PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Desvendando o Código da Liderança

Posted by HWBlog em 04/04/2012

As fórmulas para se tornar um bom líder funcionam? O que dizem os psicólogos e sociólogos? Quais as principais teorias e pesquisas já realizadas? Descubra conosco

Em novembro, Sir John Robert Madejski trocou o terno e a gravata por uma bata de hospital e encarou uma longa sessão de ressonância magnética na Universidade de Reading, na Inglaterra. Os médicos fizeram uma varredura de seu cérebro. Cada detalhe da massa cinzenta do empresário foi escaneado enquanto ele era convidado a responder perguntas que simulavam decisões de negócios. Em tempo: Madejski é um dos homens mais ricos do mundo e dono de redes de hotéis, restaurantes, revistas e ainda empresta seu nome a um estádio de futebol. E não, ele não está doente. Ele se submeteu aos exames por outra razão: ajudar uma equipe de psicólogos, neurologistas e especialistas em liderança a descobrir quais mecanismos cerebrais diferenciam as pessoas comuns dos grandes líderes.

Não é primeira vez que a ciência tenta desvendar os mistérios da liderança. Desde que a palavra líder (do inglês to lead, que significa guiar, conduzir) entrou para o nosso vocabulário, na segunda metade do século XIX, neurologistas, psicólogos e sociólogos tentam entender a tal capacidade que algumas pessoas têm de guiar outras, influenciando-as com suas ideias. A liderança seria um talento natural ou resultado de um árduo aprendizado? Como devem agir os líderes? Como as mudanças da sociedade influenciam quem está no comando? Essas são algumas questões que, há tempos, intrigam os pesquisadores…

Da teoria à prática

As opiniões sobre liderança nunca foram unânimes. Por exemplo, o sociólogo alemão Max Weber afirmava que alguns indivíduos eram dotados de uma personalidade extraordinária, com qualidades incomuns, que os diferenciava dos demais. Eram os chamados líderes carismáticos, donos de uma espécie de conhecimento mágico. Entre eles, Weber destacava os heróis de guerra, profetas e feiticeiros. Já Sigmund Freud avaliou o papel do líder nas relações humanas. Para o austríaco, esse ocupa o papel do pai, enquanto os liderados são os filhos. Sua grande missão é organizar as vidas em busca de sentido.

No século 19, os estudos sobre liderança defendiam que essa era uma qualidade natural e que jamais poderia ser aprendida. Tal linha de pensamento ficou conhecida como a Teoria do Grande Homem e citava os reis e príncipes como exemplos de líderes natos. O dom da liderança, segundo essa visão, era transmitido de geração a geração, por laços de sangue, sendo comum em famílias de aristocratas. Assim, indivíduos com talento para liderar raramente seriam encontrados nas camadas baixas da sociedade.

Mais tarde, psicólogos partiram para outra abordagem da liderança. Dedicaram-se a analisar o perfil dos grandes líderes a fim de encontrar características comuns entre eles. Essas pesquisas deram origem às teorias dos Traços de Personalidade, que se empenhavam em listar as características que podem levar alguém a ocupar um posto de comando. Entre as principais, estão tolerância ao estresse, autoconfiança, bom relacionamento interpessoal e capacidade de aprendizado.

Com o tempo, a crença de que só existem líderes natos ficou para trás. Ganhou, então, espaço a ideia de que é possível, sim, forjar um líder. Para isso, bastaria observar as atitudes de quem sabe liderar e aprender com elas. Hoje, não faltam livros, manuais, cursos e treinamentos que tentam ensinar aos candidatos a líder o passo a passo para comandar com sucesso. E cada autor tem uma fórmula. Peter Northouse, em seu livro Leadership: Theory and Practice, explica que, para ter sucesso nesse papel, é preciso aprimorar as capacidades de resolver problemas, de julgamento social e o conhecimento. “Juntas, essas habilidades formam o coração da liderança efetiva”, diz o autor.

