PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Estudo identifica 10 “megaforças” sustentáveis que afetarão o crescimento das empresas

Posted by HWBlog em 20/03/2012

Empresas e formuladores de políticas devem tomar decisões conjuntas e agir diante desse cenário

Uma nova pesquisa da KPMG International identificou 10 “megaforças” que afetarão, de maneira significativa, o crescimento das empresas de modo global nas próximas duas décadas. O estudo “Espere o inesperado: construindo valor para os negócios em um mundo em mudança” (“Expect the unexpected: building business value in a changing world”) explora questões como as mudanças climáticas, volatilidades relacionadas ao suprimento de energia e combustíveis, disponibilidade e custo da água e de outros recursos, assim como problemas relacionados ao crescimento demográfico dos centros urbanos.

A análise examina como estas forças globais podem ter impacto sobre os negócios e indústrias, calcula os custos ambientais dos negócios e convoca empresas e formuladores de políticas a conjugar esforços para mitigar futuros riscos para os negócios e tomar atitudes imediatas frente às oportunidades.

De acordo com Michael Andrew, presidente da KPMG International, “estamos vivendo em um mundo com recursos limitados. O rápido crescimento de mercados em desenvolvimento, mudanças climáticas e questões de segurança energética e água estão entre as forças que exercerão enorme pressão sobre os negócios e a sociedade. Nós sabemos que os governos sozinhos não podem enfrentar esses desafios. As empresas devem assumir um papel de liderança no desenvolvimento de soluções que ajudarão a criar um futuro mais sustentável. Ao alavancar suas capacidades de melhorar os processos, criar eficiências, gerenciar riscos e promover inovação as empresas contribuirão com a sociedade e com o crescimento econômico no longo prazo”.

A pesquisa da KPMG considera que os custos ambientais externos (que muitas vezes não são indicados nas demonstrações financeiras, pois seus portadores podem ser indivíduos ou a sociedade como um todo, sendo também geralmente não-monetários e problemáticos para serem quantificados como valores monetários) de 11 setores-chave da indústria subiram 50%, de US$ 566 bilhões para US$ 846 bilhões em oito anos (de 2002 a 2010), duplicando assim em média a cada 14 anos.

O relatório calculou que, se as companhias tivessem que pagar por todo o custo ambiental de sua produção, elas perderiam em média US$ 0,41 a cada US$ 1,00 em ganhos. Yvo de Boer, assessor especial da KPMG Global para assuntos de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade, afirma que as “megaforças” de sustentabilidade global aumentarão, de maneira significativa, a complexidade do ambiente de negócios.

“Sem ação e planejamento estratégicos, os riscos se multiplicarão e serão perdidas oportunidades. As corporações estão reconhecendo que há valor e oportunidade na responsabilidade que vai além dos resultados do próximo trimestre, e que o que é bom para as pessoas e para o planeta também pode ser bom para os resultados no longo prazo e para a geração de valor aos acionistas”, avalia Yvo de Boer.

No Brasil, que tem a responsabilidade de organizar a Conferência Rio+20 em junho e é hoje referência mundial em ações de sustentabilidade, o avanço das exigências sobre a atuação responsável e sustentável das empresas tem evoluído significativamente, o que exige grande atenção do mundo corporativo. “O cumprimento dos compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil em relação à construção de condições adequadas para reduzir impactos sobre o meio ambiente certamente terá de contar com a participação ativa e decisiva das empresas brasileiras, e esse será o grande desafio imposto ao mundo corporativo nos próximos anos, que exigirá cada vez mais eficiência na gestão de custos e de processos”, explica Sidney Ito, sócio-lider da área de Riscos e de Sustentabilidade da KPMG no Brasil.

John B. Veihmeyer, head da KPMG nas Américas e presidente e CEO da KPMG LLP, dos Estados Unidos, avalia que firma global assumiu um papel de liderança no auxílio às organizações em compreender a oportunidade da equação que envolve a sustentabilidade, e não apenas o risco. “Os clientes da KPMG e outros estão vendo a conexão entre sustentabilidade e resultados financeiros se tornar cada vez mais clara. As companhias que reconhecem as influências externas em suas organizações e as aproveitam como oportunidades estão percebendo uma vantagem competitiva”, diz o executivo.

