PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Templates de estratégia de Philip Kotler

Posted by HWBlog em 05/09/2012

Ando lendo muito Philip Kotler, e percebo, à medida que avanço na leitura, que ele nos oferece templates de fundamentos fabulosos para os negócios – não só para gerenciar, mas para empreender também. Coisas que são esquecidas em meio aos modismos, o básico inteligente.

Kotler gosta de montar frameworks, acho eu, e isso ajuda os gestores (se não se prenderem 100% àquilo, lógico).

Por exemplo, Kotler fala do arsenal de sete estratégias de crescimento que temos à disposição, denunciando: é raro que se chegue a pensar com seriedade nelas.

“Em geral, a discussão sobre estratégia nas empresas recai em uma luta vale-tudo do tipo UFC, com dois adversários se enfrentando: um é o lutador do aumento de receita e o outro, o da redução de custos.

O executivo responsável pelas operações da empresa é quem geralmente é o primeiro lutador, defendendo a redução dos custos e o aumento da eficiência – ou seja, sua opção é por lucrar mais produzindo e vendendo a mesma quantidade.

Já o VP de marketing luta acreditando que a resposta está em aumentar a receita de vendas, por meio de mais investimentos em serviços ao cliente e em sua satisfação e retenção.

”O que vocês pensam a respeito? Eu sei que concordo com Kotler: o futuro tende a ser mais generoso com as empresas que enfatizarem o aumento da receita de vendas. Por uma razão muito simples: as companhias precisam mostrar para seus funcionários, constantemente, que estão lá para planejar o crescimento, promover as pessoas, fazer novas conquistas.

É isso que faz a “magia” de uma empresa. Ou então, ela se afunda. Vejamos as sete estratégias-template.

• Diferenciação de produtos (ou serviços). Essa é uma estratégia-chave segundo a qual não somente precisamos ter o melhor produto; ele deve ser diferente. Só que, fato real, está cada vez mais difícil de alcançar uma verdadeira diferenciação. É como se todas as boas ideias já tivessem sido utilizadas. E o pior é que se você conseguir uma nova base para a diferenciação e não patenteá-la para garantir direitos autorais, provavelmente será copiado em um piscar de olhos, o que significa que sua diferenciação não durará muito.

• Aquisições e fusões. A literatura dos negócios é bem clara quando diz que quase a metade das aquisições ocorridas no planeta Terra foi um grande erro. Organizações e mais organizações acabaram se unindo à empresa errada. Um pessimista diria que acertar é mais raro do que errar nessa seara. Mas pode dar certo.

• Internacionalização. Essa mudança para outro país onde as oportunidades sejam melhores é uma das febres do momento: empresas de países ricos correm para os emergentes (a China, em especial), empresas dos emergentes se instalam nos países ricos. No primeiro caso, o objetivo é tirar proveito do crescimento do mercado no curto e no longo prazos; no segundo, aproveitar a recessão para fazer aquisições a menor custo em nome do longo prazo. Só que ir para outro país é como andar na corda bamba: há que se equilibrar muito bem entre a natureza da empresa e as condições do pais e, embora muitas empresas tentem fazer isso, poucas o conseguem de fato, ao menos sozinhas. Então, recorrem a um parceiro local em busca de aprendizado, mas metade do negócio deixa de lhe pertencer nesse caso.

• Inovação. Talvez o verdadeiro retorno venha de novos produtos, que não são o mesmo que diferenciação. Mudar a embalagem de uma sopa industrializada é diferenciação; um sabor completamente novo é inovação. Prognósticos? Não sabemos. As aterradoras estatísticas de que 80% dos novos produtos fracassam se referem majoritariamente a extensões de linha. Mas qualquer produto novo, se bem-sucedido, pode canibalizar algum mercado existente.

• Redução de preços. Sim, essa é uma estratégia possível, mas não, não e não é o que digo para meus clientes de consultoria. Não se deve apelar isso para a sobrevivência, pois o único efeito será forçar a concorrência a reduzir também, em uma guerra em que, entre mortos e feridos, ninguém se salva para valer.

• Elevação de preços. Para aumentar preços, é preciso desenvolver algo novo ou, no mínimo, acrescentar uma dimensão de diferenciação ao produto ou serviço existente. Há uma combinação de estratégias nesse caso.

• Corte de custos. Você sempre tem de enxugar custos quando há desperdício, mas, e se você já se livrou da gordura e só tiver músculos? Cuidado, nesse caso não poderá eliminar mais custos.

Philip Kotler: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Templates of strategy Philip Kotler

Ando reading too much Philip Kotler, and I realize, as we progress in reading, he offers templates for business reasons fabulous – not only to manage, but also to undertake. Things are forgotten amid the fads, the basic smart.

Kotler likes to ride frameworks, I think, and it helps managers (if not 100% what fouling, of course).

For example, Kotler talks about the arsenal of seven growth strategies at our disposal, denouncing: it’s rare that I can think of them seriously.

“In general, discussion of strategy in business lies in a fight MMA like UFC, with two opponents facing each other: one is the fighter of increased revenue and other, reducing costs.

The executive responsible for the operations of the company who is usually the first fighter, defending the cost reduction and increased efficiency – ie, your option is to make more profit by producing and selling the same amount.

Since the VP of marketing struggle believing that the answer is to increase sales revenue through increased investments in customer service and satisfaction and retention.

“What do you think about? I know that I agree with Kotler: the future tends to be more generous with companies that emphasize increasing sales revenue. For a very simple reason: companies need to show your employees constantly who are there to plan for growth, promote people, make new achievements.

That’s what makes the “magic” of a company. Or it sinks. Consider the seven strategies-template.

• Differentiation of products (or services). This is a key strategy whereby not only need to have the best product, it must be different. Except that real fact, is increasingly difficult to achieve real differentiation. It’s as if all the good ideas had already been used. And the worst part is that if you get a new basis for differentiation and not patenting it to secure copyright, probably copied in a snap, which means that their differentiation will not last long.

• Mergers and acquisitions. The business literature is very clear when it says that nearly half of the acquisitions occurred on Earth was a big mistake. Organizations and more organizations ended up joining the wrong company. A pessimist would say that hitting is rarer than miss this harvest. But it could work.

• Internationalization. This shift to another country where opportunities are better is one of the fevers of the moment: companies run to rich countries and emerging (China in particular), the emerging companies establish themselves in the rich countries. In the first case, the goal is to take advantage of market growth in the short and long term, in the second to take advantage of the recession to make acquisitions on behalf of low-cost long term. Just to go to another country is like walking a tightrope: it is necessary to carefully balance between nature and conditions of the company and the country, although many companies try to do this, the few can actually, at least alone. Then, turn to a local partner in pursuit of learning, but half the business ceases to belong in this case.

• Innovation. Perhaps the real return comes from new products, which are not the same as differentiation. Changing the packaging is a soup industrialized differentiation; taste is completely new innovation. Predictions? We do not know. The appalling statistics that 80% of new products fail to refer mostly line extensions. But any new product, if successful, could cannibalize some existing market.

• Reduction of prices. Yes, this is a possible strategy, but no, no and no is what I tell my consulting clients. It should not be that appealing for survival, because the only effect will be to force the competition to reduce also, in a war that killed and injured, no one is saved for real.

• Elevation of prices. To increase prices, we need to develop something new or at least add a dimension of differentiation to the existing product or service. There are a combination of strategies in this case.

• Cut costs. You always have to squeeze costs when there is waste, but what if you already got rid of fat and only have muscles? Beware, this case can´t eliminate more costs.

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