PrimeWork (Ano IX)

Liderança, Atitude, Desafios, Ações e Conquistas para o Empreendedor Moderno

  • About

    O Mundo todo celebra uma grande capacidade humana de empreender.

    Do mesmo modo que é vibrante, a estrada do empreendedor é repleta de obstáculos. Quer para abrir ou fazer crescer um negócio próprio, quer para avançar propositivamente dentro de uma corporação.

    Nesse sentido este blog busca preencher com informações, entrevistas e cases de sucesso pessoal e corporativo as muitas lacunas que se abrem quando surge o tema da iniciativa pessoal dos negócios.

    Esperamos que este blog, possa de alguma forma contribuir para o crescimento dos empreendedores.

    Haroldo Wittitz, Editor and Publisher

    The whole world celebrates a great human capacity to undertake.

    Similarly that is vibrant, the way to entrepreneurship is fraught with obstacles. Want to open or grow a business, want to move forward with proposals within a corporation.

    In this sense seeks to fill this blog with information, interviews and success stories of the many personal and corporate loopholes that open when the subject arises from the personal initiative of business.

    We hope this blog, can somehow contribute to the growth of entrepreneurs.

  • Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

  • Posts recentes

  • Agenda

    junho 2010
    D S T Q Q S S
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930  

Archive for 28 de junho de 2010

Seduzindo Borboletas

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Para ser bem-sucedido na carreira siga o conselho do escritor Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você”
Ao entrarmos em uma livraria nos deparamos com uma série de livros sobre como administrar finanças pessoais. A maioria deles muito bem escritos, cumprindo o seu papel na educação financeira do brasileiro que, diga-se de passagem, quase nunca recebe esse tipo de informação na escola ou mesmo na faculdade. Em casa menos ainda. Tem educação financeira quem foi abençoado em ter pais que falam a respeito, quem é autodidata ou que aprendeu com experiências desastrosas em sua vida financeira.

Mesmo buscando na literatura técnica, são poucos os livros de finanças pessoais que contam o grande segredo de se fazer um belo “pé de meia” seja como empregado ou empresário. Por isso, por conta da importância dos assuntos que envolvem esse tema, é preciso fazem uma abordagem por partes. Neste caso, vou me ater aos benefícios de um patrimônio na carreira do investidor. Lógico que investir é saudável, apesar de alguns acharem perda de tempo, alegando que a vida é o agora e precisamos “curti-la” ao máximo. Já ouvi até dizerem que o mundo acabará em 2012! Crendices a parte, o que tem grande probabilidade de acontecer é a sua carreira ser alavancada por um bom “pé de meia”.

Analise: na empresa em que trabalha, você já deve ter se deparado com aquele sujeito tão inteligente e tão estudado quanto você. Ambos estão no mesmo patamar. No entanto, ele está muito bem financeiramente, seja por causa da família ou porque soube investir. E não é que a carreira dele começa a subir mais que a sua?! E ainda mais: todos gostam dele por ser arrojado, saber se portar em todas as ocasiões e até investiu em uma consultoria de imagem!

Este sujeito quando estava insatisfeito na área em que trabalhava chegou a pedir para ser transferido e conseguiu! Expôs-se demais, mas hoje cuida daquela atividade interessante que você sempre sonhou fazer. Por que isso acontece? Ainda mais com alguém de família abastada ou que já tem tanto dinheiro? Essa vida não é justa! Realmente a empresa só ajuda os “riquinhos bem de vida” e o restante não tem oportunidade!

Será que é isso mesmo? Você está fadado ao insucesso e a injustiça? Deus não lhe sorriu quando você nasceu? Bem, claro que não é isso! Você está pronto para ouvir a verdade? Um dos grandes motivos de seu insucesso são suas finanças pessoais. Isso mesmo!

Vejamos: você está financiando um ou dois carros, casa, reforma, pagando parcelas daqueles presentes de natal e dias das mães. Isso tudo sem contar que neste mês houve uma despesa extra, com o encanamento que estourou. Puxa, justamente agora! Para piorar, mês passado já teve gastos extras com o carro que sua esposa bateu. E desta vez, algo que não dá para abrir mão é daquela viagem para o exterior que você está se prometendo há tantos anos. Afinal, você merece, trabalha tanto!

