PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Minha ideia é brilhante! Quer comprar?

Posted by HWBlog em 13/04/2012

Sua ideia é brilhante? É sim! Mas será que é escalável? Seu produto ou serviço atende uma necessidade ou resolve o problema de um número “x” de futuros consumidores? Esse segmento de clientes que você pretende atuar enxergará uma proposição de valor clara no que você entrega?

Algumas vezes, essas perguntas nem passam pela cabeça daquelas pessoas que estão apaixonadas pela sua ideia ou em alguma oportunidade que identificou.

Na maioria das vezes as ideias são muito boas, mas não estão alinhadas a uma necessidade real do mercado, e quando isso não acontece, essas ideias já nascem com o dia do enterro marcado.

Nós, brasileiros, somos o povo do “bota pra fazer”, e antes de parar um pouquinho e pensar em como fazer determinada ideia dar certo (estratégia), saímos executando, e então quando vamos para o mercado vender essa ideia, bate o primeiro baque: ninguém quer comprar!

E qual a consequência disso? Aprendizado sim, e talvez, desmotivação. E se você não é persistente como o Thomas Edison, pode acabar desistindo já no início.

O pior dessa história, é que na maioria das vezes as ideias são muito boas mesmo, mas não foram bem trabalhadas, não foram amadurecidas, elas não foram lapidadas com as ferramentas adequadas para um posicionamento correto, e isso demanda tempo, esforço, muitos estudos e um pouquinho de conhecimento sobre business.

Planejar é uma tarefa chata? Para uma grande parte das pessoas sim, mas um mínimo de planejamento é necessário quando estamos falando em ir em busca do “desconhecido”.

Tenho estimulado as pessoas a anotarem todas as ideias, insights e maluquices que vier a cabeça. Seja no bloco de notas do smartphone, num post-it, no moleskine, no caderno da faculdade, na agenda de trabalho, enfim, qualquer lugar. Existem softwares free para a criação de mindmaps (mapas mentais) que são muito bons para guardar e organizar essas ideias.

Um monte de ideias, na cabeça não dá muito certo! Não confie na sua memória!

Ainda mais hoje que recebemos em média 3000 informações por dia, já pensou quantas oportunidades passam diariamente a nossa frente e perdemos? E é assim, a gente esquece, e mesmo que essa ideia não faça sentido naquele momento, ela pode fazer ao se conectar com outra!

É impressionante trabalharmos com abordagens que permitem às pessoas utilizarem mais o lado criativo do cérebro e “viajar” nas ideias. Os resultados são fantásticos!

Tenho aplicado em vários projetos, a abordagem do Design Thinking para a Cocriação de Ideias, seja para a criação de produtos, de serviços ou de modelos de negócios, com o viés da inovação.

Para quem não conhece, a abordagem de “pensar como um designer” traz uma série de ferramentas que tem como principal objetivo trabalhar ideias e solução de problemas do lado de lá, ou seja, com empatia.

Dedicar-se a entender quem é o seu cliente, quais as atividades que pratica e o seu comportamento, lhe permite criar um serviço ou produto mais alinhado às necessidades dele.

O tripé do Design Thinking é a Empatia, a Colaboração e a Experimentação, sendo assim, esse modelo mental permite uma atitude mais assertiva, pois o foco é direto nas pessoas.

Philip Kotler, o papa do marketing, definiu em uma de suas últimas publicações, o livro Marketing 3.0, que as empresas tem como desafio fazer do mundo um lugar melhor e precisam olhar para o mercado enxergando o ser humano em sua plenitude, com coração, mente e espírito e que a proposição de valor das empresas precisa ser: funcional, emocional e espiritual.

Inovação é valor percebido, e trabalhar uma ideia com essa abordagem lhe permite navegar em mares desconhecidos (divergência) e trazer para a realidade algo mais concreto ao final do trabalho (convergência), sem perder a essência da ideia.

Ok, mas os empreendedores ou os executivos que estão trabalhando com sua equipe na construção de algum projeto precisam ser especialistas nessas ferramentas? Não, mas eles precisam acreditar no processo e preocupar-se em dar o melhor de si durante o trabalho de construção colaborativa.

É um desafio, não? Mudança de mindset? Sim!

http://player.vimeo.com/video/28875068?title=0&byline=0&portrait=0&color=ffffff

Francisco Albuquerque: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

My idea is brilliant! Want to buy?
Your idea is brilliant? It is! But is it scalable? Your product or service meets a need or solves the problem of an “x” number of future customers? This customer segment that you want to see right serve a clear value proposition in which you deliver?
Sometimes, these questions do not cross your mind of those people who are passionate about your idea or on any opportunity you have identified.
Most often the ideas are very good, but are not aligned to a real market need, and when that happens, these ideas have been born with the day marked the burial.
We Brazilians are the people the “boot to do,” and a little bit before you stop and think about how to work a certain idea (strategy), we went running, and then when we go to market to sell this idea, beats the first bump: nobody wants to buy!
And what is the consequence? Learning yea, and perhaps motivation. And if you is not persistent like Thomas Edison, may end up giving up in the beginning.
The worst of this story is that in most cases the ideas are very good even, but have not been well worked, were not ripe, they were not polished with the right tools for a correct positioning, and this takes time, effort, many studies and a little bit of knowledge about business.
Planning is a boring task? For most people yes, but a minimum of planning is required when we are talking about going in search of the “unknown”.
I have encouraged people to write down all the ideas, insights and craziness that comes to mind. Be in Notepad smartphone, a post-it in moleskine, notebook in college, in work schedule, in short, anywhere. There are free software for creating mindmaps (mindmaps) that are very good to store and organize these ideas.
A lot of ideas in the head does not give very much! Do not trust your memory!
Even more now that we have received information on average 3000 per day, can you imagine how many opportunities pass a day in front of us and we lose? And so, we forget, and even if that idea does not make sense at that moment, she can do to connect to another!
It’s amazing working with approaches that allow people to use more creative side of the brain and “travel” in mind. The results are fantastic!
I have applied in several projects, the approach of Design Thinking for the co-creation of ideas, is to create products, services or business models, with the bias of innovation.
For those not familiar, the approach of “thinking like a designer” has a number of tools that has as main objective to work ideas and solving problems on the other side, ie, with empathy.
Dedicate yourself to understand who your customer is, what activities practice and behavior, allows you to create a product or service more aligned to his needs.
The tripod is the Empathy Design Thinking, Collaboration and Experimentation, so this mental model enables a more assertive, because the focus is directly on people.
Philip Kotler, the marketing of the Pope, set in one of his latest publication, the book Marketing 3.0, which is to challenge companies to make the world a better place and need to look at the market seeing the human being in its fullness, with heart, mind and spirit and the value proposition of business must be: functional, emotional and spiritual.
Innovation is perceived value, an idea and work with this approach allows you to navigate in uncharted seas (divergence) and bring to reality something more concrete at the end of the work (convergence), without losing the essence of the idea.
Ok, but entrepreneurs or executives who are working with your team in building a project need to be experts in these tools? No, but they must believe in the process and worry about giving their best during the construction work collaboratively.
It is a challenge, no? Change of mindset? Yes!

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