Já David Ulrich, professor de Management na Ross School of Business da Universidade de Michigan e autor de o Código da Liderança, enumera quatro atitudes que considera fundamentais para os líderes de sucesso: proficiência pessoal (ser capaz de controlar o próprio estresse e de conhecer-se), estratégia (planejar o futuro e compartilhar sua visão com os demais), execução (fazer as mudanças acontecerem), gerenciar talentos (cuidar dos empregados, comunicar-se com eles e orientá-los), desenvolver o capital humano (construir talentos que, no futuro, beneficiem a organização). “Entre 60 a 70 por cento das características que fazem de alguém um líder de sucesso podem ser agrupadas nessas cinco áreas”, diz ele.

O poder das circunstâncias

George Kohlrieser, diretor do Programa de Liderança e Comportamento Organizacional no prestigiado IMD (International Institute for Management Development), defende que liderança não é um talento nato e, sim, uma capacidade que pode ser desenvolvida. “Ela costuma ser melhor aprendida durante infância, a partir de modelos positivos, ou quando o indivíduo tem uma história de vida que incentiva a boa liderança”, afirma o especialista. “Além disso, a necessidade e as circunstâncias também podem contribuir para formar bons líderes”, diz ele.

Exemplos de líderes forjados pelo contexto não faltam na literatura e no cinema. Do Rei Arthur a Spartacus, de Robin Hood a Joana D’Arc, as histórias se repetem: o herói que desconhece seu poder é chamado à luta e acaba por liderar multidões. Na vida real, um exemplo clássico é o de Franklin Delano Roosevelt, presidente dos Estados Unidos de 1933 a 1945. À frente da Casa Branca, ele encarou nada menos do que a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Seus biógrafos e admiradores não cansam de exaltar seu talento para liderança e sua personalidade marcada pela autoconfiança, equilíbrio e companheirismo. Para muitos, as características que fizeram dele um grande líder teriam sido aprimoradas em sua luta contra a poliomielite, doença que contraiu aos 39 anos e que comprometeu sua capacidade de movimento.

As circunstâncias adversas, por sinal, são essenciais na hora de avaliar a capacidade de liderança. Quando o imprevisível dá as caras e todos os fatores estão contra o grupo, muita gente se pergunta: como comandar com sabedoria? “Nessas horas, o mais importante é manter uma atitude positiva, procurando por oportunidades à sua volta. Os grandes líderes fazem isso: eles estão incansavelmente buscando meios de aprender com as crises”, explica George Kohlrieser. Segundo ele, nesses momentos, é preciso também inspirar confiança, envolver todos na solução do problema e não abrir brecha para o desespero. “A pior atitude é se deixar controlar pelo medo e se tornar negativo. Isso impede o aprendizado e pode levar a mal entendidos e à perda de confiança”, afirma.

Nas crises ou fora delas, a qualquer tomada de decisão, os líderes correm um risco constante: errar. Mas, calma lá!, não estamos dizendo que não se pode errar. Todos têm o direito de cometer erros. Mas quem está no comando só pode se enganar até certo ponto. “Os grandes erros estão ligados ao descontrole emocional e a atitudes muito radicais. São comuns quando a pessoa observa apenas a crise e o momento, deixando de ter uma visão sistêmica. Por isso, no caso de uma crise, é importante analisar a decisão, onde ela irá impactar e quais oportunidades ela poderá trazer”, explica Artur Diniz, fundador e CEO da Crescimentum e autor do livro Líder do Futuro – a transformação em líder coach. E, se mesmo assim um erro for cometido, vale colocar em prática o que diz George Kohlrieser: “Os melhores líderes aprendem muito mais com seus erros do que com seus acertos, desde, é claro, que os erros não se repitam e que a pessoa realmente aprenda a lição.”

O fator humano

Educação, personalidade, circunstâncias, crises, erros e acertos. Tudo isso conta na formação de um líder. Mas, talvez, nenhum fator seja tão importante quanto as relações humanas. Afinal, o modo de se relacionar com os liderados pode ser determinante para o sucesso ou não de uma liderança. Nesse quesito, o primeiro alerta dos especialistas é ficar atento às mudanças que marcaram a sociedade e, assim, evitar seguir modelos de liderança que estão ultrapassados. “Há mais de 30 anos, quando meu pai liderava a empresa, ele vivia numa sociedade em que o homem mandava e a mulher e os filhos obedeciam. As pessoas eram, por isso, treinadas para obedecer. O líder de sucesso era aquele autoritário, que sabia mandar e nunca era questionado”, conta Artur Diniz.

