PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Quem se salva e quem afunda na indústria este ano

Posted by HWBlog em 10/05/2012

Produção industrial já caiu 3% em 2012, mas expectativa é de melhora no segundo semestre. Confira quem ainda pode se recuperar e quem pode aguardar o pior

Sob todos os ângulos, 2012 não tem sido um ano fácil para a indústria brasileira. A palavra da vez usada para assustar o governo é desindustrialização. O índice de produção industrial do IBGE mostra uma redução de 3% nos três primeiros meses do ano, com 15 dos 27 ramos investigados apresentando queda. Quem desceu, foi com força. A produção de automóveis, por exemplo, baixou mais de 20%. Já quem subiu, foi mais contido: apenas a fabricação de equipamentos médico-hospitalares e ópticos ultrapassou dois dígitos, chegando a 14,1%.

Mas há a expectativa de que a partir de julho as coisas melhorem um pouco para o setor. Nada exagerado, claro. O desempenho já foi fraco (1,6 %) em 2011 e o cenário internacional parece ainda mais desfavorável agora. Mas porque esperar notícias boas somente a partir de julho? Historicamente, é no segundo semestre que a atividade industrial ganha fôlego, embora esse preceito tenha levemente abalado desde a crise de 2008. “Mas já estamos agora na sexta baixa da Selic e os efeitos ainda deverão ser sentidos”, afirma o economista Rogério de Souza, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

Obviamente, nem todos os setores devem participar da partilha do bolo que poderá fazer o setor crescer 2% este ano, como espera a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para tentar descobrir quem fará bater o coração da indústria de transformação nacional e quem ficará definhando, verificamos os especialistas e analistas do setor. Confira a seguir.

Medidas apenas dão “sobrevida” à indústria

Pacote anunciado pelo governo dá sobrevida aos setores beneficiados, mas problemas estruturais vão continuar a pesar sobre atividade

“As medidas são positivas, porque desoneram parte do setor produtivo, mas são pontuais e não atacam a raiz do problema”, diz Flávio Serrano, economista sênior do BES Investimento.

Segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial brasileira cresceu 1,3% entre janeiro e fevereiro, mas ainda opera bem abaixo do patamar de 2011. Comparando apenas fevereiro deste ano com o mesmo período do ano passado, houve queda de 3,9%.

A alta carga de impostos e infraestrutura deficitária são fatores que tiram a competitividade da indústria brasileira no exterior. “Avançaríamos muito mais se fossem feitas reformas fiscal e tributária”, afirma Serrano.

Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, as medidas são muito pontuais e devem ter impacto final pequeno para o setor. “Parece uma ação desesperada do governo para ajudar a produção industrial neste ano”, diz. “Mas não vai resolver os problemas da indústria, nem dar competitividade para o setor.”

Segundo ele, os custos da indústria têm subido muito nos últimos anos, o que prejudica a manutenção de um ritmo de produção elevado no Brasil.

A crise internacional também contribui para a fraqueza da indústria brasileira. “Falta impulso para o setor, o que se explica em boa medida pela menor demanda externa por produtos nacionais”, diz Serrano.

Para Rafael Bacciotti, analista da Tendências Consultoria, “o pacote dará sobrevida aos setores envolvidos”, como calçados, móveis, autopeças, naval e bens de capital. “As medidas devem reduzir o custo do trabalho e podem melhorar a competitividade dos exportadores. Mas ainda é cedo para calcular o impacto sobre a atividade industrial”, afirma.

“Do ponto de vista do setor industrial como um todo, é um pacote tímido”, afirma Gilberto Braga, professor de economia e finanças do Ibmec-RJ. Mesmo empresas dos setores incluídos na desoneração da folha de pagamento podem não se beneficiar da medida, avalia o professor.

Isso porque a contribuição atrelada ao faturamento pode chegar a superar o valor que a empresa pagava ao INSS – esse pode ser o caso de empresas de tecnologia, que fabricam produtos de alto valor agregado com um número relativamente pequeno de funcionários, diz Braga.

