PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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Bom ambiente de trabalho é o que mais motiva os profissionais, revela pesquisa

Posted by HWBlog em 20/02/2011

Manter os profissionais motivados é um desafio das empresas, mas quem acredita que a principal maneira de motivar os colaboradores é por meio de promoção e aumento de salário está enganado.

Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com revela que o bom ambiente de trabalho é o principal fator que motiva as pessoas. Esta resposta foi indicada por 52% dos entrevistados.

Eles disseram que a boa convivência com os colegas e com os gestores afeta tanto o comportamento do profissional como o pessoal. Além disso, o ambiente impacta diretamente nos resultados apresentados.

A oportunidade de promoção e o aumento de salário foram apontados por apenas 22% e 14%, respectivamente. Já 5% afirmaram ser o status da empresa o principal motivador e outros 7% indicaram outros motivos.

“Esses resultados comprovam o que já sabíamos intuitivamente: quanto melhor o clima, mais produtivas são as pessoas e todos ganham com isso”, declara o presidente da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg.

Benefícios à saúde
O ambiente de trabalho agradável, além de motivar o profissional, influencia a saúde. De acordo com a Trabalhando.com, pesquisas realizadas anteriormente indicam que pessoas que julgam trabalhar em melhores ambientes apresentam menos condutas de risco, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool.

“Está comprovado que ter bom relacionamento na vida pessoal ou no trabalho só traz benefícios tanto para o desenvolvimento profissional quanto para a saúde”, diz Grinberg.

Como analisar o ambiente
O especialista acrescenta ainda que é possível saber se um ambiente de trabalho é positivo para a equipe, basta observar os sinais das pessoas que trabalham neste lugar.

Se elas trabalham bem em equipe, se trazem ideias, se estão envolvidas em todos os processos, se respeitam seus gestores e, principalmente, os admiram, “já se tem meio caminho andado”, diz.

Caso os sinais sejam opostos, não desanime. É possível motivar a equipe. Para isso, é fundamental que o gestor entenda a personalidade, necessidade e expectativa dos profissionais e desenvolva um plano de ação a partir dessa análise.

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Celular: consumidor se beneficiará com operadoras móveis virtuais no Brasil

Posted by HWBlog em 20/02/2011

A chegada ao mercado brasileiro das operadoras móveis virtuais de telecomunicações, conhecidas como MVNO (Mobile Virtual Network Operator), deve trazer vantagens ao consumidor.

Em geral, o MVNO foca em um determinado nicho de mercado e consegue oferecer um serviço mais adequado para aquele segmento. Esta vantagem para o consumidor pode se traduzir em preço ou melhor atendimento.

A Porto Seguro anunciou a criação de sua operadora móvel virtual, que vai oferecer os serviços de telefonia móvel a clientes e corretores da seguradora. A TIM é parceira do negócio, que abrange o uso de sua rede em todos os estados do país.

O modelo de negócio
A MVNO é uma operadora virtual, que não possui rede, por isso, compra minutos, SMS e dados no atacado da operadora de telefonia para revender no varejo. Ou seja, ela atende o mesmo mercado das operadoras de celular e atua como um ‘agente’ delas, para captar clientes a um custo de aquisição mais barato.

No caso da Porto Seguro, a operadora parceira é a TIM, segundo a qual o mercado de operadoras móveis virtuais é promissor no Brasil.

Esse acordo reforça o caráter inovador e pioneiro da TIM que, desde o início dos estudos sobre a viabilidade de MVNOs no Brasil, acompanha e avalia as oportunidades de negócios que surgem com esse novo modelo.

O modelo de negócio só é permitido porque foi aprovado pelo Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em novembro do ano passado o Regulamento sobre Exploração de Serviço Pessoal por meio de rede virtual.

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O futuro do email marketing

Posted by HWBlog em 20/02/2011

Aconteceu em Miami o maior evento do mundo dedicado ao Email Marketing: o Email Evolution Conference, que aconteceu de 31 de janeiro a 02 de fevereiro. Ao contrário do ano passado, no EEC 2011 não se discutiu se o e-mail marketing vai morrer ou não. Já está claro que esta mídia ainda permanecerá por anos a fio. Mas, foram apresentadas perspectivas sobre o papel do e-mail marketing e as novidades que estão sendo incorporadas a ele.