As relações familiares mudaram – mulheres passaram a trabalhar, o homem deixou de ser o chefe da casa e o diálogo começou a ser visto como o melhor caminho para a tomada de decisões. Segundo Artur Diniz, essa transformação da sociedade se refletiu nas organizações, influenciando diretamente a relação entre chefes e subalternos. “Em casa, as crianças são treinadas a questionar, a argumentar e a não aceitar ordens sem uma razão clara. Isso se refletiu nas relações de trabalho, onde as pessoas já não aceitam mais o líder que manda, grita e exige que todos obedeçam sem abrir espaço para o diálogo”, explica o especialista.

Líderes déspotas e autoritários ficaram para trás. Distribuir ordens aos gritos, impor decisões, esconder informações também são atitudes do passado. E não adianta ir contra a maré. Quem sabe, no futuro, os dados coletados pelos pesquisadores da Universidade de Reading confirmem isso e apontem o novo caminho: visão e inspiração diferenciam um grande líder dos demais. “Os grandes líderes têm visão. E ter visão é se preocupar em transformar os indivíduos, o time, a organização e o mundo num lugar melhor. Dessa maneira, eles inspiram os outros a enfrentar o que for necessário para alcançar os objetivos”, afirma George Kohlrieser.

Você, líder

Faça uma autoavaliação

No time de futebol, no grupo de amigos, na família, no lazer… Em qualquer grupo há espaço para líderes. Segundo David Urlrich, quem está no comando deveria fazer um simples exercício diário para avaliar como tem se saído. “Separe dez minutos do seu dia e pergunte a si mesmo: você tem consciência de quem está liderando e de como suas ações afetam essas pessoas? Você está se tornando um líder melhor com o tempo? Está cumprindo os planos que traçou?”, aconselha o especialista.

Aprenda a reconhecer um ditador

Cada líder tem um estilo próprio, mas, dependendo da maneira como age no dia a dia, pode ser classificado como democrata, burocrata ou ditador. Chefes abertos ao diálogo e que costumam ouvir o que os funcionários têm a dizer fazem parte do primeiro grupo. Já aqueles que seguem ao pé da letra uma metodologia estão mais próximos dos burocratas. Os ditadores, por sua vez, são inconfundíveis. Eles se recusam a ouvir os demais, não aceitam erros e não admitem que suas decisões sejam questionadas.

Os reis da escola

Uma pesquisa americana com 160 estudantes identificou alguns traços comuns na personalidade daqueles que se tornavam líderes. Os jovens mais dominantes, confiantes na própria capacidade e inteligentes eram frequentemente identificados como líderes por seus colegas. Esses traços, segundo os pesquisadores, não garantem que um jovem irá se tornar um líder, mas indicam uma forte possibilidade de isso ocorrer.

Dois passos para ser um líder melhor

David Ulrich, autor do Código da Liderança e considerado uma das maiores autoridades mundiais em gestão de recursos humanos, dá mais dois conselhos para quem está na invejada e desafiadora posição de comando.

Pense…

“Os líderes raramente pensam sobre liderança e não desenvolvem seu próprio ponto de vista sobre o assunto. É preciso se perguntar: que valores você quer enfatizar, que potenciais você tem a oferecer, que experiências o levaram a esta posição e, o mais importante, como você está criando valor para outras pessoas. Sem esse último item, não se pode ser um líder de sucesso.”

… e se comunique

“Para uma mudança dar certo, o segredo está na comunicação. Um líder não pode esperar ser seguido sem comunicar às pessoas os seus planos e qual papel delas nas mudanças que estão a caminho. E um detalhe: a mensagem deve ser repetida de cinco a seis vezes, pelo menos, para que seja realmente absorvida.”

