PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O HTML5 vai destronar o Flash?

Posted by HWBlog em 16/04/2012

Não há dúvidas que o HTML5 é uma estrela em ascensão. Porém, há um certo exagero em afirmar que o Flash deva ser substituído definitivamente. A ideia pode parecer interessante, mas sua infraestrutura ainda apresenta algumas deficiências, especialmente para a publicidade digital. Os anunciantes também precisar tomam cuidado ao escolher o melhor tipo de mídia para servir as campanhas.

O aumento da quantidade de dispositivos que não suportam Flash pressionam as agências a desenvolverem peças publicitárias com HTML5, evitando assim a criação de múltiplas versões para cada usuário de tablet. Com as diferenças referentes ao tamanho da tela e à entrega de anúncios, o smartphone não passa de um sinal de alerta. Mas no caso dos tablets, existe a oportunidade real em compartilhar os recursos com a versão do anúncio desenvolvida para computadores e laptops.

Sentindo essa pressão, assim como já acontece com o Safari, a Microsoft baniu os plug-ins do Metro, a versão para tablet do IE10, que será incluída no Windows 8. Com a Microsoft e a Apple rejeitando o Flash (e todos os plug-ins em navegadores) em seus futuros sistemas operacionais, fica claro o motivo pelo qual as agências apostam no HTML5.

Se você acredita que o avanço dos tablets e a evolução dos Sistemas Operacionais vão abalar as estruturas da existência do Flash, então, a ascenção do HTML5 torna-se inevitável. Porém, é melhor considerar o que podemos estar perdendo quando os anunciantes buscam maneiras de otimizarem a experiência dos consumidores com marcas.

Enquanto a “caixa-preta” do Flash e os plug-ins de navegadores recebem críticas dos entusiastas pela padronização da internet, há muitas características fortes que ainda devem ser replicadas para o HTML5. O conteúdo em Flash, por exemplo, é aceito por diversos navegadores e podem, inclusive, ser carregados dentro de outros conteúdos em Flash, como players de vídeo em Flash. Embedado na página, o conteúdo do plug-in não interage com o conteúdo externo. O conteúdo fechado dos plug-ins torna o conteúdo visualmente consistente onde quer que seja exibido. O conteúdo do HTML5, por sua vez, está sujeito às diferenças de layout de plataformas e navegadores.

Para o autor, o design do Flash e as ferramentas de desenvolvimentos já estão bem amadurecidas e repletas de funcionalidades. Além do Flash por si só, você tem à disposição o Flash Builder e uma série de ferramentas de desenvolvimento, como o FDT. O formato Flash também possui opções excelentes de integração com softwares de design: Photoshop, Illustrator e Fireworks. Essa integração permite aos designers partirem de um layout com múltiplas camadas para um conteúdo interativo. Além disso, é mais simples trabalhar com vetores do Flash que com qualquer outra ferramenta de HTML5 disponível atualmente. Dessa forma, é possível obter apenas um arquivo binário com extensão swf ao invés de um diretório cheio de scripts, reduzindo a complexidade de colocar em produção seu trabalho final.

Embora muito já tenha sido feito para solucionar algumas questões referentes à performance do Flash para publicidade mobile, um player multimídia nesse formato para PCs permanece superior ao HTML5 em termos de performance e funcionalidades suportadas. Vídeo em tela cheia, utilização de webcam e streaming de vídeo são apenas algumas das funcionalidades que o HTML5 ainda não suporta. E quando analisamos o aúdio, a equação fica mais desequilibrada. Tanto no caso do áudio como do vídeo, há uma confusão generalizada sobre os formatos suportados por browsers e dispositivos.

Finalmente, a experiência com Flash é otimizada para a audiência, graças à instalação instantânea do Flash Player (além das atualizações automáticas). Por outro lado, as funcionalidades do HTML5 para Rich Media são amplamente confiáveis em diretórios JavaScript baixados – semelhante a baixar o Flash Player cada vez que quiser visualizar o conteúdo em Flash.

Para aprimorar a experiência do usuário, os desenvolvedores de navegadores, sistemas operacionais, novos dispositivos e ferramentas de autor para HTML5 devem trabalhar juntos para conseguirem diminuir as lacunas operacionais entre HTML5 e Flash. A diferença entre os dois formatos fica evidente quando pensamos em publicidade online. Nesse caso, seções concisas de Perguntas & Respostas e tempo otimizado de download são preocupações fundamentais.

Então por que não se inicia esse processo de aprimoramento com a instalação de uma lista com todos os arquivos necessários para ativar as funcionalidades do Flash em cada navegador? Ou, melhor ainda, que tal manter esse diretório online onde você possa fazer atualizações sempre que precisar?

Portanto, exceto pelos disparates técnicos, por que tudo isso é relevante para os profissionais de marketing digital? Em primeiro lugar, enquanto muito tem sido feito para o HTML5 deslanchar, ainda não existe uma configuração ou cobertura dos navegadores para substituir o Flash como uma solução geral para Rich Media. Então, a melhor saída é utilizar o HTML5 para alcançar uma audiência específica, como usuários de tablets, ou em conjunção com um criativo em Flash.