Em relação ao papel do e-mail marketing, a tendência é que ele mude de uma comunicação de “um para vários”, para “um para poucos” ou, até de “um para um”. Neste sentido, ações de e-mail marketing, cada vez mais segmentadas e automatizadas, passarão a ganhar o espaço das ações de envio em massa. A segmentação baseada no comportamento do usuário em relação à navegação no site e no e-mail (behavioral targeting) está subsidiando uma série de mensagens automatizadas. E essa combinação tem trazido grandes resultados às empresas que a utilizam devido à pertinência e timing das mensagens. Por exemplo, enviar uma mensagem para o potencial cliente que abandonou a compra na página do check out, com um senso de urgência ou benefício adicional, certamente contribui para conversão em vendas.

A integração de plataformas de e-mail marketing com sistemas de CRM e E-commerce também está permitindo automatizar ações de e-mail marketing baseadas em critérios (triggers) que extrapolam o simples ambiente do site e do e-mail. E, aqui, vai uma informação relevante para os clientes e prospects da Dinamize: nossa nova plataforma de e-mail marketing, a ser lançada oficialmente em abril, foi desenvolvida com essa visão de integração e automação, permitindo uma nova dimensão no planejamento de ações como esta.

Outra grande contribuição do EEC 2011 diz respeito à combinação de e-mail marketing e redes sociais. Descobriu-se que estas redes como a via de retorno do e-mail marketing, ou seja, deve-se estimular que a conversa que se inicia com a mensagem recebida continue nas redes sociais. E isso tem dado muito certo desde que bem planejado e executado, gerando um círculo virtuoso de disseminação de informação que, além de favorecer a marca, também ajuda no crescimento da base de e-mails.

E, por fim, evolução. Sim, o e-mail está evoluindo. E o e-mail marketing vai pegar carona. Até o momento, as peças utilizam recursos de HTML de meados da década de 90. Mas, há uma série de iniciativas da Microsoft, Yahoo, Google e Apple que promete revolucionar o e-mail. Talvez a mais esperada seja o vídeo dentro da mensagem. E, neste aspecto, já se dá como certo que o HTML5 é o padrão vencedor em relação às tecnologias que utilizam Flash. Incentivado pela Apple e Google, o HTML5 já funciona nos programas de e-mail do Iphone, Apple Mail e Entourage.

Um outro movimento, foi o da Microsoft, que lançou o Active View em seu Hotmail. Aliás, de forma muito discreta para um recurso muito interessante, já que o Active View permite que o e-mail tenha o comportamento de uma página web normal. Desta forma, o usuário pode interagir diretamente no e-mail, sem necessidade de sair do seu ambiente (por exemplo: pesquisar vôos de uma companhia aérea dentro do próprio e-mail recebido). Além disso, o Active View também permite que o remetente envie conteúdos dinâmicos. Logo, um e-mail marketing de ofertas poderá ter seu conteúdo alterado dependendo do dia ou hora em que o destinatário está lendo. Já pensou em um e-mail de ofertas de ponta de estoque que informa a quantidade de peças disponíveis em tempo real?

Yahoo e Gmail/Google estão desenvolvendo recursos semelhantes. Essa é a boa notícia. A má notícia é que quase tudo o que comentei acima só está disponível via webmail, no seu browser. Mas, nenhum país segue tanto à risca a lei da oferta e da demanda quanto os EUA, sede desses grandes players da Internet e do e-mail mundial. Se houver demanda para os novos recursos, podemos sonhar com o Outlook 2013, Thunderbird, Windows Live Mail e outros programas de e-mail sendo compatíveis com todas essas novidades que farão o e-mail evoluir e revolucionar a comunicação mais uma vez.

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Franquia ou bandeira própria?

Posted by HWBlog em 20/02/2011

Abrir uma franquia ou um negócio sob bandeira própria é uma dúvida que normalmente tem origem numa única premissa: ser seu próprio patrão. Daí decorrem algumas distorções: alguns garantem que a franquia é um negócio infalível. Outros, que é apenas uma repetição das relações patrões-empregado. Afinal: “o franqueador é um patrão disfarçado” ou “numa franquia, trabalha-se menos e é impossível falir”.