David Ulrich: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Cracking the code of leadership
The formulas to become a good leader work? What do the psychologists and sociologists? What are the main theories and previous studies? Discover with us
In November, Sir John Robert Madejski traded his suit and tie for a hospital gown and faced a long session of MRI at the University of Reading, England. The doctors did a scan of your brain. Every detail of the gray matter of the entrepreneur was scanned while he was invited to answer questions that simulated business decisions. In time, Madejski is one of the world’s richest men and owner of hotel chains, restaurants, magazines and even lends his name to a football stadium. And no, he is not sick. He submitted to the examination for another reason: to help a team of psychologists, neurologists and experts in leadership discovering the brain mechanisms which differentiate the common people of the great leaders.
It is not the first time that science attempts to unravel the mysteries of leadership. Since the word leader (of English to lead, which means to lead, lead) entered our vocabulary in the second half of the nineteenth century, neurologists, psychologists and sociologists try to understand that some people have ability to lead others, influencing them with their ideas. The leadership would be a natural or a result of an arduous learning? How should leaders do? As changes in society influence who is in charge? These are some questions that have long intrigued researchers …
From theory to practice
The views on leadership were never unanimous. For example, the German sociologist Max Weber argued that some individuals were endowed with an extraordinary personality, with unusual qualities that set them apart from others. They were called charismatic leaders, owners of a kind of magical knowledge. Among them, Weber highlighted the war heroes, prophets and sorcerers. Since Sigmund Freud evaluated the role of leader in human relations. For Austria, this occupies the role of the father while the children are led. His great mission is to organize their lives in search of meaning.
In the 19th century, studies of leadership argued that this was a natural quality and could never be learned. This line of thought became known as the Great Man Theory and cited the kings and princes as examples of natural leaders. The gift of leadership, according to this view, was transmitted from generation to generation, by blood, is common in families of aristocrats. Thus, individuals with talent to lead rarely be found in the lower layers of society.
Later, psychologists left for another approach to leadership. Devoted to analyze the profile of the great leaders in order to find common characteristics among them. These studies gave rise to theories of Personality Traits, which strove to list the characteristics that can lead someone to take up a command post. Among the main ones are stress tolerance, confidence, good interpersonal skills and ability to learn.
Over time, the belief that there are only born leaders left behind. He won, so the idea that space is possible, yes, forging a leader. For this, suffice to observe the attitudes of those who can lead and learn from them. Today, there are many books, manuals, courses and training to try to teach candidates the leading step by step to run successfully. And every author has a formula. Peter Northouse, in his book Leadership: Theory and Practice, explains that, to succeed in this role, you need to enhance problem-solving skills, and knowledge of social judgment. “Together, these skills are the heart of effective leadership,” says the author.
Have David Ulrich, Professor of Management at the Ross School of Business, University of Michigan and author of the Leadership Code, which lists four actions considered fundamental to successful leaders: personal mastery (being able to control their own stress and learn- if), strategy (plan ahead and share your vision with the rest), execute (make change happen), managing talent (taking care of employees, to communicate with them and guide them), developing human capital (talent build that in the future, benefit the organization). “Between 60 to 70 percent of the characteristics that make someone a successful leader can be grouped in these five areas,” he says.
The power of circumstances
George Kohlrieser, Program Director of Leadership and Organizational Behavior at the prestigious IMD (International Institute for Management Development), argued that leadership is not a talent, and yes, a capacity that can be developed. “It is often best learned during childhood from positive role models, or when the individual has a life story that encourages good leadership,” said the expert. “Moreover, the need and circumstances may also contribute to developing good leaders,” he says.
Examples of leadership forged by the context abound in literature and cinema. King Arthur’s Spartacus, Robin Hood, Joan of Arc, the stories are repeated: the hero who knows his power is called the fight and eventually lead crowds. In real life, a classic example is the Franklin Delano Roosevelt, U.S. president from 1933 to 1945. In front of the White House, he faced nothing less than the Great Depression and World War II. His biographers and fans do not tire of extolling his talent for leadership and personality marked by self-confidence, balance and companionship. For many, the characteristics that made him a great leader would have been improved in its fight against polio, a disease which he contracted at age 39 and that compromised his ability to move.
