PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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4 passos eficazes para apoiar a sua equipe

Posted by HWBlog em 26/04/2012

A condição de gestor  requer mais do que emitir orientações.  Dentro de uma empresa, um gestor deve conduzir sua equipe de forma a apoiá-la para conseguir resultados coletivos e individuais. Isto já foi falado.

Mas, o que não fica claro e confunde muitos gerentes na hora “H” é: como apoiar na prática? Um aperto de mão basta? Um voto de boa sorte? Um tapinha nas costas? É óbvio que não.

Embora um aperto de mãos sincero seja importante e faça toda a diferença, apoiar é prestar auxílio, é ajudar. Trata-se de uma etapa efetiva no processo de fortalecimento de uma relação e, por isso, é crucial que seja feita com inteligência e definição. Darei aqui quatro dicas simples que, pelas vezes que já as vi funcionar, deixam-me encorajado a compartilhá-las.

1 – Você sabe exatamente o que deve fazer?

2 – O que espera alcançar?

3 – Quais problemas você calcula que irá enfrentar?

4 – O que eu posso fazer para lhe ajudar?

Perguntas que ajudam o gestor a apoiar o colaborador de sua equipe

Estas quatro questões profundas e abertas permitem a você manter um diálogo conciso, prático e de valor. Suponha que você seja gestor de vendas de uma indústria e, neste momento, está frente a um supervisor regional que sairá em visita a um grupo de representantes. O apoio de que ele necessita pode começar por uma pergunta: “Está claro pra você o que fará nesta viagem?” Avalie e ajude-o a encontrar a verdadeira missão a ser cumprida na ação que ele irá desempenhar.

Em seguida, pergunte: “O que você espera alcançar?”. Leve em conta, agora, a visão particular que ele tem da área em si, dos clientes e dos representantes. Por esta questão você avalia “se ele está” e “quanto está” engajado nos objetivos da viagem.

Em terceiro lugar, firme a sua posição de gestor e faça uma nova pergunta a ele: “Quais problemas você calcula que irá enfrentar nesta visita?” Deixe-o falar livremente e enumerar os possíveis obstáculos. Trate dos que forem reais. Elimine os que forem imaginários, mas não sem antes escutar tudo o que o seu supervisor vê.

Finalmente, é chegada a hora de você colocar-se na sua real condição de líder. Pergunte: “O que eu posso fazer para lhe ajudar?”. Ouça bem, e auxilie naquilo que for necessidade real.

O QUE FAZER APÓS DAR APOIO?

Muito bem, posso garantir que os 4 Passos realmente funcionam. Entretanto, uma ressalva muito importante precisa ser feita, oferecer apoio não significa desempenhar o trabalho que compete ao seu colaborador. Preste atenção e tome cuidado com isto. Você jamais deve fazer pelo funcionário o que somente ele tem de fazer. É ponto definitivo. Apoiar é sinônimo de ajudar, disponibilizar recursos extras para fortalecer uma determinada ação em que ele pode vir a ter dificuldade. Não significa livrá-lo de enfrentar as dificuldades que só a ele cabem superar.

Vamos seguir adiante.  O colaborador já executou a tarefa sobre a qual você o apoiou. O que fazer agora, quando ele retorna com os resultados? É hora de avaliação. Verifique se ele conseguiu os resultados que planejava alcançar. Se sim, mensure, ou seja, saiba objetivamente que sucesso foi este. Se não, calcule – também objetivamente – quanto ficou distante do alvo calculado.

Em seguida, averigue se os problemas que ele imaginava encontrar  realmente surgiram. Novamente: avalie  o acerto ou erro de sua previsão. Por fim, mensure quanto o seu apoio foi efetivo em ajudá-lo.

Antes de dar apoio:

1 – Você sabe exatamente o que deve fazer?

Após dar apoio:

1 – Seu funcionário de fato o que deveria fazer?

Antes de dar apoio:

2 – O que espera alcançar?

Após dar apoio:

2 – Conseguiu resultados? Quais? Quantos?

Antes de dar apoio:

3 – Quais problemas você calcula que irá enfrentar?

Após dar apoio:

3 – Os problemas que ele calculava, se confirmaram?

Antes de dar apoio:

4 – O que eu posso fazer para lhe ajudar?

Após dar apoio:

4 – O apoio que você deu funcionou?

Estas avaliações são fundamentais para você saber quanto o seu colaborador está conseguindo planejar e pôr em prática as ações. Se, as visões que ele tem, correspondem com frequência ao que estabelece, cabe a você reconhecer seu sucesso e garantir que ele progrida  em sua carreira.

