PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Atuação do Conselho e a Estratégia Organizacional

Posted by HWBlog em 15/05/2012

Seria natural que, com o acirramento do ambiente competitivo, da complexidade e dos movimentos globais, o papel do conselho nas organizações se tornasse mais estratégico, pois as decisões que o CEO deverá tomar tornar-se-ão mais difíceis.

Empresas limitadas e SAs de capital fechado estão constituindo conselhos de administração ou conselhos consultivos para auxiliar nesta tarefa.

A profissionalização da atividade de conselheiro também contribuiria pra auxiliar nesta tarefa, tornando a atribuição do conselho mais estratégica ao longo dos anos. Mas há algo estranho acontecendo no dia-a-dia dos conselhos. Observa-se em reuniões de conselhos de diversas organizações, bem como em conversa com CEOs sobre a contribuição dos seus conselhos nas decisões a serem tomadas, um distanciamento com a afirmação acima.

Na verdade, a maioria dos conselhos vem tendo uma atitude somente de cobrança de resultados de curto prazo. Um grande percentual de conselheiros tem sido cumpridor de exigências legais, tais como a avaliação dos relatórios a serem guardiões da transparência da organização, dando uma ênfase demasiada no papel de agentes de controle. Acredito que é um papel importante, mas diria que esta é a atribuição básica do conselho.

A grande questão é como podemos potencializar a atribuição deste conselho, tornando-os mais atuante na visão e na elaboração da estratégia da empresa, em parceria com a alta administração. O papel dos conselheiros na definição da estratégia há muito tem sido objetivo de debate, mas o fato é que poucas empresas tratam da estratégia a partir do conselho. O envolvimento do conselho na estratégia compreende três fatores:

  1. Participação nas reflexões e direcionamentos ;
  2. Nas etapas de gestão estratégica, e
  3. Nas decisões de investimento

No envolvimento da gestão estratégica, para o conselho, implica atuação em quatro etapas: premissas (elaboração da visão, missão e valores, ou seja, das definições empresarias básicas e dos princípios orientadores do negócio), formulação (implica a análise das informações sobre o setor e a empresa e a tomada de decisões estratégicas), implementação (implica a formulação de políticas e a orientação das iniciativas da empresa, bem como a delegação das funções para a implementação estratégica) e controle (é todo o processo de avaliação estratégica e monitoramento do ambiente de negócios).

Resumindo: As atribuições do conselho estão baseadas em dois construtos: o controle financeiro e o controle estratégico. O controle financeiro é o controle típico da maioria das empresas, que coloca os conselheiros como agentes de fiscalização da saúde financeira da organização. É uma atribuição importante, mas básica. O controle estratégico é o diferencial, é mais que controlar as finanças, mas sim controlar a estratégia da empresa de forma que as ações fiquem condizentes com os objetivos dos acionistas. O controle estratégico, de certa forma, analisa a empresa antes que seja preciso fazer o controle financeiro.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Action of the Board and Organizational Strategy

It was natural that with the intensification of the competitive environment, the complexity and global movements, the board’s role in organizations become more strategic, because the decisions that the CEO should take will become more difficult.

Limited companies and private equity SAs are constituted boards or advisory boards to assist in this task.

The professionalization of activity counselor may also help to assist in this task, making the board more strategic allocation over the years. But there is something strange going on in the day-to-day advice. It can be observed at meetings of the boards of several organizations, as well as talk with CEOs about the contribution of their advice on decisions to be made, one distancing with the above statement.

In fact, most boards come with an attitude only collection of short-term results. A large percentage of advisors has been compliant with legal requirements such as assessment reports to be guardians of the transparency of the organization, giving too much emphasis on the role of control agents. I think it’s an important role, but I would say this is the main task of the council.

The big question is how can we maximize the allocation of this board, making them more active in drawing up the vision and strategy of the company, in partnership with senior management. The role of counselors in the definition of strategy has long been a goal of debate, but the fact is that few companies treat strategy from the council. The involvement of the council’s strategy consists of three factors:

1. Participation in the reflections and guidelines;

2. Steps in strategic management, and

3. Investment decisions

Involvement of strategic management to the board, means acting in four steps: premises (preparation of the vision, mission and values, ie, the enterprise basic definitions and guiding principles of business), formulation (requiring the analysis of information industry and business and strategic decision making), implementation (requires the formulation of policies and guidance of the company’s initiatives, as well as the delegation of functions to strategic implementation) and control (of the whole process of strategic assessment and monitoring of the environment business).

In short: The duties of the board are based on two constructs: strategic control and financial control. Financial control is the control typical of most companies, which puts the directors as agents for monitoring the financial health of the organization. It is an important assignment, but basic. Strategic control is the differential is more than controlling the finances, but monitor the company’s strategy so that the actions remain consistent with the objectives of the shareholders. Strategic control in a way, analyze the company before it is necessary to make financial control.

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Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?

Posted by HWBlog em 14/05/2012

Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?

Uma promessa de juros mais dignos para quem sonha em ter sua moradia, seu carro zero e abrir sua empresa foi anunciada

O Brasil viveu recentemente dias intensos no que se refere a crédito e juros bancários.

Uma verdadeira “guerra do crédito”, iniciada pelos bancos públicos, baixando suas taxas com cortes dignos de uma espada de samurai recém-afiada, abalou as estruturas bancárias e depois foi seguida pela maioria dos bancos privados, que não tiveram muita escolha e também foram para a guerra, mas com cortes não tão afiados como os cortes dos bancos públicos.

Uma promessa de juros mais dignos para quem sonha em ter sua moradia, seu carro zero e abrir sua empresa foi anunciada!

Depois, a guerra passou para o outro lado, dos juros para quem aplica.

A renda fixa está abalada, também foi atingida no meio desse combate.

A poupança, sinônimo de conforto de uma rentabilidade constante em todos os meses, pode ter seu rendimento prejudicado caso a Selic, a nossa taxa referencial, baixe de 8,5% ao ano, o que pode ocorrer em breve. Aliás, nunca antes na história desse país o nome “taxa referencial” teve tanto sentido como agora.

Por enquanto, muitas pessoas estão eufóricas com as novas possibilidades de adquirir carros, imóveis, pagar e renegociar prestações.

A euforia é até explicável: se compararmos o que um brasileiro vai economizar em um financiamento versus a redução da rentabilidade da renda fixa, por enquanto o ganho vai ser muito maior em favor do consumidor.

