PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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A importância da pontualidade no crescimento profissional

Posted by HWBlog em 16/06/2011

Como a pontualidade se relaciona com as oportunidades que temos para o nosso crescimento profissional? Ser pontual inspira confiança, demonstra respeito e disciplina. Não é à toa que pessoas pontuais, têm mais oportunidades nas empresas… E você? Como anda sua pontualidade?

Qual a importância da pontualidade para alcançarmos novas oportunidades no trabalho? Bem, particularmente eu não conheço ninguém que tenha alçado uma grande carreira tendo a fama de estar sempre atrasado para seus compromissos. A pontualidade é um pré-requisito para alçar novos voos em direção ao nosso desenvolvimento profissional.

Trabalhei em uma empresa com um cronograma, com os horários das 3 palestras que ministraria no dia seguinte. Eram eles: 09:08 h, 11:23 h e 15:12 h. Eu já sabia porque os horários eram tão quebrados: quando agendamos uma palestra para as 09:00 h, as pessoas tendem a pensar que o evento começará entre 09:15 e 09:30 h. Quando o horário é 09:08 h todos ficam atentos para a importância da pontualidade. Mas muitas pessoas não conhecem tal importância e por isso, acabam aprimorando uma outra habilidade: a criatividade para arrumar desculpas.

Alguns fazem do atraso um hábito. Quando o despertador do celular toca, indicando o horário de levantar, pressionam a função “Soneca” repetidas vezes, até perceberem que estão no limite (ou um pouco além dele) do horário para sair da cama. Então, tomam banho correndo, saem de casa despesperados e no caminho para o trabalho não param de olhar para o relógio, como se pudessem desacelerar o tempo.

Ao chegar atrasado mais uma vez, aquele profissional encontrará mais uma desculpa: a chuva, o trânsito, alguém que ele teve que socorrer, uma pequena batida no carro ou sabe-se lá o quê. Imprevistos acontecem e atrasos também, mas quem os transforma em um hábito, terá menos chance de alcançar novos postos e novas conquistas em sua carreira.

A pontualidade é uma forma de expressar a importância que cada compromisso tem para você, assim como o respeito que você tem pelas pessoas que estão envolvidas com o que será realizado. Ser pontual demonstra sua atitude em cumprir o que foi combinado, e assim, inspira nos demais a confiança que depositarão em tarefas e objetivos atribuídos a você. Ser pontual demonstra sua capacidade de gerenciar o próprio tempo, e por consequencia, a aptidão de gerenciar equipes e projetos.

Em resumo, pessoas pontuais acabam tendo muito mais oportunidades na vida, porque ninguém quer delegar responsabilidades e cargos para quem sempre tem uma desculpa (seja ela verdadeira ou não).

Ser pontual é uma questão de atitude, e por isso, exatamente às 09:08 h daquela manhã iniciei minha palestra para uma grande equipe. Advinhe qual era o tema ! Gerenciamento do tempo, é claro…

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A diferença entre chefiar e liderar

Posted by HWBlog em 16/06/2011

Termina mais um ciclo de Palocci no governo – o que não garante que seja o último. Como o lendário pássaro grego, fênix, sua capacidade de ressurgir das próprias cinzas é impressionante. Mitologia grega à parte, o discurso de posse proferido pela agora ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, reforça o lado gerencial do atual governo. A definição de funções, declarada pela ex-senadora dá o tom: fixar metas, acompanhar projetos e cobrar resultados – postura que muito se assemelha à própria presidente enquanto ocupante da mesma cadeira. Corre a boca pequena que Gleisi será a Dilma da Dilma, devido à similaridade no modo de gestão.

Nada tenho contra o perfil administrativo. Há, todavia, uma diferença abissal entre um bom gerente ou gestor e o líder verdadeiro, perfil que se espera de alguém dirigindo uma grande empresa ou ainda uma nação. Fayol e a teoria clássica da administração listaram no início do século passado as funções de um gerente: planejar, organizar, controlar, coordenar e comandar, gerindo e alocando os recursos da melhor maneira possível. Já o líder deve propagar suas ideias e ideais em nível macro, motivando e inspirando funcionários, fornecedores, clientes, acionistas, ministros, senadores e deputados.

A teoria neoclássica, surgida a partir da década de cinquenta nos Estados Unidos em virtude de mercados mais competitivos e do maior grau de exigência dos consumidores, fez com que as empresas tivessem que se preocupar com conceitos como eficiência e eficácia, criando terreno fértil para a Administração por Objetivos ou APO, teorizada pelo guru Peter Drucker e amplamente utilizada até os dias atuais. A APO defende a existência de três níveis de objetivos: organizacionais, departamentais e operacionais, descritos a seguir.

