PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Como se vestir para ser um empreendedor de sucesso

Posted by HWBlog em 09/07/2011

Já ficou em dúvida sobre o que vestir para um almoço de negócios ou um happy hour com clientes? Uma pesquisa feita pela consultoria americana Harris Interactive mostrou que uma boa aparência – independente de beleza física – passa mais confiança. Para 90% dos entrevistados, quem se arruma mais tem mais chances de conseguir uma boa primeira impressão.

Para quem trabalha em casa, por exemplo, não dá para visitar um fornecedor importante vestindo pantufas. Já bem definido no mercado corporativo, o dress code ideal para empreendedores pode ajudar a fechar um negócio e passar uma ótima imagem da sua empresa. “Estar vestido adequadamente traz uma confiança maior para você e para o cliente, que tem a imagem de que você se preocupa em estar bem para recebê-lo”, justifica a personal stylist, Roberta Carlucci.

Seja em uma situação formal ou não, a dica é estar sempre vestido como profissional, respeitando o próprio estilo. “O que tem que aparecer em situações como esta é o trabalho e não a pessoa”, explicam Cristina Zanetti e Fernanda Resende, consultoras de imagem da Oficina de Estilo.

Aposte na forma de se vestir e se portar também como um cartão de visitas do seu negócio. “A sua imagem tem que representar alto potencial de futuro”, ensina Bia Kawasaki, consultora de moda e personal stylist. Confira como se vestir de forma adequada em diferentes situações seguindo as dicas das consultoras:

1 Pedir um empréstimo

Alguns empresários estão bastante acostumados a sentar em frente ao gerente do banco para discutir um financiamento e acabam relaxando depois de um tempo. É fato que a instituição financeira leva mais em conta o histórico e as garantias da empresa do que apenas a aparência. Mesmo assim, vestir-se bem passa confiança. “Quando a gente está pedindo alguma coisa, tem que ser mais receptivo e ter uma aparência mais delicada”, sugere Cristina.

Mesmo que a informalidade comece a ganhar espaço no mercado, em ambiente de banco, aparecer de bermudão e chinelo pode passar uma imagem errada. “Nessa ocasião, o traje business é o mais indicado. Para homens, calça social, camisa bem arrumada e sapato combinando com cinto. As mulheres podem vestir calça social e um sapato com salto”, ensina Bia.

Para Roberta, manter a coerência do estilo é importante. “Mesmo que o estilo seja mais despojado, precisa de um pouco de formalidade. A pessoa pode usar calça jeans e tênis allstar desde que vista um blazer”, diz. “Uma coisa que ajuda é escolher as cores certas. Cores muito contrastantes, como terno preto e camisa branca, não são legais. Prefira cores neutras e mais claras, como cinza e bege”, ensinam as consultoras da Oficina de Estilo.

2 No dia a dia

Em um dia normal, sem compromissos fora da empresa, dá para relaxar na hora de se arrumar, certo? Errado. “Os seus colegas vão reparar em você e eles podem virar clientes um dia. A gente está constantemente construindo networking entre os pares”, diz Roberta.

A dica de Bia é seguir o “bom senso code”. “Tem que investir em uma boa imagem pessoal, o que inclui corte de cabelo, maquiagem e barba adequada. Nada de roupas sensuais, sapato velho ou roupa de ginástica”, explica a consultora de imagem.

Um guarda-roupa casual para o dia a dia é o mais indicado. Camisa sem gravata e jeans ou calça social são boas escolhas “É legal ter no escritório um paletó, caso precise estar mais formal”, ensina Cristina.

3 Networking

Pode ser um happy hour ou um churrasco no final de semana, se existir a mínima possibilidade de fazer negócios, as consultoras sugerem que o traje seja profissional. “Sempre que você vai se apresentar e fomentar novos negócios tem que passar uma boa impressão”, diz Roberta.

Geralmente, alguns desses eventos estipulam o traje. Se não for o caso, Bia ensina que é comum telefonar para o anfitrião e perguntar. “Assim, você consegue seguir a linguagem padrão do ambiente”, conta.

Chinelos e roupas velhas devem ser deixados no armário. “As mulheres têm que evitar decotes, mesmo que seja um churrasco na beira da piscina. Afinal, ela não quer ser vista como a gostosona, mas como uma boa profissional”, opinam Fernanda e Cristina.