O estudo foi divulgado na abertura do evento KPMG Summit: Business Perspective for Sustainable Growth – Preparing for Rio+20 (Encontro de cúpula da KPMG: Perspectiva de negócios com crescimento sustentável: Preparando-se para a Rio+20), que ocorreu de 14 a 16 de fevereiro, em Nova York (EUA). O evento atraiu mais de 400 líderes empresariais das maiores corporações do mundo, assim como alguns dos principais formuladores de políticas ambientais e foi organizado pela KPMG International em cooperação com o Pacto Global das Nações Unidas (UNGC), o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP).

· Mudanças climáticas: Esta deve ser a única “megaforça” global que impacta diretamente sobre as outras. As estimativas de perdas anuais devido às mudanças climáticas variam de 1% ao ano, se ações fortes e imediatas forem tomadas, até 5% ao ano, se os formuladores de políticas não agirem rapidamente.

· Energia e combustíveis: Os mercados de combustíveis fósseis tendem a se tornar mais voláteis e imprevisíveis devido: à maior demanda global por energia; a mudanças no padrão geográfico de consumo; às incertezas de fornecimento e consumo; e ao aumento de intervenções regulatórias relacionadas às mudanças climáticas.

· Escassez de recursos materiais: Como os países em desenvolvimento se industrializam rapidamente, a demanda global por recursos materiais deve aumentar drasticamente. Os negócios devem enfrentar restrições comerciais crescentes e intensa competição global por uma ampla gama de recursos que se tornam menos disponíveis. A escassez também cria oportunidades para que sejam desenvolvidos materiais substitutos ou para que se recupere materiais a partir de resíduos.

· Escassez de água: A previsão é de que, em 2030, a demanda global por água fresca excederá as provisões em 40%. As empresas estarão vulneráveis ao racionamento de água, à queda da qualidade da água, à volatilidade dos preços da água e a riscos de reputação.

· Crescimento populacional: A população mundial deve alcançar 8,4 bilhões em 2032. Isto deixará os ecossistemas e o fornecimento de recursos naturais, como comida, água, energia e materiais, sob pressão intensa. Se, por um lado, isto é uma ameaça aos negócios, também há oportunidades de crescimento do comércio, de geração de empregos e de criação de inovações para atender às necessidades de agricultura, saneamento, educação, tecnologia, finanças e saúde das populações crescentes.

· Riqueza: Estima-se que a classe média global (definida pela OCDE como indivíduos com rendimento disponível entre US$ 10 e US$ 100 per capita ao dia) cresça 172% entre 2010 e 2030. O desafio para as empresas é atender a este novo mercado de classe média em uma época em que os recursos tendem a ser mais escassos e voláteis. As vantagens da “mão de obra barata”, que muitas companhias experimentaram nas nações em desenvolvimento nas últimas duas décadas, tendem a ser corroídas pelo crescimento e o poder da classe média global.

· Urbanização: Em 2009, pela primeira vez, um maior número de pessoas vivia em cidades do que no campo. Até 2030, todas as regiões em desenvolvimento, incluindo a Ásia e a África, devem ter a maioria de seus habitantes vivendo em áreas urbanas. Praticamente todo o crescimento populacional, nos próximos 30 anos, será nas cidades. Estas cidades exigirão melhorias extensas na infraestrutura, incluindo construção, fornecimento de água e saneamento, eletricidade, gestão de resíduos, transporte, saúde, segurança pública e conectividade de internet e telefonia.

· Segurança alimentar: Nas próximas duas décadas, o sistema global de produção de alimentos estará sob crescente pressão das “megaforças”, incluindo o crescimento populacional, escassez de água e desmatamento. Os preços globais de alimentos devem aumentar de 70% a 90% até 2030. Em regiões com escassez de água, os produtores agrícolas provavelmente terão que competir por provisões com outras indústrias que exigem muita água, como utilidades elétricas e mineração, e com consumidores. Será necessária uma intervenção para reverter o crescimento da escassez localizada de alimentos (o número de pessoas cronicamente subnutridas subiu de 842 milhões, no final dos anos 1990, para mais de 1 bilhão, em 2009).