Adverse circumstances, by the way, are essential when evaluating the ability of leadership. When the unpredictable and gives the guys all the factors are against the group, many people wonder, how to command wisely? “At such times, the most important thing is to keep a positive attitude, looking for opportunities around you. Great leaders do it: they are relentlessly looking for ways to learn from the crisis,” says George Kohlrieser. According to him, at such times, we must also inspire confidence, involve everyone in solving the problem and not breach of despair. “The worst thing is to let fear control and become negative. This prevents learning and can lead to misunderstandings and loss of confidence,” he says.
In crisis or out of them, make decisions, the leaders are at constant risk: err. But, wait!, We’re not saying you can not miss. Everyone has the right to make mistakes. But whoever is in charge can only be wrong to some extent. “The large errors are linked to emotional imbalance and attitudes too radical. Are common when one observes only the crisis and the time, while taking a systemic view. Therefore, in the case of a crisis, it is important to analyze the decision, where she will impact and what opportunities it can bring, “explains Artur Diniz, founder and CEO of Crescimentum and author of Leading the Future – the transformation into a leading coach. And if even then an error is made, it is worth putting into practice what George Kohlrieser says: “The best leaders learn much more from your mistakes than your successes, provided, of course, that mistakes are not repeated and that the person really learn a lesson. ”
The human factor
Education, personality, circumstances, crises, mistakes and successes. All that counts in the formation of a leader. But perhaps no factor is as important as human relationships. After all, how to relate to those being led can be crucial to the success or failure of leadership. In this aspect, the first warning of the experts is to stay alert to changes that marked society and thus avoid following leadership models that are outdated. “For over 30 years, when my father led the company, he lived in a society in which man and woman and sent the children obeyed. People were therefore trained to obey. The successful leader he was authoritarian, send and knew it was never questioned, “says Artur Diniz.
Family relationships have changed – women went to work, man is no longer the head of the house and the dialogue began to be seen as the best way to make decisions. According to Artur Diniz, this transformation of society was reflected in the organizations, directly influencing the relationship between bosses and subordinates. “At home, children are trained to question, argue and do not accept orders without a clear reason. This was reflected in labor relations, where people no longer accept more than the leader who says, screams and requires that all obey without opening space for dialogue, “explains the expert.
Despots and authoritarian leaders were left behind. Distribute shouting orders, impose decisions, information hiding are also attitudes of the past. And one can not go against the tide. Maybe in the future, data collected by researchers at the University of Reading confirm this and indicate the new path: vision and inspiration differ a great leader of others. “Great leaders have vision. And having to worry about vision is to transform individuals, teams, organization and the world a better place. Thus, they inspire others to undertake what is necessary to achieve the goals,” says George Kohlrieser.
You, the leader
Make a self-assessment
In football team in the group of friends, family, leisure … In any group there is room for leaders. Urlrich According to David, who is in charge should make a simple daily exercise to assess how it has fared. “Take ten minutes of your day and ask yourself: are you aware of who is leading and how their actions affect these people? You’re becoming a better leader over time? Are fulfilling the plans outlined?” Advises the expert.
Learn to recognize a dictator
Each leader has his own style, but, depending on how it acts on a daily basis, can be classified as a Democrat, bureaucrat or dictator. Heads open to dialogue and that they have heard what employees have to say part of the first group. Have those who follow to the letter a methodology are closer to the bureaucrats. Dictators, in turn, are unmistakable. They refuse to listen to others, do not accept mistakes and do not admit that their decisions are questioned.
The Kings School
A survey of 160 American students identified some common traits in the personality of those who became leaders. Young people, more dominant, confident in their ability and intelligent were often identified as leaders by their peers. These traits, the researchers do not guarantee that a youth will become a leader, but indicate a strong possibility of that happening.
Two steps to be a better leader
David Ulrich, author of the Leadership Code and is considered one of the world’s leading authorities in human resource management, gives advice for those two is in the enviable position of command and challenging.
Think …
“The leaders rarely think about leadership and not develop their own views on the subject. You must ask yourself what values you want to emphasize that potential you have to offer, what experiences led him to this position and, more importantly, As you are creating value for others. Without this last item, you can not be a successful leader. ”
… and communicate
“For a change to succeed, the secret lies in communication. A leader can not expect to be followed without communicating to people their plans and what their role in the changes that are underway. And a detail: the message should be repeated five to six times, at least, which is actually absorbed. “

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