PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Saiba avaliar o contrato de franquia

Posted by HWBlog em 11/06/2011

Ler com atenção e analisar bem o contrato é essencial antes de fechar negócio com a franqueadora e é uma tarefa que pode exigir o auxílio de especialistas, sugere a advogada especialista no assunto Melitha Novoa Prado.

A legislação que dispõe sobre as franquias no Brasil é a Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994. De acordo com Melitha, antes de assinar qualquer contrato, é importante que o interessado leia com atenção a lei e, de preferência, peça ajuda para um advogado especializado na área.

Para a consultora em franquias Claudia Bittencourt, o profissional de direito que atua na área pode analisar com mais propriedade cláusulas do contrato e obrigações do franqueado e da franqueadora. “Há muitas ocorrências no mercado. O advogado que atua na área já fez vários contratos, está no mercado e pode auxiliar na melhor decisão”, sugere Claudia.

Circular de oferta da franquia
Um dos itens importantes previsto na lei é a obrigatoriedade de a franqueadora entregar ao interessado uma circular de oferta da franquia, diz Melitha.

A circular deve conter informações como balanços e demonstrações financeiras da empresa dos 2 últimos exercícios; descrição detalhada da franquia, do negócio e das atividades que serão desempenhadas pelo franqueado; taxa de publicidade, entre outros.

O interessado tem 10 dias úteis para avaliar o documento e decidir se irá ou não fechar negócio. “Nesse período, é importante comparar se as informações orais que o interessado recebeu da franqueadora são condizentes com as que estão no documento”, recomenda a advogada.

Contrato
O próximo passo é a formalização do acordo por meio do contrato. Melitha também sugere que o documento seja lido com atenção antes da assinatura.

Um dos itens que costumam ser importantes é o prazo de validade do contrato e possíveis multas que podem ser aplicadas em caso de rompimento de alguma das partes. A advogada explica que tanto o franqueador como o franqueado têm direito de rescindir o contrato. “Uma das partes pode sair da relação na hora que entender”, explica.

Para a consultora Claudia, o melhor é avaliar com calma antes de tomar qualquer decisão. “O importante é não decidir por emoção e analisar bem antes de fechar qualquer negócio”, afirma

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Saiba qual é o investimento necessário para abrir uma franquia

Posted by HWBlog em 11/06/2011

O investimento para abrir uma franquia pode variar de R$ 10 mil a R$ 1 milhão, diz a vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Maria Cristina Franco. Para entrar no mercado, o aspirante a franqueado precisa calcular o quanto tem para investir e, só então, buscar as opções de marca dentro da área que escolheu, sugerem os especialistas. Isso porque, sem dinheiro na mão, não há como fechar nenhum negócio.

De acordo com Maria Cristina, a maioria das franqueadoras exige que o franqueado tenha uma parte do investimento a ser feito em capital próprio – que pode ser 30%, 50%, 80% ou até mesmo 100% do total.

Antes de abrir um negócio, eu tenho que ter a clareza de qual é minha capacidade de investir e não contar com surpresas que podem acontecer”, afirma a especialista. Exemplos para essas “surpresas” citadas por Maria Cristina é dar como garantia o valor de um imóvel que ainda não foi vendido ou uma aplicação no banco que ainda não pode ser sacada. “No dia a dia do negócio, os fornecedores não esperam, tem que ter capital disponível”, sugere.

De acordo com a especialista, como o mercado de franchising no Brasil está cada vez mais maduro, muitas das marcas já definem o valor de capital próprio e algumas nem aceitam financiamento.

100% de capital próprio
André Friedheim, sócio-diretor da Francap, empresa de consultoria na área de franchising, diz que muitas franqueadoras pedem que a pessoa tenha 100% de capital próprio, o que mostra um comprometimento do franqueado no negócio. “Para os meus clientes, sugiro no mínimo 50%”, afirma. De acordo com ele, contudo, há franqueadoras que exigem 100% para a primeira franquia e, para futuras unidades, exigem 50%.

Capital de giro
Friedheim sugere, ainda, que o franqueado tenha cerca de 50% do capital do investimento para o capital de giro dos primeiros meses de vida do negócio. A consultora em franquias Claudia Bittencourt sugere que esse porcentual seja de no mínimo 30%.