Nem um nem outro: ambas as concepções são distorcidas. A realidade demonstra que independentemente da escolha o que importa é estar bem preparado para o desafio de operar um estabelecimento, seja ele comercial ou de prestação de serviços; bandeira própria ou franqueada.

Preparar-se e conhecer profundamente o segmento no qual se quer atuar significa antever problemas e conhecer possíveis soluções. Parece óbvio, mas, segundo um estudo realizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a falta de preparo é um dos principais motivos de insucesso em novos empreendimentos.

De acordo com a pesquisa do Sebrae, publicada em 2010, a taxa de mortalidade de micro e pequenas empresas, apesar de apresentar queda, ainda continua elevada. Entre as empresas paulistas, o levantamento mostrou que 27% encerram atividades no primeiro ano de operação. E as principais causas do fracasso, em ordem de importância, são:

– Comportamento empreendedor pouco desenvolvido;

– Falta de planejamento prévio;

– Gestão deficiente do negócio;

– Insuficiência de políticas de apoio;

– Flutuações na conjuntura econômica;

– Problemas pessoais dos proprietários.

Para abrir um negócio sob bandeira própria é preciso considerar alguns fatores adicionais, como o tempo de maturação, aceitação de um produto novo pelo mercado e formalização dos processos de operação da empresa. Desafios que são muito menores quando se trata de franquias.

Mas, por outro lado, no franchising há regras e padrões a serem cumpridos, além da obrigatoriedade, em muitos casos, de adquirir produtos de determinados fornecedores e pagar royalties todos os meses. Outro elemento importantíssimo é o perfil de quem pretende empreender – seja na franquia ou na bandeira própria – pois há pessoas que simplesmente não conseguem seguir padrões pré-definidos.

Ao lado do preparo e de um conhecimento profundo do segmento em que se pretende atuar, é preciso agir com muita cautela, seja qual for a opção do empreendedor.
Assim, são necessários cuidados especiais com:

Contrato de locação: deve ser escrito e preferencialmente firmado por prazo não inferior a cinco anos. Verificar o zoneamento e o Habite-se. Preste atenção para propor a conhecida ação renovatória;

Ocupante prévio do ponto comercial: se você for atuar no mesmo segmento de mercado do antigo detentor do ponto comercial, é preciso realizar uma diligência dos passivos (ou contingências) antes existentes. Isso porque a sucessão ocorre independentemente da vontade das partes e mesmo que não haja compra da empresa anterior.

Plano de negócios: é preciso realizar um estudo sobre o comportamento financeiro do empreendimento pretendido, com o intuito de preparar-se, por exemplo, para enfrentar as sazonalidades do negócio;

Alvarás e autorizações: as exigências sobre esses documentos podem variar de negócio para negócio. Portanto, antes da inauguração do estabelecimento, todas as autorizações devem estar em dia.

Franquias:analise cuidadosamente a Circular de Oferta de Franquia (COF), preferencialmente com a ajuda de um profissional, e conheça bem a Lei 8.955/94. Um procedimento recomendável é conversar com os atuais franqueados e também com alguns que eventualmente tenham se desligado da rede.

Mas tenha bem claro que, mesmo tomando todos esses cuidados, nem a franquia, nem a bandeira própria são garantia de sucesso. O preparo e a cautela podem representar um diferencial competitivo. Mas não há negócio sem risco

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Bajulação e gentileza: quem é quem?

Posted by HWBlog em 20/02/2011

O estudioso La Fontaine já dizia que “todo bajulador vive à custa de quem lhe dá ouvidos”. A clássica piada “Bonita camisa, Fernandinho” arranca risos de toda equipe quando o assunto é aquele camarada que está sempre paparicando alguém influente. A palavra bajulação está ligada a um termo um pouco mais chulo: bajulador é o famoso “puxa-saco”, aquela figura que sempre é objeto de piadas de mau gosto.

O “puxa-saco” tem uma vida muito árdua. Além de estar sempre alerta para fazer um paparico, ainda precisa se esquivar das piadinhas ardidas de seus companheiros. Bom, de definições o inferno está cheio! Por isto, não quero definir o que é um bajulador. Ao contrário, analisarei perfis e darei dicas para o gestor lidar com a situação.

