ter feito um bom negócio é invariável.

Problemas operacionais

Quem nunca se sentiu um verdadeiro idiota, aguardando na fila ou na linha, até que o sistema voltasse a funcionar? Em geral temperamentais, não raro costumam gerar problemas nos horários de maior movimento. Totalmente dependentes da tecnologia, varejistas e comerciantes perdem vendas por não poder registrá-las. Felizmente, abobrinhas, bananas e alfaces são abobrinhas, bananas e alfaces na feira, não códigos de barras.

Não obstante as limitações em transpor os exemplos da feira livre e do armazém de bairro, as redes de hipermercados, eletroeletrônicos e franquias, tornar o atendimento mais gentil, flexível, democrático e tolerante são ações que se podem colocar em prática, tornando a vida dos consumidores mais fácil e descontraída.

Apesar da experiência positiva, não acredito que vá mudar meus hábitos de compra devido ao estilo de vida corrido que levo. Porém, colocarei como um hábito esporádico frequentá-las, lembrando-me dos bons tempos nos quais éramos tratados pelo nome, por comerciantes que conheciam a fundo seus produtos, fregueses e a arte de encantá-los.

Marcos Morita, Administrador e Professor de Estratégia na Universidade Mackenzie

4 lessons that large companies need to learn from the fairs

Despite all the modern methods and technologies that large companies offer consumers feel more fulfilled in traditional markets. Understand why.

Amid the explosion of online commerce, applications that compare prices through photos, mobile payment technologies, QR codes and identification tags via radio frequency, the surprising results of the study conducted by research firm SAX, which points to the fairs the places that offer the most satisfying consumer experiences.

According to respondents, the fairs provide personalized service, are democratic, tolerant and somewhat bureaucratic, and not having operational problems. In times of call centers and 0800, the old slogans: the system crashed, is slow or needs to be rebooted more excuses look old and tattered. As one might expect, banks and phone companies had the worst rates. Just check the rankings of sites procons or complaints.

As the vast majority of the residents of capital, assume that there are times I stopped attend them, exchanging them for retail shops or supermarkets. To write this article, I visited a fair that used to go with my father as a child, which made in exchange for a large pastel and a good cane juice, helping him carry the heavy bags. As was to be expected I ended up going alone, despite repeated invitations to my daughter, whose appetite was unmoved by my caloric supply.

I started the same way: stalls of clothes, pots repairs, snacks and dairy products, vegetables, tomatoes, fruits, onions, potatoes, meat, poultry, fish and finally the notorious stalls pastel and sugarcane juice, crowded at nine the morning. Unless some new features, such as electronic goods, CDs and DVDs, almost everything remained the same. With a list in hand and great disposition went shopping.

Here are the lessons learned in the field, confirmed by research.

Personalized service

Despite not being a frequent customer, aka customer, I was very well attended in all newsstands, especially fruit, where I try to jabuticabas oranges, melons and pineapples passing. To a layman like me can take home sweet fruit and without risk of being passed or too green, it was a great achievement. Despite the slightly higher price, recovery, courteous service and the tastings were worth.

Democratic and tolerant

I think Michael Porter did not know this place when he developed the theory of generic strategies by which companies must choose between cost or differentiation. At the fair, these strategies migrate as time. Ladies different imported cars and drivers in the first hour of the morning, and people simpler time of Xepa. The oldest may remember Yara Cortes playing the role of a marketer in novel Gilberto Braga in the late seventies.

Shortly bureaucratic

Do not foul the characteristic sound of reading bar codes as well as the standard questions: lacked some product? With or without CPF? – Repeated throughout the day for employees whose identification is given only by the name badge. The closing of the sale at the fair is a stage piece. With the stylus that fits in the ear and improvised a piece of paper on a clipboard, values ​​are noted and added, always rounding in favor of the consumer, whose feeling of having done a good deal is invariable.

Operational problems

Who has not felt a real idiot, waiting in line or on the line, until the system back up and running? In general temperamental, often tend to cause problems in peak hours. Totally dependent on technology, retailers and traders lose sales by not being able to register them. Fortunately, zucchini, lettuce and bananas are zucchini, bananas and lettuce on Wednesday, no barcodes.

Despite the limitations in translating the examples of free and fair warehouse district, hypermarket chains, franchises and consumer electronics, making the service more gentle, flexible, democratic and tolerant are actions that can be put into practice, making the lives of consumers easier and relaxed.

Despite the positive experience, do not think it will change my buying habits due to the lifestyle I lead run. But put such a habit sporadic attend them, remembering the good times in which we were treated by name, by traders who knew the background its products, customers and art to enchant them.

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