Um exemplo de valor necessário para investimento é a rede de lanchonetes Bob’s. De acordo com informações no site da ABF, o investimento total para abrir o negócio vai de R$ 330 mil a R$ 1,380 milhão. Esse valor inclui o capital para instalação (de R$ 250 mil a R$ 1,250 milhão), a taxa de franquia (de R$ 30 a R$ 60 mil) e o capital de giro (de R$ 50 mil a R$ 70 mil).

Financiamento no banco
Até mesmo para buscar financiamento no banco o interessado terá de dar garantias à instituição, afirma Maria Cristina, da ABF. “Não dá para começar o negócio com 100% de capital financiado. Temos hoje taxas de juros adequadas ao empreendedorismo, mas não tanto assim”, afirma.

Na Caixa Econômica Federal (CEF), por exemplo, há linhas de financiamento exclusivas para franquias. De acordo com o gerente regional de pessoa jurídica da Caixa em São Paulo, Fernando da Costa Passos, os percentuais de financiamento variam de 20% a 60% do projeto do interessado.

Contudo, as linhas são aplicadas somente para 72 franqueadoras pré-avaliadas pela Caixa, para as quais a instituição financeira mantém o crédito pré-aprovado para toda a rede. “Se a pessoa for abrir uma franquia nova que não seja daquelas pré-aprovadas, aí ela vai ter bem mais dificuldade [para conseguir o crédito]”, afirma o gerente.

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Saiba como escolher a área de atuação da franquia

Posted by HWBlog em 11/06/2011

Decidido de que irá investir em uma franquia, o interessado precisará definir a área de atuação do negócio. O quesito principal, de acordo com especialistas, é ter afinidade com o segmento – isso mesmo, gostar da área vem antes da avaliação mercadológica.

Se você não gosta de sair do trabalho com cheiro de hambúrguer, abrir uma franquia de lanchonete pode não dar certo”, explica o consultor do Serviço Brasileiros de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em São Paulo (Sebrae-SP), João Abdalla.

Para quem não gosta de trabalhar nos finais de semana, em outro exemplo, não é aconselhado ter uma franquia em shopping, onde o maior movimento é justamente no sábado e domingo, diz a consultora em franquias Claudia Bittencourt.

É por isso que uma reflexão sobre o que a pessoa gosta de fazer pode ser um bom passo inicial na escolha da área, dizem os especialistas. “Às vezes, tem a ver com o próprio histórico da vida profissional [do interessado]. Na franquia, você entra em uma operação padronizada, com regras definidas. Precisa gostar para seguir essas regras”, avalia.

Setores
De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), há cerca de 1.900 redes de franquias atuantes no país. Ao todo, a entidade lista 19 setores:

Acessórios pessoais e calçados;
Alimentação;
Bares, restaurantes e pizzarias;
Bebidas, cafés, doces e salgados;
Beleza, saúde e produtos naturais;
Comunicação, informática e eletrônicos;
Construção e imobiliárias;
Cosméticos e perfumaria;
Educação e treinamento;
Entretenimento, brinquedos e lazer;
Escolas de idiomas;
Fotografia, gráficas e sinalização;
Hotelaria e turismo;
Limpeza e conservação;
Livrarias e papelarias:
Móveis, decoração e presentes;
Negócios, serviços e conveniência;
Serviços automotivos;
Vestuário

De acordo com pesquisa da entidade, o segmento que mais cresceu em 2010 foi o de alimentação (39,9%), seguido por acessórios pessoais e calçados (29,9%), vestuário (29,0%), móveis, decoração e presentes (27,4%) e esporte, saúde, beleza e lazer (20,0%).

Capacitação não substitui vontade própria
A advogada especialista em franquias Melitha Novoa Prado acrescenta que muitos franqueados se enganam ao pensar que, pelo fato de ser franquia, não precisam gostar da área, uma vez que haverá apoio da franqueadora. “Nenhum treinamento e capacitação substitui a vontade própria. Se eu não gosto, como vou pôr a mão na massa?”, questiona.

Como conhecer as áreas
Para entender melhor como funciona cada área, André Friedheim, sócio-diretor da Francap, empresa de consultoria na área de franchising, sugere que o interessado participe de eventos e feiras na área, como a 20ª edição da ABF Franchising Expo, converse com pessoas que fazem parte do sistema para tirar todas as dúvidas. De acordo com o consultor, é necessário que o interessado invista tempo na etapa de pesquisa, que pode durar de 2 a 3 meses, por exemplo.

