PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Um ano de desafios para a imprensa

Posted by HWBlog em 29/12/2011

Em época de previsões e futurologia, um interessante exercício de observação é fazer a perspectiva para a imprensa brasileira, na passagem para um ano em que terá de enfrentar alguns desafios interessantes.

O principal deles continuará sendo sua relação com o governo federal. Depois de um ano no qual uma sucessão de denúncias originadas ou amplificadas pela imprensa produziu a maior série de quedas de ministros na história da República em tempos democráticos, o jornalismo corre o risco de ver essa pauta esvaziada com a anunciada reforma ministerial no primeiro bimestre de 2012.

Mas também pode ocorrer o contrário: um ou outro nome entre os futuros ministros é capaz de detonar novamente a sanha correcional, e então teremos um repeteco de 2011.A diferença é que não será mais conveniente poupar a presidente da República, uma vez que com a reforma ministerial ela teoricamente terá rompido seus laços com o governo Lula da Silva, que a imprensa apontou como a origem de todos os malfeitos.
 
Faxina prévia
 

Interessados em promover a demonização de Lula ao nomear Dilma Rousseff como faxineira moral, os jornais também buscaram isolar a presidente de seu partido e de suas bancadas no Congresso. Com Lula finalmente “desencarnado” do poder, a imprensa terá que encarar o dilema sobre ser ou não ser inteiramente oposição.

O advento das eleições municipais torna mais complexa essa decisão, uma vez que nas principais capitais do país as forças oposicionistas, que são claramente mais do agrado da imprensa, andam fragmentadas. Mas pode-se apostar desde já que, onde não houver chance para os partidos de oposição, os jornais vão preferir o anódino PSD, que afinal não é esquerda, nem direita, nem centro – apenas um projeto de poder.

Com a consolidação da Lei da Ficha Limpa, já que desaparecem as dúvidas sobre sua aplicabilidade em 2012, abre-se a chance de uma pauta interessante assim que começar o processo de formação das chapas: a caça aos candidatos bandidos.

A reabilitação de Jader Barbalho, cuja volta ao Senado foi registrada com destaque pelos jornais de quinta-feira (29/12), é o corolário de uma queda de braço que colocou em lados opostos a vontade popular, que originou a lei de controle das candidaturas, e o Judiciário, que postergou a validade da nova norma.

A imprensa balançou entre a legalidade e o desejo da sociedade, sem dissimular sua contrariedade com a reabilitação de personagens como Barbalho, e em 2012 tem a chance de ajudar a fazer uma faxina prévia na política.

Riqueza e bem-estar

Outro desafio para o ano que começa é a questão econômica. Até a última semana de 2011, predominam nos jornais as análises pessimistas com relação às possibilidades de superação da crise internacional, principalmente depois de constatado que os bancos privados da Europa “sentaram em cima” do dinheiro recebido do Banco Central Europeu como ajuda para estimular o crédito.

Em vez de colocar os recursos à disposição do mercado, ajudando a aquecer a economia, as centenas de bancos comerciais que foram socorridos com dinheiro público preferiram depositar no próprio BCE, em troca de juros baixos mas seguros.

A atitude conservadora dos bancos privados, não prevista no programa de socorro das autoridades econômicas, projeta um agravamento da recessão no próximo semestre. Por outro lado, ao encerrar 2011 com a perspectiva de se consolidar na sexta posição entre as maiores economias do mundo, o Brasil segue produzindo boas notícias.

Mas os jornais parecem ter aprendido pelo menos uma lição nos anos recentes: as comemorações vieram acompanhadas de alertas sobre outros aspectos do crescimento econômico, como a necessidade de buscar o desenvolvimento sustentável, com o respeito ao meio ambiente e a redução das desigualdades sociais.

Pode-se dizer que a imprensa brasileira começou a entender, em 2011, que o Produto Interno Bruto mede apenas a criação de riqueza, mas não serve para avaliar a geração de bem-estar na sociedade.

Controle externo

Outra questão que movimentou os jornais, revistas e a radiodifusão foi a disputa entre o Conselho Nacional de Justiça e as entidades corporativas da magistratura. Com cautela, para não dar a entender que tomou partido, a imprensa pendeu discretamente para o lado dos corregedores.

A liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, reduzindo os poderes do CNJ, ainda terá que ser analisada pela Corte Suprema após o recesso, em fevereiro, mas a polêmica atravessa a passagem do ano e os principais jornais claramente se manifestam a favor do controle externo do Judiciário.

Acontece que o tema controle externo provoca calafrios nos donos das empresas de comunicação. Esse é outro assunto que vai desafiar as redações.

Que seja um bom ano para todos nós.

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Mercado prevê que o impresso está com os dias contados

Posted by HWBlog em 29/12/2011

Vários analistas tentam adivinhar quando (se) ocorrerá a morte do impresso. Desde que, há quatro anos, a Amazon lançou o leitor de livros digitais Kindle, vários mercados que trabalham com publicações físicas estão em polvorosa.

Para piorar ainda mais a situação de quem já estava desesperado, a Apple lançou, em 2010, o iPad, que trouxe consigo uma enxurrada de tablets concorrentes – todos perfeitos para leitura. E a abertura de mercado encabeçada pelo Kindle só deve aumentar.”É uma questão de tempo antes que a gente pare de cortar árvores e que todas as nossas publicações se tornem digitais”, disse à agência AFP o analista Tim Bejarin, presidente da Creative Strategies.A AFP repercute um relatório da Juniper Research segundo o qual até 2016 as vendas de livros digitais devem chegar a 9,7 bilhões no mundo todo, número que triplica os resultados de 2011.