Organizacionais: são os macro objetivos, em geral de longo prazo e grande amplitude, influenciando a empresa como um todo. Confundem-se muitas vezes com a visão e a missão da companhia. Preferencialmente simples e de fácil compreensão, devem ser apregoados pelo líder em todas as oportunidades possíveis. Uma boa dica é traduzi-los em frases de efeito, números ou gráficos, os quais ajudarão a fixá-los e torná-los mais tangíveis para toda a organização.

Departamentais: como o próprio nome sugere, são os objetivos dos departamentos ou ministérios, os quais devem ser construídos em alinhamento com os organizacionais. Em geral de médio prazo, têm como características a fixação de metas, o acompanhamento do realizado versus previsto, a cobrança por resultados e a eventual revisão, quando necessário. Gestores e gerentes pragmáticos têm um papel importante neste processo, garantindo que o todo não seja prejudicado pela soma das partes.

Operacionais: refere-se à execução das metas departamentais, através de ações específicas e pontuais. Colaboradores dedicados e motivados serão aqueles que farão a diferença aos clientes, sejam empresas, pessoas físicas ou cidadãos necessitando de serviços públicos. É essencial nesta etapa criar e simplificar procedimentos e processos, evitando ao mesmo tempo a burocracia e o desvio de atenção e recursos, garantindo assim um serviço ou produto de qualidade.

Creio que já tenha escutado a história do excelente técnico ou vendedor que se tornou um gerente mediano. Falta de habilidade em gerenciar pessoas e paixão pela pesquisa, estão entre as prováveis causas. Algumas empresas já se ocuparam sobre o tema, criando estruturas técnicas e gerenciais distintas, evitando assim a fuga de talentos. Preocupação semelhante ocorre com as questões de formação de lideranças e processos sucessórios, de maneira que se possa garantir a continuidade dos negócios em casos de aposentadoria, desligamento ou transferências.

Moldar gestores e líderes é tarefa árdua, a qual demanda tempo e dedicação aos envolvidos. Imprevistos e acidentes de percurso podem ocorrer, nos quais há a necessidade de se antecipar ou queimar etapas, promovendo pessoas ainda não totalmente aptas para o exercício de determinado cargo ou função.

Além da curva de aprendizado da nova atividade, o profissional terá que desenvolver habilidades não técnicas, tais como negociação, planejamento, visão de longo prazo, resolução de conflitos, comunicação e gerenciamento de pessoas.

Enfim, muito se elogiou a presidente por seu perfil administrativo e gerencial em seus primeiros cem dias de governo. Importantes, porém menos essenciais a um líder que as habilidades interpessoais e de relacionamento, as quais fazem parte de seu dia a dia. Desejo boa sorte à nova ministra e que a fixação de metas, o acompanhamento das atividades e a cobrança de resultados, fiquem na Casa Civil – distanciando a presidente das decisões pertencentes a gerentes e gestores para que fique livre para efetivamente liderar o país.

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Inovação: você tem medo de arriscar?

Posted by HWBlog em 16/06/2011

Com o mundo e, consequentemente, os mercados se transformando numa velocidade nunca antes vista, a palavra inovação tem sido repetida como um mantra em todas as empresas. Será que todas as companhias, entretanto, já se deram conta de qual o papel do “fazer diferente” para o crescimento de um negócio?

O norte-americano Mark W. Johnson, co-autor do livro “Inovação para o crescimento”, explica, que “as mudanças se dão num ritmo cada vez mais rápido e, portanto, as empresas precisam estar preparadas para se reinventar. As novas tecnologias estão ocupando os espaços de tal modo que uma hora podem se tornar uma ameaça”, caso você não as acompanhe.

“Veja o que está acontecendo com os e-books no mercado de livros. Não se trata simplesmente de criar novos produtos, mas sim de entrar em novos mercados e conquistar novos clientes através de novas práticas”, afirma Johnson.

Riscos

Inovar, no entanto, envolve riscos, certo? Sim, mas Johnson chama atenção justamente para os riscos de não inovar. “As empresas precisam inovar para crescer em outros mercados, em vez de simplesmente sustentarem-se nos nichos já conquistados”, ressalta.

Um exemplo que ele dá é o da IBM, que apostou nos computadores pessoais quando ninguém acreditava que aquilo poderia dar certo. O resultado todos já sabemos: você se imagina sem seu computador?

Ouvir os clientes: eles estabelecem as regras

Hoje, mais do que nunca, os clientes determinam como o mercado deve agir (ou, pelo menos, deixam escapar algumas dicas sobre o que querem). “Você tem que perguntar aos clientes o que eles querem, em vez de ficar simplesmente falando sobre os atributos dos seus produtos. E você tem que entender as respostas de todos os pontos de vista, incluindo suas emoções”, destaca Johnson.

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