· Declínio do ecossistema: Historicamente, o principal risco para os negócios no declínio dos serviços de biodiversidade e ecossistema tem sido a reputação das corporações. No entanto, como ecossistemas globais mostram crescentes sinais de colapso e estresse, um número maior de companhias está percebendo o quanto suas operações dependem dos serviços críticos que estes ecossistemas fornecem. O declínio dos ecossistemas está tornando os recursos naturais mais escassos, mais caros e menos diversificados, aumentando os custos da água e intensificando o dano causado por espécies invasivas em setores como agricultura, pesca, alimentação e bebidas, medicamentos e turismo.

· Desmatamento: Florestas são grandes negócios: produtos de madeira movimentaram US$ 100 bilhões por ano entre 2003 e 2007, e o valor de outros produtos derivados das florestas, em sua maioria alimentos, foi estimado em US$ 18,5 bilhões em 2005. No entanto, a OCDE prevê que as áreas florestais irão diminuir 13% globalmente, entre 2005 e 2030, principalmente no sul da Ásia e da África. A indústria madeireira e as indústrias de derivados, como papel e celulose, estão vulneráveis a uma potencial regulamentação para reduzir ou reverter o desmatamento. As companhias também podem vir a perceber que estão sob crescente pressão de clientes para provar que seus produtos são sustentáveis pelo uso de padrões de certificação. Oportunidades de negócios devem surgir a partir do desenvolvimento de mecanismos de mercado e incentivos econômicos para reduzir o desmatamento.