Bermuda de surfe e tênis de corridas também não são recomendados. “A mulher pode vestir uma calça jeans e um sapato bonito, com um saltinho. Para o homem, sapatênis de couro e camisa polo”, ensina Bia. Evitar gírias, falar em português corretamente e não beber além da conta também são sugestões das especialistas.

4 Almoço com clientes

Hoje, muitos empreendedores aproveitam o horário do almoço para fechar negócios. Receber o cliente fora do ambiente de trabalho ajuda a estreitar a relação e quebrar o gelo. As consultoras de imagem sugerem que o empresário tente se alinhar ao convidado. “Não é obrigatório se vestir de acordo com o cliente mas, quando cria essa comunicação visual, fica mais fácil. São códigos que a gente lê através do inconsciente”, ensinam Cristina e Fernanda.

Para escolher o que vestir, pense no dia da semana. “Se for sexta-feira, jeans e roupa mais casual”, ensina Bia. Calça social e camisa para os homens e vestido com casaquinho para as mulheres são apostas certeiras. “A mulher tem muito mais elementos e pode optar também por uma calça com uma blusa que tenha um detalhe que imite a gola da camisa masculina, como um babado, um colar, um broche ou mesmo um colete. É um elemento a mais que mostra que você se preocupou em se arrumar”, dizem as consultoras da Oficina de Estilo.

Quem trabalha com coisas muito criativas pode demonstrar isso com um acessório, não precisa ser nada da cabeça aos pés. “Os empreendedores de áreas menos formais podem usar uma roupa mais criativa, um lenço mais colorido e jogar mais nos acessórios”, define Roberta. Um relógio ou uma pasta diferentes também auxiliam nessa tarefa.

5 Buscar um investidor

O momento de uma reunião com um investidor é como o de uma entrevista de emprego. “Junto com um ótimo plano de negócio, o empreendedor tem que passar muita confiança”, define Roberta.

Um terno ou uma roupa equivalente é o mais indicado. “Evite cores muito escuras. Chumbo, marrom e azul marinho são cores mais convidativas. Mesmo para os informais, blazer com a calça social é indicado”, diz a consultora.

Para situações como uma negociação de investimento, a imagem pessoal vai além da roupa. Pequenas ações podem falar muito sobre o empreendedor e ser crucial para o sucesso da operação. “Usar uma bolsa ou um relógio falsificado transmite a ideia de que a pessoa não é ética”, ensina Bia Kawasaki. Evitar excessos, como estampas e joias, também vale a pena. “Isso pode constranger o investidor”, diz Bia.

6 Feira de negócios

Eventos, como feiras de negócios, costumam ser bastante rentáveis – e cansativos – para os empreendedores. “Nada mais cafona do que mulher usando um salto enorme e andando como um ganso no meio de uma feira”, diverte-se Bia.

Apesar de exigir horas de caminhada, esses eventos são prioritariamente profissionais e para fazer negócios. Por isso, tênis e moletom estão fora de cogitação. “Você vai andar e o sapato tem que ser confortável. Outro ponto importante é que você não está indo para uma academia, mas para várias reuniões de negócio”, complementa a consultora.

Para ficar confortável e ainda profissional, as especialistas sugerem que os homens vistam sapatênis de couro com calça social e camisa. Já as mulheres, podem optar por uma calça cigarrete com um casaquinho ou um vestido com meia calça e um sapato de salto baixo ou sapatilha. “Lembre-se que imagem não é só o que a gente veste. Tem que ter conteúdo, bom palavreado, com um aperto de mão confiante e sem cara de cansado”, diz Roberta.

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Síndrome da pressa: você sofre disso?

Posted by HWBlog em 09/07/2011

Um ambiente de trabalho desequilibrado é muito propício para que os colaboradores desenvolvam o distúrbio. Saiba mais.

Você assume muitos compromissos ao mesmo tempo com frequência? Sente-se culpado quando não está produzindo algo? Costuma interromper a fala de outras pessoas? É impaciente? Faz as refeições correndo ou tem o sono agitado? Está sempre em estado de alerta? Reserva tempo para o lazer e tem contato com a natureza? Aproveita a companhia da família sem pressa e sem estresse? Se respondeu “sim” às primeiras perguntas, talvez você precise pensar mais na sua qualidade de vida.

