PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    dezembro 2011
    D S T Q Q S S
    « nov   jan »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031

Archive for 2 de dezembro de 2011

Quando o executivo fica maduro

Posted by HWBlog em 02/12/2011

A vida útil dos executivos aumentou? Não é uma pergunta fácil de ser respondida, mesmo de acordo com pesquisas que têm sido publicadas nos últimos anos.

De um lado, é certo que executivos mais maduros voltaram a ser cobiçados pelo mercado em consequência da falta de talentos acarretada pelo crescimento econômico do País, bem como pela crise econômica global que levou as empresas a apostar em profissionais mais experientes, principalmente na área financeira.

Por outro lado, a maior parte das empresas manteve a idade limite para a aposentadoria dos executivos.

A idade, por si só, não é o melhor critério para definir se o profissional mantém ou não condições de atender às necessidades da empresa, se tem ou não capacidade de se adaptar às vertiginosas mudanças e se ainda está preparado para os novos desafios propostos.

Temos uma infinidade de exemplos de empreendedores e mesmo executivos geniais que continuaram liderando as organizações além do limite de idade imposto atualmente pela maioria delas. Ainda hoje vemos fundadores de grandes empresas acima de 70 anos influenciando as estratégias do negócio.

A imposição de uma idade-limite é a sinalização de que a organização precisa se renovar, se oxigenar, ganhar sangue novo para manter acesa a chama da criatividade e da inovação.

Para isso, precisa de ideias novas, da vitalidade, da energia, da ousadia e do dinamismo característicos das pessoas mais novas. Há exceções à regra, mas a renovação faz parte da vida.

Setores mais dinâmicos, como os de tecnologia, tecnologia da informação e varejo, por exemplo, requerem profissionais mais jovens, mais antenados com os avanços tecnológicos e científicos e com as mudanças comportamentais dos públicos estratégicos.

São áreas extremamente dinâmicas, que impactam de forma dramática a competitividade do negócio e exigem atualização constante, quase em tempo real.

É por isso que se encontram com facilidade CEOS com menos de 40 anos em empresas desses setores.

Outro fenômeno que decreta a obsolescência de um profissional é o processo de mudança de uma empresa, seja por meio de fusões e aquisições, seja pela necessidade de alterações até em seu core business.

Independentemente da idade, vão dançar aqueles executivos que não forem inovadores e criativos ou não tiverem a capacidade de se adaptar rapidamente à nova realidade.

Em contrapartida, nessas situações, ascendem aqueles profissionais com capacidade de antever os novos cenários.

Há muitas formas positivas de encarar essa realidade.

Quando se trata de aposentadoria por idade, o executivo tem tempo de se preparar para uma nova vida, seja curtindo o ócio com dignidade, seja abraçando projetos com os quais sempre sonhou, seja mantendo-se no mercado com um negócio próprio.

Pode até continuar a prestar consultoria ou outros serviços à empresa na qual se aposentou.

Já aqueles que foram ejetados da empresa por outro tipo de obsolescência, a saída é ir à luta, atrás de novas oportunidades. E, se possível, buscar outras qualificações.

Posted in Carreira | Leave a Comment »

5 pecados empresariais mortais

Posted by HWBlog em 02/12/2011

Há alguns anos, Peter Drucker escreveu um artigo descrevendo “cinco pecados empresariais mortais*” que levaram muitas empresas a ter sérios problemas estratégicos e financeiros. Sua caracterização desses “pecados” incluía:

1. Adoração de altas margens de lucros e preços excessivos;
2. Dar preço errado a um novo produto cobrando o que o mercado suportar;
3. Determinar preços em função do custo;
4. Destruir a oportunidade de amanhã baseado na alteração de ontem;
5. Alimentar problemas e ignorar oportunidades

De muitas maneiras, estes são os tempos mais difíceis para negócios em uma geração. Todos fomos despertados para a necessidade de olhar para além do conforto de nossas vidas cotidianas, para a necessidade de sintetizar as implicações de eventos externos, incluindo o aumento da concorrência. Isso, por sua vez, leva à necessidade de focar não só na execução, mas na execução sem falhas. Não existe meio-termo, afirma Mittelstaedt Jr.

Segundo esse autor, estudos revelam que, apesar de dados específicos poderem ser diferentes entre setores e situações distintos, os padrões de erros anteriores a acidentes são bastante semelhantes.
E ainda reforça: “o aprendizado nem sempre provém das fontes que você espera, com sua própria experiência, seu próprio setor ou empresas muito parecidas. É necessário um pouco mais de esforço, mas você pode aprender mais observando exemplos num setor ou numa situação marcadamente diferentes e reconhecer que há grandes semelhanças nos padrões de ações e de comportamentos”.

Certas situações parecem evidenciar que o erro estratégico irá causar mais impacto do que se pensa:
 Eles não sabiam que os clientes iam querer uma substituição de um chip defeituoso? (Intel)
 Eles não sabem que os clientes costumam ser mais fiéis se você admite um erro e o conserta? (Firestone)
 Eles não sabiam que a alavancagem financeira e/ou fraude poderia acabar com a empresa? (Enron, WorldCom, HealthSouth)

Existem padrões comuns nestes casos, segundo Mittelstaedt Jr.:
1. Um problema inicial, que geralmente seria secundário se fosse isolado, mas que não é corrigido
2. Um problema subsequente que se une ao efeito do problema inicial
3. Uma correção ineficiente
4. Descrença na seriedade crescente da situação
5. Geralmente, uma tentativa de esconder a verdade sobre o que está acontecendo, enquanto se faz uma tentativa de remediar o problema
6. Súbito reconhecimento de que a situação está fora de controle ou “in extremis”
7. Finalmente, o cenário máximo de desastre envolvendo perda de vidas e/ou de recursos financeiros; e, por fim, as recriminações.

Por isso, algumas questões são fundamentais, para obter-se respostas antecipadas:
 Há um desastre prestes a acontecer em minha empresa?
 Nós veremos os sinais?
 Vamos pará-lo a tempo?
 Temos habilidades para enxergar os sinais e a cultura para “quebrar a sequência”?
 Somos inteligentes o suficiente para entender que tem sentido econômico preocupar-se em reduzir ou estancar erros?

É recomendado, aprender com os erros dos outros e imaginar o sucesso empresarial sem erros, porque seu futuro pode depender da capacidade de fazer isso.

Referências:
*DRUCKER, Peter. The Five Deadly Business Sins. The Wall Street Journal, October 21, 1993.
MITTELSTAEDT JR., Robert E. Seu próximo erro será fatal. Os equívocos que podem destruir uma organização. Porto Alegre : Bookman, 2006.

Posted in Artigos | Leave a Comment »