PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O administrador do futuro: quem é ele?

Posted by HWBlog em 18/09/2011

Pense rápido: qual é a melhor estratégia de sobrevivência descoberta pela espécie humana há pelo menos dois milhões de anos? E qual a tática que tem garantido vida longa e próspera para as maiores empresas do planeta? A resposta é a mesma, nos dois casos: adaptação. Desde que o nomadismo acabou, desde que o escambo deu lugar ao dinheiro, desde que estradas de ferro mudaram o mapa dos países, desde que o homem construiu, navegou e voou, adaptar-se é preciso. E isso vale tanto para a biologia quanto para os negócios.

De tempos em tempos, os líderes – assim como os organismos vivos – precisam reconhecer as mudanças no ambiente e adaptar-se às transformações que estão por vir, senão, podem ser destruídos por elas. Pensando nisso, elaboramos um guia com cinco estratégias para você não perder o bonde da evolução e sobreviver no competitivo mundo da Administração. Leia, pondere e principalmente aceite as mudanças. Do contrário, o risco de virar um dinossauro é todo seu…

Olhe para economia do vizinho

A família Smith comprou a casa dos sonhos. Fez um empréstimo, parcelou em centenas de vezes, mas nunca conseguiu pagar a hipoteca. Problema deles, certo? Não mais. A crise americana do subprime deixou esta lição aos administradores do futuro: ficar de olho no telhado do vizinho pode, sim, ajudar na sobrevivência de um negócio. Afinal, na era da globalização, quando uma economia sofre, todas sofrem juntas – e quem não está atento às oscilações do mercado pode ser pego de surpresa. Foi o que ocorreu quando, a partir de 2007, o caos no mercado imobiliário americano causado pelas hipotecas de risco fez os bancos perderem totalmente o crédito, o que gerou um efeito dominó negativo no mundo inteiro. Empresas fecharam as portas, outras viram as vendas despencar.

O erro delas, segundo alguns especialistas, foi terem se voltado demais para o próprio umbigo. “Não podemos mais simplesmente gerir um negócio sem levar em conta as consequências mais amplas do que estamos fazendo”, explica Bruce Kogut, professor de Liderança e Ética da Universidade de Columbia, nos EUA. Para os alunos e futuros líderes, ele ensina o que chama de “pensamento integrado”. “Na prática, significa separar o que pode ser útil e bom para o crescimento econômico e financeiro de uma empresa daquilo que, a longo prazo, pode se revelar destrutivo para todo sistema – e, a partir dessas informações, fazer a escolha certa”, afirma Kogut. E qual é a decisão ideal? É aquela “baseada na ética”, defende o especialista
Vista a camisa verde.

É preciso agir como um camaleão para sobreviver em um ambiente hostil e competitivo. Mas, na hora de mudar de cor, recomendamos o verde aos futuros líderes. Em outras palavras: vista a camisa da ecologia, adotando uma atitude a favor da natureza. Uma empresa amiga do meio-ambiente, cá entre nós, ganha pontos no quesito marketing. Ser ecologicamente correto soa bem, rende reportagens favoráveis na mídia e, claro, o reconhecimento do público – e tudo isso, de um jeito ou de outro, pode ser revertido em lucro. Esse, no entanto, é o aspecto mais superficial. É importante lembrar que o impacto ambiental causado por um empreendimento pode abalar ecossistemas inteiros, prejudicando regiões, países e o próprio planeta. E, no futuro, quem paga o pato é a própria empresa.

Diante desse risco, James Clawson, professor de Administração de Empresas da Universidade de Virginia, nos EUA, faz um alerta aos líderes do futuro: “Não podemos continuar extraindo, usando, descartando e partindo para a próxima reserva. Temos de nos conscientizar de que é necessário viver de modo mais sustentável”. Isso significa apostar em novos modelos de funcionamento e até repensar a cultura inteira de uma companhia. A Wal-Mart, gigante do varejo norte-americano, fez isso quando investiu 500 milhões de dólares na redução de gases causadores do efeito estufa e no consumo consciente de energia elétrica. As consequências dessas decisões talvez sejam percebidas só daqui a algumas décadas, pelas próximas gerações. Mas ninguém duvida de que valerá a pena.