Para quem quer gastar e consumir, nunca antes tivemos águas tão azuis para navegar. E nosso PIB precisa dessas águas com urgência, pois está muito doente. E para quem pensa em se aposentar com base na renda fixa? Como fica a situação?

Em países de primeiro mundo, o que o Brasil pretende ser com a redução das taxas, não existe essa rentabilidade da renda fixa que existe por aqui.

Quem quiser se aposentar pela previdência privada, que em resumo é um sistema que acumula recursos que garantam uma renda mensal no futuro, vai ter que ou começar a poupar mais cedo ou colocar aportes maiores, para quem está no meio do caminho.

Mas nós temos um pequeno problema aqui: o governo quer que os brasileiros gastem mais, para girar os motores da nossa economia.

Por outro lado, teremos que poupar mais ou arriscar mais na renda variável para ter uma velhice tranquila. Como fica essa equação?

Muitos brasileiros sem dúvida devem estar fazendo contas do que vão poder comprar com as novas taxas oferecidas pelos bancos.

E as contas de quanto vão precisar guardar para se aposentar, será que alguém está fazendo?

Será que alguém experimentou atualizar seus simuladores de previdência para as novas taxas, taxas de países de primeiro mundo?

Você está preparado para um Brasil de primeiro mundo?

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

Are you ready for a Brazil first world?

A promise of more worthy interest to anyone who dreams of having your home, your new car and open your company was announced

Brazil has recently experienced intense days with regard to credit and bank interest.

A true “War of credit”, initiated by public banks, lowering their rates cut worthy of a samurai sword, newly sharpened, shook the banking structures and then was followed by most private banks that did not have much choice and were also for war, but does not cut as sharp as the cuts of public banks.

A promise of more worthy interest to anyone who dreams of having your home, your new car and open your company was announced!

After the war he moved to the other side, the interest for those who apply.

Fixed income is shaken, was also hit in the middle of this fight.

The savings, synonymous with comfort of a steady profit every month, your income may be harmed if the Selic rate, our benchmark rate, lower than 8.5% per year, which may occur soon. Indeed, never before in the history of this country the name “reference rate” was as much sense now.

For now, many people are giddy with the possibilities of acquiring new cars, real estate, pay and benefits renegotiate.

The euphoria is understandable up: if one compares what a Brazilian will save on funding versus the reduced profitability of fixed income for as long as the gain will be much greater in favor of the consumer.

For those who want to spend and consume, never before had so blue waters to navigate. And our GDP urgently need these waters, it is very sick. And for anyone thinking about retirement based on fixed income? How is the situation?

In first world countries, what Brazil wants to be with the reduction of rates, there is no such fixed-income returns that exist here.

Who wants to retire by the pension plan, which in summary is a system that accumulates resources to guarantee a monthly income in the future, or will have to start saving sooner or placing higher contributions for those who are on the way.

But we have a little problem here: the Brazilian government wants to spend more, to turn the engines of our economy.

On the other hand, we have to save more or take more risks on equities to have a peaceful old age. How is this equation?

Many Brazilians certainly should be doing the accounts that will be able to buy with the new rates offered by banks.

And the accounts and will need to save for retirement, is that someone is doing?

Does anyone tried to upgrade their simulators for the new pension rates, rates of first world countries?

Are you ready for a Brazil first world?

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Quer ser empreendedor? Saiba quais são os 10 passos mais importantes

Posted by HWBlog em 11/05/2012

ONG indica quais são as principais etapas pelas quais o empreendedor deve passar para construir um empresa altamente lucrativa

Ter uma boa ideia não é o suficiente para ser empreendedor. Além dos empecilhos formais exigidos pela infinita burocracia brasileira – que acaba disparando os custos com cartórios, com advogados tributaristas e alvarás – existe a falta de capacitação específica para gerir uma empresa. Muitos começam sem sequer saber o que é um plano de negócios, e acabam fechando as portas após pouco tempo de empresa.

Para começar, além da ideia é preciso se capacitar e pensar alto, além do CNPJ. Juliana Queiroga, coordenadora da ONG Endeavor no Nordeste, explica que empreendedores de alto impacto – que conseguem erguer empresas lucrativas – são capazes de mudar a realidade da região onde vivem, gerando empregos e atraindo capital e investimentos. “Eles querem crescer para gerar renda, oportunidades e postos de trabalho. Esses empreendedores proporcionam mobilidade social. E o melhor de tudo: inspiram as próximas gerações de empreendedores de alto impacto e, por conseguinte, desenvolvem a economia do país”, explica.

A Endeavor indica as principais etapas para se tornar um empreendedor, baseado em pesquisas e consultorias na área:

01. Comece com o que você sabe. Não escolha o negócio apenas baseado no maior mercado, potencial de crescimento, etc. Escolha um negócio relacionado ao que você já sabe e pode fazer bem. A partir daí, desenvolva estratégias focadas no maior potencial de sucesso e crescimento.

02. Não fique preso a um plano de negócios. Você não é um servo dele. Em vez disso, concentre-se no seu modelo de negócio e esteja disposto a mudá-lo. Dois terços dos empreendedores de alto impacto não escreveram um plano de negócios formal e 45% mudaram seu modelo de negócios pelo menos uma vez.

03. Encontre sócios de confiança. Equipes de fundadores de empresas têm um melhor desempenho quando já trabalharam juntos. 75% dos empreendedores de alto impacto já haviam trabalhado com os seus sócios.

04. Não aposte sua vida. Seja muito estratégico quanto aos riscos que você toma. Procure maneiras de compartilhar o risco com outros investidores e diminuir custos fixos. Mais de 85% dos empreendedores de alto impacto tinha reservas para cobrir as suas necessidades básicas por um mínimo de um ano.

05. Confie no seu taco. Casos de sucesso de fundadores jovens com poucos anos de experiência de trabalho vêm se multiplicando.

06. Acesse capital de terceiros. Procure sócios-investidores e tente compartilhar o risco com clientes e fornecedores.

07. Sonhe grande: comece local, mas pretenda ser global. Concentre-se no sucesso local no início, mas sempre aspire a ser global. Mais de 80% dos empreendedores de alto impacto desde o início já planejava expandir para outros lugares.

08. Lance seus produtos rapidamente. Coloque seu produto no mercado o mais rapidamente possível, mas busque retorno dos clientes e melhore de maneira contínua.

09. Pequenas melhorias podem levar a grandes resultados. Micro inove: faça pequenos ajustes nos seus produtos e serviços com base nos feedbacks dos clientes.