A pergunta que não quer calar: seríamos todos nós imunes à bajulação? Acho que não. Quem não gosta de um paparico? Somos cerebralmente programados para aceitar um elogio, não importa de onde ele venha. A questão é compreender como a bajulação corrompe o profissionalismo. Aqui está o objetivo do texto.

Meritocracia

O bajulador acaba muitas vezes sendo acusado de ser manipulador, circula facilmente pelas situações, pois parece ter as “costas quentes”. Em princípio, considera-se o bajulador como inimigo. “Será que fulano X pode ‘fazer a cabeça’ da chefia?”

Temos dois sentimentos gerados pela bajulação: hostilidade e receio. Contudo, quando o gestor tem um filtro ancorado no autoconhecimento e na gestão por competências, ele é capaz de analisar cenas delicadas e sair delas “no sapatinho”.

Chama-se “meritocracia” o fenômeno de reconhecimento que um gestor dirige a seus colaboradores pela realização de um trabalho calcado na excelência. Frase muito grande para dizer uma coisa simples: bem-aventurados os que atingem sucesso por mérito próprio.

A quinta competência emocional “Habilidades Sociais” (ética, política e sustentabilidade) é uma ferramenta para evitar o desvio profissional. Quem almeja méritos não precisa bajular; quem bajula muito não sabe quais méritos quer ter.

Papel do gestor: como detectar méritos e afastar “paparicos”?

A empatia é uma das competências emocionais que auxilia na construção de relações. O gestor empático entende, antes de qualquer coisa, que o bajulador é alguém necessitado de autoconhecimento e o autocontrole.

A geração Y é conhecida como geração da transparência, da velocidade e do desenvolvimento. Ela está sempre em busca de feedback. Isto já é um passo em direção ao CBP = “Controle de Bajulação Potencial”.

Se as duas moedas da geração Y são Desenvolvimento e Feedback, entende-se que sustentar e desenvolver relações é respeitar o outro. O desenvolvimento só ocorre pelo feedback respeitoso. Quando o gestor direciona sua equipe e entende cada pessoa em suas particularidades, ele passa a ter empatia e demonstra a virtude de se autoconhecer.

Gentileza X Agrados para atingir alvos?

A gentileza é uma ação natural. Surge quando podemos ajudar outra pessoa sem esperar nada em troca. A gentileza nasce quando a situação é tão instantânea que não é possível pensar em troca de favores. É uma ação que nos permite suprir as necessidades dos outros com um gesto ético.

Ser gentil não é ser bajulador. Uma pessoa gentil tem um semancômetro bem ajustado, e o que sua mão direita faz, a esquerda não fica sabendo. Devemos desenvolver a capacidade de perceber quando estamos sendo exagerados em gestos de gentileza. Promover um churrasco de aniversário para um superior que acabou de entrar na empresa pode “queimar o filme”, antes mesmo de assar o churrasco.

O gestor na frente do espelho

Por que nos deixamos ser paparicados? Como anda nosso autoconhecimento? Temos o livre arbítrio para aceitar ou não uma bajulação? Quando um não quer, dois não brigam. Quem aceita bajulação não pode reclamar das consequências.

Essa liberdade para escolher deve ser pautada pelas habilidades sociais. Não devemos esquecer a moral da fábula de La Fontaine. Estaríamos disponíveis a pagar os preços da ambiguidade gerada pela bajulação em nossa vida profissional?

Conclusão

A primeira competência emocional, autoconhecimento, é a espinha dorsal para lidar com bajulação. Eis o desafio que deixo ao leitor: como direcionar a pessoa que passou o sinal vermelho e gerou uma situação de “puxa-saquismo”?

Uma dica: o direcionamento deve ser sempre uma abordagem ética. Um modelo de feedback deve ser desenvolvido para que o “bajulador” em potencial perceba que pode “manchar” sua carreira.

Por fim, a gentileza é um produto de empatia. É o resultado de uma ação pró-ativa. Ela surge quando notamos que alguém precisa de ajuda. Gentileza é entrega, é humanização das relações.

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