KPMG International: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Study identifies 10 “megaforças” that will affect the sustainable growth of businesses
Companies and policy makers should make joint decisions and act on this scenario
New research from KPMG International has identified 10 “megaforças” that will affect, significantly, the growth of companies in a comprehensive manner in the next two decades. The study “Expect the unexpected: building business value in a changing world” (“Expect the unexpected: building business value in a changing world”) explores issues such as climate change, volatility related to energy supply and fuel availability and cost of water and other resources, as well as problems related to population growth in urban centers.
The analysis examines how these forces can impact on global businesses and industries, we calculate the environmental costs of business and invites businesses and policymakers to work together to mitigate future risks to the business and taking immediate opportunities ahead.
According to Michael Andrew, Chairman of KPMG International, “we are living in a world with limited resources. The rapid growth in developing markets, climate change and energy security issues and water are among the forces that exert enormous pressure on business and society. We know that governments alone can not address these challenges. Companies must take a leadership role in developing solutions that will help create a more sustainable future. By leveraging their ability to improve processes, create efficiencies, manage risk and promote innovation companies contribute to society and economic growth in the long term. ”
The KPMG survey finds that external environmental costs (which are often not indicated in the financial statements, because patients can be individuals or society as a whole, is also generally non-monetary and problematic to be quantified as monetary values) of 11 key sectors of the industry rose 50% from U.S. $ 566 billion to U.S. $ 846 billion in eight years (2002-2010), doubling on average every 14 years.
The report calculated that if companies had to pay for the environmental cost of their production, they would lose an average of $ 0.41 to every $ 1.00 in earnings. Yvo de Boer, special adviser on matters of KPMG Global Climate Change and Sustainability, said that “megaforças” global sustainability increase, significantly, the complexity of the business environment.
“Without action and strategic planning, the risks multiply and lost opportunities. Corporations are recognizing that there is value and opportunity on the responsibility that goes beyond the next quarter’s results, and that what is good for people and the planet too can be good for long-term results and to generate shareholder value, “says Yvo de Boer.
In Brazil, which has the responsibility to organize the Rio +20 Conference in June and is now a world reference in sustainability initiatives, progress on the performance requirements of responsible and sustainable business has evolved significantly, which requires great attention from the corporate world . “The fulfillment of international commitments by Brazil in relation to the construction of appropriate conditions to reduce impacts on the environment will certainly have to rely on the active and decisive participation of Brazilian companies, and this will be the great challenge posed to the corporate world in the coming years that will require more efficient management of costs and processes, “explains Sidney Ito, socio-leader in the area of Risk and Sustainability at KPMG in Brazil.
John B. Veihmeyer, head of KPMG in the Americas and President and CEO of KPMG LLP, the U.S., the firm estimates that assumed a global leadership role in helping organizations to understand the opportunity of the equation that involves sustainability, not just the risk. “The clients of KPMG and others are seeing the connection between sustainability and financial results become increasingly clear. Companies that recognize external influences in their organizations and take advantage of opportunities as they are realizing a competitive advantage,” says the executive.
The study was released at the opening of the event KPMG Summit: Business Perspective for Sustainable Growth – Preparing for Rio +20 (summit meeting of KPMG: Overview of business with sustainable growth: Preparing for the Rio +20), which occurred 14 on February 16 in New York (USA). The event attracted over 400 business leaders of the world’s largest corporations, as well as some of the major environmental and policy makers was organized by KPMG International in cooperation with the UN Global Compact (UNGC), the World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) and the United Nations Environment Programme (UNEP).
· Climate Change: This must be the only “megaforça” global impacts directly on the other. Estimates of annual losses due to climate change vary from 1% per year, is strong and immediate actions are taken by 5% per year if policymakers do not act quickly.
· Energy and Fuel: The fossil fuel markets tend to become more volatile and unpredictable due to: the increased global demand for energy, the changes in the geographical pattern of consumption, the uncertainties of supply and consumption, and increased regulatory interventions related to climate change.
· Shortage of material resources: As developing countries rapidly industrialize, global demand for material resources should increase dramatically. The business must face trade restrictions increasing and intense global competition for a wide range of resources become less available. The shortage also creates opportunities to be developed to substitute materials or recover materials from waste.
· Water Scarcity: The forecast is that by 2030, global demand for fresh water will exceed supplies by 40%. Companies are vulnerable to water rationing, the decline of water quality, the volatility of water prices and reputation risks.
· Population Growth: The world population is expected to reach 8.4 billion by 2032. This will leave the ecosystems and the supply of natural resources such as food, water, energy and materials under intense pressure. If, on the one hand, this is a threat to business, there are also opportunities for growth in trade, employment generation and creation of innovations to meet the needs of agriculture, sanitation, education, technology, finance and health of growing populations.
· Wealth: It is estimated that the global middle class (defined by the OECD as individuals with disposable income between $ 10 and $ 100 per capita per day) to grow 172% between 2010 and 2030. The challenge for companies is to meet this new middle class market in an era where resources tend to be more scarce and volatile. The advantages of “cheap labor” that many companies experienced in developing nations over the past two decades, tend to be eroded by the growth and power of the global middle class.
· Urbanization: In 2009, the first time, a greater number of people living in cities than in the field. By 2030, all developing regions, including Asia and Africa, should have the majority of its inhabitants living in urban areas. Virtually all population growth over the next 30 years, will be in cities. These cities will require extensive improvements in infrastructure, including construction, water supply and sanitation, electricity, waste management, transport, health, public security and Internet connectivity and telephony.
· Food security: In the next two decades, the global system of food production will be under increasing pressure from “megaforças”, including population growth, water shortages and deforestation. The global food prices should increase 70% to 90% by 2030. In regions with water scarcity, farmers will probably have to compete for supplies with other industries that require a lot of water, such as electric utilities and mining, and consumers. Intervention is necessary to reverse the growth of localized food shortages (the number of chronically undernourished people rose from 842 million in late 1990 to over $ 1 billion in 2009).
· Ecosystem Decline: Historically, the main risk to the business in the decline of biodiversity and ecosystem services has been the corporate reputation. However, as global ecosystems show increasing signs of strain and stress, a larger number of companies are realizing how their operations depend on the critical services these ecosystems provide. The decline of ecosystems is becoming increasingly scarce natural resources, more expensive and less diversified, increasing water costs and intensifying the damage caused by invasive species in sectors such as agriculture, fisheries, food and beverages, pharmaceuticals and tourism.
· Deforestation: Forests are big business: wood products moved U.S. $ 100 billion per year between 2003 and 2007, and the value of other forest products, mostly food, was estimated at $ 18.5 billion in 2005. However, the OECD predicts that forest areas will decrease by 13% globally between 2005 and 2030, mainly in southern Asia and Africa. The timber industry and the industries of oil products, like pulp and paper, are vulnerable to a potential regulations to reduce or reverse deforestation. Companies can also come to realize that they are under increasing pressure from customers to prove that their products are sustainable by the use of certification standards. Business opportunities should arise from the development of market mechanisms and economic incentives to reduce deforestation.

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