10. Entenda bem o seu fluxo de caixa. Mais de 70% dos empreendedores de alto impacto conhecem profundamente o fluxo de caixa das suas empresas.

Endeavor: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Want to be an entrepreneur? Learn the 10 most important steps
Indicates that NGOs are the main steps by which the entrepreneur must spend to build a highly profitable company
Having a good idea is not enough to be an entrepreneur. In addition to the setbacks required by the formal infinite Brazilian bureaucracy – that ends up firing costs notaries, lawyers and tax lawyers permits – there is a lack of specific training to run a business. Many start without even knowing what a business plan, and end up closing their doors after a short time in the company. To begin with, beyond the idea it is necessary to train and think aloud, and DUNS. Juliana Queiroga, coordinator of the NGO Endeavor in the Northeast, explains that high-impact entrepreneurs – who can build profitable companies – are able to change the reality of the region where they live, creating jobs and attracting capital and investments. “They want to grow to generate income, opportunities and jobs. These entrepreneurs provide social mobility. And best of all, inspire the next generation of entrepreneurs and high-impact, therefore, develop the economy,” he explains.
Endeavor indicates the main steps to becoming an entrepreneur, based on research and consulting in the area:
1. Start with what you know. Do not choose the business just based on the largest market, growth potential, etc.. Choose a business related to what you already know and can do well. From there, develop strategies focused on the highest potential for success and growth.
2. Do not get stuck with a business plan. You are not a servant of it. Instead, focus on your business model and be willing to change it. Two-thirds of high-impact entrepreneurs have not written a formal business plan and 45% changed their business model at least once.
3. Find trusted partners. Teams of founders of companies perform better when they worked together. 75% of high-impact entrepreneurs had worked with their partners.
4. Do not bet your life. Be very strategic about the risks you take. Look for ways to share the risk with other investors and reduce fixed costs. Over 85% of high-impact entrepreneurs had reserves to cover their basic needs for a minimum of one year.
5. Trust your putter. Success stories of young founders with few years of work experience have been multiplying.
6. Access third-party capital. Look for partners, investors and try to share the risk with customers and suppliers. 7. Dream big, start location, but want to be global. Focus on local success at first, but always aspire to be global. Over 80% of high-impact entrepreneurs from the beginning has planned to expand to other places.
8. Cast your products quickly. Put your product on the market as soon as possible, but seek customer feedback and improve continuously.
9. Small improvements can lead to big results. Micro innovate: make small adjustments in their products and services based on customer feedback.
10. Understand well your cash flow. Over 70% of high-impact entrepreneurs know deeply the cash flow of their companies.

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Quem se salva e quem afunda na indústria este ano

Posted by HWBlog em 10/05/2012

Produção industrial já caiu 3% em 2012, mas expectativa é de melhora no segundo semestre. Confira quem ainda pode se recuperar e quem pode aguardar o pior

Sob todos os ângulos, 2012 não tem sido um ano fácil para a indústria brasileira. A palavra da vez usada para assustar o governo é desindustrialização. O índice de produção industrial do IBGE mostra uma redução de 3% nos três primeiros meses do ano, com 15 dos 27 ramos investigados apresentando queda. Quem desceu, foi com força. A produção de automóveis, por exemplo, baixou mais de 20%. Já quem subiu, foi mais contido: apenas a fabricação de equipamentos médico-hospitalares e ópticos ultrapassou dois dígitos, chegando a 14,1%.

Mas há a expectativa de que a partir de julho as coisas melhorem um pouco para o setor. Nada exagerado, claro. O desempenho já foi fraco (1,6 %) em 2011 e o cenário internacional parece ainda mais desfavorável agora. Mas porque esperar notícias boas somente a partir de julho? Historicamente, é no segundo semestre que a atividade industrial ganha fôlego, embora esse preceito tenha levemente abalado desde a crise de 2008. “Mas já estamos agora na sexta baixa da Selic e os efeitos ainda deverão ser sentidos”, afirma o economista Rogério de Souza, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

Obviamente, nem todos os setores devem participar da partilha do bolo que poderá fazer o setor crescer 2% este ano, como espera a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para tentar descobrir quem fará bater o coração da indústria de transformação nacional e quem ficará definhando, verificamos os especialistas e analistas do setor. Confira a seguir.

Medidas apenas dão “sobrevida” à indústria

Pacote anunciado pelo governo dá sobrevida aos setores beneficiados, mas problemas estruturais vão continuar a pesar sobre atividade

“As medidas são positivas, porque desoneram parte do setor produtivo, mas são pontuais e não atacam a raiz do problema”, diz Flávio Serrano, economista sênior do BES Investimento.

Segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial brasileira cresceu 1,3% entre janeiro e fevereiro, mas ainda opera bem abaixo do patamar de 2011. Comparando apenas fevereiro deste ano com o mesmo período do ano passado, houve queda de 3,9%.

A alta carga de impostos e infraestrutura deficitária são fatores que tiram a competitividade da indústria brasileira no exterior. “Avançaríamos muito mais se fossem feitas reformas fiscal e tributária”, afirma Serrano.

Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, as medidas são muito pontuais e devem ter impacto final pequeno para o setor. “Parece uma ação desesperada do governo para ajudar a produção industrial neste ano”, diz. “Mas não vai resolver os problemas da indústria, nem dar competitividade para o setor.”

Segundo ele, os custos da indústria têm subido muito nos últimos anos, o que prejudica a manutenção de um ritmo de produção elevado no Brasil.

A crise internacional também contribui para a fraqueza da indústria brasileira. “Falta impulso para o setor, o que se explica em boa medida pela menor demanda externa por produtos nacionais”, diz Serrano.

Para Rafael Bacciotti, analista da Tendências Consultoria, “o pacote dará sobrevida aos setores envolvidos”, como calçados, móveis, autopeças, naval e bens de capital. “As medidas devem reduzir o custo do trabalho e podem melhorar a competitividade dos exportadores. Mas ainda é cedo para calcular o impacto sobre a atividade industrial”, afirma.

“Do ponto de vista do setor industrial como um todo, é um pacote tímido”, afirma Gilberto Braga, professor de economia e finanças do Ibmec-RJ. Mesmo empresas dos setores incluídos na desoneração da folha de pagamento podem não se beneficiar da medida, avalia o professor.

Isso porque a contribuição atrelada ao faturamento pode chegar a superar o valor que a empresa pagava ao INSS – esse pode ser o caso de empresas de tecnologia, que fabricam produtos de alto valor agregado com um número relativamente pequeno de funcionários, diz Braga.

A desoneração da folha de pagamento anunciada hoje afeta 15 setores, entre eles autopeças, ônibus e aéreo e entrará em vigor em 90 dias. O pacote prevê a redução de 20% no pagamento de INSS pelos setores contemplados, que em contrapartida terão de pagar contribuição ao governo de 1% a 2,5% do faturamento da empresa.

O pacote também prevê aumento dos recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e redução de IPI para montadoras que fizerem investimentos em pesquisa.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Who is saved and who sinks in the industry this year

Industrial production has fallen 3% in 2012 but is expected to improve in the second half. Check out who can still recover and who can wait for the worst

From all angles, 2012 has not been an easy year for the Brazilian industry. The word once used to frighten the government’s industrialization. The industrial production index IBGE shows a reduction of 3% in the first three months of the year, with 15 of the 27 surveyed sectors showing decline. Who went down was hard. The production of automobiles, for example, lowered more than 20%. For those who went, was more restrained: only the manufacture of medical equipment and optical exceeded two digits, reaching 14.1%.

But there is an expectation that as of July things improve a bit for the sector. Nothing exaggerated, of course. The performance has been weak (1.6%) in 2011 and the international scene seems even worse now. But why wait good news only from July? Historically, in the second half is that industrial activity gained breath, although this provision has moved slightly since the 2008 crisis. “But we are now in the sixth lower the Selic and the effects are still to be felt,” says economist Roger de Souza, the Institute for Studies in Industrial Development (IEDI).

Obviously, not all sectors should participate in the sharing of the cake you can make the industry grow 2% this year, as expected, the National Confederation of Industry (CNI). To try to find out who will hit the heart of the national manufacturing industry and who will be languishing, verified experts and industry analysts. Check out the following.

Measurements give only “survival” to the industry

Package announced by the government sectors to give survival benefit, but structural problems will continue to weigh on activity

“The measures are positive, because it relieves part of the productive sector, but are isolated and do not attack the root problem,” said Flavio Serrano, senior economist at BES Investment.

According to data released today by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), industrial production grew 1.3% between January and February, but still operates well below the 2011 level. Comparing only in February this year with the same period last year, a drop of 3.9%.

The high tax burden and infrastructure deficit are factors that take the competitiveness of Brazilian industry abroad. “Performance would be better if they made fiscal and tax reforms,” said Serrano.

For Sérgio Vale, chief economist at MB Associates, the measures are very specific and should have little ultimate impact for the sector. “It seems a desperate move by the government to help industrial production this year,” he says. “But it will not solve the problems of industry, or to competitiveness for the sector.”

He said the industry’s costs have risen sharply in recent years, which preclude the maintenance of a high rate of production in Brazil.

The international crisis also contributed to the weakness of the Brazilian industry. “Lack boost to the sector, which is explained largely by lower foreign demand for domestic products,” says Serrano.

For Rafael Bacciotti analyst Trends Consulting, “survival package will the sectors involved,” such as footwear, furniture, auto, shipbuilding and capital goods. “The measures should reduce labor costs and can improve the competitiveness of exporters. But it is too early to calculate the impact on industrial activity, “he says.

“From the standpoint of the industrial sector as a whole package is a shy,” said Gilberto Braga, a professor of economics and finance at Ibmec-RJ. Even companies in the sectors included in the payroll tax relief may not benefit from the measure, evaluates the teacher.

This is because the contribution tied to revenues could reach exceed the amount the company paid the INSS – this may be the case of technology companies, which manufacture products with high added value with a relatively small number of staff, said Braga.

The payroll tax relief announced today affects 15 industries, including auto, bus and air come into force in 90 days. The package provides a 20% reduction in the payment of sectors covered by the INSS, which in turn will contribute to the government to pay 1% to 2.5% of company revenues.

The package also provides increased resources from BNDES (National Bank of Economic and Social Development) and IPI reduction for automakers who make investments in research

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5 habilidades comuns entre pessoas inovadoras

Posted by HWBlog em 08/05/2012

No final do ano passado foi lançado o novo livro do professor Clayton Christensen, cujo nome é “The Innovator’s DNA”, onde ele apresenta um estudo colaborativo de oito anos no qual buscou-se descobrir as origens de negócios inovadores e muitas vezes disruptivos.

Foram entrevistados mais de uma centena de inventores de produtos e serviços inovadores , assim como fundadores e CEOs de empresas construídas sobre ideias de negócio inovadoras. Como resultado dessa pesquisa, foram identificadas 5 habilidades  que distinguiram empresários e executivos inovadores de gerentes comuns. Abaixo, relaciono as habilidades e meus comentários:

– Estabelecer conexões:

Identificar conexões entre campos de conhecimento diferentes e independentes para geração de novas ideias e resolução de problemas e questões empresariais.

É entender que diferentes culturas, domínios e disciplinas podem fluir para um ponto em comum.

É permitir que conceitos estabelecidos se esbarrem e se combinem, criando uma multiplicidade de ideias extraordinárias.

Descobertas revolucionárias ocorrem quando identificamos interseções entre campos independentes;

– Questionamento constante: Como prega a propaganda do canal Futura: “O que move o mundo para frente são as perguntas e não as respostas”. Inovadores estão sempre do lado de cá das perguntas. Estão sempre questionando o senso comum, afinal de contas, ideias disruptivas não nascem a partir de ideias medianas;

– Poder de observação:

Henry Ford uma vez afirmou: “Se eu tivesse perguntado aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam dito que queriam um cavalo mais veloz”.

Clientes só conseguem apresentar necessidades a partir daquilo que eles conseguem enxergar, baseado constantemente no referencial que eles já têm.

Inovadores enxergam necessidades não articuladas, conseguem enxergar as necessidades e comportamentos de seus clientes de forma conceitual, sem se prender a objetos;

– Networking:

Conheça pessoas diferentes e com perspectivas diferentes.

Tal atitude ajuda a potencializar a habilidade de conectar campos de conhecimento diferentes e independentes.

Lembre-se que para isso você precisará exercitar sua humildade e sua capacidade de escutar sem pré-conceitos;

– Experimentação:

Vale aqui a máxima do Google: “Erre o mais rápido possível”.

É criar um ambiente de experimentação onde os erros possam ser controlados e, principalmente, possam ser utilizados como instrumento pedagógico na busca por novas respostas.

Cada experimento gera uma nova resposta ou um novo comportamento do sistema que deve ser constantemente avaliado. É o método Dr. House aplicado na prática.

