PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Tópicos recentes

  • Agenda

    agosto 2012
    D S T Q Q S S
    « jul   set »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  

4 dicas para promover mudanças nas empresas

Posted by HWBlog em 06/08/2012

Promover mudanças nas empresas trata-se de um desafio e tanto. Desafio esse que aumenta conforme o tamanho da organização e o quão forte está fundamentada sua cultura. No entanto, mudar é preciso.

Já passei por alguns processos de mudança como a implantação do novo centro de produção de entretenimento da Rede Globo de Televisão (Projac), e posso dizer, por experiência própria, que é um processo complexo demais e que necessita do envolvimento de vários atores, principalmente, da alta direção da empresa.

Atualmente, estou lendo o livro Design de Negócios, de autoria do professor Roger Martin, uma das maiores referências mundiais quando se fala em Design Thinking. Na obra, o professor relata a mudança conduzida pelo presidente da Procter & Gamble, A. G. Lafley, cujo objetivo era implantar a cultura de design nos processos da empresa.

São apresentadas quatro dicas para condução de mudanças nas empresas, as quais relaciono abaixo com alguns comentários:

– Defina as expectativas com clareza desde cedo e obtenha o aval do seu chefe

A primeira coisa a se fazer é firmar um contrato com seu chefe especificando o que você poderia ou não fazer e o que teria que aprender para implementar a proposta.

O mais importante é definir por onde começar e, no caso da Procter & Gamble – e eu concordo, foi começar pelas áreas onde já havia interesse pelo Design Thinking e não pelas áreas em que a necessidade era maior, pois não seria uma boa estratégia começar por uma área onde as pessoas não querem o Design Thinking. Outra boa prática é definir prazos com antecedência. No caso da Procter & Gamble, a referência foi a Philips, que se transformou de uma indústria manufatureira em uma organização de design centrado no consumidor em um projeto que  levou 10 anos. Isso foi importante para mostrar que nada iria acontecer da noite para o dia.

– Procure ajuda (você vai precisar)

Talvez a mais importante de todas as dicas. A gerente de projeto da Procter & Gamble recorreu à ajuda de especialistas externos, como a IDEO, para complementar suas habilidades e expertise, mas também contratou os melhores talentos em Design que conseguiu encontrar.

– Acredite: os obstáculos são inevitáveis

A cultura corporativa é um dos maiores obstáculos e muitos dos sistemas internos da empresa refletem a cultura. No caso da Procter & Gamble, tudo precisou mudar – do processo de recrutamento ao ambiente de trabalho fisico, passando pela maneira como as pesquisas de mercado eram realizadas – para permitir que o Design Thinking fosse implementado na organização.

– Fale menos e faça mais

Pequenas vitórias são muito importantes nesse processo. No caso do Design Thinking, e acredito que em qualquer processo de mudança, a importância e seus efeitos transformadores não poderia ser explicada, apenas vivenciada. A gerente do projeto teve que validar lentamente a nova abordagem ao longo de alguns anos. Ela enviava executivos seniores com os designers para que pudessem vivenciar, em primeira mão, como o designer observa, questiona e investiga as dimensões ocultas da experiência do usuário. “Eles precisavam, precisavam vivenciar”,  resumiu a gerente do projeto.

A forma como as empresas se organizam e se estruturam favorecem a manutenção do status quo, a operar como sempre o fizeram; elas resistem estruturalmente à ideia de desenhar e redesenhar a si e seu negócio de forma dinâmica ao longo do tempo, apegando-se ao que já foi testado e aprovado.

Nos tempos atuais, caracterizados pela abundância de oferta e pela comoditização, irão se destacar as empresas que assumirem a tarefa de continuamente redesenhar seus negócios com o olhar voltado para criação de avanços tanto em termos de inovação quanto em termos de eficiência.

– Haroldo Wittitz

4 tips to promote changes in business

Promoting changes in the companies it is a challenge. Challenge one that increases as the size of the organization and how strong their culture is based. However, it is necessary to change.

I’ve been through some processes of change as the introduction of new production center for entertainment Globo Television Network (Projac), and I can say from experience that a process is too complex and requires the involvement of various actors, mainly , the top management.

I am currently reading the book Design Business, authored by Teacher Roger Martin, one of the main world when it comes to Design Thinking. In the work, the teacher reports the change led by the president of Procter & Gamble, A. G. Lafley, whose aim was to implant the culture of design in business processes.

It presented four tips for driving change in businesses, which have listed below with some comments:

– Set expectations clearly early and get the approval from your boss

The first thing to do is sign a contract specifying your boss that you could not do and what would have to learn to implement the proposal. The most important is to define where to start and in the case of Procter & Gamble – and I agree, was to start with areas where there was already interest in Design Thinking and not the areas where the need was greater, because there would be a good strategy to start an area where people do not want the Design Thinking. Another good practice is to set deadlines in advance. In the case of Procter & Gamble, Philips was the reference, which was transformed from a manufacturing organization into a customer-centered design in a project that took 10 years. This was important to show that nothing would happen from night to day.

– Seek assistance (you will need)

Perhaps the most important of all tips. The project manager for Procter & Gamble enlisted the help of outside experts, such as IDEO, to complement their skills and expertise, but also hired the best talent he could find in Design.

– Believe me, the obstacles are inevitable Corporate culture is one of the biggest obstacles and many of the systems reflect the company’s internal culture. In the case of Procter & Gamble, had to change everything – the recruitment process to the physical work environment, from the way the market surveys were conducted – to allow the Design Thinking was implemented in the organization.

– Talk less and do more

Small victories are very important in this process. In the case of Design Thinking, and I believe in any change process, the importance and effects processors could not be explained, only experienced. The project manager had to validate the new approach slowly over several years. She sent senior executives to designers so they could experience firsthand, as the designer notes, questions and investigates the hidden dimensions of user experience. “They needed, they needed experience,” summed up the project manager.

The way companies are organized and structured to favor maintaining the status quo, to operate as they always have, they resist the idea of ​​structural design and redesign yourself and your business dynamically over time, clinging to that has been tested and approved.

In current times, characterized by the abundance of supply and commoditization, will highlight the companies that take the task of continually redesign their business with their eyes focused on creating breakthroughs in terms of innovation and in terms of efficiency.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: