PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como mudar de atitude?

Posted by HWBlog em 28/10/2011

Um dos maiores exemplos de atitude e desprendimento de vaidade foi protagonizado por John Lennon, àquela que foi sem dúvida a mais famosa negação de honras da história, quando devolveu à Rainha da Inglaterra sua comenda (recebida com os outros Beatles em 1965), no momento em que ela apoiou a investida norte-americana ao Vietnã, embora a comenda o elevasse a membro do Império britânico, ele simplesmente a recusou.

A importância da atitude certa, a despeito dos supostos obstáculos, poderia ser resumida pelo seguinte letreiro, que está escrito numa das fábricas da General Motors: “Segundo a teoria da aerodinâmica, e como pode ser facilmente demonstrado através dos experimentos no túnel de vento, o zangão é incapaz de voar. Assim é porque o tamanho, peso e forma de seu corpo, em relação ao total de vento circulado, tornam-lhe impossível o voo. Mas o zangão, que desconhece essas verdades científicas, segue para diante e voa de qualquer jeito”.

O dicionário Aurélio define atitude como nossa maneira de ser em relação à determinada pessoa, objeto ou situação. O fato é que a nossa maneira de ser ou reagir está intimamente ligada à nossa percepção sobre o mundo. Percebemos o mundo baseado no conjunto de crenças, valores e experiências que ajudaram a formar a nossa personalidade.

Cada um de nós enxerga o mundo com lentes de cores, formatos e graus diferentes. Assim alguém que utilizasse lentes negras, só enxergaria um mundo cinzento, por outro lado às lentes amarelas dão um brilho diferente a cada cor natural. Além disso existem aqueles que têm uma visão míope da vida ao seu redor. Essa miopia advém dos modelos mentais que cada pessoa possui.

Uma pessoa vencedora diz assim: “Sou bom, mas vou ser melhor”. Uma pessoa perdedora dirá: “Até que não sou tão mal quanto outros por aí”. Isso é uma questão de atitude! Da mesma forma, o vencedor, quando erra, diz: “Cometi um erro”, enquanto o perdedor dirá: “Não foi minha culpa” e, claro, em seguida culpará alguém.

Emerson disse: “A vida consiste naquilo em que o homem pensa todo dia”.

John C. Maxwell em seu livro “Você faz a diferença” diz que além da atitude, há um outro fator essencial: o talento. Nenhuma atitude é suficientemente forte para compensar a falta de habilidade. De qualquer modo, a atitude pode fazer diferença. Para isso, é preciso entender de onde vem a sua atitude, o que ela pode ou não pode fazer por você e como você pode fazer dela uma qualidade, ensina ele. Além disso você pode tomar uma decisão de ter uma boa atitude, mas se não fizer planos para administrar essa decisão todo dia é provável que acabe no lugar onde começou. Manter a atitude certa é mais fácil do que recuperar a atitude certa, diz Maxwell.

Peter Drucker disse “Onde quer que você veja um negócio de sucesso, pode acreditar que ali houve um dia uma decisão corajosa”. E uma decisão seja corajosa ou não sempre demanda atitude.

Para que você compreenda melhor, vou lhe convidar para tomar um CHA com Scott B. Parry, é bem verdade que uma xícara de chá não faz mal a ninguém, mas neste caso, estou me referindo a outro tipo de CHA.

Scott B. Parry em sua definição de competência, que segundo ele é a que mais lhe agrada: “Um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes correlacionadas, que afeta parte considerável da atividade de alguém, que se relaciona com seu desempenho, que pode ser medido segundo padrões preestabelecidos, e que pode ser medido por meio de treinamento e desenvolvimento”. O autor, daí extrai uma sigla que fundamenta sua ação: C.H.A – Conhecimento, Habilidade, Atitude.

O Conhecimento sobre um determinado assunto. Diz respeito à pessoa dominar um determinado Know-how a respeito de algo que tenha valor para empresa e para ela mesma. É o saber. Na maioria das vezes não utilizamos tudo o que sabemos.

A Habilidade para produzir resultados com o conhecimento que se possui. Diz respeito à pessoa conseguir fazer algum uso real do conhecimento que têm, produzindo algo efetivamente. É o saber fazer. O “como” utilizar o conhecimento em nossas atividades cotidianas.

E finalmente a Atitude assertiva e pró ativa, a iniciativa. Diz respeito ao indivíduo não esperar as coisas acontecerem ou alguém ter que dar ordens, e fazer o que percebe que deve ser feito por conta própria. É o querer fazer. O exercício das habilidades de um determinado conhecimento.

Eu acrescentaria ainda ao C.H.A , motivação e amor. Sem motivação não temos energia para fazer nada na vida e o amor é fundamental , pois mais do que simplesmente gostar devemos que ser apaixonados pelo o que fazemos , transformando assim o C.H.A em C.H.A.M.A que acende o pavio do entusiasmo ruma à bomba que irá lhe proporcionar a explosão de energia necessária para lançá-lo rumo ao sucesso.

Quem não procura aprimorar os seus conhecimentos, sempre; quem não consegue desenvolver suas habilidades, cada vez mais; quem não consegue ter atitudes, rápidas e diferenciadas, está fadado ao insucesso.

Se a sua realização pessoal não está indo à direção ou velocidade que você espera, não olhe para isso como se fosse o fim do mundo, pois esse fato representa apenas 15% da sua jornada rumo ao topo. Ao invés de ficar preocupado com isso, você deve olhar para a sua atitude, pois ela sim, será responsável pelo seu sucesso ou fracasso. E o que é mais interessante: a atitude depende única e exclusivamente de você mesmo.

Observe por exemplo às pessoas quando participam de eventos ou palestras, sempre estão sentadas ao lado de quem já conhecem, com isso perdem a oportunidade de conhecer alguém diferente e ficam sem saber das oportunidades que as rodeavam. Isso é atitude.

Se nós somos produto de nossas atitudes então é importante que examinemos nossas atitudes, positivas e negativas, para descobrir o impacto que estão tendo em nossas vidas.

Atualmente, uma minoria de pessoas tem realmente o controle sobre si mesmas, a maioria é influenciada ou até controlada por forças externas como a mídia, marketing, idéias populistas, fracassos, falta de dinheiro, família, organizações, governos, e muito mais, vivem na ilusão de que exercem algum controle sobre si mesmas. Somos levados pela multidão.

Vivemos sonhos coletivos. Nunca estamos presentes. Ficamos visitando um passado saudoso, racionalizado, algumas vezes cheio de lamentações em busca de redenção, por outro lado viajamos para o futuro procrastinando obrigações atuais, planejando a incerteza, sonhando com o sucesso e as conquistas. E o presente onde a vida acontece, fica relegado ao segundo plano, se tornando passado a cada segundo. A atitude acontece no hoje, aqui e agora. Não existe ontem nem amanhã.

Sabemos que ninguém muda de uma só vez. A atitude é uma intenção de se comportar de uma certa maneira, a intenção pode ou não ser consumada, dependendo da situação ou das circunstâncias. Mudanças nas atitudes de uma pessoa podem demorar muito para causar mudanças de comportamento que, em alguns casos, podem nem chegar a ocorrer. Basicamente, as pessoas buscam uma sensação de equilíbrio entre suas crenças, atitudes e comportamentos causando assim ambigüidades entre as novas informações e conhecimentos e suas crenças e modelo mental. A isso damos o nome de dissonância cognitiva.

Toda pessoa tem “modelos mentais” de como as coisas são ou deveriam ser (valores, emoções, crenças, informações, opiniões, comportamentos etc.). A maioria desses modelos não tem qualquer relação significativa entre si, mas alguns mantêm uma relação de concordância (consonância). A dissonância cognitiva surge quando uma nova informação entra em choque com um modelo já existente, pois as pessoas não se sentem bem com esse tipo de incoerência entre modelos.

Explorada detalhadamente pela primeira vez pelo psicólogo social Leon Festinger a dissonância cognitiva é uma teoria sobre a motivação humana que afirma ser psicologicamente desconfortável manter cognições contraditórias. A teoria prevê que a dissonância, por ser desagradável, motiva a pessoa a substituir sua cognição, atitude ou comportamento.

Segundo Festinger existem três maneiras de se lidar com a dissonância cognitiva, não os considerando mutuamente exclusivos:

Tentar substituir uma ou mais crenças, opiniões ou comportamentos envolvidos na dissonância; adquirir novas informações ou crenças que irão aumentar a consonância existente, fazendo assim com que a dissonância total seja reduzida ou esquecida; reduzir a importância daquelas cognições que mantêm um relacionamento dissonante.

Qualquer que seja a sua maneira ela lhe exigira atitude já que o homem não age em função de seus pensamentos, mas pensa em função dos atos que as circunstâncias lhe impuseram.

Se pensarmos e agirmos apenas reativamente corremos o risco de nos tornarmos reféns dos fatos e acontecimentos ao nosso redor, por isso é necessário ser pró-ativos, premissa básica á atitude.

Como diria o pastor, escritor, radialista, educador e fundador da missão Insight for Living* Chuck Swindoll quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da atitude na vida. Ela é mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, e do que as outras pessoas pensam, dizem, ou fazem.

Insight for Living* – programa do mesmo nome que vai ao ar no rádio em mais de 2000 estações ao redor do mundo em 15 línguas. Insight for Living (Razão para Viver no Brasil) está com sua base atualmente na cidade de Plano, no Texas.

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Como sobreviver nesta época de caos e incerteza?

Posted by HWBlog em 28/10/2011

Nos últimos anos acordamos nos sentido menos seguros do que éramos no passado. Saímos de casa sem a certeza de que vamos chegar ao trabalho. Não sabemos o que nos espera no trabalho, e sequer imaginamos como estaremos emocionalmente ao final do dia.

Quem está empregado ainda teme ficar sem emprego de uma hora para outra; o desempregado não sabe se conseguirá uma recolocação, pois são tantas as competências necessárias, uma hora estamos acima do exigido, outra hora abaixo… e por aí vai… Distribuímos currículos, enfrentamos horas de entrevistas e participações em dinâmicas de grupo.

A desmotivação passou a ser doença grave nos tempos atuais. Com ela, encontramos a depressão, síndrome do pânico e o stress. O grande problema é que uma alimenta a outra, e acaba se tornando um ciclo vicioso.

Esta nova era que se iniciou é a da Consciência, o que precisávamos saber ou onde buscar a informação já sabemos, agora é conseguir entendê-las e colocá-las em prática. As novas competências essenciais exigidas são: a autoconsciência, autogestão, autoconhecimento, consciência social e habilidades interpessoais.

Precisamos achar as nossas respostas para as seguintes perguntas:
• O que eu posso fazer para melhorar as minhas competências essenciais?
• Como posso trazer mais alegria e alto astral para meu dia?
• Qual é a fonte da minha autoconfiança?

Se encontrarmos as respostas, encontramos o combustível para nos sentirmos motivados nestes tempos turbulentos.

Precisamos entender que qualquer dia normal de trabalho tem seus altos e baixos, que nos fazem entrar numa montanha russa de emoções, que nos levam da empolgação e da satisfação ao tédio e a frustração. E precisamos aprender a conviver com isto. Como lidar com as emoções é a chave para mantermos a nossa motivação.

Quem está motivado consegue transformar visões em realidades, obstáculos em desafios, riscos em recompensas.

Algumas pessoas respondem bem ao desafio, outras consideram assustadora e estressante a falta de segurança. Mas é necessário que o desafio seja correspondente à nossa capacidade. Se tivermos um desafio maior que a nossa capacidade, estaremos vivenciando um estado de ansiedade, pois teremos consciência de que não daremos conta do recado, o que nos leva a uma situação de estresse. Se, ao contrário, o desafio é baixo perante a nossa capacidade, vivenciamos um estado de frustração, gerando o desinteresse e a desmotivação. Precisamos aprender qual o nível de pressão ideal para o desenvolvimento.