É importante ressaltar que essas são características identificadas de forma individual, mas que só funcionam quando sabemos explorar a coletividade de ideias e quando entendemos que empresas, na verdade, são redes sociais que se formam para atingir uma missão e visão de negócios definidos.

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, no qual conceitos que não parecem estar relacionados, na verdade estão.

Essa não é a primeira vez que vemos uma convergência desse tipo.

Na Renascença, Leonardo da Vinci foi o exemplar mais ilustre de quando artistas, cientistas e comerciantes entraram juntos na interseção e produziram uma das mais criativas explosões de arte, cultura e ciência da Europa.

O motor do progresso humano tem sido o encontro de ideias para criar novas ideias.

Essa é a diferença entre a inteligência coletiva e a burrice das multidões.

Clayton Christensen: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

5 innovative skills common among people

At the end of last year launched the new book by Professor Clayton Christensen, whose name is “The Innovator’s DNA,” where he presents a collaborative study of eight years in which we sought to discover the origins of innovative businesses and often disruptive.

We interviewed over one hundred inventors of innovative products and services, as well as founders and CEOs of companies built on innovative business ideas. As a result of this research, we identified five skills that distinguished entrepreneurs and executive managers of innovative common. Below, I list the skills and my comments:

– Establish connections:

Identify connections between different fields of knowledge and independent generation of new ideas and solving business problems and issues.

You understand that different cultures, domains and disciplines may flow to a common point.

It allow to come up against established concepts and combine, creating a multitude of extraordinary ideas.

Revolutionary discoveries happen when we identify intersections between independent fields;

– Constant questioning: How preaches propaganda channel future: “What moves the world forward are the questions and not answers.” Innovators are always on this side of the questions. They are always questioning the common sense, after all, disruptive ideas are not born from ideas medians;

– Power of Observation:

Henry Ford once said: “If I had asked my customers what they wanted, they would have said they wanted a faster horse.”

Clients can only submit needs from what they can see, based on constant reference that they already have.

Innovators see unarticulated needs, can see the needs and behaviors of their customers, conceptually, without being attached to objects;

– Networking:

Meet different people and different perspectives.

This attitude helps to boost the ability to connect different fields of knowledge and independent.

Remember that for this you need to exercise his humility and his ability to listen without preconceptions;

– Experimentation:

It is worth a maximum of Google: “Erre as soon as possible.”

You create an environment for experimentation where errors can be controlled and, especially, can be used as an educational tool in the search for new answers.

Each experiment generates a new response or a new system behavior which must be constantly evaluated. Dr. House is the method applied in practice.

Importantly, these features are identified individually, but that only work when we know the community to explore ideas and when we understand that companies are actually social networks that are formed to achieve a business vision and mission set.

We live in an increasingly connected world in which concepts that do not appear to be related actually are.

This is not the first time we see a convergence of this type.

In the Renaissance, Leonardo da Vinci was the most illustrious example of when artists, scientists and traders came together at the intersection and produced one of the most creative explosion of art, culture and science in Europe.

The engine of human progress has been the gathering of ideas to create new ideas.

That is the difference between collective intelligence and stupidity of crowds.

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Revolução Industrial 3.0

Posted by HWBlog em 07/05/2012

Há pouco mais de um ano, visitei uma fábrica inteiramente robotizada, sem operários, na Coreia do Sul. Dedicada à produção dos mais modernos displays e monitores de televisores, essa unidade fabril não emprega nenhum trabalhador na área de manufatura: conta apenas com uma dúzia de supervisores de qualidade e software.

Essa terceira revolução industrial, aliás, foi tema de magnífica reportagem de capa da revista britânica The Economist, há pouco mais de uma semana. Ao longo de 14 páginas, o jornalista Paul Markillie nos mostra com rara precisão o que são hoje as mais modernas indústrias manufatureiras.

Na fábrica de 2012, quase tudo é automatizado e digital, graças à convergência de poderosas tecnologias, de software inteligente, novos materiais, milhares de computadores, robôs habilidosos, impressoras 3D, processos de realidade virtual e até simuladores de voo. É claro que, vez ou outra, podemos encontrar, como espécies em extinção, máquinas e ferramentas típicas da segunda revolução industrial, como furadeiras, prensas, lixadeiras, tornos e fresas convencionais.

Para quem não tenha visitado fábricas modernas nos últimos anos, a visão de uma dessas indústrias do século 21 produz verdadeiro choque, em particular, nas áreas automotiva e aeronáutica. Reflitamos um pouco mais sobre esse cenário.

Informatização

Muitas fábricas modernas assemelham-se a laboratórios de informática, pois, como diz a revista, “a maioria dos operadores, homem e mulheres, senta-se diante de telas de computadores. Em lugar nenhum você encontrará um martelo”.

Um exemplo desse avanço são as impressoras 3D, máquinas que reproduzem peças de alta complexidade, apenas por deposição de material sobre um modelo virtual, controlado por computador. Como cidadão comum, contemplo, incrédulo, o trabalho dessas máquinas capazes de reproduzir, com precisão, peças, objetos ou réplicas de esculturas célebres.

A impressão 3D, entretanto, ainda está na infância e não serve para fabricar equipamentos mais complexos. Mas, com ela já se fazem, por exemplo, joias, sapatos e fones de ouvido, um a um, sob medida.

Novos paradigmas

Novas técnicas permitem que a indústria produza objetos minúsculos com muito maior precisão e segurança. A nanotecnologia começa a participar do dia a dia da produção dos dispositivos mais avançados. Como diz a revista inglesa, os novos materiais são mais leves, mais fortes e mais duráveis do que os antigos. A fibra de carbono está substituindo o aço e o alumínio numa gama de produtos que vai do avião às mountain bikes.

Ethevaldo Siqueira: Autor

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

3.0 Industrial Revolution

Just over a year, I visited a factory entirely robotic, without workers in South Korea Dedicated to the production of the most modern displays and monitors, televisions, this plant does not employ any workers in the manufacturing field, has only a dozen supervisors and quality software.

This third industrial revolution, incidentally, was the subject of magnificent cover story of the British magazine The Economist, a little over a week. Over 14 pages, journalist Paul Markillie shows with rare precision what are today the most modern manufacturing industries.

At the factory in 2012, almost everything is automated, digital, thanks to the convergence of powerful technologies, intelligent software, new materials, thousands of computers, robots skilled, 3D printers, processes, and even virtual reality flight simulators. Of course, occasionally, we can find, such as endangered species, machines and tools typical of the second industrial revolution, such as drills, presses, grinders, lathes and conventional cutters.

