PrimeWork (Ano VII)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

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    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

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O Espetáculo dos Monges

Posted by HWBlog em 29/07/2010

A física e filósofa Danah Zohar em seu livro Capital Espiritual conta um sonho que teve quando de uma de suas visitas ao Nepal.

Em seu sonho assistia a uma peça que era dividida em três atos.

No primeiro ato, um grupo de monges cantava suas orações e seguia os rituais do budismo tibetano.
A cena era extremamente organizada e transmitia paz e beleza, favorecendo a elevação do espírito.
De repente, o teto começou a ruir, matando muitos monges.

No segundo ato, os monges continuavam seguindo os mesmos rituais, mas eram homens velhos, cínicos e amargurados.
Realizavam as cerimônias movidos pelo hábito e pelas aparências e se comportavam de maneira cruel, até sádica, com os noviços que os auxiliavam.
Esse ato não tinha vida e transmitia uma grande energia negativa.

No terceiro ato, um grupo de monges muito jovens se preparava para empreender uma longa viagem.
Alguns partiam a pé, outros cavalgavam Yaks.
Esses monges eram inocentes, até ingênuos, e não tinham muita certeza sobre a meta que pretendiam atingir, mas sabiam que era seu destino viajar e descobrir novos rituais para a sua ordem.
Estavam se dirigindo para o nascer do sol, cheios de esperança e sentimento de aventura.

Na verdade o sonho era uma metáfora.

Os monges pacíficos do primeiro ato, que realizavam seus rituais de maneira organizada, representavam uma época mais tradicional, uma época de crenças e valores bem específicos.

Os monges cínicos do segundo ato representavam a era moderna, dominada pelo materialismo e pelos áridos princípios da mecânica newtoniana.
Um mundo de amarguras, egocentrismo e até perversão.

Os monges do terceiro ato representavam aqueles que estão empreendendo alguma jornada em busca de práticas e filosofias de vida capazes de acelerar nossa busca por um futuro mais significativo e sustentável.

Para o sucesso desta viagem no mundo real é mais do que necessária uma liderança diferenciada, alicerçada na riqueza, não na riqueza material, mas na riqueza de caráter, riqueza de talento ou riqueza no sentido de boa sorte.

Uma liderança com base em uma riqueza com a qual podemos viver e que enriquece os mais profundos aspectos da vida.

Uma riqueza que extraímos de nossos mais profundos valores e princípios.

Como afirma Steve Farber a liderança é sempre palpável e efêmera.

Ela é intensamente pessoal e intrinsecamente assustadora, e exige que vivenciemos integralmente os ideais que abraçamos todos os dias de nossa vida, até e além do ponto do medo.
Uma liderança que vive em busca do “Momento Ai Meu Deus”.

“Momento Ai Meu Deus” é um indicador natural e intrínseco de que você está fazendo ou está prestes a fazer algo realmente significante, e está, com toda razão, morrendo de medo.
Uma liderança que enfatize quatro ações, como propõe Farber e que ele chamou de LEAP:

– Cultivar o amor (Love) por um causa, por um princípio, por seus clientes, pelos seus colaboradores, pelo futuro que vocês podem criar juntos, pela empresa.
– Gerar energia (Energy), afinal, o líder é uma força propulsora para a ação de alguém que acredita nas pessoas e na capacidade delas realizarem algo especial.
– Inspirar ousadia (Audacity), para servir ao bem comum e não ao próprio ego.
– Fornecer provas (Proof), demonstrando compromisso por meio da coerência entre as palavras e suas ações.

Você deve estar pensando, amor e energia não são práticas de negócios “reais” e podem soar um tanto meloso.

Você tem razão, porém, quando você foca o seu trabalho e sente o quanto é gratificante dá para ter uma ideia do que é o amor e a energia.

Enfim, proponho fazermos parte do elenco dos monges do terceiro ato e nos aliarmos nesta busca por um futuro mais significativo e mais sustentável, para isso precisamos começar a modificar a nós mesmos para começar a mudar o mundo.

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