PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    abril 2012
    D S T Q Q S S
    « mar   maio »
    1234567
    891011121314
    15161718192021
    22232425262728
    2930  

Archive for 25 de abril de 2012

Nenhum líder é formado em salas de aula

Posted by HWBlog em 25/04/2012

Ensino de técnicas de gestão dissociado da experiência de trabalho produziu uma geração de administradores ruins

Quem nos colocou nessa situação? Os responsáveis pela crise financeira não são somente economistas irresponsáveis e credores gananciosos. Os líderes também tiveram o seu papel, afastando-se da administração de suas companhias e dos seus eventos do dia-a-dia. E por trás disso está um processo educacional que encoraja esse comportamento.

Como eu explico detalhadamente no meu livro, Managers not MBAs (MBA? Não, obrigado!, no Brasil), o MBA é uma educação mais refinada – mas sobre funções de finanças, não no exercício de administração. Essa é uma prática que deve ser aprendida no ambiente de trabalho: nenhum gestor, muito menos líder, foi formado em uma sala de aula. Na verdade, programas de MBA que dizem fazê-lo deixam a impressão de que os seus graduados podem administrar em qualquer contexto profissional. Isso é uma falácia e um perigo.

Então qual é o objetivo da educação de administração? Resumindo, ela deve mesclar-se ao desenvolvimento organizacional e de gestão. Para começo de história, precisa ser restrita àqueles que já exercem funções de gestão no ambiente de trabalho. Em vez de retirá-los para a sala de aula, eles deveriam permanecer em suas posições, alternando entre discussões no curso e aplicações práticas. Dessa forma, intercalando o aprendizado com a ação, essa educação pode conectar-se mais eficientemente à experiência de trabalho.

É fácil falar, mas como fazer? Estivemos trabalhando há 15 anos em um conjunto de programas incomuns, criados com a ideia de que gestores aprendem melhor recuando um passo das pressões do seu trabalho para refletir sobre as suas experiências. No programa International Masters in Practicing Management, que está funcionando desde 1996, os gestores participantes sentam-se em mesas redondas de uma sala de aula comum para que possam refletir sobre as suas experiências e partilhar insights entre si. Tudo que nós educadores ensinamos é carregado para essas mesas e conectado ao contexto.

Esta se provou uma forma poderosa de aprendizado. O nosso desafio, contudo, vem sendo carregá-la para o ambiente de trabalho onde ela pode ter um impacto real. Ultimamente, nós utilizamos duas maneiras criativas de alcançar esse objetivo: uma que agrega o aprendizado da sala de aula ao lugar de trabalho e uma que traz o aprendizado diretamente ao local de trabalho. Nós acreditamos que essas duas ideias podem formar uma revolução no desenvolvimento de gestão e educação.

Duas soluções

Nunca mande uma pessoa alterada para uma organização inalterada. Todos nós já ouvimos isso, e mesmo assim é o que fazemos. Nos programas, nós podemos encorajar os gestores a utilizar o seu aprendizado, seja transmitindo-o a seus colegas de trabalho ou usando o que eles aprenderam para transformar as suas organizações. Muitos gestores fazem ambos, mas dificilmente de uma forma suficientemente coordenada e metódica.

O problema é que o grupo de alunos na sala de aula se divide depois em gestores sozinhos em seu ambiente de trabalho. Nós discutimos o assunto em um workshop com representantes de duas das companhias envolvidas com o IMPM desde a sua criação, Lufthansa e Rio Tinto, e chegamos a uma intrigante solução: reforçar cada gestor na sala de aula com um “time de impacto” em sua empresa composto de subordinados diretos ou colegas de mesmo nível. Essas pessoas participam efetivamente do programa, mas virtualmente: um aluno efetivo alavanca cinco outros em seu trabalho. Juntos, eles podem tornar-se um time entusiasmado para implementar mudanças.

A segunda ideia, trazer o aprendizado ao lugar de trabalho, veio de um gerente familiar com o nosso programa IMPM. Ele sentiu a necessidade de desenvolver os seus próprios gerentes, mas não tinha orçamento para mandá-los todos a algum programa. Então sugeriu que nós trouxéssemos esse tipo de aprendizado ao seu lugar de trabalho: periodicamente reunir os seus gerentes ao redor de uma mesa para que possam refletir sobre as suas experiências e partilhar as suas preocupações e insights. Ele fez exatamente isso, de maneira informal em almoços a cada semana, usando parte do material do IMPM para iniciar as discussões.