For those who have not visited modern factories in recent years, the vision of a 21st century these industries produce real shock, particularly in the automotive and aeronautics. Let us reflect a little more about this scenario.

Computerization

Many factories resemble modern computer labs, because, as the magazine says, “most operators, men and women, sitting in front of computer screens. Nowhere you will find a hammer. ”

An example of this progress are the 3D printers, machines that reproduce parts of high complexity, only by deposition of material on a virtual model, computer controlled. As a citizen, I look in disbelief, the work of these machines are able to reproduce accurately, parts, objects or replicas of famous sculptures.

The 3D printing, however, still in its infancy and is not intended to manufacture more complex equipment. But with it already being made, for example, jewelry, shoes and headphones, one by one size.

New paradigms

New techniques allow the industry to produce tiny objects with far greater accuracy and safety. Nanotechnology begins to participate in the daily production of more advanced devices. As the British magazine, new materials are lighter, stronger and more durable than the old. Carbon fiber is replacing steel and aluminum in a range of products ranging from airplane to mountain bikes.

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Porteiro do Puteiro: Uma lição para todos!

Posted by HWBlog em 04/05/2012

Não havia no povoado pior emprego do que ‘porteiro da zona’.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

Ao porteiro disse:

– A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

– Eu adoraria fazer isso, senhor, balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever.

– Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

– Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa.

– Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Dito isso, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?

Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…

– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

– Se é assim, está bem.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

– Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.

– Façamos um trato – disse o vizinho.

Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.

Voltou a montar na sua mula e viajou.

No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa.

– Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.

Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.

Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas do que as que já havia  vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele.

Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam os pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …

E após foram os pregos e os parafusos…

Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.

Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício.

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e disse:

– É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.

– A honra seria minha, disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.

– O Senhor? disse incrédulo o prefeito. O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:

– O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

– Isso eu posso responder, disse o homem com toda a calma: – Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO

Essa história é verídica, e refere-se a um grande industrial chamado… Valentin Tramontina, fundador das Indústrias Tramontina, que hoje tem 10 fábricas, 5.500 empregados, produz 24 milhões de unidades variadas por mês e exporta com marca própria para mais de 120 países – é a única empresa genuinamente brasileira nessa condição. A cidadezinha citada é Carlos Barbosa, e fica no interior do Rio Grande do Sul.

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem  ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água: ‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Porter’s brothel: A lesson for all!
There was the worst job in the town that “caretaker of the area ‘.
But what else could this man do?
The fact is that he had never learned to read or write, had no other activity or craft.
One day he came on as a manager of a whorehouse full of young ideas, and creative entrepreneur who has decided to modernize the facility.
Changed and called the staff to the new instructions.
The porter said:
– Starting today, you, and stay on the concierge, will prepare a weekly report which records the number of people coming in and your comments and complaints on services.
– I love to do it, sir, stammered – But I can not read or write.
– Ah! How I feel! But if so, can no longer continue working here.
– But you can not fire me, I worked it all my life, I can not do anything else.
– Look, I understand, but I can not do anything for you. Let us give you a good compensation and hopefully find something to do. I’m sorry and get lucky.
That said, he turned around and walked away. The porter felt as if the world collapsed. What to do?
He recalled that at a brothel, where a broken chair or table, he arranged with care and affection.
He thought that this could be a good occupation to get a job.
But just had some rusty nails and pliers poorly preserved.
Would use the compensation money to buy a complete toolbox.
As the village had no hardware store, should travel two days on a mule to go to the nearest town to make a purchase. And so he did.
On his return, a neighbor knocked on his door:
– I come to ask if you have a hammer I can borrow.
– Yes, I just buy it, but I need it to work, since …
– Well, but I will return tomorrow morning.
– If so, okay.
The next morning, as promised, the neighbor knocked on the door and said:
– Look, I still need the hammer. Why do not you sell it for me?
– No, I need it to work and besides, the nearest hardware store is a two-day journey by mule.
– Let’s make a deal – said the neighbor.
I’ll pay day round trip, plus the price of the hammer, since you are out of work right now. What do you think?
Indeed, it would give him work for two more days. He accepted.
He returned to riding on his mule and traveled.
On his return, another neighbor was waiting outside his house.
– Hello, neighbor. You sold a hammer to our friend.
I need some tools, I am willing to pay you your day trip, plus a small profit for you to buy them for me, because I do not have time to travel to shop.
What do you think?
The former doorman opened his toolbox and its neighbor chose a pair of pliers, a screwdriver, a hammer and a chisel. He paid and left. And our friend saved had heard the words: ‘I do not have time to travel to shop. ”
If this were true, many people might need him to travel to bring the tools.
On the next trip, he ventured a little more money, bringing more tools than those who had already sold.
In fact, it could save some time traveling.
Word began to spread through the village and many, wanting to save the trip, made orders.
Now, as a seller of tools, traveling once a week and had what they needed their customers.
Over time, rented a shed to store tools and some months later, he bought a shop window and a desk and turned the shed in the first hardware store in town. Everyone was happy and bought it.
Have not traveled, manufacturers sent him orders. He was a good customer. Over time, people from neighboring villages would prefer to buy in your hardware store, had to spend days on the road.
One day he remembered a friend who was a blacksmith, and turner and thought this would make the heads of the hammers.
And then, why not, screwdrivers, pliers, the chisels, etc …
And after were the nails and screws …
In a few years, he became, with his work in a rich and prosperous manufacturer of tools.
One day he decided to give the village a school.
In it, besides reading and writing, children learn a trade.
On the opening day of school, the mayor handed the city keys, hugged him and said:
– It is with great pride and gratitude that we ask you to grant us the honor of putting his signature on the first page of the book of minutes of this new school.
– The honor would be mine, said the man. It would be the thing that would give me pleasure, sign the book, but I can not read or write, I am illiterate.
– The Lord? the mayor said incredulously. You built an industrial empire unable to read or write? I’m stunned. I ask:
– What would have been if the Lord could read and write?
– That I can answer, the man said calmly: – If I could read and write … would still be the whorehouse THE DOOR
This story is true, and refers to a wealthy industrialist named … Valentin Tramontina, Industries founder Tramontina, which now has 10 factories, 5,500 employees, produces 24 million units per month and exports various private label to over 120 countries – is the only genuinely Brazilian company in this condition. The town is mentioned Carlos Barbosa, and lies within the Rio Grande do Sul
Usually the changes are seen as adversity.
Adversity can be blessings.
Crises are full of opportunities.
If someone lock the door, do not waste energy with confrontation, seek out the windows.
Remember the wisdom of water: ‘Water never argues with its obstacles, but the skirts’.
May your life be full of victories, no matter whether they are large or small, it is important to celebrate each one.