Melitha sugere, ainda, que o interessado faça pesquisas sobre o setor de interesse, como buscar números de crescimento do mercado, antes de tomar a decisão.

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Feira em SP apresenta novas opções de franquias e microfranquias

Posted by HWBlog em 11/06/2011

O mercado nacional de franchising ganhou só nos primeiros cinco meses de 2011 pelo menos 60 novas redes. O cálculo é da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que realiza de quarta-feira até hoje, em São Paulo, a 20ª edição da ABF Franchising Expo, considerada a 2ª maior feira do gênero do mundo, com mais de 400 expositores e previsão de movimentação de R$ 200 milhões em negócios.

Segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF, a previsão é de um total de 150 marcas estreantes no mercado brasileiro até o final do ano. “Esperamos um crescimento de pelo menos 8%”, afirma. Hoje, operam no mercado de franquias cerca de 1.900 marcas. Apenas em 2010, surgiram 212 novas redes (alta de 12,9%).

O faturamento total das franquias alcançou em 2010 a marca de R$ 75.987 bilhões – um crescimento de 20,4% em relação ao ano anterior. O número de unidades (franqueadas e próprias) chegou a 86.365.

Para 2011, a tendência de crescimento é de 15%”, diz Camargo. “Somos hoje o quarto país com o maior número de marcas de franquias e o sexto em número de unidades”, acrescenta. Segundo a ABF, o número de franquias em operação no país só é menor que o da Coreia, China e EUA.

A feira deste ano terá a participação de 60 marcas estreantes – destas, cerca de 30 entraram no mercado neste ano. Parte delas está selecionando os seus primeiros franqueados no país, como é o caso das marcas Espaço Árabe, Casa das Calcinhas, Imprima Fácil, Home Depil e Brasil Top Secret Science (Veja tabela abaixo).

Tendências em alta
Segundo o diretor executivo da ABF, o bom desempenho do setor tem sido alavancado pelo aumento da oferta de crédito e do aumento do poder de compra da população. O franchising passou a atrair também o interesse de bancos de investimento e fundos de equity. Entre as empresas que receberam aporte de capital para expansão estão o Espaço Árabe e a Mundo Verde.

Camargo aponta duas grandes tendências no setor: as microfranquias voltadas para o ramo de serviços, que não precisam necessariamente de ponto comercial e cujo investimento inicial não passa de R$ 50 mil; e as franquias originárias de indústrias e clubes de futebol que passaram a atuar também no varejo, como Valisère e Bibi Calçados, O Poderoso Timão e São Paulo Mania

No ano passado, o segmento que mais cresceu foi o de alimentação (39,9%), seguido pelos setores de acessórios pessoais e calçados (29,9%) e vestuário (29%). “Só em 2010 foram lançadas 14 novas casas de frozen yogurt. Se somarmos as marcas de comida asiática e de sanduíches naturais, o número de novas franquias chega a 40”, afirma Camargo.

Para a ABF, o setor de alimentação não é o único que deve permanecer em alta. “Vivemos hoje um cenário de pleno emprego. Quanto mais gente trabalhando, maior o número de pessoas comendo fora de casa e também com menos tempo para realizar pequenas tarefas domésticas”, avalia o diretor executivo da ABF.

Entre as franquias em alta, ele destaca as ligadas ao setor de turismo, de serviços para o lar, de eletrônica e de telefonia celular. Ele alerta, entretanto, que o ingresso no mundo das franquias exige, além da escolha criteriosa do ramo de atividade, planejamento e da marca, análise do mercado e da região de atuação.

“É fundamental verificar as condições de negócio para não cair em contos mirabolantes, negócios em moda como comércio eletrônico”, afirma Camargo. No caso das franquias estreantes, ainda sem um histórico de operações, ele afirma que os primeiros franqueados podem conseguir maior flexibilidade na hora de negociar taxas e prazo de retorno.

Segundo o diretor, é fundamental ainda que o investimento inicial seja feito com pelo menos 50% de capital próprio, sem recursos de parentes, para que o franqueado não seja pressionado a quitar a dívida no primeiro ano de operação.

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