PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Produtividade interpessoal: como delegar, apoiar e trocar para obter grandes resultados

Posted by HWBlog em 03/11/2011

Exercida de cima para baixo nas organizações, a pressão do mundo do trabalho vem tornando cada vez mais longínqua a possibilidade de sermos individuais ou independentes, apesar de sermos constantemente cobrados pela nossa sociedade nesse sentido. Como conciliar o número cada vez mais frequente de tarefas e interrupções profissionais com a demanda de produtividade também crescente, e ao mesmo tempo, obtermos a tão sonhada liberdade?

Bombardeados diariamente por tecnologias que deveriam supostamente nos auxiliar em nossos cotidianos, nossas jornadas de trabalho estão nos trazendo uma tremenda sensação de frustração advinda de muito esforço com pouco resultado prático palpável. E-mails, smartfones, chefes e reuniões – sobretudo esses dois últimos — têm sido responsáveis pelos desvios de rotas da nossa produtividade e representam o maior obstáculo em termos de descontinuidade em concentração ou interrupção do trabalho — isso é fato. Como então valorizar a chamada Produtividade Interpessoal em meio a esse cenário?

É importante considerar que dependemos de um sistema composto por pessoas, que se relacionam entre si e que o papel de cada colaborador no processo produtivo de uma organização requer um constante olhar das pessoas. Não basta culpar a avalanche de atividades que soam desnecessárias e acabam sobrecarregando várias pessoas simultaneamente; é preciso criar um hábito de checagem “constante” dessa navegação.

Para os líderes é fundamental entender que mostrar o caminho, sair de cena, delegar, e se mostrar disponível para apoiar os seus liderados — para que em conjunto todos possam caminhar — é um desafio constante de todos os envolvidos. Mas não se enganem: dependerá também de quem se encontra em escalões mais baixos estabelecer os limites ou solicitar tempo (para a continuidade) ou para finalizar qualquer coisa que esteja faltando no que se pretende alcançar.

O olhar de onde você está para aonde você quer chegar ajuda a cultivar o hábito a ser adquirido, visto que o fluxo interdependente de informações se renova a cada instante e deve alimentar a cadeia produtiva composta em três fases distintas: o planejamento ou preparação, a execução ou caminho e a obtenção de estágios que podemos definir como realidade atual (o aqui e o agora) ou a realidade a ser alcançada (metas e objetivos), inerentes a qualquer projeto.

Uma dica de caminho é então nos perguntarmos qual o nosso papel, onde estamos, para onde vamos? Perguntas que independente do nível hierárquico constituem-se num dos pilares de treinamento em produtividade em qualquer campo, seja ela em reuniões eficazes ou em uma simples comunicação entre pessoas. É isso o que chamamos de comunicação produtiva.

Responder a essas questões é de extrema valia, principalmente se você se encontra no rol de pessoas que querem levar o mundo nas costas e dizem sim para qualquer coisa no seu entorno. Esse diálogo interno costuma ter um efeito poderoso no sentido de identificar quando a nossa presença não mais é necessária num projeto ou reunião. Dar e receber feed back também é valioso: é a chave para cultivar uma relação honesta com você mesmo e com os outros.

O que buscamos eliminar no universo produtivo é a sensação de estarmos em permanente “dívida”: cansaço ou insatisfação estarão sempre presentes na medida em que não conseguirmos nos livrar do que chamamos de “incompletos”. Em poucas palavras, você não se cansa pelo que faz, mas pelo que não faz. Papéis e e-mails desorganizados só pioram o nosso sentimento de devedores.

A possibilidade de minimizarmos essas frustrações é criarmos para nós e para os outros regras claras e negociadas. Aceitar que você escorrega ou repete erros, por exemplo, é uma atitude nova que pode ser incorporada coletivamente, criando chances de mudança. É em momentos desse tipo que poderemos dividir com o outro as dificuldades e corrigir a rota, se houver necessidade.

Vivemos em uma sociedade cada vez mais interdependente, mas que ainda assim cultua a navegação independente do ‘leve, livre e solto’. E nessa luta entre teoria e realidade nos esquecemos de um princípio essencial: de que a nossa capacidade produtiva é diretamente proporcional à nossa capacidade de ‘relaxar’ e de compartilhar durante o processo. Reflita, experimente e convide quem está ao seu lado a fazer o mesmo. Você verá que não está sozinho nessa jornada e que mudar depende de cada um, mas também do grupo.

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Apple iTV, o misterioso televisor de Steve Jobs

Posted by HWBlog em 03/11/2011

A lista de não-produtos da Apple – onde já estão iPhone 5, iPad 3 e iPad HD – ganhou mais um item nos últimos dias: o iTV. Desde que Walter Isaacson escreveu, em sua muito comentada biografia de Steve Jobs, que o fundador da Apple pensava bastante em como melhorar o televisor, muita gente teve certeza de que a Apple tem um iTV no forno.