Essa ação foi tão bem-sucedida, tanto promovendo mudanças no ambiente de trabalho quanto desenvolvendo os gerentes, que continuou por dois anos. Essa experiência nos levou a incorporar a ideia inteira na forma do CoachingOurselves.com, permitindo assim que outros grupos de gerentes façam o mesmo. Hoje, as companhias se juntam ao programa, formam pequenos times de gestores e fazem o download de materiais sobre vários tópicos de gestão (por exemplo, Desenvolvendo a Nossa Organização como uma Comunidade, Reconhecendo a Gestão Média) para aperfeiçoamento pessoal e organizacional. Algumas companhias estão usando o Coaching Ourselves para trazer mudanças verdadeiramente efetivas em seus negócios.

Essas são duas ideias simples: ligar o aprendizado na sala de aula ao ambiente de trabalho e trazer o aprendizado em si para esse ambiente. Em ambos os casos, os gerentes usam o conhecimento adquirido para implementar mudanças. Mas a grande diferença da educação de gestão convencional é o fortalecimento da ligação entre os gestores e as suas organizações. E essa pode ser uma boa forma de ajudar a prevenir outra confusão administrativa.

Henry Mintzberg: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

No leader is trained in classroom
Teaching management skills coupled work experience produced a generation of bad managers
Who put us in this situation? Those responsible for financial crisis economists are not only irresponsible and greedy lenders. The leaders also played a role, away from the administration of their companies and events of their day-to-day. And behind it is an educational process that encourages this behavior.
As I explain in detail in my book, Managers not MBAs (MBA? No thanks, Brazil), the MBA education is a more refined – but about functions of finance, not in the exercise of directors. This is a practice that should be learned in the workplace: no manager, let alone leader, was formed in a classroom. In fact, MBA programs that say you do leave the impression that its graduates can use in any professional context. This is a fallacy and a danger.
So what is the purpose of management education? In short, it must merge to the organizational development and management. For crying out loud, to be restricted to those who already hold positions of management in the workplace. Instead of removing them to the classroom, they should remain in their positions, alternating between discussions in the course and practical applications. Thus, interspersed with action learning, such education can connect more effectively to the work experience.
Easy to say, but how? We’ve been working 15 years ago in an unusual set of programs created with the idea that managers learn best by stepping back from the pressures of their work to reflect on their experiences. In the program International Masters in Practicing Management, which has been operational since 1996, managers participants sit at round tables for an ordinary classroom so they can reflect on their experiences and share insights with each other. Everything we teach educators for these tables is loaded and connected to the context.
This proved a powerful way of learning. Our challenge, however, has been carrying it to the desktop where it can have a real impact. Lately, we use two creative ways to achieve this goal: one that combines learning in the classroom to the workplace and one that brings learning directly to the workplace. We believe these two ideas can form a revolution in management development and education.
Two solutions
Never send a person to change an organization unchanged. We’ve all heard this, and yet is what we do. In programs, we can encourage managers to use their learning, either streaming it to your coworkers or using what they have learned to transform their organizations. Many managers do both, but hardly in a sufficiently coordinated and methodical.
The problem is that the group of students in the classroom is divided then managers alone in their work environment. We discussed the issue in a workshop with representatives of two companies involved with the IMPM since its inception, Lufthansa and Rio Tinto, and arrived at an intriguing solution: enhance each manager in the classroom with a “time impact” on its company composed of subordinates or colleagues peer. These people participate effectively in the program, but virtually: an effective lever five other students in their work. Together, they can become an enthusiastic team to implement changes.
The second idea, to bring learning to the workplace, came from a manager familiar with our program IMPM. He felt the need to develop their own managers, but had no budget to send them all to a program. So we suggested that we bring this kind of learning to their workplace, their managers regularly meet around a table so they can reflect on their experiences and share their concerns and insights. He did just that, so informal lunches each week, using some of the material of the IMPM to start discussions.
This action was so successful, both by promoting changes in the workplace and developing managers, which continued for two years. This experience has led us to incorporate in the form of whole view CoachingOurselves.com, thus allowing other management groups do the same. Today, companies join the program, form small teams of managers and they download the materials on various management topics (eg, Developing Our Organisation as a Community, Recognizing Middle Management) to improve personal and organizational. Some companies are using Coaching Ourselves to bring truly effective changes in their business.
These are two simple ideas: connect learning in the classroom to the workplace and bring the learning itself to this environment. In both cases, managers use the knowledge gained to implement changes. But the big difference from conventional management education is to strengthen the link between managers and their organizations. And this may be a good way to help prevent another administrative confusion