Em segundo lugar, o HTML5 é menos padronizado, portanto, a produção torna-se mais complicada – prepare-se para pagar mais pela produção criativa e participar de mais rodadas de Perguntas & Respostas. Em terceiro lugar, a tecnologia ainda está em desenvolvimento – prepare-se para explorar a evolução do formato e se esforce para conseguir alcançar um nível de conforto com HTML5 similar àquele que você já conhece ao utilizar o Flash.

Concordo que o HTML5 seja uma nova alternativa, mas ainda falta muito para substituir o Flash por completo. Para que esse formato continue amplamente livre na internet (por exemplo, com suporte a anúncios), a comunidade que utiliza HTML5 e as empresas que conduzem sua adoção devem garantir à próxima geração de designers e desenvolvedores de publicidade Rich Media que a tecnologia converta-se em uma plataforma verdadeiramente viável.

Michael Tuminello: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

HTML5 will unseat Flash?
There is no doubt that HTML5 is a rising star. However, there is some exaggeration in saying that Flash should definitely be replaced. The idea may sound interesting, but its infrastructure still has some shortcomings, especially for digital advertising. Advertisers also need to take care when choosing the best type of media to serve the campaigns.
The increase in the number of devices that do not support Flash press agencies to develop advertising with HTML5, thereby avoiding the creation of multiple versions for each user of the tablet. With the differences regarding the size of the screen and the delivery of ads, the smartphone is just a warning. But in the case of tablets, there is a real opportunity to share resources with the version of the ad designed for computers and laptops.
Feeling the pressure, as already happens with Safari, Microsoft banned plug-Metro, the tablet version of IE10, which is included in Windows 8. With Microsoft and Apple rejecting Flash (and all plug-ins in browsers) in its future operating systems, it becomes clear why the agencies are betting on HTML5.
If you believe that the advancement of the tablets and the evolution of operating systems will disrupt the structures of the existence of Flash, then the rise of HTML5 becomes inevitable. However, it is best to consider what we may be losing when advertisers seek ways to optimize the consumer experience with brands.
While the “black box” and the Flash plug-ins for browsers receive criticism from enthusiasts for the standardization of the Internet, there are many strong features that still must be replicated to HTML5. The Flash content, for example, is supported by several browsers, and can even be loaded into other Flash content such as Flash video players. Embedado on the page, the contents of the plug-in does not interact with external content. The contents of the enclosed plug-ins makes the content visually consistent wherever it appears. The contents of HTML5, in turn, is subject to differences in layout of platforms and browsers.
For the author, the design and Flash development tools are already mature and well-packed features. In the Flash itself, you have available to Flash Builder and an array of development tools, such as the FDT. The Flash format also has excellent options for integration with design software: Photoshop, Illustrator and Fireworks. This integration allows designers to leave a layout with multiple layers for interactive content. Moreover, it is easier to work with vectors of Flash than any other tool currently available HTML5. Thus, you can get just a binary file with extension swf instead of a directory full of scripts, reducing the complexity of putting in your final production.
Although much has been done to resolve certain issues regarding the performance of Flash for mobile advertising, a multimedia player that format for PCs remains superior to HTML5 in terms of performance and features supported. Full screen video, webcam and use of streaming video are just some of the features that HTML5 does not yet support. And when we analyze the audio, the equation becomes more unbalanced. Both in the case of audio and video, there is widespread confusion about the formats supported by browsers and devices.
Finally, experience with Flash is optimized for the audience, thanks to instant install Flash Player (beyond the automatic updates). Moreover, the features of HTML5 for Rich Media are widely trusted directories JavaScript downloads – similar to download the Flash Player each time you view the Flash content.
To improve the user experience, developers of browsers, operating systems, new devices and authoring tools for HTML5 should work together to achieve lower operational gaps between HTML5 and Flash. The difference between the two formats is evident when we think of online advertising. In this case, sections concise Q & A and time optimized for download are key concerns.
So why not start this process of improvement with the installation of a list of all the files necessary to enable the features of Flash in every browser? Or, better yet, why not keep this online directory where you can make updates whenever you need it?
Therefore, except for technical nonsense, why all this is relevant to the professional digital marketing? First, while much has been done to usher in HTML5, there is not a browser setting or coverage to replace Flash as a general solution for Rich Media. So the best way out is to use the HTML5 to reach a specific audience, such as users of tablets, or in conjunction with a creative Flash.
Second, HTML5 is less standardized, therefore, the production becomes more complicated – get ready to pay more for producing more creative and participate in Q & A rounds. Thirdly, the technology is still in development – get ready to explore the evolution of the format and strive to achieve a comfort level with HTML5 similar to what you already know to use Flash.
I agree that HTML5 is a new alternative, but much remains to replace the Flash altogether. For this format remains largely free on the Internet (for example, to support advertisements), the community that uses HTML5 and companies that lead their adoption shall ensure the next generation of designers and developers of Rich Media advertising that technology to convert platform in a truly viable.

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