Como sei que estou em desequilíbrio? Confira alguns pontos que indicam o desequilíbrio:
• Irrita-se com facilidade;
• Embora seja uma pessoa calma, tem súbita explosão temperamental;
• Está “perfeccionista” ao extremo;
• Evita tarefas desafiadoras, prefere coisas pequenas e sem importância;
• Considera difícil uma tarefa dupla;
• Está hipersensível as críticas;
• Procura fazer tudo sozinho;
• Quase chega as lágrimas;
• Overdose de lanchinhos, café, chocolate;
• Quer terminar logo o trabalho, quando costumava adorá-lo;
• Trabalha cada vez mais e tem a sensação que não está indo a lugar nenhum;
• Fica relembrando mentalmente os acontecimentos;
• Prefere ficar distante das pessoas;
• Se sente cansado, mas demora a pegar no sono;
• Acorda sem energia;
• Sente falta de flexibilidade de pensamento e sem capacidade para tomar decisões.

Para reencontrar o equilíbrio, o primeiro passo é buscar estar fisicamente saudável.

Para conquistar seu bem-estar e liberar o stress inclua na sua vida exercícios regulares; relaxamento profundo, meditação; até mesmo massagens (uma vez por semana); alimentação saudável; equilíbrio entre vida pessoal (casa e amigos) e vida profissional.
Confira abaixo algumas dicas para nos mantermos equilibrados:

1. Não fique desmotivado ao receber uma crítica. Escute a crítica, respire fundo, várias vezes para manter a paz interior. A crítica sempre é útil para conhecer melhor quem nos avalia, suas emoções, valores e percepções a nosso respeito; e para nos dar a chance de uma reflexão da mudança de percurso.

2. Análise o seu ambiente de trabalho. Não restam dúvidas sobre o fato que um ambiente de trabalho ruim pode prejudicar o desempenho e o bem-estar. Temperatura, iluminação, cor das paredes, apelo visual, ordem das pastas, papéis, limpeza, odor, nível de barulho, conforto da cadeira. Se for neste espaço que passamos acordados a maior parte do nosso dia, ele deve ser agradável. Lugar arejado, bem iluminado, paredes limpas, e ambientes organizados e perfumado, propiciam bem-estar e você vai ter vontade de acordar para ir para lá. Acrescente um pouco de beleza a seu local de trabalho, flores e aromas (sachês), cuidado com incenso, pois não são todas as pessoas que apreciam e sempre deixa no ar cheiro de fumaça.

3. Libere-se do passado. Acolha as novas idéias. Busque significado para a sua vida.

4. Integre-se e se entregue. Está provado que pessoas que possuem bons relacionamentos sentem-se mais felizes. Tente prestar mais atenção nas pessoas que o cercam, seus gostos, suas carências. Seja um bom ouvinte e você começará a construir relacionamentos verdadeiros e de maior qualidade. Quem conta com um grande amigo no trabalho apresenta um histórico de segurança maior, melhores resultados em termos da satisfação dos clientes e uma produtividade crescente. Mas, lembre-se: relacionamentos são feitos em duas vias, por isso não se economize. Não tenha medo de se relacionar, de se mostrar e de se doar.

5. Faça uma lista de tudo que você tem de bom, vale incluir os amigos, o cheirinho de café passado pela manhã, e tudo mais que você achar conveniente. Ao terminar a lista, leia e releia, e veja quão sortudo você é.

6. Pegue uma folha de papel, desenhe uma nuvem, como aquelas de pensamento de desenho animado, e cole imagens que signifiquem o que você pretende alcançar neste ano. Cole esta folha num lugar que você acesse regularmente. Serve para focar os seus desejos e te dar forças para ir buscá-los.

Perseverança e Boa Sorte são as palavras chaves.

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A nobre e à vezes esquecida arte do networking, ou puro interesse.

Posted by HWBlog em 28/10/2011

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns anos atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Por uma questão da minha fé religiosa, comprei um terço para ela, e fui entregá-lo, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e alguns meses depois, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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