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Além do marketing e do proselitismo

Posted by HWBlog em 03/05/2012

O desafio de reverter as mudanças climáticas, proteger o ambiente, garantir a produção de alimentos e o fornecimento de energia para mover o mundo e a economia exige atitudes cada vez mais responsáveis das empresas de todos os setores. Assim, tem cada vez mais valor e reconhecimento as organizações que primam pela produção limpa, racionalização do uso de água e eletricidade, conscientização de seus recursos humanos para uma postura cidadã perante o Planeta e a sociedade e outras práticas inerentes ao conceito de sustentabilidade.

Considerada a importância desse comportamento corporativo, é lícito e justo que as empresas que se pautam por conduta política, social e ecologicamente correta incorporem suas ações nesse campo às suas estratégias de marketing e comunicação institucional. Trata-se de uma iniciativa útil para todos, inclusive no sentido de estimular a multiplicação de projetos sustentáveis. Por outro lado, é condenável fazer o discurso e investir em propaganda quando não se tem algo concreto. Retórica não despolui, não sequestra carbono da atmosfera e, o que é mais grave, não convence todos durante todo o tempo.

O recado ficou muito claro no pronunciamento do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante o recente “‘KPMG Summit: Business Perspective for Sustainable Growth”, evento realizado em Nova York (EUA). Na ocasião, o líder internacional estimulou o universo corporativo a abraçar o princípio da sustentabilidade, dizendo que, com a maioria dos ecossistemas em declínio, a profunda desigualdade social e as mudanças climáticas, a prosperidade e a estabilidade global estão em risco.

Observando que “a sustentabilidade precisa ser incorporada ao DNA da cultura dos negócios e investimentos”, Ban elogiou a adesão de quase sete mil empresas, em 140 países, ao Pacto Global, iniciativa das Nações Unidas para estimular práticas responsáveis. Porém, criticou o fato de muitas companhias limitarem seus esforços de sustentabilidade a programas que nunca decolam e/ou a meras estratégias de relações públicas.

A relevância do tema e o imperativo de ampliar o número de organizações efetivamente responsáveis ante o Planeta e o futuro conferem significado ímpar ao Fórum de Sustentabilidade Corporativa, que será realizado no âmbito da Rio+20, que acontece no próximo mês de junho, na capital fluminense. Será uma ótima oportunidade de as empresas engajarem-se de modo definitivo e mais pleno nos pressupostos contidos nos três pilares do importante evento da ONU: o econômico, o social e o ambiental.

Quanto mais o tema sair do plano dos discursos e se converter em ação prática de governos, empresas e cidadãos, melhores condições terá o mundo, não só em termos de qualidade de vida, mas também nas reversões das crises. Afinal, será cada vez mais difícil garantir o crescimento econômico em meio a um ambiente devastado, multidões de miseráveis e recursos naturais esgotados. Cabe a cada um de nós — pessoas físicas e jurídicas — fazer a sua parte para impedir tal amanhã. Constrói-se o futuro com poucas e sábias palavras e muita ação!

Pedro Melo: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

In addition to marketing and proselytizing
The challenge of reversing climate change, protect the environment, ensure food production and supply of energy to move the world economy and attitudes requires increasingly responsible companies from all sectors. Thus, it has more value and recognize organizations that strive for clean production, rational use of water and electricity, awareness of its human resources to a citizen attitude towards society and the planet and other practices inherent in the concept of sustainability.
Given the importance of corporate behavior, it is reasonable and fair that companies are governed by political behavior, social and eco-friendly incorporating their actions in this field to their marketing strategies and institutional communication. This is a useful initiative for everyone, including the effect of stimulating the proliferation of sustainable projects. On the other hand, it is wrong to make the speech and invest in advertising when you do not have anything concrete. Rhetoric does not despolui not sequester carbon from the atmosphere and, what is worse, does not convince everyone all the time.
The message was very clear in the statement of the Secretary-General Ban Ki-moon during the recent “‘KPMG Summit: Business Perspective for Sustainable Growth” event in New York (USA). On occasion, the international leader encouraged the corporate world to embrace the principle of sustainability, saying that with the majority of ecosystems in decline, the deep social inequality and climate change, global prosperity and stability are at risk.
Noting that “sustainability must be incorporated into the DNA of the culture of business and investment”, Ban praised the membership of almost seven thousand companies in 140 countries, the Global Compact, a United Nations initiative to encourage responsible practices. However, he criticized the fact that many companies limit their sustainability efforts to programs that never take off and / or mere public relations strategies.
The relevance of the issue and the need to increase the number of organizations actually responsible to the planet and the future give meaning to the unique Corporate Sustainability Forum to be held in the Rio +20, held next June in Rio de Janeiro. It will be a great opportunity for companies to engage in a definitive and fullest on the assumptions contained in the three pillars of UN major event: the economic, social and environmental.
The more the theme of the speeches out of the plane and turn into practical action by governments, companies and citizens will better the world, not only in terms of quality of life, but also in the reversal of the crisis. After all, it will be increasingly difficult to ensure economic growth amid a ravaged environment, crowds of miserable and depleted natural resources. Each one of us – individuals and corporations – do your part to prevent such tomorrow. It builds the future with a few wise words and lots of action!

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Qual o diferencial dos melhores

Posted by HWBlog em 03/05/2012

Para alcançar o sucesso, é importante observarmos pessoas e empresas que se destacam em suas áreas de atuação, saber o que elas fazem diferente das demais para alcançar resultados superiores.

Através de uma pesquisa realizada com pessoas e empresas que possuem características dos vencedores, percebemos que essas pessoas possuem três características que se destacam em sua maneira de agir:

1) A primeira característica é que são objetivas, simples e claras na sua comunicação. Isso é fundamental em negociações para chegar a acordos satisfatórios para todas as partes.

2) A segunda característica é que conhecem muito bem o sistema e os critérios com que trabalham. Devem ter bem claras quais são as metas e objetivos e as formas que serão usadas para que sejam alcançados.

3) E a terceira característica é que conhecem bem as características de seus clientes, possuem intimidade com eles a ponto de virarem seus confidentes.