Entre para a aldeia virtual

Você usa email, conversa em chats e até arrisca opinar em fóruns da internet. Mas isso não significa que está por dentro do que acontece na aldeia virtual. Afinal, ainda há o Linkedin, o Twitter, o Tumblr e inúmeras outras ferramentas online esperando por você. Elas se multiplicam a cada dia e oferecem possibilidades de comunicação jamais vistas antes. Cabe ao administrador do futuro ficar de olho nesse arsenal tecnológico e descobrir como tirar o melhor proveito de tudo isso. Quer alguns exemplos? Você pode começar utilizando a internet para acelerar a troca de informações com seu time, compartilhar documentos e discutir todo o tipo de ações – para isso, basta uma simples conta de email ou um serviço chat. Também é possível usar o ambiente online para acompanhar o desempenho das equipes, dar feedback mais rápido aos funcionários e ainda realizar treinamentos e conferências – nesse caso, uma webcam e muita disposição para falar e ouvir são mais do que suficientes.

As empresas ainda podem aproveitar as ferramentas virtuais para estreitar a relação com seu clientes, tornando a comunicação mais pessoal e instantânea. Hoje, isso é possível por meio dos microblogs como o Twitter e o Tumblr ou de redes sociais como Facebook, que ainda permitem esclarecer dúvidas de consumidores, apresentar produtos e serviços, realizar pesquisas de opinião, entre outras coisas. As opções são muitas e o segredo, como você já adivinhou, é se manter conectado.

Não espere o funcionário se adaptar

Manter uma equipe motivada, produtiva e engajada não é fácil. Para piorar, de algumas décadas para cá, valores como fidelidade e lealdade a uma única empresa parecem ter ficado para trás, o que aumenta o desafio de quem está na liderança. “Além disso, as mudanças de perspectivas profissionais, a partir de um mercado mais exigente em termos de formação, experiência e atualização, também criaram funcionários mais exigentes com a empresa, no que se refere à expectativa de crescimento, benefícios, treinamentos e qualidade das relações de trabalho”, afirma a psicóloga Clarissa de Franco, em São Paulo.

Diante desse quadro, a saída é uma só: adaptação. “O que servia ontem para a satisfação dos empregados hoje pode já não mais servir. Assim, a empresa deve caminhar e se transformar em comunhão com quem a constrói”, aconselha a especialista. Foi o que ocorreu na sede do Google, na Califórnia, onde os funcionários hoje têm direito a café da manhã, almoço e jantar, além de guloseimas a qualquer hora do dia. Os googlers ainda dispõem de cabeleireiros, massagistas, salas de ginástica, creche para os filhos e até pet shop.

A experiência da empresa californiana mostrou que simples mudanças como essas podem refletir positivamente no desempenho das equipes, aumentando a produtividade. Na Suécia e na Dinamarca, algumas companhias também seguiram caminho semelhante. Depois de constatar que muitas pessoas não “funcionam” bem pela manhã, elas decidiram se adaptar ao ritmo biológico dos funcionários e passaram a oferecer horários noturnos alternativos.

O home-office, ou escritório em casa, é outro modelo que reflete a adaptação das empresas às necessidades dos indivíduos. Nesse caso, o funcionário trabalha em casa, conectado com o chefe pela internet. “A maior vantagem é a flexibilidade do horário de trabalho. Se, pela manhã, estou sempre cansado e com sono, posso trabalhar tranquilamente à tarde e à noite”, explica o professor universitário e programador Maurício Linhares, de João Pessoa, que adotou o home-office para trabalhar para uma empresa norte-americana de tecnologia. Segundo ele, outra vantagem é a economia de tempo no deslocamento casa-trabalho e a redução do estresse causado pelo trânsito congestionado das grandes cidades.

Aprenda de tudo um pouco

Aprender é essencial. Seja na sala de aula, seja na prática. Mas não adianta decorar teorias, fórmulas e seguir a receita do sucesso alheio. A saída, para o líder do futuro, é pensar fora da caixa, ou seja, buscar aprendizado além dos limites da sua própria área. Um exemplo disso veio da Universidade de Oxford, na Inglaterra. No novo mestrado da recém-criada Blavatnik School of Government, a grade de disciplinas foge a todos os padrões das escolas de Administração e oferece aulas de Direito, Ciências Sociais, Tecnologia, Saúde, Finanças e Energia. Com essas mudanças, a universidade, que se gaba de ter educado 26 primeiros-ministros britânicos e 30 líderes mundiais, quer que seus alunos aprendam a pensar de maneira mais ampla e globalizada.

Ao sair de lá, eles irão entender de economia a mudanças climáticas, de administração a pandemias de gripe. “Queremos oferecer aos líderes de amanhã o melhor do ensino tradicional de Oxford associado com novas maneiras de compreender as transformações que atingem essa área”, afirmou o vice-reitor da universidade Andrew Hamilton, durante a inauguração da escola, em setembro. E já que a tendência é diversificar o aprendizado, não custa lembrar o quanto é importante, para um líder em formação, aprender sobre outras culturas, dominar novos idiomas e principalmente ler e se informar sobre o mundo. As informações estão todas à mão, hoje disponíveis em apenas um clique de mouse.