Caso você constate ser ele um míope, treine-o, desenvolva-o e verifique se sua visão evolui. Caso nada mude, mude-o, isto é, substitua-o. Não gaste energia demais com quem não responde a estímulos positivos de treinamento e desenvolvimento humano. Ele não é seu filho para que você o suporte pelo resto da vida. Há outros profissionais no mercado em quem vale  investir para se conseguir uma equipe de campeões.

Acostume-se a dar apoio, e em breve, você terá uma fila de pessoas querendo trabalhar com você.

Haroldo Wittitz: Author, Editor and Publisher

4 effective steps to support your team
The condition of manager requires more than issuing guidelines. Within a company, a manager must lead his team in order to support her to achieve individual and collective results. This has been spoken. But what is unclear and confusing when many managers “H” is: how to support the practice? A handshake enough? A vote for good luck? A pat on the back? Obviously not. Although a sincere handshake is important and makes all the difference, is to help support, is helping. This is a step in the process of effective strength of relationship and, therefore, it is crucial that is made with intelligence and definition. Here are four simple tips will give you, the times we have seen them work, let me encouraged to share them.
1 – You know exactly what to do?
2 – What do you hope to achieve?
3 – What issues do you calculate that you will face?
4 – What can I do to help?
Questions that help the manager to support the developer on your team These four issues deep and allow you to maintain open dialogue concise, practical and value. Suppose you are a sales manager in industry and at present is facing a regional supervisor who will come out to visit a group of representatives. The support he needs can begin with a question: “It is clear to you what will make this trip?” Try and help him find the true mission to be fulfilled in the action he will play. Then ask: “What do you expect?”. Consider now the particular view he has of the area itself, customers and representatives. Why do you evaluate this issue “if it is” and “as is” engaged in the goals of the trip. Thirdly, firm to its position of manager and ask a new question to him: “What problems do you calculate that you will face this visit?” Let him talk freely and to enumerate the possible obstacles. Treat those who are real. Eliminate those that are imaginary, but not before listening to everything you see your supervisor. Finally, it is time you put on the real condition of their leader. Ask: “What can I do to help?”. Listen well, and help in what is real need. WHAT TO DO AFTER GIVING SUPPORT? Well, I can guarantee that the 4 Steps actually work. However, one very important caveat needs to be done to offer support does not mean they perform the work belongs to its developer. Pay attention and be careful with this. You should never do for the employee that he alone must do. It is definite point. Support is synonymous to help provide extra resources to strengthen a particular action he might have difficulty. It does not mean free him to face the difficulties that only he can fit through. Let’s move on. The employee has performed the task on which you supported. What to do now, when he returns with the results? It’s time for evaluation. Make sure he got the results he planned to achieve. If so, measure, or know objectively how successful this was. If not, calculate – also objectively – as far from the target was calculated. Then inquire whether he thought the problems actually finding emerged. Again, evaluate the rightness or wrongness of his prediction. Finally, measure how much your support has been effective in helping you.
Before support: 1 – You know exactly what to do?
After support:
1 – The employee is in fact what I should do?
Before support:
2 – What do you hope to achieve?
After support:
2 – Did you get results? What? How many?
Before support:
3 – What issues do you calculate that you will face?
After support:
3 – The problems he figured, if confirmed?
Before support:
4 – What can I do to help?
After support:
4 – The support you gave worked?
These evaluations are critical for you to know how much your employee is able to plan and implement actions. If the visions that he has often correspond to the laying up to you to recognize your success and ensure that it progresses in his career. If you discover him to be a shortsighted, train, develop it and make sure your vision evolves. If nothing changes, change it, that is, replace it. Do not spend too much energy who does not respond to positive stimuli for training and human development. He is not your child so you support for life. There are other people on the market worth investing in whom to achieve a team of champions. Get used to support, and soon you will have a queue of people wanting to work with you.

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Anonymous: ativistas em fúria

Posted by HWBlog em 26/04/2012

Desde 2008, o grupo Anonymous é associado ao hacktivismo colaborativo internacional, realizando protestos e ações para promover a Internet livre, não regulamentada, a ausência de hierarquia e o anonimato. É um movimento pós-moderno e descentralizado cujo território é composto por endereços virtuais e que realiza, à sua maneira, o desejo inconfesso de muitos cidadãos: abrir a cortina de sociedades que só protegem interesses do poder.

Este movimento também conta com pessoas sem competência técnica que o fazem crescer. De acordo com Gregg Housh, basta que o indivíduo envie um e-mail anônimo, escrito: “eu consinto que usem meu computador” e alguém do grupo se conecta ao computador dele, liga-o ao de outros que também consentiram, e usa esta força coletiva para protestos e ataques de negação de serviço (DDoS). Além disso, mesmo sem consentimento, essas redes zumbis podem ser criadas quando usuários acessam links com códigos maliciosos. A partir daí, o grupo passa a controlar remotamente essas máquinas.