Quase metade das pessoas que leem nos formatos impresso e digital está disposta a trocar o tradicional pelo novo, caso encontre o título que precisa. Com isso, as livrarias podem desaparecer, por mais que algumas tentem se defender criando alternativas, como a Barnes & Noble e a Fnac, que lançaram leitores digitais: o Nook e o Kobo by Fnac.

Por outro lado, as editoras não devem enfrentar perdas com a mudança comportamental. Pode ser até que ocorra o contrário. “Eu estou entre aqueles que pensam que o novo entusiasmo pelos e-books desenvolve no povo o interesse geral pela leitura”, comentou à AFP o analista Allen Weiner, da Gartner. “Toda vez que motivamos as pessoas a lerem, independentemente da forma, desencadeamos o amor pela leitura.”

Bajarin, da Creatives Strategies, acredita que há pelo menos 10 anos de mercado para quem trabalha com impresso. Ele se apoia na idade dos leitores, uma vez que a maioria deles cresceu com esse tipo de leitura “e, para muitos, ele será sempre o formato mais confortável”.

Já para os jornais a notícia não é tão animadora. Os periódicos mais curtos provavelmente serão os primeiros a desaparecer, enquanto as revistas terão de encontrar um meio-termo entre o físico e o digital, previu Weiner.

Isso é visto como realidade se levado em conta o exemplo do The Daily, publicação criada pela News Corporation exclusivamente para o mundo online. Mas o Brasil encontra um movimento contrário, com a possível volta do Jornal do Brasil para as bancas

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Veja quais são as tendências para 2012

Posted by HWBlog em 29/12/2011

A JWT Intelligence, núcleo de pesquisa e inteligência da agência, divulgou uma lista com as dez tendências para 2012. É a sétima vez que esse sumário é divulgado – sempre no final do ano -, com as ideias do que pode aparecer no período que chega.

As incertezas econômicas, a ideia cada vez mais crescente de responsabilidade compartilhada e a abertura para novas tecnologias foram os tópicos que permearam o levantamento deste ano.

O primeiro tópico paira pelo aspecto econômico ao dizer que cada vez mais marcas criarão alternativas para atingir consumidores “sensíveis ao custo”; isso se dará por meio de criações menores, despojadas ou com qualquer outro aspecto que tornem produtos e serviços acessíveis.

Já o segundo trata do comportamento das pessoas, que, fartas de ouvirem o que fazer (ou não), passarão a se entregar mais aos “pecados” e abandonar um pouco paranoias com dietas, cigarro, bebidas etc. Mas essa tendência se explica no fato de que muitos já estão treinados em autocontrole, de tanto incentivo recebido.

Ainda no campo comportamental, mas já unido à economia, o item seguinte traz uma visão de que há um grupo de incontentes com o status de “Geração Perdida”. Ao invés de ficarem em casa reclamando por serem tratados de maneira injusta, eles encontrarão oportunidades na diversidade econômica – credenciados pela tecnologia, que costuma ultrapassar as barreiras do tradicionalismo.

A quarta previsão fala da ideia de responsabilidade compartilhada: algumas corporações, cientes de que precisam ter responsabilidade social, mudarão seus modelos de negócios para integrar iniciativas sociais aos núcleos de estratégia.

O item seguinte também parte do conceito de sustentabilidade ao colocar o mercado de alimentos como “a nova questão ambiental”. As pessoas passarão a se preocupar mais com os impactos ambientais causados pelos métodos de preparo das comidas. Neste caso, as pequenas mudanças farão diferença.

Mais sobre comportamento: as mulheres não pensarão mais no casamento como etapa primordial a se passar durante a vida. Isso fará com que modelos antes vistos como alternativos passem a ser tomados como normais, como ser mãe solteira, por exemplo.

Nossos mundos individuais ficarão cada vez mais personalizados – o que estreita o tipo de conteúdo, experiências e pessoas a que somos expostos. Por isso, uma “grande ênfase será colocada em reintroduzir a aleatoriedade, a descoberta de inspiração, e diferentes pontos de vista em nossos mundos”.

Dentro campo tecnológico, a JWT diz que mais superfícies planas estão se tornando telas, e mais telas estão ficando interativas. “Cada vez mais vamos tocá-las, gesticular com elas e falar com elas” – e, claro, ficaremos acostumados com isso. Esse crescimento criará oportunidades originais para informar, engajar e motivar consumidores.

A tendência seguinte lembra que as percepções sobre envelhecimento estão mudando e as pessoas passaram a ver mais positividade em ficar velhas. Com mudanças culturais e demográficas, além de avanços medicinais, a definição de quando a velhice chega será alterada, assim como o significado do termo.

Por último, passaremos a dar mais atenção aos objetos físicos, ao tato, já que muitas coisas firam substituídas pelo mundo virtual. “Como resultado, veremos mais ‘objetos motivacionais'”, diz a agência.

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Como estabelecer metas para 2012

Posted by HWBlog em 29/12/2011

O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando algumas horas para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.

Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.

Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.

Específicas: aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.

Mensurável: ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.

Atingível: imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.

Realista: algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.

Tangíveis: aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.

Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas.

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