Assim caminha o mundo

Nem políticos, nem lideres religiosos. Na opinião do professor James Clawson, autor de vários livros sobre Administração e professor da Universidade de Virginia, nos EUA, o futuro do planeta está nas mãos dos administradores de empresas. E essa não é a única mudança a caminho. A seguir, ele enumera as principais tendências no mundo dos negócios.

Tendência 1 – Líderes mais gananciosos

“Os seres humanos sempre foram gananciosos. Mas o que me preocupa é o surgimento da chamada ‘cultura da extração’. Líderes e estudantes parecem mais preocupados com que irão extrair do mercado do que com o que vão deixar de legado. Eles pensam em comprar para vender, e não mais em construir. A ganância gera especulação, o que prejudica toda a comunidade global.”

Tendência 2 – Mais mulheres no poder

“Mais e mais mulheres estão ocupando postos de comando e essa é uma mudança muito bem-vinda para o chamado C-level. Elas ainda lutam por espaço em várias nações industrializadas, mas isso está mudando e, em consequência, teremos uma visão mais equilibrada dos negócios.”

Tendência 3 – Aumento da competitividade

“Com as inovações tecnológicas dos últimos vinte anos, as empresas não conseguem mais esconder seus lucros. Resultado: se existe algum setor onde é possível ganhar dinheiro, esse setor logo será atacado. A informação instantânea aumentou a competitividade e a pressão para obter lucro.”

Tendência 4 – Fim das barreiras culturais

“As diferenças culturais estão diminuindo e os líderes globais descobriram que as barreiras culturais e linguísticas não são tão grandes assim. No fundo, somos mais parecidos do que imaginávamos e todos queremos fazer negócios. Por isso, afirmo que o futuro do mundo não está nas mãos de políticos ou religiosos, mas de quem lidere empresas.”

Perfil do novo líder, segundo os especialistas:

Ser inovador e visionário – 28,37%

Ser flexível a mudanças – 12,29%

Saber liderar equipes heterogêneas – 11,56%

Ser ético – 7,31%

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Como se divertir mais no trabalho

Posted by HWBlog em 18/09/2011

Nem todo mundo trabalha com o que mais gosta. Isso não quer dizer que o trabalho não possa ser prazeroso. Pelo contrário, boas doses de alegria nos tornam mais eficazes e produtivos. Reunimos cinco dicas de como se divertir mais na rotina de escritório. Conselhos oportunos para uma segunda-feira.

Cumpra as tarefas mais chatas logo pela manhã. Isso deixa o dia livre para você tocar os projetos que lhe dão mais prazer. Também alivia a preocupação, para o resto do dia, com as atividades entediantes que você teria que fazer.

Saia do escritório para almoçar. Nada de comer a quentinha trazida de casa entre um relatório e outro sobre a mesa. Ainda que você traga comida, prefira outro ambiente, que não seja a sua mesa, para almoçar. É uma oportunidade de encontrar amigos, conversar. Se ficar caro sair todo dia, faça isso pelo menos uma vez por semana.

Participe de outros projetos da empresa. Envolver-se com coisas diferentes é outro jeito de tornar o trabalho mais agradável. Pergunte ao chefe se existem novos projetos na fornalha, para os quais você possa dar alguma contribuição. Ainda que seja pequena, pode distraí-lo e ainda soma pontos com a chefia no quesito “pró-atividade”. Com o cuidado para não ficar sobrecarregado. Entre diversificar e acumular trabalho demais, fique com a terceira opção: continue como está, até conseguir uma oportunidade para aliviar a agenda.

Envolva-se com eventos fora da rotina de trabalho. Existem atividades relacionadas à empresa que podem alegrar o dia o dia. Pode ser jogar futebol ou participar de um grupo de leitura com os colegas de trabalho. Associa os colegas de trabalho à diversão.

Comemore pequenas e grandes conquistas. A maioria dos escritórios compram bolo e bolas quando alguém faz aniversário. Mas poucos celebram conquistas de trabalho. A dica é para inventar alguma comemoração da próxima vez que um projeto for bem sucedido. Pode ser um jantar caprichado, sair para ver um filme no meio da tarde ou contratar um massagista para ir ao escritório. Além de curtir a recompensa na hora em que ela acontece, os funcionários ficam esperando por ela.

E você, tem mais dicas?

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