A desoneração da folha de pagamento anunciada hoje afeta 15 setores, entre eles autopeças, ônibus e aéreo e entrará em vigor em 90 dias. O pacote prevê a redução de 20% no pagamento de INSS pelos setores contemplados, que em contrapartida terão de pagar contribuição ao governo de 1% a 2,5% do faturamento da empresa.

O pacote também prevê aumento dos recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e redução de IPI para montadoras que fizerem investimentos em pesquisa.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Who is saved and who sinks in the industry this year

Industrial production has fallen 3% in 2012 but is expected to improve in the second half. Check out who can still recover and who can wait for the worst

From all angles, 2012 has not been an easy year for the Brazilian industry. The word once used to frighten the government’s industrialization. The industrial production index IBGE shows a reduction of 3% in the first three months of the year, with 15 of the 27 surveyed sectors showing decline. Who went down was hard. The production of automobiles, for example, lowered more than 20%. For those who went, was more restrained: only the manufacture of medical equipment and optical exceeded two digits, reaching 14.1%.

But there is an expectation that as of July things improve a bit for the sector. Nothing exaggerated, of course. The performance has been weak (1.6%) in 2011 and the international scene seems even worse now. But why wait good news only from July? Historically, in the second half is that industrial activity gained breath, although this provision has moved slightly since the 2008 crisis. “But we are now in the sixth lower the Selic and the effects are still to be felt,” says economist Roger de Souza, the Institute for Studies in Industrial Development (IEDI).

Obviously, not all sectors should participate in the sharing of the cake you can make the industry grow 2% this year, as expected, the National Confederation of Industry (CNI). To try to find out who will hit the heart of the national manufacturing industry and who will be languishing, verified experts and industry analysts. Check out the following.

Measurements give only “survival” to the industry

Package announced by the government sectors to give survival benefit, but structural problems will continue to weigh on activity

“The measures are positive, because it relieves part of the productive sector, but are isolated and do not attack the root problem,” said Flavio Serrano, senior economist at BES Investment.

According to data released today by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), industrial production grew 1.3% between January and February, but still operates well below the 2011 level. Comparing only in February this year with the same period last year, a drop of 3.9%.

The high tax burden and infrastructure deficit are factors that take the competitiveness of Brazilian industry abroad. “Performance would be better if they made fiscal and tax reforms,” said Serrano.

For Sérgio Vale, chief economist at MB Associates, the measures are very specific and should have little ultimate impact for the sector. “It seems a desperate move by the government to help industrial production this year,” he says. “But it will not solve the problems of industry, or to competitiveness for the sector.”

He said the industry’s costs have risen sharply in recent years, which preclude the maintenance of a high rate of production in Brazil.

The international crisis also contributed to the weakness of the Brazilian industry. “Lack boost to the sector, which is explained largely by lower foreign demand for domestic products,” says Serrano.

For Rafael Bacciotti analyst Trends Consulting, “survival package will the sectors involved,” such as footwear, furniture, auto, shipbuilding and capital goods. “The measures should reduce labor costs and can improve the competitiveness of exporters. But it is too early to calculate the impact on industrial activity, “he says.

“From the standpoint of the industrial sector as a whole package is a shy,” said Gilberto Braga, a professor of economics and finance at Ibmec-RJ. Even companies in the sectors included in the payroll tax relief may not benefit from the measure, evaluates the teacher.

This is because the contribution tied to revenues could reach exceed the amount the company paid the INSS – this may be the case of technology companies, which manufacture products with high added value with a relatively small number of staff, said Braga.

The payroll tax relief announced today affects 15 industries, including auto, bus and air come into force in 90 days. The package provides a 20% reduction in the payment of sectors covered by the INSS, which in turn will contribute to the government to pay 1% to 2.5% of company revenues.

The package also provides increased resources from BNDES (National Bank of Economic and Social Development) and IPI reduction for automakers who make investments in research

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