Além de saber o que se deve fazer, é importante saber o que não se deve fazer:

1) A primeira atitude que não se deve ter é que chamamos de “ser cabeça fraca”, isso acontece com a pessoa que recebe uma orientação e entende como uma reclamação. É importante entender que orientações devem ser muito bem-vindas, pois ajudam a se manter no caminho.

2) A segunda atitude que não se deve ter é o que chamamos de “ser amarelão”, que acontece quando a pessoa de fato recebe uma crítica e se abala emocionalmente, levando para o lado pessoal. Críticas devem ser avaliadas, compreendidas e usadas para melhorar a forma de agir.

3) A terceira coisa que não faz parte das características dos vencedores é reclamar do método, é o que acontece com a pessoa que culpa o método por suas falhas. Os vencedores usam os recursos disponíveis a seu favor, sabendo contornar as dificuldades.

É importante também aos vencedores que tenham um posicionamento mental, um propósito claro. Além disso, devem perceber seu “mini max”, que é defender seus pontos fortes e esconder seus pontos fracos, pois o que pode acontecer é que, ao focar em seus pontos fracos, a pessoa deixe isso influenciar seus atos, diminuindo sua autoestima.

Já nas empresas vencedoras, observamos pelo menos três características:

1) A primeira delas é que seus colaboradores amam trabalhar na empresa, elas lutam por uma causa, a causa da empresa.

2) A segunda é que se preocupam com todos os momentos de conexão com os clientes, procurando sempre superar a expectativa. Podemos chamar isso de insatisfação com a satisfação do cliente.

3) A terceira característica é o controle dos custos, sempre buscando melhores resultados e, claro, conhecendo bem seu concorrente para saber explorar suas fraquezas.

Essas são algumas atitudes que devemos perceber em nossa rotina diária para avaliarmos o que devemos desenvolver para chegarmos ao ponto que queremos.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

What is the differential of the best
To achieve success, it is important to observe people and companies who excel in their fields, know what they do differently from others to achieve superior results.
Through a survey of individuals and companies that have characteristics of the winners, we realize that these people have three characteristics that stand out in their ways:
1) The first characteristic is that they are objective, simple and clear in your communication. This is critical in negotiations to reach agreements satisfactory to all parties.
2) The second feature that is very knowledgeable about the system and the criteria with which they work. They must have very clear what are the goals and objectives and forms that are used to being achieved.
3) The third feature is that you know well the characteristics of their customers, they have intimacy with the turning point of his confidants.
Besides knowing what to do, it is important to know what not to do:
1) The first thing you should not have is what we call “being weak head,” it happens to the person who receives an orientation and meant as a complaint. It is important to understand that guidelines should be very welcome as they help to keep them on track.
2) The second attitude that one should not have is what we call “being yellowing” that happens when the person actually receives a critical and emotionally shaken up, taking it personally. Reviews should be evaluated, understood and used to improve the way you act.
3) The third thing that is not part of the characteristics of the winners is the method claim, is what happens to the person who blames the method for their failures. The winners will use the resources available to them, knowing overcome the difficulties.
It is also important to the winners who have a mental position, a clear purpose. Furthermore, they should realize their “mini max”, which is to defend your strengths and hide your weaknesses, because that can happen is that by focusing on their weaknesses, the person let it influence his actions, lowering their self-esteem.
Have the winning companies, we observed at least three characteristics:
1) The first is that your employees love working at the company, they are fighting for a cause, the cause of the company.
2) The second is concerned with all the moments of connection with customers, trying to always exceed expectations. We may call this dissatisfaction with customer satisfaction.
3) The third feature is the control of costs, always looking for better results and, of course, knowing your competitor to know how to exploit their weaknesses.
These are some attitudes that we see in our daily routine to evaluate what we should develop to reach the point we want.

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Conhece o SojaBook? É a versão rural do Facebook

Posted by HWBlog em 03/05/2012

Numa era em que pipocam versões de redes sociais especializadas nisso nou naquilo, um argentino foi oirginal. Criou o SojaBook,, que, como o próprio nome denuncia, pega carona na maior rede social do mundo para estabelecer conexões entre interessados no mercado agrícola.

A versão rural do Facebook foi idealizada pelo administrador de empresas Mariano Torrubiano, 35. “Oi, eu tenho vontade de começar a criar frangos. Alguém poderia me dar alguns conselhos?”, pergunta um agricultor de 50 anos cadastrado no sistema. Este é o público que faz o negócio andar.

Segundo aponta mais de 10 mil pessoas acessam o SojaBook, dos quais 15% são brasileiros. A rede social existe há quatro meses, com versão em espanhol, e ganha divulgação no esquema “boca a boca”. Uruguaios, chilenos, colombianos e até chineses e indianos compõem o time.

“As pessoas se sentem muito à vontade porque são todos produtores, pessoas do campo que dividem ali [no site] as mesmas inquietudes, problemas e trocam soluções”, disse Torrubiano.

O argentino conta que a teve a ideia enquanto estava em uma feira agrícola em seu país. Ao ver um operador acessando o Facebook por meio de um notebook, pensou na necessidade de criar algo exclusivo sobre o tema. O administrador de empresas pensa em firmar seu negócio como a primeira rede social de agricultores da América do Sul.

Tende a ganhar dinheiro. Só no Brasil, a feira Agrishow, realizada em Ribeirão Preto, pretende movimentar R$ 2 bilhões este ano.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

SojaBook knows? It is the rural version of Facebook
In an era in which pop up versions of social networks specialized in what it nou, was an Argentine original.  SojaBook, created, which, as its name hints, piggybacks on the world’s largest social network to establish connections between stakeholders in the agricultural market.
The rural version of Facebook was conceived by businessman Mariano Torrubiano, 35. “Hi, I’ve been wanting to start keeping chickens. Could anyone give me some advice,” asks a farmer of 50 years registered in the system. This is the public doing business floor.
According points more than 10 000 people access the SojaBook, 15% of whom are Brazilian. The social network has existed for four months, with the Spanish version, and win the disclosure scheme “word of mouth.” Uruguayans, Chileans, Colombians and even Chinese and Indians make up the team.
“People feel very comfortable because they are all farmers, rural people who share there [the site] the same concerns, problems and exchange solutions,” said Torrubiano.
The fact that the Argentine had the idea while in an agricultural fair in your country. Seeing an operator accessing Facebook through a notebook, he thought the need to create something unique on the subject. The businessman thinks establish your business as the first social network of farmers in South America
Tends to make money. In Brazil alone, the fair Agrishow held in Ribeirao Preto, intends to move $ 2 billion this year.

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