Muito bem, somente uma pergunta: como alguém quer ser bem-sucedido na empresa que trabalha se todas estas contas não saem da cabeça? Caro leitor, se você está nesta situação se tornou uma pessoa extremamente dependente da empresa em que trabalha. Você precisa muito do salário para cobrir os gastos que possui e a conclusão sempre é: ganho pouco. E não: estou gastando mais do que deveria.

Deixando mais claro: você não ousa na empresa. Pode não admitir, mas está com muito medo de perder o emprego. Faz, inclusive, aquela atividade braçal que odeia tanto (e olha que você agora é pós-graduado). Você tem medo até de expor aquela ideia que parecia única, que poderia alavancar a sua carreira. “Será que não é arrojada demais” – você pensou e achou melhor engavetar com medo de expor para a Diretora. É… o medo de perder o emprego te assombra tanto que você nem mesmo conseguiu responder aquela tirada de sarro que seu chefe fez e te incomodou tanto. Você preferiu engolir seco.

Bem, agindo assim você está fazendo tudo que a administração moderna não quer. Sob a gestão de Jack Welch você provavelmente teria sido substituído. É preciso analisar que hoje as estruturas são mais planas, os funcionários contribuem e ousam com ideias criativas, pois sabemos que se fizermos um valuation, o capital humano estará sempre na frente. Uma empresa pode criar uma tecnologia fantástica, mas somente terá destaque se tiver grandes seres humanos nas áreas de marketing, logística, compras, finanças, RH, produção, entre outras. E para se manter em destaque é preciso estimular ideias criativas.

Espero que agora você comece a entender porque o “riquinho” está na área que deseja, com um cargo bacana e cada vez mais feliz. Vou deixar mais claro: ele mudou a relação de troca. De “eu preciso muito da empresa para pagar minhas contas”, para uma troca justa contratual entre empregado e empregador. Um contrato que existirá até um dos dois desistir.

Esse seu colega, provavelmente possui um “pé de meia” que lhe dê segurança. Ele sabe que a empresa precisa muito dele também e usa isso bastante a seu favor. Mas, sabe que se um dia esta relação de troca bem estabelecida acabar, ele tem um belo “colchão financeiro” para ir atrás do que gosta.

Bem, feche um pouco os olhos e substitua o seu cenário caótico de dívidas por outro no qual você tem capacidade de se auto-sustentar por seis meses, um ano, cinco anos ou até ter a total independência financeira. Esta condição certamente alavancaria a sua carreira e traria a felicidade, pois você poderia se direcionar para fazer o que realmente gosta, contribuindo até mais com a empresa em que trabalha, já que a relação não seria de total necessidade e sim, de prazer e interesse pelo o que se está fazendo. Lembre-se: normalmente rendemos mais quando fazemos o que gostamos.

Lógico que para chegar neste patamar há sacrifícios a serem feitos. É necessário montar um plano para quitar dívidas, começar a investir (de preferência com ajuda profissional) e principalmente entender que ser bem-sucedido financeiramente é muito mais uma questão de quanto se gasta e não do que quanto se ganha.

Como disse uma vez o nosso grande escritor Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.”

Anime-se, vamos lá! É melhor escolher do que ser escolhido.

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Como harmonizar pessoas e resultados nos negócios

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Os consultores em coaching afirmam que o equilíbrio começa em encontrar seu talento, investir no mesmo e lapidar as fraquezas que estejam anulando as qualidades.

Responda com franqueza: você está alcançando as metas propostas no seu trabalho? Além disso, você está satisfeito com o tempo dedicado ao trabalho?

Pois bem, se uma destas respostas foi não, este artigo apareceu na hora certa. Todos sabemos que os negócios impactam os clientes, os acionistas, os colaboradores e a comunidade. Entretanto os modelos tradicionais de gestão ainda preconizam a satisfação de algum público específico, geralmente os donos do negócio. Precisamos evoluir a gestão atual deste modelo funcional para um modelo sistêmico que equilibre resultados e pessoas, incluindo você.