O Anonymous funciona da mesma forma que um bando de pássaros migrantes, que viaja na mesma direção e com o mesmo objetivo. Quem já assistiu “os Pássaros” de Hitchcock, tem noção do terrorismo que tais grupos de pássaros (ou de ativistas) furiosos podem deflagrar, ao atacar em número cada vez maior e com mais violência.

Então, como garantir a segurança virtual da empresa e evitar possíveis ataques? É possível tomar certas precauções para minimizar ou conter tais invasões, que podem ser bem sucedidas e causar danos.

O que temos visto nas ações do Anonymous são grandes ataques DDoS, com o objetivo de tirar do ar, por sobrecarga, os sites alvo. Neste cenário, que prevê iminente evolução de ataques, a área de TI das empresas brasileiras deve mostrar à alta administração, a necessidade de investimentos em segurança da informação e quais benefícios estes podem oferecer.

Contudo, vale lembrar que a segurança procura reduzir os riscos a níveis toleráveis, não sendo possível eliminá-los completamente.  As lições que ficam para o mercado brasileiro, neste caso, são simples. Em parceria com as principais operadoras de Telecom, deve-se monitorar de perto o tráfego de dados e ativar soluções de segurança como “black holes”, para filtrar os ataques em suas principais origens. Esses ataques são distribuídos, mas sempre há origens de tráfego mais intenso, que pode ser filtrado na operadora, minimizando o impacto da invasão.

Em segundo lugar, as instituições devem optar por sistemas de prevenção de intrusos (IPS) de grande capacidade, de modo a conseguir mapear, na entrada de suas redes, o máximo possível de acesso indesejado. Feito isso, por fim, deve-se ativar o máximo da capacidade de servidores extras, de modo a prevenir eventuais sobrecargas provocadas pelos ataques DDOS.

Por sua capacidade e inovadora forma de atuar, nem mesmo o melhor aparato do mundo poderia manter um site ou serviço completamente seguro e livre de ataques do grupo Anonymous. O Brasil ao se tornar a sexta maior economia mundial, pode voltar a ser alvo do movimento. E embora a lembrança de ataques imaginários de pássaros em fúria, como os de Hitchcock – associada a ataques bem reais de ativistas em fúria, como os do Anonymous – possa nos tirar o sono, o aprendizado do mercado, oriundo da experiência de ataques vivenciada no país, já é um começo.

Paulo Sergio Pagliusi: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Anonymous: activists on the rampage
Since 2008, the group Anonymous is associated with international collaborative hacktivism, conducting protests and actions to promote the Internet free, unregulated, lack of hierarchy and anonymity. It is a postmodern movement and decentralized whose territory consists of virtual addresses and performs in its own way, the unspoken desire of many citizens, open the curtain of companies that only protect the interests of power.
This movement also includes people without technical skills that make you grow. According to Gregg Housh, just that the individual send anonymous e-mail, writing: “I consent to use my computer” and someone in the group connects to his computer, connects it to others who also consented, and uses this collective strength to protest and denial of service (DDoS). Moreover, even without consent, these botnets can be created when users access links to malicious code. From there, the group starts to remotely control these machines.
The Anonymous works the same way as a flock of migratory birds, traveling in the same direction and with the same goal. Anyone who has watched “The Birds” Hitchcock’s notion of terrorism is that these groups of birds (or activists) may trigger angry at the attack in increasing numbers and with more violence.
So, how to secure virtual company and avoid possible attacks? You can take certain precautions to minimize or contain these invasions, which can be successful and cause damage.
What we have seen in the actions of Anonymous DDoS attacks are large, in order to draw in air, by overloading the target sites. In this scenario, which predicts the evolution of imminent attacks, the IT department of the Brazilian companies must demonstrate to senior management, the need for investment in information security and what benefits they can offer.
However, remember that seeks to reduce security risks to acceptable levels, it is not possible to eliminate them completely. The lessons are for the Brazilian market, in this case are simple. In partnership with leading telecom operators, should closely monitor data traffic and enable security solutions such as “black holes”, to filter out attacks on its origins. These attacks are distributed, but there are always sources of increased traffic, which can be filtered in the operator, minimizing the impact of the invasion.
Second, institutions should opt for intrusion prevention systems (IPS) large capacity, so as to be able to map at the entrance of their networks, as much as possible from unwanted access. This done, finally, due to enable maximum capacity extra servers in order to prevent any overload caused by DDOS.
Because of its ability and innovative way of acting, even the best apparatus in the world could keep a site or service completely safe and free from attacks of the group Anonymous. The Brazil to become the sixth largest economy, may again become the target of the movement. And although the memory of imaginary attacks of birds in a rage, like Hitchcock – linked to very real attacks from activists on the rampage, as the Anonymous – can get us out of sleep, learning the market, arising from the experience of attacks experienced in country, it’s a start.

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