O relato de Isaacson veio reforçar um rumor que existe há muitos anos – o de que a Apple entraria no mercado de televisores. A empresa já tem um produto nessa área, o Apple TV, um pequeno dispositivo eletrônico que recebe imagens da internet ou de um computador e envia ao televisor. Além disso, os monitores Apple Cinema Display podem exibir filmes em alta resolução. Eles só não têm o receptor de TV propriamente dito.

Isaacson diz que Jobs “queria fazer pelos televisores o que havia feito pelos computadores, players de música e celulares: torná-los simples e elegantes”. Ele cita o fundador da Apple dizendo: “Eu gostaria de criar um televisor integrado totalmente fácil de usar. Ele trabalharia em sincronismo perfeito com todos os dispositivos eletrônicos do usuário e com o iCloud” .

Eu resolvi
A ideia de Jobs era que as pessoas não precisassem mais usar meia dúzia de controles remotos cheios de botões para comandar os aparelhos na sala. “Ele terá a mais simples interface com o usuário que você puder imaginar. Eu finalmente resolvi isso”, disse Jobs.

Esta última frase (“I finally cracked it” no original em inglês) é que deu a entender que o iTV estaria muito perto de virar realidade. Como já havia acontecido com o iPhone 5 e o iPad 3, ilustrações mostrando como poderá ser o televisor da Apple começaram a surgir na internet. Algumas das melhores foram criadas pelo brasileiro Guilherme Schasiepen.

E como seria o iTV? Nos desenhos de Schasiepen, é um televisor com uma fina tela sensível ao toque, um logotipo em forma de maçã na traseira e nenhum botão de controle na frente – como é esperado de um produto da Apple. Uma câmera na parte superior seria usada para bate-papos com vídeo usando o recurso FaceTime, existente em outros produtos da Apple.

O iTV trabalharia conectado à internet e receberia imagens do iCloud e de outros dispositivos. A transmissão seria feita por meio do recurso AirPlay, também já existente em outros produtos da Apple. A tela seria 3D, mas com tecnologia que dispensa o uso de óculos para a visualização. Além disso, o televisor traria o software Siri, do iPhone 4S, que recebe comandos de voz do usuário.

Controles remotos
Tudo isso é possível, é claro, mas não resolveria o problema dos múltiplos controles remotos com muitos botões. Afinal, a maioria dos potenciais compradores do iTV teria também outros aparelhos, como decodificador de Tv a cabo, player de Blu-ray, console para jogos e home theater. E cada um deles tem seu próprio controle.

Por mais que a Apple caprichasse na interface, no instante em que o usuário ligasse, por exemplo, seu decodificador de TV a cabo, ele passaria a ver, na tela, os menus da operadora de TV. Em outras palavras, o fabricante do televisor não é 100% dono da interface com o usuário. O aparelho exibe também as interfaces dos outros dispositivos conectados a ele.

Steve Jobs estava consciente dessas dificuldades. Num debate durante o evento D8, no ano passado, ele respondeu a uma pergunta sobre o assunto: “A única maneira de mudar isso é voltar ao princípio, desmantelar o decodificador, começar do zero com uma interface redesenhada e apresentá-la ao consumidor de forma que ele aceite pagar por isso. E, no momento, não há nenhuma maneira de fazer isso. Esse é o problema com o mercado de TVs.”

Mas não é só isso. A estratégia habitual da Apple é ter produtos atraentes e avançados para poder cobrar mais do que os concorrentes. Assim, a empresa se mantém bastante lucrativa. No mercado de televisores, porém, é difícil se diferenciar dos concorrentes. Todos os aparelhos da geração mais recente têm praticamente os mesmos recursos – acesso à internet, tela full HD, imagens em 3D e várias entradas HDMI para a ligação de dispositivos externos.

A maioria dos consumidores se sente satisfeita com esse cardápio de recursos e não acha que o controle remoto cheio de botões seja um grande problema. Além disso, a variedade de programas e filmes não depende, é claro, do televisor. Todos têm acesso à mesma programação. Assim, é provável que poucas pessoas estejam dispostas a pagar mais para ter o logotipo da maçã e uma interface mais simples e elegante no televisor.

Baixas no mercado
Na verdade, a competição entre os fabricantes tem estreitado as margens nessa área. A Philips, um dos fabricantes mais tradicionais, colocou a venda seu negócio de televisores neste mês. Uma estimativa corrente no mercado indica que a empresa holandesa perdeu 1 bilhão de euros nessa área nos últimos quatro anos. A Sony, que também enfrenta dificuldades na área de TVs, divulgou que vai dividi-la em três para reduzir custos e atender melhor a segmentos específicos.
E nenhuma dessas duas empresas pode ser acusada de ter produtos ultrapassados. Ambas contam com as tecnologias mais recentes, também encontradas em produtos das rivais LG e Samsung, que hoje lideram esse mercado. Considerando tudo isso, é muito provável que, pelo menos por enquanto, o Apple iTV continue sendo apenas fruto da imaginação fértil de designers como Schasiepen – a menos que a empresa da maçã tenha mesmo algo muito surpreendente para anunciar.

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