Muito romântico?

Não para os acionistas das empresas. Está comprovado que investir neste equilíbrio gera retorno no longo prazo. Pesquisas mostram que investir em modelos de gestão com equilíbrio, como o preconizado pela Fundação Prêmio Nacional da Qualidade, impactam diretamente o faturamento das empresas. Outros fatores da contemporaneidade também revelam a importância e urgência do tema: as pessoas, especialmente os novos talentos da tão incensada Geração Y (nascidos após 1980), não vêem o equilíbrio como um luxo, mas como requisito para o ambiente de trabalho. A escassez de talentos também faz com que estes sejam tratados como joias, sendo o equilíbrio um fator fundamental, especialmente em trabalhos tipicamente intelectuais.

O crescimento da população de idosos e a questão do fator previdenciário farão com que as pessoas queiram e precisem se aposentar mais tarde, o que também demandará uma racionalização do trabalho entre jovens enérgicos e maduros experientes. Com a relevância do setor de serviços na nossa economia, anomalias como funcionários desequilibrados que afetam a experiência de compra do cliente não podem ser admitidas. Finalmente, destacam-se as novas configurações de família, como as de mães solteiras, casais de homossexuais e solteiros convictos, que demandarão novas regras de administração de pessoal.

Mas e você, por onde começar esse tal de equilíbrio na gestão? Primeiramente devemos entender que gestão é alcançar resultados. Para que haja equilíbrio, devem ser acordados resultados que satisfaçam as necessidades dos clientes, acionistas, colaboradores e a comunidade em geral. Percebem alguma semelhança com o antigo conceito de Qualidade Total? Como podemos perceber, desde os anos 80 já se falava do equilíbrio na gestão, mas até hoje vemos funcionários insatisfeitos. O próprio Brasil, conhecido como o país da alegria, samba e futebol, está em segundo lugar no ranking de países com mais casos de burnout, o estresse em estado extremo e prejudicial à saúde.

Buscar o equilíbrio é conviver com os desequilíbrios que caracterizam a Vida, e é preciso definir um foco, um vetor que direcione sua vida e seu negócio. Equilibrar-se não é se tornar um pato que anda, corre, nada e voa. Ou seja, parece equilibrado, mas, sendo mediano, se torna medíocre, sem fazer nada com excelência. O equilíbrio começa em encontrar seu talento, investir no mesmo e lapidar as fraquezas que estejam anulando as qualidades. Empresas e pessoas que se destacaram fizeram bem
mais que a média, definiram um posicionamento claro e, a partir do mesmo, priorizaram seus resultados. Resultados estes que são alcançados através de competências, o conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades para realizar uma tarefa. E aí reside a principal causa do desequilíbrio: a falta de alinhamento entre os desafios propostos e as competências para alcançá-los.

Tão importante quanto alcançar o equilíbrio no seu sistema, seja pessoal ou empresarial, é harmonizar-se com o ambiente em que você está inserido. Sendo assim, analise qual é o vetor deste ambiente, ou seja, seus objetivos, valores, metas e processos. Depois, perceba o quanto você está alinhado com este ambiente, e se o mesmo estimula o uso, desenvolvimento e recompensa dos seus talentos. Se você se sentir desperdiçado, das duas uma: ou você não conhece o seu talento, ou este
ambiente não é para você.

E agora, o que você vai fazer pelo seu equilíbrio?

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Você sabe fazer networking?

Posted by HWBlog em 28/06/2010

“Não espere estar na pior para falar com seus contatos. Tenha interesse nas pessoas, o que não significa ser interesseiro” Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu…”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como.

Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa.

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.

Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.

Posted in Artigos | Leave a Comment »

Como as gigantes caem

Posted by HWBlog em 28/06/2010

Como as gigantes caem e por que algumas empresas jamais desistem de Jim Collins.

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio.

A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência?

A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo, ou se recuperar.

Posted in Livros | Leave a Comment »