Freud, no início do século XX, descreveu os sintomas da neurose da ansiedade, denominada hoje pela Associação Brasileira de Psiquiatria como transtorno da ansiedade generalizada. Conhecida entre os gestores de RH como síndrome da pressa, geralmente é identificada em pessoas que vivem sob pressão, assumem muitos compromissos, têm muitas tarefas e querem resolver tudo o mais rápido possível.

Não deve ser tão difícil pensar em alguém assim num mundo controlado pelo tempo, pelas metas e pelos resultados. Um ambiente de trabalho desequilibrado é muito propício para que os colaboradores desenvolvam o distúrbio.

Essa correria toda, se for constante e não apenas em situações esporádicas, pontuais, é extremamente prejudicial à saúde física e mental. O estresse que este comportamento gera é muito grande. Os médicos alertam para o risco de infarto, surgimento de úlceras e gastrites, depressão, além de interferir negativamente nas relações sociais e afetivas. Funcionário doente é sinônimo de produção comprometida.

Quando o trabalho é cercado pela pressão ao cumprimento de metas, mais produção e a cobrança pela superação dos limites, alguns funcionários podem corresponder num primeiro momento. Afinal, é preciso se destacar. “Até certo ponto, é positivo, mas não em demasia”, ressalta Sidney Zenobio, gestor de carreira da Gnetwork. Não demora muito para a qualidade desse desempenho ser comprometida. “O profissional fica com dificuldade de concentração e a criatividade é afetada devido ao imediatismo na hora de resolver os problemas”, lembra Zenobio.

Segundo Christian Barbosa, diretor da Triad PS, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade, é razoavelmente comum a inversão de valores sobre o que é urgente e o que é importante.

Saber priorizar as tarefas e ter um planejamento consistente sobre as metas são fundamentais para um bom resultado e com isso, muitas “urgências” podem ser evitadas. Uma pesquisa realizada pela Triad PS no ano passado, com 1600 pessoas, revelou que 33% delas gastam até duas horas do expediente com ações improdutivas, como emails particulares, redes sociais, compras pela internet etc.

Barbosa ressalta que muitas vezes uma pessoa desenvolve a síndrome da pressa “porque lá trás, está gerenciando mal o tempo dela. A pesquisa mostrou que, se a gente somar os números todos, 80% dos brasileiros enrolam de 30 minutos a três horas por dia, na média. (…) Chega no final do dia, está acabando o tempo, e a pessoa tem de fazer milhares de coisas.

Pronto – entra no modo “pressa”, atropela todo mundo, gera urgência para todo mundo e muitas vezes tem de fazer hora extra ou trabalhar no final de semana”. Por outro lado, quem soube priorizar o que era importante e assumiu o controle do tempo, cumpriu as tarefas e terminou o expediente no horário.

Saber controlar essa ansiedade e desacelerar é um desafio para o bem da saúde. Muitas vezes, o portador do transtorno da ansiedade generalizada não tem noção do comportamento nocivo. Segundo Sidney Zenobio, da Gnetwork, “quem não sabe lidar direito com o tempo sofre mais”.

Mudar este comportamento não é fácil e requer muita determinação, como acontece com quem quer emagrecer ou parar de fumar.

De acordo com Christian Barbosa, já existem sistemas para facilitar o gerenciamento do tempo, como uma planilha Excel, ou programas desenvolvidos por consultorias. Mas basta um caderno para anotações.

Mesmo assim, 70% das pessoas que começam um processo de reorganização do tempo desistem em três semanas. “É muito comum as pessoas que estão com a síndrome falar que se tiver um sistema, uma planilha para colocar tudo que tem de fazer, vai gastar mais tempo do que se fizesse direto. Mas é o contrário – o planejamento te ajuda a ter mais tempo para fazer o que você quer de verdade”, afirma Barbosa.

Não existe uma receita pronta para resolver este problema. “Cada um tem que se analisar e ver o que está errado, se há algo em excesso ou faltando para alcançar o equilíbrio”, recomenda Zenobio.

“A gente tem de parar para entender o seguinte: o problema não é que as pessoas não têm tempo. Elas têm tempo de sobra, mas usam muito mal. Então, fazer a gestão e aprender a gerenciar esse tempo nunca foi tão urgente”, salienta Barbosa.

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