Anúncios

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Lançado sistema para marcação de exames via web

Posted by HWBlog em 25/04/2012

O go2Doc, plataforma de agendamento on-line de consultas com profissionais de saúde, anunciou o início de suas atividades na cidade de São Paulo. Com investimentos da Valor Capital Group e do empresário Florian Otto, o site oferece o maior número de profissionais cadastrados, além de parcerias no mercado de saúde, a exemplo do Grupo Saúde Bandeirantes, que já disponibiliza a agenda do corpo médico dos hospitais LeForte e Bandeirantes na plataforma.
O sistema permite que pacientes pesquisem, selecionem e agendem consultas com profissionais de saúde diretamente via web. O usuário tem acesso a uma agenda virtual do profissional e pode selecionar os horários que estão disponíveis. “Esse é um processo prático, que otimiza o tempo e facilita a vida do paciente, que pode marcar a consulta sem necessidade de um intermediador, e do profissional, que tem no go2Doc uma solução para conquistar novos pacientes e otimizar sua agenda”, conta Daniela Bouissou, médica e sócio-fundadora do go2Doc.
O go2Doc oferece uma ferramenta de pesquisa por região através de um sistema de mapeamento geográfico, ou seja, o usuário tem acesso às opções mais próximas do local informado. O site também disponibiliza um espaço para recomendações, como acontece em outras plataformas colaborativas, o que garante maior segurança na escolha do profissional de saúde.
“Cada vez mais, as pessoas buscam por soluções práticas que visam facilitar a rotina corrida do dia a dia. A presença maciça de empresas pontocom no mercado brasileiro estimula o empreendedorismo, a criatividade e o desenvolvimento de novas tecnologias no País. Este movimento é favorável para o nosso mercado-alvo”, explica a empresária.
A empresa começa operando em São Paulo, mas a ferramenta já está disponível para profissionais de saúde e usuários de todo Brasil e a expectativa é de que os serviços passem a ser oferecidos nas dez principais cidades brasileiras em menos de 18 meses.

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Launched system for marking exams via web
go2Doc, platform, online scheduling consultations with health professionals, announced the beginning of its activities in Sao Paulo. With investments of Value Capital Group and businessman Florian Otto, the site offers the largest number of registered professionals, and partnerships in the healthcare market, such as the Girl Scouts Group Health, which already provides the agenda of the medical staff of hospitals and Bandeirantes LeForte the platform.
The system allows patients to search, select and schedule appointments with health professionals directly via the web. The user has access to a virtual professional agenda and can select the times that are available. “This is a practical process that optimizes the time and facilitates the patient’s life, which can make an appointment without an intermediary, and professional, which has the go2Doc a solution to attract new patients and optimize their agenda,” says Daniela Bouissou, medical and socio-founder of go2Doc.
The go2Doc offers a search by region through a geographic mapping system, ie the user has access to options closest to the location you specified. The site also provides a space for recommendations, as in other collaborative platforms, which ensures greater safety in the choice of health professional.
“Increasingly, people search for practical solutions aimed at facilitating the routine run of the day to day. The massive presence of dot-coms in the Brazilian market encourages entrepreneurship, creativity and development of new technologies in the country This movement is favorable to our target market, “explained the businesswoman.
The company began operating in São Paulo, but the tool is now available for health professionals and users from all over Brazil and it is expected that the service will be offered in ten major cities in Brazil in less than 18 months.

Posted in Internet | Leave a Comment »